O documento discute a importância da experiência do usuário no desenvolvimento de produtos para cegos. Aponta que o número de pessoas cegas ou com visão severamente limitada deve dobrar até 2020. Defende que o design da experiência deve considerar não apenas o produto em si, mas também o contexto, emoções e sentimentos do usuário. Explora como diferentes sentidos como tato e audição podem melhorar a experiência quando a visão está limitada.