PREVENÇÃO EM ESCOLAS
PREVENÇÃO EM ESCOLAS
FUNCIONA?
FUNCIONA?
Sergio Nicastri
PAD - Programa Álcool e Drogas
HIAE - Hospital Israelita Albert Einstein
GREA - Grupo de Estudos de Álcool e Drogas,
Instituto de Psiquiatria,
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
Drogas psicotrópicas:
Drogas psicotrópicas:
efeitos aparentes
efeitos aparentes
 Estimulantes da atividade mental
 anfetaminas, cocaína, cafeína
 Depressores da atividade mental
 álcool, barbitúricos, BDZs, opióides,
inalantes
 Perturbadores da atividade mental
 maconha, LSD, mescalina, anti-Ch
NIDA - National Institute on Drug Abuse - www.nida.nih.gov
COCAÍNA
COCAÍNA
Ecstasy
Ecstasy
Internet:
Internet:
www.nida.nih.gov
www.nida.nih.gov
Uso, abuso e dependência
Uso, abuso e dependência
Não uso
Uso experimental
Abuso
Dependência
Uso esporádico
Uso freqüente
Uso pesado
Tabaco, 1 em 3
Heroína, 1 em 4-5
Cocaína HCl, 1 em 6
Estimulantes que não
a cocaína, 1 em 9
Maconha,
1 em 9-11
Ansiolíticos,
sedativos, &
hipnóticos,
1 in 11
Analgésicos
opióides, 1 in 11
Alucinógenos,
1 in 20
Inalantes,
1 in 20
Estimativa
da fração
de usuários
de drogas
que se
tornam
dependentes
Estimativas
Estimativas
Epidemiológicas para os
Epidemiológicas para os
Estados Unidos,
Estados Unidos,
1992-1998
1992-1998
Crack + HCl, 1 em 5 (??)
Álcool, 1 em 7-8
(Adaptado de Anthony et al., 1994; Chen & Anthony, submetido)
Uso de
Cocaína
Uso de
Tabaco
Exposição a
oportunidade
de maconha
Exposição a
oportunidade
de cocaína
Uso de
Maconha
Risco Relativo,
RR = 2.8
RR = 4.8
RR = 5.0
RR = 19.3
Wagner & Anthony, American Journal of Epidemiology, May 2002
TRANSIÇÕES
TRANSIÇÕES
Existe facilitação do uso de drogas a
Existe facilitação do uso de drogas a
partir do tabaco?
partir do tabaco?
Quatro princípios básicos
Quatro princípios básicos
 Uma droga não é boa ou má por si só
 Toda droga tem mútliplos efeitos
 Os efeitos da droga dependem da
quantidade utilizada pelo indivídio
 Os efeitos de qualquer droga
psicoativa dependem da história e
expectativas do indivíduo
Monitoring the Future (EUA):
Monitoring the Future (EUA):
High School Seniors
High School Seniors X
X Maconha
Maconha
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
1975
1979
1983
1987
1991
1995
1999
Uso no ano
Percepção de
Risco
Disponibilidade
Johnson et al. (2001). Monitoring the Future Study
0
10
20
30
40
50
60
70
1975
1979
1983
1987
1991
1995
1999
Uso no ano
Percepção de
Risco
Disponibilidade
Johnson et al. (2001). Monitoring the Future Study
Monitoring the Future (EUA):
Monitoring the Future (EUA):
High School Seniors
High School Seniors X
X Cocaína
Cocaína
Imprensa:
Imprensa:
drogas e saúde
drogas e saúde
0
10
20
30
40
50
60
70
Maconha Cocaína
Prejudicial
Benéfica
Ambos
Noto et al. Congresso da ABEAD, 2001
O que está por trás da capa
O que está por trás da capa
da
da Veja
Veja?
?
Uso de drogas entre estudantes
Uso de drogas entre estudantes
(1
(1o
o
e 2
e 2o
o
graus) de 10 capitais
graus) de 10 capitais
brasileiras
brasileiras
 Uso na vida:
 Álcool: 65,0 % (Belém) - 80,8 % (Fortaleza)
 Tabaco: 26,7 % (Recife) - 44,1 % (Porto Alegre)
 Outras: 19,0 % (São Paulo) - 30,5 % (P Alegre)
Galduróz et al. (1997). CEBRID/UNIFESP.
 Uso na vida na faixa etária 10-12 anos:
 Álcool: 51,2 %
 Tabaco: 11,0 %
 Outras Drogas: 11,7 %
Uso de drogas entre estudantes
Uso de drogas entre estudantes
(1
(1o
o
e 2
e 2o
o
graus) de 10 capitais
graus) de 10 capitais
brasileiras
brasileiras
Galduróz et al. (1997). CEBRID/UNIFESP.
0
2
4
6
8
10
12
14
Uso na vida
Solventes
Maconha
Ansiolíticos
Anfetamínicos
Cocaína
Anticolinérgicos
Barbitúricos
Xaropes
Orexígenos
Alucinógenos
Opiáceos
Uso de drogas entre estudantes
Uso de drogas entre estudantes
(1
(1o
o
e 2
e 2o
o
graus) de 10 capitais
graus) de 10 capitais
brasileiras
brasileiras
Galduróz et al. (1997). CEBRID/UNIFESP.
0
2
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14
16
18
20
1987
1989
1993
1997
Uso de drogas entre estudantes
Uso de drogas entre estudantes
(1
(1o
o
e 2
e 2o
o
graus) de 10 capitais
graus) de 10 capitais
brasileiras
brasileiras
Galduróz et al. (1997). CEBRID/UNIFESP.
Prevalência de
Prevalência de uso na vida
uso na vida de
de
substâncias psicotrópicas nas 107
substâncias psicotrópicas nas 107
cidades brasileiras com mais de 200 mil
cidades brasileiras com mais de 200 mil
habitantes
habitantes
Fonte: CEBRID, 2001
Substância % Intervalo de Confiança 95%
ÁLCOOL 68,7 (63,8 – 73,6)
TABACO 41,1 (37,5 – 44,7)
QUALQUER DROGA 19,4 (16,6 – 221, )
MACONHA 6,9 (5,2 – 8,6)
SOLVENTES 5,8 (4,2 – 7,3)
OREXÍGENOS 4,3 (3,0 – 5,6)
BENZODIAZEPÍNICOS 3,3 (2,2 – 4,3)
COCAÍNA 2,3 (1,3 – 3,3)
XAROPES (codeína) 2,0 (1,1 – 2,8)
ESTIMULANTES 1,5 (0,8 – 2,2)
ANALGÉSICOS OPIÁCEOS 1,4 (0,6 – 2,1)
ANTICOLINÉRGICOS 1,1 (0,4 – 1,7)
ALUCINÓGENOS 0,6 (0,1 – 1,1)
BARBITÚRICOSS 0,5 (0,1 – 0,9)
CRACK 0,4 (0,0 – 0,8)*
ESTERÓIDES

0,3 (-0,1 – 0,7)*
MERLA 0,2 (-0,1 –0,5)*
HEROÍNA 0,1 (-0,1 – 0,2)*
Prevalência de
Prevalência de depencência
depencência de
de
substâncias psicotrópicas nas 107
substâncias psicotrópicas nas 107
cidades brasileiras com mais de 200 mil
cidades brasileiras com mais de 200 mil
habitantes
habitantes
Fonte: CEBRID, 2001
Substância Sexo Observado (%) Intervalo de Confiança 95%
ÁLCOOL TOTAL 11,2 (9,1 – 13,3)
M 17,1 (14,4 – 17,9)
F 5,7 (4,3 – 7,1)
TABACO TOTAL 9,0 (7,2 – 10,7)
M 10,1 (8,2 – 12,0)
F 7,9 (6,4 – 9,4)
MACONHA TOTAL 1,0 (0,3 – 1,7)
M 1,6 (0,7 – 2,5)
F 0,3 (-0,1 – 0,8)*
População estimada com
População estimada com dependência
dependência
de substâncias psicotrópicas nas 107
de substâncias psicotrópicas nas 107
cidades brasileiras com mais de 200 mil
cidades brasileiras com mais de 200 mil
habitantes
habitantes
Fonte: CEBRID, 2001
Substância Sexo População estimada
(em milhares)
Intervalo de Confiança 95%
ÁLCOOL TOTAL 5.283 (4.293 – 6.273)
M 3.896 (3.298 – 4.494)
F 1.387 (1.048 – 1.726)
TABACO TOTAL 4.214 (3.406 – 5.021)
M 2.299 (1.864 – 2.734)
F 1.915 (1.554 – 2.276)
MACONHA TOTAL 3.249 (2.452 – 4.045)
M 2.416 (1.942 – 2.891 )
F 832 (544 – 1.121)
Segundo a OMS, está
mais sujeito a usar
drogas quem:
 não tem informações
adequadas sobre as
drogas;
 está insatisfeito com sua
qualidade de vida (falta ou
excesso);
 é pouco integrado na
família e na sociedade;
 tem fácil acesso às drogas.
Alguns exemplos de
fatores
potencialmente
envolvidos na iniciação
do tabagismo
Prevenção: tipos de
Prevenção: tipos de
intervenção
intervenção
 Prevenção primária
 evitar uso experimental
 diminuir uso esporádico
 Prevenção secundária
 diminuir o uso regular
 evitar o uso abusivo
 Prevenção terciária
 TRATAMENTO e reabilitação para abuso e
dependência
Alguns modelos de
Alguns modelos de
prevenção
prevenção
 Disseminação de informação
 Educação afetiva
 Alternativas
 Habilidades de resistência
 Treinamento de habilidades
sociais/pessoais
68,1
70,3
36,2
39,7
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
1997 2000
álcool
tabaco
%
Projeto Ensino Público
Uso de drogas (último ano) em escola do 2º grau, antes e após
programa de educação continuada em prevenção de drogas
35,3
21,6
14,2
9,2
8,3
2,9
1,7
0,3
0
5
10
15
20
25
30
35
40
1997 2000
maconha
solventes
cocaína
crack
%
As setas indicam diferenças estatisticamente significativas (p<0,01)
Projeto Ensino Público
Uso de drogas (último ano) em escola do 2º grau, antes e após
programa de educação continuada em prevenção de drogas
Kellam & Anthony, Am J Public Health, 1998
AVLIAÇÃO:
AVLIAÇÃO:
Qual o desempenho de diferentes
Qual o desempenho de diferentes
estratégias de prevenção?
estratégias de prevenção?
Programas de prevenção
Programas de prevenção
funcionam
funcionam
 Engajamento da comunidade
 sensibilização
 informação
 Enquanto houver demanda, existirá
oferta
 como viver num mundo com drogas?
 Combinação de estratégias
Conclusões
Conclusões
 Drogas diferentes requerem abordagens
diferentes
 Diferentes níveis de envolvimento com
drogas requerem intervenções específicas
 Qualidade de vida
 Prevenção, tratamento, normatização e
mesmo repressão devem ser atividades
integradas num planejamento mais amplo
Contatos
Contatos
 E-mail: snicastr@hcnet.usp.br
 PAD (Hospital Albert Einstein):
• 3747-1486 / 3747-1487
 GREA (USP):
• 3081-8060 / 3064-4973

56480338596-Treinamento-Alcool-e-Drogas.ppt

  • 1.
    PREVENÇÃO EM ESCOLAS PREVENÇÃOEM ESCOLAS FUNCIONA? FUNCIONA? Sergio Nicastri PAD - Programa Álcool e Drogas HIAE - Hospital Israelita Albert Einstein GREA - Grupo de Estudos de Álcool e Drogas, Instituto de Psiquiatria, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
  • 2.
    Drogas psicotrópicas: Drogas psicotrópicas: efeitosaparentes efeitos aparentes  Estimulantes da atividade mental  anfetaminas, cocaína, cafeína  Depressores da atividade mental  álcool, barbitúricos, BDZs, opióides, inalantes  Perturbadores da atividade mental  maconha, LSD, mescalina, anti-Ch
  • 3.
    NIDA - NationalInstitute on Drug Abuse - www.nida.nih.gov
  • 4.
  • 5.
  • 6.
    Uso, abuso edependência Uso, abuso e dependência Não uso Uso experimental Abuso Dependência Uso esporádico Uso freqüente Uso pesado
  • 7.
    Tabaco, 1 em3 Heroína, 1 em 4-5 Cocaína HCl, 1 em 6 Estimulantes que não a cocaína, 1 em 9 Maconha, 1 em 9-11 Ansiolíticos, sedativos, & hipnóticos, 1 in 11 Analgésicos opióides, 1 in 11 Alucinógenos, 1 in 20 Inalantes, 1 in 20 Estimativa da fração de usuários de drogas que se tornam dependentes Estimativas Estimativas Epidemiológicas para os Epidemiológicas para os Estados Unidos, Estados Unidos, 1992-1998 1992-1998 Crack + HCl, 1 em 5 (??) Álcool, 1 em 7-8 (Adaptado de Anthony et al., 1994; Chen & Anthony, submetido)
  • 8.
    Uso de Cocaína Uso de Tabaco Exposiçãoa oportunidade de maconha Exposição a oportunidade de cocaína Uso de Maconha Risco Relativo, RR = 2.8 RR = 4.8 RR = 5.0 RR = 19.3 Wagner & Anthony, American Journal of Epidemiology, May 2002 TRANSIÇÕES TRANSIÇÕES Existe facilitação do uso de drogas a Existe facilitação do uso de drogas a partir do tabaco? partir do tabaco?
  • 9.
    Quatro princípios básicos Quatroprincípios básicos  Uma droga não é boa ou má por si só  Toda droga tem mútliplos efeitos  Os efeitos da droga dependem da quantidade utilizada pelo indivídio  Os efeitos de qualquer droga psicoativa dependem da história e expectativas do indivíduo
  • 10.
    Monitoring the Future(EUA): Monitoring the Future (EUA): High School Seniors High School Seniors X X Maconha Maconha 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 1975 1979 1983 1987 1991 1995 1999 Uso no ano Percepção de Risco Disponibilidade Johnson et al. (2001). Monitoring the Future Study
  • 11.
    0 10 20 30 40 50 60 70 1975 1979 1983 1987 1991 1995 1999 Uso no ano Percepçãode Risco Disponibilidade Johnson et al. (2001). Monitoring the Future Study Monitoring the Future (EUA): Monitoring the Future (EUA): High School Seniors High School Seniors X X Cocaína Cocaína
  • 12.
    Imprensa: Imprensa: drogas e saúde drogase saúde 0 10 20 30 40 50 60 70 Maconha Cocaína Prejudicial Benéfica Ambos Noto et al. Congresso da ABEAD, 2001
  • 14.
    O que estápor trás da capa O que está por trás da capa da da Veja Veja? ?
  • 16.
    Uso de drogasentre estudantes Uso de drogas entre estudantes (1 (1o o e 2 e 2o o graus) de 10 capitais graus) de 10 capitais brasileiras brasileiras  Uso na vida:  Álcool: 65,0 % (Belém) - 80,8 % (Fortaleza)  Tabaco: 26,7 % (Recife) - 44,1 % (Porto Alegre)  Outras: 19,0 % (São Paulo) - 30,5 % (P Alegre) Galduróz et al. (1997). CEBRID/UNIFESP.
  • 17.
     Uso navida na faixa etária 10-12 anos:  Álcool: 51,2 %  Tabaco: 11,0 %  Outras Drogas: 11,7 % Uso de drogas entre estudantes Uso de drogas entre estudantes (1 (1o o e 2 e 2o o graus) de 10 capitais graus) de 10 capitais brasileiras brasileiras Galduróz et al. (1997). CEBRID/UNIFESP.
  • 18.
    0 2 4 6 8 10 12 14 Uso na vida Solventes Maconha Ansiolíticos Anfetamínicos Cocaína Anticolinérgicos Barbitúricos Xaropes Orexígenos Alucinógenos Opiáceos Usode drogas entre estudantes Uso de drogas entre estudantes (1 (1o o e 2 e 2o o graus) de 10 capitais graus) de 10 capitais brasileiras brasileiras Galduróz et al. (1997). CEBRID/UNIFESP.
  • 19.
    0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 1987 1989 1993 1997 Uso de drogasentre estudantes Uso de drogas entre estudantes (1 (1o o e 2 e 2o o graus) de 10 capitais graus) de 10 capitais brasileiras brasileiras Galduróz et al. (1997). CEBRID/UNIFESP.
  • 20.
    Prevalência de Prevalência deuso na vida uso na vida de de substâncias psicotrópicas nas 107 substâncias psicotrópicas nas 107 cidades brasileiras com mais de 200 mil cidades brasileiras com mais de 200 mil habitantes habitantes Fonte: CEBRID, 2001 Substância % Intervalo de Confiança 95% ÁLCOOL 68,7 (63,8 – 73,6) TABACO 41,1 (37,5 – 44,7) QUALQUER DROGA 19,4 (16,6 – 221, ) MACONHA 6,9 (5,2 – 8,6) SOLVENTES 5,8 (4,2 – 7,3) OREXÍGENOS 4,3 (3,0 – 5,6) BENZODIAZEPÍNICOS 3,3 (2,2 – 4,3) COCAÍNA 2,3 (1,3 – 3,3) XAROPES (codeína) 2,0 (1,1 – 2,8) ESTIMULANTES 1,5 (0,8 – 2,2) ANALGÉSICOS OPIÁCEOS 1,4 (0,6 – 2,1) ANTICOLINÉRGICOS 1,1 (0,4 – 1,7) ALUCINÓGENOS 0,6 (0,1 – 1,1) BARBITÚRICOSS 0,5 (0,1 – 0,9) CRACK 0,4 (0,0 – 0,8)* ESTERÓIDES  0,3 (-0,1 – 0,7)* MERLA 0,2 (-0,1 –0,5)* HEROÍNA 0,1 (-0,1 – 0,2)*
  • 21.
    Prevalência de Prevalência dedepencência depencência de de substâncias psicotrópicas nas 107 substâncias psicotrópicas nas 107 cidades brasileiras com mais de 200 mil cidades brasileiras com mais de 200 mil habitantes habitantes Fonte: CEBRID, 2001 Substância Sexo Observado (%) Intervalo de Confiança 95% ÁLCOOL TOTAL 11,2 (9,1 – 13,3) M 17,1 (14,4 – 17,9) F 5,7 (4,3 – 7,1) TABACO TOTAL 9,0 (7,2 – 10,7) M 10,1 (8,2 – 12,0) F 7,9 (6,4 – 9,4) MACONHA TOTAL 1,0 (0,3 – 1,7) M 1,6 (0,7 – 2,5) F 0,3 (-0,1 – 0,8)*
  • 22.
    População estimada com Populaçãoestimada com dependência dependência de substâncias psicotrópicas nas 107 de substâncias psicotrópicas nas 107 cidades brasileiras com mais de 200 mil cidades brasileiras com mais de 200 mil habitantes habitantes Fonte: CEBRID, 2001 Substância Sexo População estimada (em milhares) Intervalo de Confiança 95% ÁLCOOL TOTAL 5.283 (4.293 – 6.273) M 3.896 (3.298 – 4.494) F 1.387 (1.048 – 1.726) TABACO TOTAL 4.214 (3.406 – 5.021) M 2.299 (1.864 – 2.734) F 1.915 (1.554 – 2.276) MACONHA TOTAL 3.249 (2.452 – 4.045) M 2.416 (1.942 – 2.891 ) F 832 (544 – 1.121)
  • 23.
    Segundo a OMS,está mais sujeito a usar drogas quem:  não tem informações adequadas sobre as drogas;  está insatisfeito com sua qualidade de vida (falta ou excesso);  é pouco integrado na família e na sociedade;  tem fácil acesso às drogas.
  • 24.
  • 25.
    Prevenção: tipos de Prevenção:tipos de intervenção intervenção  Prevenção primária  evitar uso experimental  diminuir uso esporádico  Prevenção secundária  diminuir o uso regular  evitar o uso abusivo  Prevenção terciária  TRATAMENTO e reabilitação para abuso e dependência
  • 26.
    Alguns modelos de Algunsmodelos de prevenção prevenção  Disseminação de informação  Educação afetiva  Alternativas  Habilidades de resistência  Treinamento de habilidades sociais/pessoais
  • 27.
    68,1 70,3 36,2 39,7 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 1997 2000 álcool tabaco % Projeto EnsinoPúblico Uso de drogas (último ano) em escola do 2º grau, antes e após programa de educação continuada em prevenção de drogas
  • 28.
    35,3 21,6 14,2 9,2 8,3 2,9 1,7 0,3 0 5 10 15 20 25 30 35 40 1997 2000 maconha solventes cocaína crack % As setasindicam diferenças estatisticamente significativas (p<0,01) Projeto Ensino Público Uso de drogas (último ano) em escola do 2º grau, antes e após programa de educação continuada em prevenção de drogas
  • 29.
    Kellam & Anthony,Am J Public Health, 1998 AVLIAÇÃO: AVLIAÇÃO: Qual o desempenho de diferentes Qual o desempenho de diferentes estratégias de prevenção? estratégias de prevenção?
  • 30.
    Programas de prevenção Programasde prevenção funcionam funcionam  Engajamento da comunidade  sensibilização  informação  Enquanto houver demanda, existirá oferta  como viver num mundo com drogas?  Combinação de estratégias
  • 31.
    Conclusões Conclusões  Drogas diferentesrequerem abordagens diferentes  Diferentes níveis de envolvimento com drogas requerem intervenções específicas  Qualidade de vida  Prevenção, tratamento, normatização e mesmo repressão devem ser atividades integradas num planejamento mais amplo
  • 32.
    Contatos Contatos  E-mail: snicastr@hcnet.usp.br PAD (Hospital Albert Einstein): • 3747-1486 / 3747-1487  GREA (USP): • 3081-8060 / 3064-4973