SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 19
Baixar para ler offline
1
EBD - ESCOLA BÍBLICA DISCIPULADORA – 2022 – 2º SEMESTRE
Facilitadores: Sérgio Soares e Francisco Tudela
AS CARTAS DE PAULO – UM ESTUDO PANORÂMICO
5ª AULA – SEGUNDA CARTA AO CORINTIOS
2
1ª A defesa de Paulo sobre sua conduta e o seu ministério. 1 ao 7.
2ª A oferta para os irmãos pobres da Judéia. 8 e 9.
3ª Uma reprimenda aos caluniadores existentes na igreja. 10 ao 13.
ESBOÇO
1.1 ao 2.11. Paulo justifica sua conduta.
2.12 ao 7.16. Paulo defende sua vocação.
8.1 ao 9.15. Paulo fala sobre ofertas.
10.1 ao 13.13. Paulo defende sua autoridade apostólica.
Há três partes principais na 2ª carta aos Coríntios
8,5’ - https://www.youtube.com/watch?v=BgFBb0uAuLY
4
8.1-4 “Agora, irmãos, queremos que vocês tomem conhecimento da graça que Deus
concedeu às igrejas da Macedônia. No meio da mais severa tribulação, a
grande alegria e a extrema pobreza deles TRANSBORDARAM EM RICA
GENEROSIDADE. Pois dou testemunho de que eles deram tudo quanto podiam,
e até além do que podiam. Por iniciativa própria eles nos suplicaram
insistentemente o privilégio DE PARTICIPAR DA ASSISTÊNCIA AOS SANTOS.”
A riqueza aqui é de generosidade.
Eles eram pobres, mas mesmo assim generosos.
A graça concedida por Deus: participar da assistência aos santos com generosidade.
A GENEROSIDADE NÃO ERA PARA A IGREJA LOCAL OU PARA SUPRIR OS DESÍGNIOS
PARTICULARES DE SEUS PASTORES, ERA PARA OS SANTOS. E QUEM ERAM ELES?
Rm 15.25,26 “Agora, porém, estou de partida para Jerusalém, a
serviço dos santos. Pois a Macedônia e a Acaia tiveram a alegria
de contribuir para os pobres dentre os santos de Jerusalém.”
Eram os irmãos pobres das igrejas de Jerusalém.
5
Paulo descreve a natureza da contribuição dos crentes:
1. GENEROSIDADE: 8.2 “...transbordaram em rica generosidade.”; 9.5 “...concluam os
preparativos para a contribuição...como oferta generosa, e
não como algo dado com avareza.”
2. AMOR: 8.7,8 “destaquem-se também neste privilégio de contribuir. Não lhes estou
dando uma ordem, mas quero verificar a sinceridade do amor de
vocês, comparando-o com a dedicação dos outros.”
3. BOA VONTADE E COM PROPORCIONALIDADE: 8.12 “Porque, se há prontidão, a
contribuição é aceitável de acordo com aquilo que
alguém tem, e não de acordo com o que não tem.”
4. VOLUNTARIEDADE: 8.3 “Pois dou testemunho de que eles deram tudo quanto
podiam, e até além do que podiam. Por iniciativa própria.”
5. PARTICIPAÇÃO: 8.4 “eles nos suplicaram insistentemente o privilégio de
PARTICIPAR DA ASSISTÊNCIA AOS SANTOS.”
6
6. RESPONSABILIDADE E PRONTIDÃO: 8.11 “Agora,
completem a obra, para que a forte
disposição de realizá-la seja igualada pelo
zelo em concluí-la, de acordo com os bens que
vocês possuem.”
7. IGUALDADE: 8.13 “Nosso desejo não é que outros
sejam aliviados enquanto vocês são
sobrecarregados, mas que haja igualdade.”
8. ALEGRIA: 9.7 “Cada um dê conforme determinou
em seu coração, não com pesar ou por
obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.”
9. OBEDIÊNCIA: 8.5 “E não somente fizeram o que esperávamos, mas entregaram-se
primeiramente a si mesmos ao Senhor e, depois, a nós, pela vontade de Deus.”
7
A alegoria da plantação
Jesus em Mc 4.14,18,19 “O semeador semeia a palavra....como a semente lançada
entre espinhos, ouvem a palavra; mas quando chegam as
preocupações desta vida, o engano das riquezas e os anseios
por outras coisas, sufocam a palavra, tornando-a infrutífera.”
Jesus associa a Palavra (o Evangelho) à semente pois ambas contêm vida.
Paulo também ilustra suas missões evangelísticas com um paralelo na agricultura:
1Co 3.6,7,9 “Eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fazia crescer;... que efetua o
crescimento...Pois nós somos cooperadores de Deus; vocês são lavoura de Deus...”
8
2Co 9.6 “Lembrem-se: aquele que semeia pouco,
também colherá pouco, e aquele que semeia
com fartura, também colherá fartamente.”
Os da teologia da prosperidade estão convencidos
de que 2Co 9 a ensina claramente, e a chamam
de “o melhor compêndio sobre o assunto”.
Mas, como vimos, o contexto de 2Co 9 é
apresentado em 2Co 8: ajuda aos pobres.
A teologia da prosperidade usa este capítulo, fora
do seu contexto, e associa “semente” com o
dízimo e a oferta, assim quanto mais ofertar
(semeia com fartura) mais prosperará
financeiramente (também colherá fartamente).
https://www.youtube.com/watch?v=PpOQCEBHRpY#t=27
https://www.youtube.com/watch?v=wdnxGyT82iU
9
2Co 9.7,8 “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou
por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria. E Deus é poderoso
para fazer que lhes seja acrescentada toda a graça, para que em todas
as coisas, em todo o tempo, tendo tudo o que é necessário, vocês
transbordem (sejam generosos) em toda boa obra.”(aprovada por Deus)
Os da teologia da prosperidade retiram desta passagem a “lei total do favor de
Deus”, assim esta graça acrescentada se dá na vida material, na vida emocional e na
vida espiritual, que por sua vez, é exemplificada em curas, vitórias espirituais, na
resolução de problemas financeiros e emocionais.
Mas a finalidade da graça de Deus é para que “vocês transbordem em toda boa obra.”
“tendo tudo o que é necessário” (não terão necessidade de auxílio - Moody), com o
objetivo de realizar boas obras generosamente, não há como entender esta graça
como um contrato de prosperidade financeira, mas que não passará necessidade
por ajudar os pobres, desde de que o faça com responsabilidade.
At 11.29 “Os discípulos, cada um segundo as suas possibilidades, decidiram
providenciar ajuda para os irmãos que viviam na Judéia.” (obs. nenhum ficou rico)
10
2Co 9.9-11 “Como está escrito: "Distribuiu, deu os seus bens aos necessitados; a sua
justiça dura para sempre” (Sl 112.9). Aquele que supre a semente ao que semeia e o
pão ao que come, também lhes suprirá e aumentará a semente e fará crescer os
frutos da sua justiça (aqui trata da oferta aos pobres-Mt6) . Vocês serão enriquecidos
de todas as formas, para que possam ser generosos em qualquer ocasião e, por
nosso intermédio, a sua generosidade resulte em ação de graças a Deus.”
Mt 6.1,2 “...cuidado de não praticar suas ‘obras de justiça’ diante dos outros para
serem vistos por eles...quando você der esmola, não anuncie isso com trombetas...
Aquele que oferta por amor não busca obter vantagem para si
Paulo reforça o tema da oferta aos pobres e pregar a Palavra.
A generosidade de uns será motivo de gratidão (ação de graças) de outros.
No “aumentará” os da teologia da prosperidade veem a “lei da multiplicação”, e na
palavra “enriquecidos” veem a “lei da abundância”, esquecendo-se de que
enriquecer tem o objetivo de “possam ser generosos”.
O portador das ofertas aos pobres de Jerusalém será Paulo “por nosso intermédio”
11
2Co 9.12,13 “O serviço ministerial que vocês estão realizando não está apenas
suprindo as necessidades do povo de Deus, mas também transbordando em
muitas expressões de gratidão a Deus. Por meio dessa prova de serviço
ministerial, outros louvarão a Deus pela obediência que acompanha a
confissão que vocês fazem do evangelho de Cristo e pela generosidade de
vocês em compartilhar seus bens com eles e com todos os outros.”
Ajudar os necessitados é uma “expressão de gratidão” por tudo que Deus nos dá,
além de testemunhar a diferença que o evangelho faz nos discípulos de Cristo, que
por amor, ajudam seus irmãos.
Hb 13.16 “Não se esqueçam de fazer o bem e de repartir com os outros o que vocês
têm, pois de tais sacrifícios Deus se agrada.”
Conclusão: A oferta de 2Co 9 não é para evangelizar nem manter a igreja, trata de
uma oferta de irmãos interessados em ajudar irmãos pobres de outras igrejas.
OS DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE, NO ENTANTO, A TRANSFORMAM EM INCENTIVO
À BUSCA DA PROSPERIDADE SOLITÁRIA.
12
Um grupo de judeus acusava Paulo de:
1. Proceder como um mundano:
10.2 “...acham que procedemos segundo os padrões humanos.”
2 – Não ser carismático:
10.10 “Pois alguns dizem: "As cartas dele são duras e fortes, mas ele
pessoalmente não impressiona, e a sua palavra é desprezível".
3 - Não ter as credenciais de um apóstolo:
3.1 “...Será que precisamos, como alguns, de cartas de recomendação para vocês ou
da parte de vocês?
4 - Ser insensato:
11.16 “Faço questão de repetir: ninguém me considere insensato...”
13
Paulo descreve seus antagonistas:
11.13 “Pois tais homens são falsos apóstolos (1), obreiros enganosos (2), fingindo-se
apóstolos de Cristo. (3)
1) pelo caráter – falsos apóstolos;
2) Pelo objetivo – obreiros enganosos;
3) Pela falsidade – fingindo-se apóstolos de Cristo.
Com cinco verbos expressa as indignidades a que, espontaneamente, os coríntios se
sujeitavam nas mãos dos falsos profetas:
11.20 “De fato, vocês suportam até quem os escraviza (1) ou os explora (2), ou quem
se exalta (3) ou lhes fere (4) a face.”
1) os degradam – quem os escraviza;
2) se aproveitam – quem os explora;
3) se consideram superiores – quem se exalta;
4) os difamam – quem lhes fere a face.
14
A seguir Paulo apresenta sua autobiografia enumerando as dificuldades que sofreu.
11.24-33 “Cinco vezes recebi dos judeus trinta e nove açoites. Três vezes fui golpeado
com varas, uma vez apedrejado, três vezes sofri naufrágio, passei uma noite
e um dia exposto à fúria do mar...continuamente viajando de uma parte a
outra, enfrentei perigos nos rios...de assaltantes...dos meus
compatriotas...dos gentios...na cidade...no deserto...no mar, e perigos dos
falsos irmãos. Trabalhei arduamente; muitas vezes fiquei sem dormir, passei
fome e sede, e muitas vezes fiquei em jejum; suportei frio e nudez. Além
disso, enfrento diariamente uma pressão interior, a saber, a minha
preocupação com todas as igrejas...Em Damasco, o governador...mandou
que se vigiasse a cidade para me prender. Mas de uma janela na muralha
fui baixado numa cesta e escapei das mãos dele.”
Com isso mostra a perseverança de quem tem um propósito na vida.
12.12 “...As marcas de um apóstolo — sinais, maravilhas e milagres — foram
demonstradas entre vocês...”
Pelo caráter e o proceder de Paulo a igreja pode constatar as marcas de um apóstolo.
15
Lição de casa:
1. Rever o estudo de hoje
2. Ler Gálatas
3. Ou ler, no mínimo: 1.1-24; 2.1-21; 3.1-29;
4.1-31; 5.1-16; 5.17-26; 6.1-18
Partilha 6 - PD
Você acha que aquele que dá
mais dízimos e ofertas recebe
mais bênçãos materiais de Deus?
Justifique.
BIBLIOGRAFIA
1. Bíblia NVI – Editora Vida – 2000
2. Comentário Bíblico do professor – Lawrence Richards – 3ª Ed. Vida - SP
3. Revista Compromisso - impressa pela Convicção Editora
5. Estudo Panorâmico da Bíblia –. Mears, Henrietta C.- SP: Editora Vida, 2006.
6. Comentário Bíblico Moody – Charles F Pfieffer – Ed. Batista Regular,2017
7. Comentário Bíblico Popular - MacDonald, Willian, SP, Ed. Mundo Cristão, 1ª, 2008
8. Comentário Bíblico NVI -. BRUCCE, F. F, SP, Ed. Vida, 1ª edição, 2008
9. Passo a Passo pelo AT – Wailon B & Tom H.- Ed. LifeWay Brasil – SP - 2004
10. Reflexões extraídas da World Wide Web
11. Bible Project
12. Programa ROTA 66 – Sayão, Luiz – Rádio transmundial
Esta apresentação está disponível no site: www.escolabiblicavirtual.com.br 17
18
12.1-11 “...passarei às visões e revelações do Senhor. Conheço um homem (1) em
Cristo (2) que há catorze anos (3) foi arrebatado ao terceiro céu. Se foi no corpo ou
fora do corpo, não sei (4); Deus o sabe...foi arrebatado (5) ao paraíso e ouviu coisas
...que ao homem não é permitido falar (6)... Para impedir que eu me exaltasse por
causa da grandeza dessas revelações, foi-me dado um espinho na carne (7), um
mensageiro de Satanás, para me atormentar. Três vezes roguei ao Senhor que o
tirasse de mim. Mas ele me disse: "Minha graça é suficiente para você, pois o meu
poder se aperfeiçoa na fraqueza"...Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas
fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois,
quando sou fraco é que sou forte...em nada sou inferior aos "super-apóstolos“...”
O “paraíso” é um lugar celestial onde os santos desfrutam da comunhão com Deus.
Paulo não tem certeza se foi ao paraíso com corpo físico ou apenas em espírito.
Subiu até o paraíso e ouviu, em outras palavras, aprendeu diretamente de Jesus.
19
Sua visão e revelação era:
1) Pessoal – conheço um homem;
2) Cristã – em Cristo (não do judaísmo ou paganismo);
3) Histórica – há catorze anos (não é uma ficção);
4) Desconhecida – se no corpo ... não sei;
5) Dinâmica – foi arrebatado ao paraíso (3º céu é onde está Deus);
6) Revelatória – ouviu coisas...não é permitido falar;
7) O marcou com um estorvo divino – foi-me dado um espinho na carne.

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Estudo sobre a Segunda Carta aos Coríntios

Comentário: 5° Domingo do Tempo Comum - Ano A
Comentário: 5° Domingo do Tempo Comum - Ano AComentário: 5° Domingo do Tempo Comum - Ano A
Comentário: 5° Domingo do Tempo Comum - Ano AJosé Lima
 
Lição 7 - A Mordomia dos Dízimos e Ofertas
Lição 7 - A Mordomia dos Dízimos e OfertasLição 7 - A Mordomia dos Dízimos e Ofertas
Lição 7 - A Mordomia dos Dízimos e OfertasÉder Tomé
 
Lbj lição 6 O sustento da igreja
Lbj lição 6   O sustento da igrejaLbj lição 6   O sustento da igreja
Lbj lição 6 O sustento da igrejaboasnovassena
 
Comentário: 32° Domingo do Tempo Comum - Ano B
Comentário: 32° Domingo do Tempo Comum - Ano BComentário: 32° Domingo do Tempo Comum - Ano B
Comentário: 32° Domingo do Tempo Comum - Ano BJosé Lima
 
Uma graca que_poucos_desejam
Uma graca que_poucos_desejamUma graca que_poucos_desejam
Uma graca que_poucos_desejamRogério Amaral
 
Uma graca que_poucos_desejam
Uma graca que_poucos_desejamUma graca que_poucos_desejam
Uma graca que_poucos_desejamRogério Amaral
 
UMA GRAÇA QUE POUCOS DESEJAM
UMA GRAÇA QUE POUCOS DESEJAMUMA GRAÇA QUE POUCOS DESEJAM
UMA GRAÇA QUE POUCOS DESEJAMAlessandro Mecol
 
Comentário: 22° Domingo Tempo Comum - Ano C
Comentário: 22° Domingo Tempo Comum - Ano C Comentário: 22° Domingo Tempo Comum - Ano C
Comentário: 22° Domingo Tempo Comum - Ano C José Lima
 
QVCC - 07 O dom espiritual de contribuir repartir
QVCC - 07   O dom espiritual de contribuir   repartirQVCC - 07   O dom espiritual de contribuir   repartir
QVCC - 07 O dom espiritual de contribuir repartirCleudson Corrêa
 
10 1 e 2 tessalonicenses.pptx
10  1 e 2 tessalonicenses.pptx10  1 e 2 tessalonicenses.pptx
10 1 e 2 tessalonicenses.pptxPIB Penha - SP
 
Xxxii domingo do tempo comum ano b dar sem medida
Xxxii domingo do tempo comum ano b dar sem medidaXxxii domingo do tempo comum ano b dar sem medida
Xxxii domingo do tempo comum ano b dar sem medidaJosé Luiz Silva Pinto
 
Vinho novo odres_novos-03
Vinho novo odres_novos-03Vinho novo odres_novos-03
Vinho novo odres_novos-03dulcy
 
PUBLICIDADE ESPIRITUAL
PUBLICIDADE ESPIRITUALPUBLICIDADE ESPIRITUAL
PUBLICIDADE ESPIRITUALEnerliz
 
Download uma graca-que_poucos_desejam
Download uma graca-que_poucos_desejamDownload uma graca-que_poucos_desejam
Download uma graca-que_poucos_desejammatias2016
 

Semelhante a Estudo sobre a Segunda Carta aos Coríntios (20)

Comentário: 5° Domingo do Tempo Comum - Ano A
Comentário: 5° Domingo do Tempo Comum - Ano AComentário: 5° Domingo do Tempo Comum - Ano A
Comentário: 5° Domingo do Tempo Comum - Ano A
 
Lição 7 - A Mordomia dos Dízimos e Ofertas
Lição 7 - A Mordomia dos Dízimos e OfertasLição 7 - A Mordomia dos Dízimos e Ofertas
Lição 7 - A Mordomia dos Dízimos e Ofertas
 
Dízimos e Ofertas.pps
Dízimos e Ofertas.ppsDízimos e Ofertas.pps
Dízimos e Ofertas.pps
 
Lbj lição 6 O sustento da igreja
Lbj lição 6   O sustento da igrejaLbj lição 6   O sustento da igreja
Lbj lição 6 O sustento da igreja
 
Lição 12 artigo
Lição 12   artigoLição 12   artigo
Lição 12 artigo
 
Comentário: 32° Domingo do Tempo Comum - Ano B
Comentário: 32° Domingo do Tempo Comum - Ano BComentário: 32° Domingo do Tempo Comum - Ano B
Comentário: 32° Domingo do Tempo Comum - Ano B
 
Uma graca que_poucos_desejam
Uma graca que_poucos_desejamUma graca que_poucos_desejam
Uma graca que_poucos_desejam
 
Uma graca que_poucos_desejam
Uma graca que_poucos_desejamUma graca que_poucos_desejam
Uma graca que_poucos_desejam
 
UMA GRAÇA QUE POUCOS DESEJAM
UMA GRAÇA QUE POUCOS DESEJAMUMA GRAÇA QUE POUCOS DESEJAM
UMA GRAÇA QUE POUCOS DESEJAM
 
Comentário: 22° Domingo Tempo Comum - Ano C
Comentário: 22° Domingo Tempo Comum - Ano C Comentário: 22° Domingo Tempo Comum - Ano C
Comentário: 22° Domingo Tempo Comum - Ano C
 
QVCC - 07 O dom espiritual de contribuir repartir
QVCC - 07   O dom espiritual de contribuir   repartirQVCC - 07   O dom espiritual de contribuir   repartir
QVCC - 07 O dom espiritual de contribuir repartir
 
10 1 e 2 tessalonicenses.pptx
10  1 e 2 tessalonicenses.pptx10  1 e 2 tessalonicenses.pptx
10 1 e 2 tessalonicenses.pptx
 
Xxxii domingo do tempo comum ano b dar sem medida
Xxxii domingo do tempo comum ano b dar sem medidaXxxii domingo do tempo comum ano b dar sem medida
Xxxii domingo do tempo comum ano b dar sem medida
 
Vinho novo odres_novos-03
Vinho novo odres_novos-03Vinho novo odres_novos-03
Vinho novo odres_novos-03
 
Dízimo
DízimoDízimo
Dízimo
 
Missões e as redes sociais
Missões e as redes sociaisMissões e as redes sociais
Missões e as redes sociais
 
Dízimo.ppt
Dízimo.pptDízimo.ppt
Dízimo.ppt
 
PUBLICIDADE ESPIRITUAL
PUBLICIDADE ESPIRITUALPUBLICIDADE ESPIRITUAL
PUBLICIDADE ESPIRITUAL
 
Download uma graca-que_poucos_desejam
Download uma graca-que_poucos_desejamDownload uma graca-que_poucos_desejam
Download uma graca-que_poucos_desejam
 
Edição n. 55 do CH Noticias - Janeiro/2020
Edição n. 55 do CH Noticias - Janeiro/2020Edição n. 55 do CH Noticias - Janeiro/2020
Edição n. 55 do CH Noticias - Janeiro/2020
 

Mais de PIB Penha - SP

Início das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptx
Início das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptxInício das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptx
Início das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptxPIB Penha - SP
 
A conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igreja
A conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igrejaA conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igreja
A conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igrejaPIB Penha - SP
 
A escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de Estêvão
A escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de EstêvãoA escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de Estêvão
A escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de EstêvãoPIB Penha - SP
 
3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...
3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...
3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...PIB Penha - SP
 
4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃO
4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃO4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃO
4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃOPIB Penha - SP
 
Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2
Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2
Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2PIB Penha - SP
 
18 Deuteronômio 27 - 34.pptx
18 Deuteronômio 27 - 34.pptx18 Deuteronômio 27 - 34.pptx
18 Deuteronômio 27 - 34.pptxPIB Penha - SP
 
17 Deuteronomio 5 - 26.pptx
17 Deuteronomio 5 - 26.pptx17 Deuteronomio 5 - 26.pptx
17 Deuteronomio 5 - 26.pptxPIB Penha - SP
 
16 Deuteronomio 1 - 4.pptx
16 Deuteronomio 1 - 4.pptx16 Deuteronomio 1 - 4.pptx
16 Deuteronomio 1 - 4.pptxPIB Penha - SP
 
15 Numeros 23 - 36.ppt
15 Numeros 23 - 36.ppt15 Numeros 23 - 36.ppt
15 Numeros 23 - 36.pptPIB Penha - SP
 
14 Numeros 12 - 22.ppt
14 Numeros 12 - 22.ppt14 Numeros 12 - 22.ppt
14 Numeros 12 - 22.pptPIB Penha - SP
 
14 Numeros 1 - 14.pptx
14 Numeros 1 - 14.pptx14 Numeros 1 - 14.pptx
14 Numeros 1 - 14.pptxPIB Penha - SP
 
12 Levitico 17 - 27.ppt
12 Levitico 17 - 27.ppt12 Levitico 17 - 27.ppt
12 Levitico 17 - 27.pptPIB Penha - SP
 
11 levitico 1 - 16.pptx
11 levitico 1 - 16.pptx11 levitico 1 - 16.pptx
11 levitico 1 - 16.pptxPIB Penha - SP
 
7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptx
7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptx7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptx
7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptxPIB Penha - SP
 

Mais de PIB Penha - SP (20)

Início das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptx
Início das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptxInício das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptx
Início das missões mundiais Cap 11 ao 13.pptx
 
A conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igreja
A conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igrejaA conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igreja
A conversão mais importante da história e A perseguição e a dispersão da igreja
 
A escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de Estêvão
A escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de EstêvãoA escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de Estêvão
A escolha dos sete diáconos e a prisão e morte de Estêvão
 
3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...
3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...
3- Cap 3 e 5.10 - Um milagre e um sermão/ primeira oposição dos líderes relig...
 
4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃO
4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃO4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃO
4- Cap 5.11 a 8.1 a ESCOLHA DOS SETE DIÁCONOS / PRISÃO E MORTE DE ESTEVÃO
 
Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2
Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2
Livro de Atos dos Apóstolos capítulos 1 e 2
 
18 Deuteronômio 27 - 34.pptx
18 Deuteronômio 27 - 34.pptx18 Deuteronômio 27 - 34.pptx
18 Deuteronômio 27 - 34.pptx
 
17 Deuteronomio 5 - 26.pptx
17 Deuteronomio 5 - 26.pptx17 Deuteronomio 5 - 26.pptx
17 Deuteronomio 5 - 26.pptx
 
16 Deuteronomio 1 - 4.pptx
16 Deuteronomio 1 - 4.pptx16 Deuteronomio 1 - 4.pptx
16 Deuteronomio 1 - 4.pptx
 
15 Numeros 23 - 36.ppt
15 Numeros 23 - 36.ppt15 Numeros 23 - 36.ppt
15 Numeros 23 - 36.ppt
 
14 Numeros 12 - 22.ppt
14 Numeros 12 - 22.ppt14 Numeros 12 - 22.ppt
14 Numeros 12 - 22.ppt
 
14 Numeros 1 - 14.pptx
14 Numeros 1 - 14.pptx14 Numeros 1 - 14.pptx
14 Numeros 1 - 14.pptx
 
12 Levitico 17 - 27.ppt
12 Levitico 17 - 27.ppt12 Levitico 17 - 27.ppt
12 Levitico 17 - 27.ppt
 
11 levitico 1 - 16.pptx
11 levitico 1 - 16.pptx11 levitico 1 - 16.pptx
11 levitico 1 - 16.pptx
 
10 Exodo 31 -40.pptx
10 Exodo 31 -40.pptx10 Exodo 31 -40.pptx
10 Exodo 31 -40.pptx
 
9 Exodo 21 -30.pptx
9 Exodo 21 -30.pptx9 Exodo 21 -30.pptx
9 Exodo 21 -30.pptx
 
8 Exodo 13 - 20.pptx
8 Exodo 13 - 20.pptx8 Exodo 13 - 20.pptx
8 Exodo 13 - 20.pptx
 
10 Exodo 31 -40.pdf
10 Exodo 31 -40.pdf10 Exodo 31 -40.pdf
10 Exodo 31 -40.pdf
 
9 Exodo 21 -30.pdf
9 Exodo 21 -30.pdf9 Exodo 21 -30.pdf
9 Exodo 21 -30.pdf
 
7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptx
7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptx7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptx
7 Exodo 1-12 PUBLICAR.pptx
 

Último

AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024RaniereSilva14
 
O concílio de Jerusalém Cap 14 e 15.pptx
O concílio de Jerusalém  Cap 14 e 15.pptxO concílio de Jerusalém  Cap 14 e 15.pptx
O concílio de Jerusalém Cap 14 e 15.pptxPIB Penha
 
LIÇÃO 02 - JOVENS - Escola Bíblica Dominical
LIÇÃO 02 - JOVENS - Escola Bíblica DominicalLIÇÃO 02 - JOVENS - Escola Bíblica Dominical
LIÇÃO 02 - JOVENS - Escola Bíblica DominicalAmaroJunior21
 
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptxLição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptxCelso Napoleon
 
slide da missa com leituras e oração eucarística
slide da missa com leituras e oração eucarísticaslide da missa com leituras e oração eucarística
slide da missa com leituras e oração eucarísticaFranklinOliveira30
 
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptxLição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptxCelso Napoleon
 
Roteiro-para-Preparação-das-Visitas-Missionárias-3.pdf
Roteiro-para-Preparação-das-Visitas-Missionárias-3.pdfRoteiro-para-Preparação-das-Visitas-Missionárias-3.pdf
Roteiro-para-Preparação-das-Visitas-Missionárias-3.pdfLehonanSouza
 

Último (8)

AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
 
O concílio de Jerusalém Cap 14 e 15.pptx
O concílio de Jerusalém  Cap 14 e 15.pptxO concílio de Jerusalém  Cap 14 e 15.pptx
O concílio de Jerusalém Cap 14 e 15.pptx
 
LIÇÃO 02 - JOVENS - Escola Bíblica Dominical
LIÇÃO 02 - JOVENS - Escola Bíblica DominicalLIÇÃO 02 - JOVENS - Escola Bíblica Dominical
LIÇÃO 02 - JOVENS - Escola Bíblica Dominical
 
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptxLição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
 
slide da missa com leituras e oração eucarística
slide da missa com leituras e oração eucarísticaslide da missa com leituras e oração eucarística
slide da missa com leituras e oração eucarística
 
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptxLição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
 
Roteiro-para-Preparação-das-Visitas-Missionárias-3.pdf
Roteiro-para-Preparação-das-Visitas-Missionárias-3.pdfRoteiro-para-Preparação-das-Visitas-Missionárias-3.pdf
Roteiro-para-Preparação-das-Visitas-Missionárias-3.pdf
 
O Livro dos Espiritos - Allan Kardec.pdf
O Livro dos Espiritos - Allan Kardec.pdfO Livro dos Espiritos - Allan Kardec.pdf
O Livro dos Espiritos - Allan Kardec.pdf
 

Estudo sobre a Segunda Carta aos Coríntios

  • 1. 1 EBD - ESCOLA BÍBLICA DISCIPULADORA – 2022 – 2º SEMESTRE Facilitadores: Sérgio Soares e Francisco Tudela AS CARTAS DE PAULO – UM ESTUDO PANORÂMICO 5ª AULA – SEGUNDA CARTA AO CORINTIOS
  • 2. 2 1ª A defesa de Paulo sobre sua conduta e o seu ministério. 1 ao 7. 2ª A oferta para os irmãos pobres da Judéia. 8 e 9. 3ª Uma reprimenda aos caluniadores existentes na igreja. 10 ao 13. ESBOÇO 1.1 ao 2.11. Paulo justifica sua conduta. 2.12 ao 7.16. Paulo defende sua vocação. 8.1 ao 9.15. Paulo fala sobre ofertas. 10.1 ao 13.13. Paulo defende sua autoridade apostólica. Há três partes principais na 2ª carta aos Coríntios
  • 4. 4 8.1-4 “Agora, irmãos, queremos que vocês tomem conhecimento da graça que Deus concedeu às igrejas da Macedônia. No meio da mais severa tribulação, a grande alegria e a extrema pobreza deles TRANSBORDARAM EM RICA GENEROSIDADE. Pois dou testemunho de que eles deram tudo quanto podiam, e até além do que podiam. Por iniciativa própria eles nos suplicaram insistentemente o privilégio DE PARTICIPAR DA ASSISTÊNCIA AOS SANTOS.” A riqueza aqui é de generosidade. Eles eram pobres, mas mesmo assim generosos. A graça concedida por Deus: participar da assistência aos santos com generosidade. A GENEROSIDADE NÃO ERA PARA A IGREJA LOCAL OU PARA SUPRIR OS DESÍGNIOS PARTICULARES DE SEUS PASTORES, ERA PARA OS SANTOS. E QUEM ERAM ELES? Rm 15.25,26 “Agora, porém, estou de partida para Jerusalém, a serviço dos santos. Pois a Macedônia e a Acaia tiveram a alegria de contribuir para os pobres dentre os santos de Jerusalém.” Eram os irmãos pobres das igrejas de Jerusalém.
  • 5. 5 Paulo descreve a natureza da contribuição dos crentes: 1. GENEROSIDADE: 8.2 “...transbordaram em rica generosidade.”; 9.5 “...concluam os preparativos para a contribuição...como oferta generosa, e não como algo dado com avareza.” 2. AMOR: 8.7,8 “destaquem-se também neste privilégio de contribuir. Não lhes estou dando uma ordem, mas quero verificar a sinceridade do amor de vocês, comparando-o com a dedicação dos outros.” 3. BOA VONTADE E COM PROPORCIONALIDADE: 8.12 “Porque, se há prontidão, a contribuição é aceitável de acordo com aquilo que alguém tem, e não de acordo com o que não tem.” 4. VOLUNTARIEDADE: 8.3 “Pois dou testemunho de que eles deram tudo quanto podiam, e até além do que podiam. Por iniciativa própria.” 5. PARTICIPAÇÃO: 8.4 “eles nos suplicaram insistentemente o privilégio de PARTICIPAR DA ASSISTÊNCIA AOS SANTOS.”
  • 6. 6 6. RESPONSABILIDADE E PRONTIDÃO: 8.11 “Agora, completem a obra, para que a forte disposição de realizá-la seja igualada pelo zelo em concluí-la, de acordo com os bens que vocês possuem.” 7. IGUALDADE: 8.13 “Nosso desejo não é que outros sejam aliviados enquanto vocês são sobrecarregados, mas que haja igualdade.” 8. ALEGRIA: 9.7 “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.” 9. OBEDIÊNCIA: 8.5 “E não somente fizeram o que esperávamos, mas entregaram-se primeiramente a si mesmos ao Senhor e, depois, a nós, pela vontade de Deus.”
  • 7. 7 A alegoria da plantação Jesus em Mc 4.14,18,19 “O semeador semeia a palavra....como a semente lançada entre espinhos, ouvem a palavra; mas quando chegam as preocupações desta vida, o engano das riquezas e os anseios por outras coisas, sufocam a palavra, tornando-a infrutífera.” Jesus associa a Palavra (o Evangelho) à semente pois ambas contêm vida. Paulo também ilustra suas missões evangelísticas com um paralelo na agricultura: 1Co 3.6,7,9 “Eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fazia crescer;... que efetua o crescimento...Pois nós somos cooperadores de Deus; vocês são lavoura de Deus...”
  • 8. 8 2Co 9.6 “Lembrem-se: aquele que semeia pouco, também colherá pouco, e aquele que semeia com fartura, também colherá fartamente.” Os da teologia da prosperidade estão convencidos de que 2Co 9 a ensina claramente, e a chamam de “o melhor compêndio sobre o assunto”. Mas, como vimos, o contexto de 2Co 9 é apresentado em 2Co 8: ajuda aos pobres. A teologia da prosperidade usa este capítulo, fora do seu contexto, e associa “semente” com o dízimo e a oferta, assim quanto mais ofertar (semeia com fartura) mais prosperará financeiramente (também colherá fartamente). https://www.youtube.com/watch?v=PpOQCEBHRpY#t=27 https://www.youtube.com/watch?v=wdnxGyT82iU
  • 9. 9 2Co 9.7,8 “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer que lhes seja acrescentada toda a graça, para que em todas as coisas, em todo o tempo, tendo tudo o que é necessário, vocês transbordem (sejam generosos) em toda boa obra.”(aprovada por Deus) Os da teologia da prosperidade retiram desta passagem a “lei total do favor de Deus”, assim esta graça acrescentada se dá na vida material, na vida emocional e na vida espiritual, que por sua vez, é exemplificada em curas, vitórias espirituais, na resolução de problemas financeiros e emocionais. Mas a finalidade da graça de Deus é para que “vocês transbordem em toda boa obra.” “tendo tudo o que é necessário” (não terão necessidade de auxílio - Moody), com o objetivo de realizar boas obras generosamente, não há como entender esta graça como um contrato de prosperidade financeira, mas que não passará necessidade por ajudar os pobres, desde de que o faça com responsabilidade. At 11.29 “Os discípulos, cada um segundo as suas possibilidades, decidiram providenciar ajuda para os irmãos que viviam na Judéia.” (obs. nenhum ficou rico)
  • 10. 10 2Co 9.9-11 “Como está escrito: "Distribuiu, deu os seus bens aos necessitados; a sua justiça dura para sempre” (Sl 112.9). Aquele que supre a semente ao que semeia e o pão ao que come, também lhes suprirá e aumentará a semente e fará crescer os frutos da sua justiça (aqui trata da oferta aos pobres-Mt6) . Vocês serão enriquecidos de todas as formas, para que possam ser generosos em qualquer ocasião e, por nosso intermédio, a sua generosidade resulte em ação de graças a Deus.” Mt 6.1,2 “...cuidado de não praticar suas ‘obras de justiça’ diante dos outros para serem vistos por eles...quando você der esmola, não anuncie isso com trombetas... Aquele que oferta por amor não busca obter vantagem para si Paulo reforça o tema da oferta aos pobres e pregar a Palavra. A generosidade de uns será motivo de gratidão (ação de graças) de outros. No “aumentará” os da teologia da prosperidade veem a “lei da multiplicação”, e na palavra “enriquecidos” veem a “lei da abundância”, esquecendo-se de que enriquecer tem o objetivo de “possam ser generosos”. O portador das ofertas aos pobres de Jerusalém será Paulo “por nosso intermédio”
  • 11. 11 2Co 9.12,13 “O serviço ministerial que vocês estão realizando não está apenas suprindo as necessidades do povo de Deus, mas também transbordando em muitas expressões de gratidão a Deus. Por meio dessa prova de serviço ministerial, outros louvarão a Deus pela obediência que acompanha a confissão que vocês fazem do evangelho de Cristo e pela generosidade de vocês em compartilhar seus bens com eles e com todos os outros.” Ajudar os necessitados é uma “expressão de gratidão” por tudo que Deus nos dá, além de testemunhar a diferença que o evangelho faz nos discípulos de Cristo, que por amor, ajudam seus irmãos. Hb 13.16 “Não se esqueçam de fazer o bem e de repartir com os outros o que vocês têm, pois de tais sacrifícios Deus se agrada.” Conclusão: A oferta de 2Co 9 não é para evangelizar nem manter a igreja, trata de uma oferta de irmãos interessados em ajudar irmãos pobres de outras igrejas. OS DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE, NO ENTANTO, A TRANSFORMAM EM INCENTIVO À BUSCA DA PROSPERIDADE SOLITÁRIA.
  • 12. 12 Um grupo de judeus acusava Paulo de: 1. Proceder como um mundano: 10.2 “...acham que procedemos segundo os padrões humanos.” 2 – Não ser carismático: 10.10 “Pois alguns dizem: "As cartas dele são duras e fortes, mas ele pessoalmente não impressiona, e a sua palavra é desprezível". 3 - Não ter as credenciais de um apóstolo: 3.1 “...Será que precisamos, como alguns, de cartas de recomendação para vocês ou da parte de vocês? 4 - Ser insensato: 11.16 “Faço questão de repetir: ninguém me considere insensato...”
  • 13. 13 Paulo descreve seus antagonistas: 11.13 “Pois tais homens são falsos apóstolos (1), obreiros enganosos (2), fingindo-se apóstolos de Cristo. (3) 1) pelo caráter – falsos apóstolos; 2) Pelo objetivo – obreiros enganosos; 3) Pela falsidade – fingindo-se apóstolos de Cristo. Com cinco verbos expressa as indignidades a que, espontaneamente, os coríntios se sujeitavam nas mãos dos falsos profetas: 11.20 “De fato, vocês suportam até quem os escraviza (1) ou os explora (2), ou quem se exalta (3) ou lhes fere (4) a face.” 1) os degradam – quem os escraviza; 2) se aproveitam – quem os explora; 3) se consideram superiores – quem se exalta; 4) os difamam – quem lhes fere a face.
  • 14. 14 A seguir Paulo apresenta sua autobiografia enumerando as dificuldades que sofreu. 11.24-33 “Cinco vezes recebi dos judeus trinta e nove açoites. Três vezes fui golpeado com varas, uma vez apedrejado, três vezes sofri naufrágio, passei uma noite e um dia exposto à fúria do mar...continuamente viajando de uma parte a outra, enfrentei perigos nos rios...de assaltantes...dos meus compatriotas...dos gentios...na cidade...no deserto...no mar, e perigos dos falsos irmãos. Trabalhei arduamente; muitas vezes fiquei sem dormir, passei fome e sede, e muitas vezes fiquei em jejum; suportei frio e nudez. Além disso, enfrento diariamente uma pressão interior, a saber, a minha preocupação com todas as igrejas...Em Damasco, o governador...mandou que se vigiasse a cidade para me prender. Mas de uma janela na muralha fui baixado numa cesta e escapei das mãos dele.” Com isso mostra a perseverança de quem tem um propósito na vida. 12.12 “...As marcas de um apóstolo — sinais, maravilhas e milagres — foram demonstradas entre vocês...” Pelo caráter e o proceder de Paulo a igreja pode constatar as marcas de um apóstolo.
  • 15. 15 Lição de casa: 1. Rever o estudo de hoje 2. Ler Gálatas 3. Ou ler, no mínimo: 1.1-24; 2.1-21; 3.1-29; 4.1-31; 5.1-16; 5.17-26; 6.1-18 Partilha 6 - PD Você acha que aquele que dá mais dízimos e ofertas recebe mais bênçãos materiais de Deus? Justifique.
  • 16.
  • 17. BIBLIOGRAFIA 1. Bíblia NVI – Editora Vida – 2000 2. Comentário Bíblico do professor – Lawrence Richards – 3ª Ed. Vida - SP 3. Revista Compromisso - impressa pela Convicção Editora 5. Estudo Panorâmico da Bíblia –. Mears, Henrietta C.- SP: Editora Vida, 2006. 6. Comentário Bíblico Moody – Charles F Pfieffer – Ed. Batista Regular,2017 7. Comentário Bíblico Popular - MacDonald, Willian, SP, Ed. Mundo Cristão, 1ª, 2008 8. Comentário Bíblico NVI -. BRUCCE, F. F, SP, Ed. Vida, 1ª edição, 2008 9. Passo a Passo pelo AT – Wailon B & Tom H.- Ed. LifeWay Brasil – SP - 2004 10. Reflexões extraídas da World Wide Web 11. Bible Project 12. Programa ROTA 66 – Sayão, Luiz – Rádio transmundial Esta apresentação está disponível no site: www.escolabiblicavirtual.com.br 17
  • 18. 18 12.1-11 “...passarei às visões e revelações do Senhor. Conheço um homem (1) em Cristo (2) que há catorze anos (3) foi arrebatado ao terceiro céu. Se foi no corpo ou fora do corpo, não sei (4); Deus o sabe...foi arrebatado (5) ao paraíso e ouviu coisas ...que ao homem não é permitido falar (6)... Para impedir que eu me exaltasse por causa da grandeza dessas revelações, foi-me dado um espinho na carne (7), um mensageiro de Satanás, para me atormentar. Três vezes roguei ao Senhor que o tirasse de mim. Mas ele me disse: "Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza"...Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco é que sou forte...em nada sou inferior aos "super-apóstolos“...” O “paraíso” é um lugar celestial onde os santos desfrutam da comunhão com Deus. Paulo não tem certeza se foi ao paraíso com corpo físico ou apenas em espírito. Subiu até o paraíso e ouviu, em outras palavras, aprendeu diretamente de Jesus.
  • 19. 19 Sua visão e revelação era: 1) Pessoal – conheço um homem; 2) Cristã – em Cristo (não do judaísmo ou paganismo); 3) Histórica – há catorze anos (não é uma ficção); 4) Desconhecida – se no corpo ... não sei; 5) Dinâmica – foi arrebatado ao paraíso (3º céu é onde está Deus); 6) Revelatória – ouviu coisas...não é permitido falar; 7) O marcou com um estorvo divino – foi-me dado um espinho na carne.