1) O texto discute a distinção entre "certo" e "errado" na língua e argumenta que linguistas não devem fazer julgamentos sobre variedades linguísticas, mas sim estudá-las como fatos.
2) É defendido que a língua falada e escrita assumem formas distintas e ambas merecem respeito.
3) O autor rejeita a ideia de que apenas o português padrão é legítimo, destacando que a língua falada representa a maioria dos falantes.