Universidade Federal da Paraíba
Sombra acústica
Ressonância
Interferência
Onda estacionária
RessonadoresProfessora: Débora Opolski
deboraopolski@gmail.com
Fenômeno da sombra acústica
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
Ressonância
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• “Ressonância é a coincidência de freqüências
entre estados de vibração de dois ou mais
corpos.”
• Sabemos que todo corpo capaz de vibrar,
sempre o faz em uma de suas frequências
naturais.
• O que é a frequência natural de um corpo?
Acústica e ruídos, p. 38
Ressonância
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• “Quando temos um corpo vibrando na
frequência natural de um segundo corpo, o
primeiro induz o segundo a vibrar.”
• Acontece o fenômeno da ressonância. O
segundo corpo vibra por causa do som do
primeiro corpo.
Acústica e ruídos, p. 38
Ressonância
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• Objetos quebram?
Sim, mas a frequência emitida
deve ser exatamente igual a
uma das frequências naturais do
objeto e deve ter intensidade
suficiente pra fazer com que ele
vibre tanto que necessite se romper.
http://www.colegioweb.com.br/fisica/ressonancia.html
Ondas estacionárias
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• Entendendo que cada objeto ou material
sólido possui frequências naturais de vibração,
fica fácil entender onda estacionária.
• A sensação acústica de uma onda estacionária
é a de que quando determinada frequência
(que possui ressonância naquele ambiente ou
objeto) é emitida, ela é ouvida com mais
intensidade, COLORAÇÃO.
Ondas estacionárias
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• Se formam quando duas ondas idênticas que
se movem em sentido contrário se encontram.
• São ondas resultantes da superposição de
duas ondas de mesma freqüência, mesma
amplitude, mesmo comprimento de onda,
mesma direção e sentidos opostos.
Ondas estacionárias
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• Os ponto da onda vibram com amplitudes
diferentes mas na mesma frequência;
• Como os nodos (nós) e antinodos (ventres)
estão no mesmo lugar, não há transporte de
energia;
• São ondas cujas vibrações originais são
reforçadas continuamente pelas próprias
reflexões.
Ondas estacionárias
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• No caso mais simples, uma onda sonora de baixa
frequência ressoa entre duas paredes opostas de
uma sala, continuamente reforçando sua
amplitude pelo método de interferência
construtiva, ou seja, cada reflexão é somada à
anterior.
• a onda estacionária mais grave que ocorre em
uma sala possui um comprimento de onda duas
vezes maior que a maior dimensão da sala.
Ondas estacionárias
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
www.omid.com.br/pdf/apostila_acustica_eletrica_em_audio.pdf
Dado F = V/ λ, podemos calcular a onda estacionária
fundamental e seguindo o princípio da série
harmônica, calculamos todas as ondas da sala.
Ondas estacionárias_harmônicos
Ondas estacionárias
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
http://www.infoescola.com/fisica/onda-estacionaria/
Ondas estacionárias
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www.w3.ualg.pt/~rguerra/Acustica/estacionarias.pdf
Interferência
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• Interferência construtiva é o que faz com que
as ondas sejam realimentadas;
• Interferência destrutiva é o que faz com que
as ondas sejam canceladas.
Ressonadores de Helmholtz
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• Ou ressonadores de cavidade, são recipientes
que contém certo volume de ar, (separados do
ambiente por um tipo de gargalo) que
enclausuram determinadas frequências,
auxiliando na dispersão das mesmas.
http://www.fisica.ufs.br/CorpoDocente/egsantana/ondas/acustic
a/resonador/resonador.htm
Ressonância de Helmholtz - 1860
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• Ressonância de Helmholtz é um fenômeno
que ocorre quando o ar passa por uma
cavidade e devido a isso ressoa.
• Quando sopramos numa
garrafa sai um assobio.
É a frequência de ressonân-
cia da garrafa. Esse é o
princípio do ressonador.
http://aqueimaroupa.com.br/forum/topic.php?id=264
Ressonador de Helmholtz múltiplo
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
http://www.soloarquitectura.com/foros/showthread.php?60397-Resonador-Helmholtz
Universidade Federal da Paraíba
Resumo dos
fenômenos de
propagação do som
Professora: Débora Opolski
deboraopolski@gmail.com
Fenômenos de propagação do som
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• Quando as ondas se propagam em um meio e
encontram um obstáculo pode ocorrer:
• ABSORÇÃO REFLEXÃO REFRAÇÃO
Fenômenos que ocorrem na
propagação com obstáculos
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
http://www.scribd.com/doc/27762528/ACUSTICA-E-RUIDOS-APOSTILA-
1%C2%BA-PARTE-Joao-Candido-Fernandes
Identificando os coeficientes de
propagação do som
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www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
Universidade Federal da Paraíba
CONFORTO
ACÚSTICO:
Tratamento e
Isolamento.
Professora: Débora Opolski
deboraopolski@gmail.com
Conforto acústico
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• Procura minimizar as condições desfavoráveis
a que nossos ouvidos estão expostos, com
técnicas de tratamento e isolamento acústico.
1. “Eliminar/reduzir ao máximo os ruídos que
podem comprometer a audição;
2. “Controlar” os sons, evitando interferências
excessivas (ecos, reverberações, etc.),
garantindo entendimento perfeito entre
ouvinte e locutor.”
www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
Conforto acústico
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• Intuito: ajudar as pessoas a encontrarem o
conforto auditivo.
• Em busca da acústica ideal podemos usar
tratamento absorvente (tratamento acústico),
isolamento atenuador (isolamento acústico) ou a
combinação dos dois.
OUVINTES DO MESMO AMBIENTE: superfícies
absorventes.
OUVINTES LOCAL DIFERENTES: barreiras ou painéis
isolantes.
www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
Acústica em recintos fechados
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• Da forma interna (paredes e teto): quanto
mais irregular maior será o desvio e
enfraquecimento da energia sonora (reflexão);
• Material das paredes (Capacidade de
absorção) e;
• Do volume do compartimento;
www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
Exemplo de painéis difusores no teto
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www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
Acústica em ambientes abertos –
concha acústica
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• Em ambientes abertos, temos a necessidade
de dirigir o som para a platéia. Precisamos
concentrar a reflexão do som.
• Lembram da REFLEXÃO CÔNCAVA?
www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
Ou seja,
precisamos criar
uma espécie de
concha acústica.
Acústica em ambientes abertos –
concha acústica
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
O material da concha acústica deve:
• ter coeficiente de reflexão elevado;
• resistência elevada: chuva, sol, etc…
• Estrutura rígida, pouca elasticidade, para
evitar vibrações nas ligações;
• Posicionamento correto para a convergência
correta do som.
www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
Acústica em ambientes abertos –
concha acústica
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
Dados para campo aberto
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• A água é uma ótima superfície refletora, ao
contrário da grama (absorvente).
• Para as audições ao ar livre, o alcance da voz
humana normal, sem refletores ou
amplificadores, é de cerca de 40 m para
frente, 30 m para os lados e 20m para trás.
Textos base
UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski
• www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-
ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
• http://www.iupe.org.br/ass/radialismo/ap004
-acustica.htm
• http://www.audioacustica.hpg.ig.com.br/cond
ic.htm

2010 2 psico 13

  • 1.
    Universidade Federal daParaíba Sombra acústica Ressonância Interferência Onda estacionária RessonadoresProfessora: Débora Opolski deboraopolski@gmail.com
  • 2.
    Fenômeno da sombraacústica UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
  • 3.
    Ressonância UFPB - DEMID2010_2 Prof. Débora Opolski • “Ressonância é a coincidência de freqüências entre estados de vibração de dois ou mais corpos.” • Sabemos que todo corpo capaz de vibrar, sempre o faz em uma de suas frequências naturais. • O que é a frequência natural de um corpo? Acústica e ruídos, p. 38
  • 4.
    Ressonância UFPB - DEMID2010_2 Prof. Débora Opolski • “Quando temos um corpo vibrando na frequência natural de um segundo corpo, o primeiro induz o segundo a vibrar.” • Acontece o fenômeno da ressonância. O segundo corpo vibra por causa do som do primeiro corpo. Acústica e ruídos, p. 38
  • 5.
    Ressonância UFPB - DEMID2010_2 Prof. Débora Opolski • Objetos quebram? Sim, mas a frequência emitida deve ser exatamente igual a uma das frequências naturais do objeto e deve ter intensidade suficiente pra fazer com que ele vibre tanto que necessite se romper. http://www.colegioweb.com.br/fisica/ressonancia.html
  • 6.
    Ondas estacionárias UFPB -DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski • Entendendo que cada objeto ou material sólido possui frequências naturais de vibração, fica fácil entender onda estacionária. • A sensação acústica de uma onda estacionária é a de que quando determinada frequência (que possui ressonância naquele ambiente ou objeto) é emitida, ela é ouvida com mais intensidade, COLORAÇÃO.
  • 7.
    Ondas estacionárias UFPB -DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski • Se formam quando duas ondas idênticas que se movem em sentido contrário se encontram. • São ondas resultantes da superposição de duas ondas de mesma freqüência, mesma amplitude, mesmo comprimento de onda, mesma direção e sentidos opostos.
  • 8.
    Ondas estacionárias UFPB -DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski • Os ponto da onda vibram com amplitudes diferentes mas na mesma frequência; • Como os nodos (nós) e antinodos (ventres) estão no mesmo lugar, não há transporte de energia; • São ondas cujas vibrações originais são reforçadas continuamente pelas próprias reflexões.
  • 9.
    Ondas estacionárias UFPB -DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski • No caso mais simples, uma onda sonora de baixa frequência ressoa entre duas paredes opostas de uma sala, continuamente reforçando sua amplitude pelo método de interferência construtiva, ou seja, cada reflexão é somada à anterior. • a onda estacionária mais grave que ocorre em uma sala possui um comprimento de onda duas vezes maior que a maior dimensão da sala.
  • 10.
    Ondas estacionárias UFPB -DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski www.omid.com.br/pdf/apostila_acustica_eletrica_em_audio.pdf Dado F = V/ λ, podemos calcular a onda estacionária fundamental e seguindo o princípio da série harmônica, calculamos todas as ondas da sala. Ondas estacionárias_harmônicos
  • 11.
    Ondas estacionárias UFPB -DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski http://www.infoescola.com/fisica/onda-estacionaria/
  • 12.
    Ondas estacionárias UFPB -DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski www.w3.ualg.pt/~rguerra/Acustica/estacionarias.pdf
  • 13.
    Interferência UFPB - DEMID2010_2 Prof. Débora Opolski • Interferência construtiva é o que faz com que as ondas sejam realimentadas; • Interferência destrutiva é o que faz com que as ondas sejam canceladas.
  • 14.
    Ressonadores de Helmholtz UFPB- DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski • Ou ressonadores de cavidade, são recipientes que contém certo volume de ar, (separados do ambiente por um tipo de gargalo) que enclausuram determinadas frequências, auxiliando na dispersão das mesmas. http://www.fisica.ufs.br/CorpoDocente/egsantana/ondas/acustic a/resonador/resonador.htm
  • 15.
    Ressonância de Helmholtz- 1860 UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski • Ressonância de Helmholtz é um fenômeno que ocorre quando o ar passa por uma cavidade e devido a isso ressoa. • Quando sopramos numa garrafa sai um assobio. É a frequência de ressonân- cia da garrafa. Esse é o princípio do ressonador. http://aqueimaroupa.com.br/forum/topic.php?id=264
  • 16.
    Ressonador de Helmholtzmúltiplo UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski http://www.soloarquitectura.com/foros/showthread.php?60397-Resonador-Helmholtz
  • 17.
    Universidade Federal daParaíba Resumo dos fenômenos de propagação do som Professora: Débora Opolski deboraopolski@gmail.com
  • 18.
    Fenômenos de propagaçãodo som UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski • Quando as ondas se propagam em um meio e encontram um obstáculo pode ocorrer: • ABSORÇÃO REFLEXÃO REFRAÇÃO
  • 19.
    Fenômenos que ocorremna propagação com obstáculos UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski http://www.scribd.com/doc/27762528/ACUSTICA-E-RUIDOS-APOSTILA- 1%C2%BA-PARTE-Joao-Candido-Fernandes
  • 20.
    Identificando os coeficientesde propagação do som UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
  • 21.
    Universidade Federal daParaíba CONFORTO ACÚSTICO: Tratamento e Isolamento. Professora: Débora Opolski deboraopolski@gmail.com
  • 22.
    Conforto acústico UFPB -DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski • Procura minimizar as condições desfavoráveis a que nossos ouvidos estão expostos, com técnicas de tratamento e isolamento acústico. 1. “Eliminar/reduzir ao máximo os ruídos que podem comprometer a audição; 2. “Controlar” os sons, evitando interferências excessivas (ecos, reverberações, etc.), garantindo entendimento perfeito entre ouvinte e locutor.” www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
  • 23.
    Conforto acústico UFPB -DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski • Intuito: ajudar as pessoas a encontrarem o conforto auditivo. • Em busca da acústica ideal podemos usar tratamento absorvente (tratamento acústico), isolamento atenuador (isolamento acústico) ou a combinação dos dois. OUVINTES DO MESMO AMBIENTE: superfícies absorventes. OUVINTES LOCAL DIFERENTES: barreiras ou painéis isolantes. www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
  • 24.
    Acústica em recintosfechados UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski • Da forma interna (paredes e teto): quanto mais irregular maior será o desvio e enfraquecimento da energia sonora (reflexão); • Material das paredes (Capacidade de absorção) e; • Do volume do compartimento; www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
  • 25.
    Exemplo de painéisdifusores no teto UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
  • 26.
    Acústica em ambientesabertos – concha acústica UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski • Em ambientes abertos, temos a necessidade de dirigir o som para a platéia. Precisamos concentrar a reflexão do som. • Lembram da REFLEXÃO CÔNCAVA? www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf Ou seja, precisamos criar uma espécie de concha acústica.
  • 27.
    Acústica em ambientesabertos – concha acústica UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski O material da concha acústica deve: • ter coeficiente de reflexão elevado; • resistência elevada: chuva, sol, etc… • Estrutura rígida, pouca elasticidade, para evitar vibrações nas ligações; • Posicionamento correto para a convergência correta do som. www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
  • 28.
    Acústica em ambientesabertos – concha acústica UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski www.fec.unicamp.br/.../TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf
  • 29.
    Dados para campoaberto UFPB - DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski • A água é uma ótima superfície refletora, ao contrário da grama (absorvente). • Para as audições ao ar livre, o alcance da voz humana normal, sem refletores ou amplificadores, é de cerca de 40 m para frente, 30 m para os lados e 20m para trás.
  • 30.
    Textos base UFPB -DEMID 2010_2 Prof. Débora Opolski • www.fec.unicamp.br/.../TIDIA- ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf • http://www.iupe.org.br/ass/radialismo/ap004 -acustica.htm • http://www.audioacustica.hpg.ig.com.br/cond ic.htm