O documento discute o estado intermediário dos mortos, definindo-o como um modo de existência espiritual entre a morte física e a ressurreição final. Explica que antes do Calvário o destino dos mortos era o Sheol-Hades, dividido em parte dos justos e ímpios, e que após a morte e ressurreição de Cristo os justos passaram a ir para o Paraíso e os ímpios para o inferno.