Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres

Mulheres Tomadoras de Decisão:
Empoderamento da Mulher como condição para
o desenvolvimento
80 Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva e 110 Congresso
Mundial de Saúde Pública

Fontes utilizadas:
 Síntese de Indicadores Sociais 2005 - PNAD
2004
 Dados Censitários 1991 e 2000 – SNIG/SPM
Brasil- 2006
Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres

Com licença poética:

“Quando eu nasci, um anjo esbelto
Desses que toca trombeta, anunciou:
Vai carregar bandeira. (...)
Minha tristeza não tem pedigree
Já a minha vontade de alegria, sua raiz vai ao meu mil
avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem
Mulher é desdobrável. Eu sou.”
Adélia Prado
Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres

As mulheres brasileiras – quem somos nós?
Na população, em 2004:
 As mulheres são maioria e representam 51,2% da população,
sendo 46% delas pretas e pardas. Totalizamos 89 milhões, das
quais 85,4% vivem em áreas urbanas.
 Evelhecimento da população - 1,63% ao ano.
 Em 2004, as mulheres em idade reprodutiva (entre 15 a 49
anos) representavam 49,1% da população.
Mulheres brasileiras-quem somos nós?
- Dados Populacionais -
Mulheres Brasileiras- quem somos nós?
- Dados Populacionais -
Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres

As mulheres brasileiras – quem somos nós?
Na produção, em 2004
 42,7% da PEA (População Economicamente Ativa): 43,7% na
área urbana e 37,8% no meio rural.
 Taxa de atividade global é de 62,%: 73,2% para os homens e
51,6% para as mulheres.
 No meio urbano -a taxa global é de 60,5%: 71,2% entre
homens e 50,8% de mulheres, enquanto na área rural a taxa
global é de 70% , 82,2% entre homens e 56,4% entre as
mulheres.
Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres

As mulheres brasileiras – quem somos nós?
No rendimento
Salários por hora trabalhada:
Homens brancos – 7,16
Mulheres brancas – 5,69
Homens negros – 3,45
Mulheres negras – 2,78

Rendimento mensal (em R$) e anos de estudo:
Sexo

Homem
Mulher

Até 3
anos

342,28
211,02

De 4 a 7
anos

518,75
284,85

De 8 a 10
anos

11 ou mais
anos

631,73
350,64

1.492,70
874,40
Mulheres brasileiras – quem somos nós?
No Trabalho e Rendimento
Rendimento médio mensal do trabalho, segundo cor/raça e sexo – Brasil, 2003
Mulheres brasileiras – quem somos nós?
Exclusão Digital
Proporção de domicílios que não possuem microcomputador, internet e telefone celular
segundo sexo e cor/raça do/a chefe da família– Brasil, 2003.

Microcomputador

Internet

Celular

Homem branco

77,1

82,4

52,1

Homem negro

92,6

95,0

70,9

Mulher branca

81,1

85,5

57,5

Mulher negra

94,0

96,0

72,2

A exclusão digital no Brasil é muito elevada. Contudo, quando cruzamos a chefia
por raça e sexo, percebe-se que são sempre as mulheres negras as que se
encontram em pior situação, e, neste caso, mais sujeitas à exclusão digital.
Como desconstruir a desigualdade de gênero ?
Estratégias de reconhecimento de direitos.

• O movimento feminista e os movimentos de
mulheres : a ocupação do espaço público , o domínio
sobre o próprio corpo, a conquista da educação ;
• O ciclo das “conferências sociais da ONU”: os
direitos das mulheres são direitos humanos , o direito
à uma vida sem violência;
Estratégias de efetivação de direitos
• A progressiva conquista de espaços
políticos e institucionais : os conselhos da
condição feminina e de direitos das
mulheres , as DEAM’s, os organismos
municipais de políticas para as mulheres.
• O desafio da construção de políticas
públicas para a igualdade.
Estratégias de efetivação de direitos

• Ação afirmativa em gênero.
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres
PRINCÍPIOS
· Igualdade e respeito à diversidade
· Eqüidade
· Autonomia das mulheres
· Estado laico
· Universalidade das políticas
· Justiça social
· Transparência dos atos públicos
· Participação e controle social
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres
Eixo Temático I- Autonomia, Igualdade no Mundo do
Trabalho e Cidadania.

• Promover a autonomia econômica e financeira das
mulheres.

• Promover a equidade de gênero, raça e etnia nas
relações de trabalho.
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres
Eixo Temático I- Autonomia, Igualdade no Mundo do
Trabalho e Cidadania.
• Promover políticas de ações afirmativas que
assegurem a condição das mulheres como sujeitos
sociais e políticos.
• Ampliar a inclusão das mulheres na reforma agrária e
na agricultura familiar.
• Promover o direito à vida na cidade , com qualidade ,
acesso a bens e serviços.
Indicadores de Gênero
- Trabalho e Rendimento -

40

a

448

449

a

819

820

a 1.470

89
631

1.471 a 2.970

a

630

a 1.123

1.124 a 1.982

2.971 a 1.1721.631

1.983 a 3.924
3.935 a 2.380.145

Fonte: IBGE, Censos Demográficos 1991 e 2000.
Indicadores de Gênero
No Trabalho e Rendimento
Taxa de desemprego, segundo cor/raça e sexo – Brasil, 2003

No caso da desigualdade de cora/raça, as mulheres e negros encontram mais dificuldade para
ocupar postos de trabalho, sejam eles formais ou informais. O gráfico acima aponta uma
maior tendência ao desemprego desses grupos. O aumento do desemprego, entre 1996 e
2003, se deu de forma mais intensa para mulheres e negros do que para a população branca
masculina.
Indicadores de Gênero
- Domicílio -

Proporção de domicílios particulares permanentes chefiados por mulheres

2000

1991

%
1,7 a 10,00
10,0 a 15,0

%
1,7 a 10,00

15,0 a 20,0

15,0 a 20,0

20,0 a 48,3

20,0 a 42,7

Fonte: IBGE, Censos Demográficos 1991 e 2000.

10,0 a 15,0
Indicadores de Gênero
- Família -

Famílias 'chefiadas' por homens por tipo de estrutura familiar - Brasil - 2004

12,1

19,4

13,4

21,4

Casal sem filhos
Casal com todos os filhos de 14 anos ou mais
Outros tipos de família

Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2004.

33,6

Casal com todos os filhos menores de 14 anos
Casal com filhos menores de 14 anos e de 14 anos ou mais
Indicadores de Gênero
- Família -

Famílias 'chefiadas' por mulheres por tipo de estrutura familiar - Brasil - 2004
3,3

8,8

25,6

23,2

7,6

31,4

Casal sem filhos

Casal com filhos

Mãe com todos os filhos menores de 14 anos

Mãe com todos os filhos de14 anos ou mais

Mãe com filhos menores de 14 anos e de 14 anos ou mais

Outros tipos de família

Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2004.
Indicadores de Gênero
- Família -
Indicadores de Gênero
- Família -
Indicadores de Gênero
No Trabalho e Rendimento
Distribuição das mulheres
ocupadas, segundo posição na
ocupação – Brasil, 2003

Distribuição dos homens
ocupados, segundo posição na
ocupação – Brasil, 2003
No caso das desigualdades de gênero, as
mulheres encontram-se mais concentradas
em trabalhos informais e precários do que
os homens. Das mulheres ocupadas com
16 anos ou mais, 17% são empregadas
domésticas de maioria negra, em geral
sem nenhum direito trabalhista. Por outro
lado, enquanto apenas 2,6% são
empregadoras e 26% tem carteira
assinada, entre os homens, essas
proporções sobem para 5,5% e 33,3%
respectivamente.
Indicadores de Gênero
- Trabalho e Rendimento -
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres

Eixo Temático1 - Autonomia, igualdade no mundo do
trabalho e cidadania
•PRONAF-Mulher.
•Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural.
•Pró Equidade de Gênero.
•Comissão Tripartite.
•Campanha pela Valorização do Trabalho Doméstico.
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres

Eixo Temático 2 – Educação Inclusiva e não Sexista
•Incorporar a perspectiva de gênero, raça, etnia e orientação sexual
no processo educacional formal e informal.
•Garantir um sistema educacional não discriminatório, que não
reproduza estereótipos de gênero, raça e etnia.
•Promover o acesso a educação básica de mulheres jovens e
adultas.
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres

Eixo Temático 2 – Educação Inclusiva e não Sexista
•Promover a visibilidade da contribuição das mulheres na construção
da história da humanidade.

•Combater os estereótipos de gênero, raça e etnia na cultura e na
comunicação.
Indicadores de Gênero
- Educação -
Indicadores de Gênero
- Educação -
Indicadores de Gênero
- Educação -
Indicadores de Gênero
Na Educação
Taxa de escolarização líquida por nível de ensino, segundo cor/raça e sexo – Brasil, 2003.
Indicadores de Gênero
- Trabalho e Rendimento -
Indicadores de Gênero
- Trabalho e Rendimento -

Média de horas semanais gastas pela população ocupada no cuidado de afazeres
domésticos por sexo - Brasil e Unidades da Federação - 2004
27,8

27,8
24,3

22,1

22,9
20,9

20,8

21,2

21,8

25,5

24,5

25,2

24,1

23,3

22,7

23,2

20,9

22,2

22,2

21,6

21,5

21,8
20,5

19,8

18,7

21,5
20,2
17,3

13,7
10,1

11,4
9,5

Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2004.

Mulheres

Rio de Janeiro

Espírito Santo

Minas Gerais

Bahia

Sergipe

Alagoas

Pernambuco

Paraíba

Rio Grande do Norte

Ceará

Maranhão

Tocantins

Homens

8,9

9,7

9,8
8,2

9,1

9,6

8,7

Distrito Federal

10,0

Goiás

10,6

10,5

Mato Grosso

10,2

Mato Grosso do Sul

10,0

Rio Grande do Sul

11,9
10,4

Santa Catarina

10,7

Paraná

10,4

8,5

Amapá

Pará

Roraima

9,5

Amazonas

Acre

Rondônia

Brasil

8,8

9,8

10,1

São Paulo

11,6
9,9

Piauí

13,1
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres

Eixo Temático 2 – Educação Inclusiva e não Sexista
•Gênero e Diversidade na Escola;
•Alfabetização de Mulheres Adultas;
•Fundeb;
•Programa Mulher e Ciência.
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres

Eixo Temático 3: Saúde das Mulheres, direitos
sexuais e reprodutivos
•Promover a melhoria da saúde das mulheres brasileiras,
mediante a garantia de direitos legalmente constituídos e a
ampliação do acesso aos meios e serviços de promoção,
prevenção, assistência e recuperação da saúde em todo território
brasileiro.
•Garantir os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres

Eixo Temático 3: Saúde das Mulheres, direitos
sexuais e reprodutivos
•Contribuir para a redução da morbimortalidade feminina no
Brasil em todos os ciclos de vida e nos diversos grupos
populacionais, sem discriminação de qualquer espécie.
•Ampliar , qualificar e humanizar a atenção a atenção integral à
saúde da mulher no Sistema Único de Saúde.
Indicadoreso de Gênero
Na Saúde

Brasil, 2003

Proporção de mulheres de 40
a anos ou mais de idade que
nuca fizeram exame clínico de
mama, por cor/raça.
Indicadores de Gênero
Na Saúde

Brasil, 2003

Proporção de mulheres de 40
anos ou mais de idade que
nunca fizeram exame clínico
de mama, por escolaridade,
cor/raça.
Mulheres brasileiras – quem somos nós?
Na Saúde
Porcentagem de Hipertensos em relação a população geral – Brasil, 2003.
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres
TEMA 3: Saúde das Mulheres, direitos
sexuais e reprodutivos
•Política Nacional de Direitos Sexuais e Reprodutivos.
•Política Nacional de Atenção Oncológica.
•Política Nacional de Atenção à Saúde da Mulher Negra.
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres

Eixo Temático 4: Enfrentamento à Violência contra as
Mulheres

. Implantar uma política nacional de enfrentamento à violência contra a
mulher.
• Garantir o atendimento integral, humanizado e de qualidade às mulheres
em situação de violência.
• Reduzir os índices de violência contra as mulheres.
• Garantir o cumprimento dos instrumentos internacionais e revisar a
legislação brasileira de enfrentamento à violência contra as mulheres.
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres

Eixo Temático 4: Enfrentamento à Violência contra as
Mulheres
• Ampliação da Rede de Serviços.
• Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180.
• Capacitação de profissionais.
• Campanhas e intervenção na produção cultural e na mídia.
• PL4559/05

13 00 ministra nilceia freire sbpc pav 5 sl f3

  • 1.
    Secretaria Especial dePolíticas para as Mulheres Mulheres Tomadoras de Decisão: Empoderamento da Mulher como condição para o desenvolvimento 80 Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva e 110 Congresso Mundial de Saúde Pública Fontes utilizadas:  Síntese de Indicadores Sociais 2005 - PNAD 2004  Dados Censitários 1991 e 2000 – SNIG/SPM Brasil- 2006
  • 2.
    Secretaria Especial dePolíticas para as Mulheres Com licença poética: “Quando eu nasci, um anjo esbelto Desses que toca trombeta, anunciou: Vai carregar bandeira. (...) Minha tristeza não tem pedigree Já a minha vontade de alegria, sua raiz vai ao meu mil avô. Vai ser coxo na vida é maldição pra homem Mulher é desdobrável. Eu sou.” Adélia Prado
  • 3.
    Secretaria Especial dePolíticas para as Mulheres As mulheres brasileiras – quem somos nós? Na população, em 2004:  As mulheres são maioria e representam 51,2% da população, sendo 46% delas pretas e pardas. Totalizamos 89 milhões, das quais 85,4% vivem em áreas urbanas.  Evelhecimento da população - 1,63% ao ano.  Em 2004, as mulheres em idade reprodutiva (entre 15 a 49 anos) representavam 49,1% da população.
  • 4.
    Mulheres brasileiras-quem somosnós? - Dados Populacionais -
  • 5.
    Mulheres Brasileiras- quemsomos nós? - Dados Populacionais -
  • 6.
    Secretaria Especial dePolíticas para as Mulheres As mulheres brasileiras – quem somos nós? Na produção, em 2004  42,7% da PEA (População Economicamente Ativa): 43,7% na área urbana e 37,8% no meio rural.  Taxa de atividade global é de 62,%: 73,2% para os homens e 51,6% para as mulheres.  No meio urbano -a taxa global é de 60,5%: 71,2% entre homens e 50,8% de mulheres, enquanto na área rural a taxa global é de 70% , 82,2% entre homens e 56,4% entre as mulheres.
  • 7.
    Secretaria Especial dePolíticas para as Mulheres As mulheres brasileiras – quem somos nós? No rendimento Salários por hora trabalhada: Homens brancos – 7,16 Mulheres brancas – 5,69 Homens negros – 3,45 Mulheres negras – 2,78 Rendimento mensal (em R$) e anos de estudo: Sexo Homem Mulher Até 3 anos 342,28 211,02 De 4 a 7 anos 518,75 284,85 De 8 a 10 anos 11 ou mais anos 631,73 350,64 1.492,70 874,40
  • 8.
    Mulheres brasileiras –quem somos nós? No Trabalho e Rendimento Rendimento médio mensal do trabalho, segundo cor/raça e sexo – Brasil, 2003
  • 9.
    Mulheres brasileiras –quem somos nós? Exclusão Digital Proporção de domicílios que não possuem microcomputador, internet e telefone celular segundo sexo e cor/raça do/a chefe da família– Brasil, 2003. Microcomputador Internet Celular Homem branco 77,1 82,4 52,1 Homem negro 92,6 95,0 70,9 Mulher branca 81,1 85,5 57,5 Mulher negra 94,0 96,0 72,2 A exclusão digital no Brasil é muito elevada. Contudo, quando cruzamos a chefia por raça e sexo, percebe-se que são sempre as mulheres negras as que se encontram em pior situação, e, neste caso, mais sujeitas à exclusão digital.
  • 10.
    Como desconstruir adesigualdade de gênero ? Estratégias de reconhecimento de direitos. • O movimento feminista e os movimentos de mulheres : a ocupação do espaço público , o domínio sobre o próprio corpo, a conquista da educação ; • O ciclo das “conferências sociais da ONU”: os direitos das mulheres são direitos humanos , o direito à uma vida sem violência;
  • 11.
    Estratégias de efetivaçãode direitos • A progressiva conquista de espaços políticos e institucionais : os conselhos da condição feminina e de direitos das mulheres , as DEAM’s, os organismos municipais de políticas para as mulheres. • O desafio da construção de políticas públicas para a igualdade.
  • 12.
    Estratégias de efetivaçãode direitos • Ação afirmativa em gênero.
  • 13.
    Plano Nacional dePolíticas para as Mulheres PRINCÍPIOS · Igualdade e respeito à diversidade · Eqüidade · Autonomia das mulheres · Estado laico · Universalidade das políticas · Justiça social · Transparência dos atos públicos · Participação e controle social
  • 14.
    Plano Nacional dePolíticas para as Mulheres Eixo Temático I- Autonomia, Igualdade no Mundo do Trabalho e Cidadania. • Promover a autonomia econômica e financeira das mulheres. • Promover a equidade de gênero, raça e etnia nas relações de trabalho.
  • 15.
    Plano Nacional dePolíticas para as Mulheres Eixo Temático I- Autonomia, Igualdade no Mundo do Trabalho e Cidadania. • Promover políticas de ações afirmativas que assegurem a condição das mulheres como sujeitos sociais e políticos. • Ampliar a inclusão das mulheres na reforma agrária e na agricultura familiar. • Promover o direito à vida na cidade , com qualidade , acesso a bens e serviços.
  • 16.
    Indicadores de Gênero -Trabalho e Rendimento - 40 a 448 449 a 819 820 a 1.470 89 631 1.471 a 2.970 a 630 a 1.123 1.124 a 1.982 2.971 a 1.1721.631 1.983 a 3.924 3.935 a 2.380.145 Fonte: IBGE, Censos Demográficos 1991 e 2000.
  • 17.
    Indicadores de Gênero NoTrabalho e Rendimento Taxa de desemprego, segundo cor/raça e sexo – Brasil, 2003 No caso da desigualdade de cora/raça, as mulheres e negros encontram mais dificuldade para ocupar postos de trabalho, sejam eles formais ou informais. O gráfico acima aponta uma maior tendência ao desemprego desses grupos. O aumento do desemprego, entre 1996 e 2003, se deu de forma mais intensa para mulheres e negros do que para a população branca masculina.
  • 18.
    Indicadores de Gênero -Domicílio - Proporção de domicílios particulares permanentes chefiados por mulheres 2000 1991 % 1,7 a 10,00 10,0 a 15,0 % 1,7 a 10,00 15,0 a 20,0 15,0 a 20,0 20,0 a 48,3 20,0 a 42,7 Fonte: IBGE, Censos Demográficos 1991 e 2000. 10,0 a 15,0
  • 19.
    Indicadores de Gênero -Família - Famílias 'chefiadas' por homens por tipo de estrutura familiar - Brasil - 2004 12,1 19,4 13,4 21,4 Casal sem filhos Casal com todos os filhos de 14 anos ou mais Outros tipos de família Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2004. 33,6 Casal com todos os filhos menores de 14 anos Casal com filhos menores de 14 anos e de 14 anos ou mais
  • 20.
    Indicadores de Gênero -Família - Famílias 'chefiadas' por mulheres por tipo de estrutura familiar - Brasil - 2004 3,3 8,8 25,6 23,2 7,6 31,4 Casal sem filhos Casal com filhos Mãe com todos os filhos menores de 14 anos Mãe com todos os filhos de14 anos ou mais Mãe com filhos menores de 14 anos e de 14 anos ou mais Outros tipos de família Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2004.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
    Indicadores de Gênero NoTrabalho e Rendimento Distribuição das mulheres ocupadas, segundo posição na ocupação – Brasil, 2003 Distribuição dos homens ocupados, segundo posição na ocupação – Brasil, 2003 No caso das desigualdades de gênero, as mulheres encontram-se mais concentradas em trabalhos informais e precários do que os homens. Das mulheres ocupadas com 16 anos ou mais, 17% são empregadas domésticas de maioria negra, em geral sem nenhum direito trabalhista. Por outro lado, enquanto apenas 2,6% são empregadoras e 26% tem carteira assinada, entre os homens, essas proporções sobem para 5,5% e 33,3% respectivamente.
  • 24.
    Indicadores de Gênero -Trabalho e Rendimento -
  • 25.
    Plano Nacional dePolíticas para as Mulheres Eixo Temático1 - Autonomia, igualdade no mundo do trabalho e cidadania •PRONAF-Mulher. •Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural. •Pró Equidade de Gênero. •Comissão Tripartite. •Campanha pela Valorização do Trabalho Doméstico.
  • 26.
    Plano Nacional dePolíticas para as Mulheres Eixo Temático 2 – Educação Inclusiva e não Sexista •Incorporar a perspectiva de gênero, raça, etnia e orientação sexual no processo educacional formal e informal. •Garantir um sistema educacional não discriminatório, que não reproduza estereótipos de gênero, raça e etnia. •Promover o acesso a educação básica de mulheres jovens e adultas.
  • 27.
    Plano Nacional dePolíticas para as Mulheres Eixo Temático 2 – Educação Inclusiva e não Sexista •Promover a visibilidade da contribuição das mulheres na construção da história da humanidade. •Combater os estereótipos de gênero, raça e etnia na cultura e na comunicação.
  • 28.
  • 29.
  • 30.
  • 31.
    Indicadores de Gênero NaEducação Taxa de escolarização líquida por nível de ensino, segundo cor/raça e sexo – Brasil, 2003.
  • 32.
    Indicadores de Gênero -Trabalho e Rendimento -
  • 33.
    Indicadores de Gênero -Trabalho e Rendimento - Média de horas semanais gastas pela população ocupada no cuidado de afazeres domésticos por sexo - Brasil e Unidades da Federação - 2004 27,8 27,8 24,3 22,1 22,9 20,9 20,8 21,2 21,8 25,5 24,5 25,2 24,1 23,3 22,7 23,2 20,9 22,2 22,2 21,6 21,5 21,8 20,5 19,8 18,7 21,5 20,2 17,3 13,7 10,1 11,4 9,5 Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2004. Mulheres Rio de Janeiro Espírito Santo Minas Gerais Bahia Sergipe Alagoas Pernambuco Paraíba Rio Grande do Norte Ceará Maranhão Tocantins Homens 8,9 9,7 9,8 8,2 9,1 9,6 8,7 Distrito Federal 10,0 Goiás 10,6 10,5 Mato Grosso 10,2 Mato Grosso do Sul 10,0 Rio Grande do Sul 11,9 10,4 Santa Catarina 10,7 Paraná 10,4 8,5 Amapá Pará Roraima 9,5 Amazonas Acre Rondônia Brasil 8,8 9,8 10,1 São Paulo 11,6 9,9 Piauí 13,1
  • 34.
    Plano Nacional dePolíticas para as Mulheres Eixo Temático 2 – Educação Inclusiva e não Sexista •Gênero e Diversidade na Escola; •Alfabetização de Mulheres Adultas; •Fundeb; •Programa Mulher e Ciência.
  • 35.
    Plano Nacional dePolíticas para as Mulheres Eixo Temático 3: Saúde das Mulheres, direitos sexuais e reprodutivos •Promover a melhoria da saúde das mulheres brasileiras, mediante a garantia de direitos legalmente constituídos e a ampliação do acesso aos meios e serviços de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde em todo território brasileiro. •Garantir os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.
  • 36.
    Plano Nacional dePolíticas para as Mulheres Eixo Temático 3: Saúde das Mulheres, direitos sexuais e reprodutivos •Contribuir para a redução da morbimortalidade feminina no Brasil em todos os ciclos de vida e nos diversos grupos populacionais, sem discriminação de qualquer espécie. •Ampliar , qualificar e humanizar a atenção a atenção integral à saúde da mulher no Sistema Único de Saúde.
  • 37.
    Indicadoreso de Gênero NaSaúde Brasil, 2003 Proporção de mulheres de 40 a anos ou mais de idade que nuca fizeram exame clínico de mama, por cor/raça.
  • 38.
    Indicadores de Gênero NaSaúde Brasil, 2003 Proporção de mulheres de 40 anos ou mais de idade que nunca fizeram exame clínico de mama, por escolaridade, cor/raça.
  • 39.
    Mulheres brasileiras –quem somos nós? Na Saúde Porcentagem de Hipertensos em relação a população geral – Brasil, 2003.
  • 40.
    Plano Nacional dePolíticas para as Mulheres TEMA 3: Saúde das Mulheres, direitos sexuais e reprodutivos •Política Nacional de Direitos Sexuais e Reprodutivos. •Política Nacional de Atenção Oncológica. •Política Nacional de Atenção à Saúde da Mulher Negra.
  • 41.
    Plano Nacional dePolíticas para as Mulheres Eixo Temático 4: Enfrentamento à Violência contra as Mulheres . Implantar uma política nacional de enfrentamento à violência contra a mulher. • Garantir o atendimento integral, humanizado e de qualidade às mulheres em situação de violência. • Reduzir os índices de violência contra as mulheres. • Garantir o cumprimento dos instrumentos internacionais e revisar a legislação brasileira de enfrentamento à violência contra as mulheres.
  • 42.
    Plano Nacional dePolíticas para as Mulheres Eixo Temático 4: Enfrentamento à Violência contra as Mulheres • Ampliação da Rede de Serviços. • Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180. • Capacitação de profissionais. • Campanhas e intervenção na produção cultural e na mídia. • PL4559/05

Notas do Editor

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