Arnaldo Lopes Colombo 
Professor Titular-Departamento Medicina 
UNIFESP colomboal@terra.com.brPesquisa Translacional em Doenças Infecciosas
REDE de 22 hospitais no 
Brasil 
REDE de 17 hospitais em 7 
Países na A m Latina 
1-Edifício II de Pesquisa 
2-Lab na Napoleão de Barros 
EPM-UNIFESP 
INFAR 
Edif Ciências Biomédicas 
(MICRO-IMUNO) 
COLABORACÕES 
PARA AS COORTES 
Centro de Micologia 
Translacional 
Novos Campi-DIADEMA
Informações sobre epidemiologia e história natural 
Produção de Novas Tecnologias em Saúde/Diretrizes 
Formação de Quadros 
Rede Multidisciplinar para Estudos 
Epidemiológicos e Clínicos em Candidemia 
BIOREPOSITÓRIO 
Laboratório para 
ID, Tipagem molecular 
Avaliação de resistencia 
BANCO DE DADOS 
Organização das Coortes 
Clinical Trials 
Centro de Micologia Translacional 
LEMI 
Colaborações 
Universidades 
BRASIL e EXTERIOR
ContribuiçõesemCandidemia 
1-Epidemiologia 
Incidência, Populações Susceptíveis 
Morbidade e Mortalidade 
Etiologia, Perfil de Susceptibilidade 
Tendências temporais 
2-Validação de novas Tecnologias 
Diagnóstico e Tratamento 
3-Diretrizes para Diagnóstico Tratamento 
4
Candidemia: Conhecendo o problema
Dujardin JC et al PLOS Neglected Tropical Diseases 4(10), october
Candidemia ou candidíase hematogênica 
Isolamento de Candidaem corrente sanguínea de pacientes de risco 
Sepse tardia, após longo tempo de internação E EXPOSIÇÃO A VÁRIOS FATORES DE RISCO 
Sem manifestações clínicas características: 
Maioria dos pacientes apenas febre não responsiva a antibióticos 
Difícil diagnóstico 
Alta prevalência em hospitais terciários 
Alta MORTALIDADE 
Colombo AL et al J Clin Microbiol, 44(8): 2816-23, 2006 
Colombo AL, Thompson e Graybill Drugs Today, 44:1-34, 2008
Altas taxas de incidência de candidemia no Brasil e Am Latina (2000-2010) 
Author 
Region 
Period 
Casuistic 
Incidence 
1.000 adm 
Colombo, 2006 
Brazil(11 centers) 
2002-2003 
712 
2.4 
(1.49-5.3) 
Colombo, 2012 
Brazil 
(9 centers) 
2006-2007 
300 
2.42 Public 
(0.9Private) 
Moretti, 2012 
Brazil 
(1 center) 
2006-2010 
313 
3.6-6 
Motta, 2010 
Brazil 
(1 center) 
2006 
136 
1.87 
Corzo, 2011 
Mexico 
(1 center) 
2008-2010 
24 
2.8 
Nucci, 2013 
LatinAmerica 
(21 centers) 
2008-2010 
672 
1.18 
(0.21-2.98)
Fatores de risco para candidemia 
Microbiotacolonizante 
Usodeantibióticos 
ColonizaçãoporCandida 
Imunodepressão 
Quimioterapia 
Corticosteróides 
Câncer 
Neutropenia 
Prematuridade 
Tempodeinternação 
Tempodeexposiçãoamúltiplosfatoresderisco 
Procedimentos médicos invasivos 
Cateterintravascular 
Ventilaçãomecânica 
Cirurgia 
Hemodiálise 
Nutriçãoparenteral 
Eggimann, Garbino & Pittet Lancet Infect Dis 3:685 -702, 2003 
Shoham & Marwaha J Int Care Medicine 25(2):78-92, 2010
43 
50 
43 43 40 
30 
44 
26 
41 
0 
20 
40 
60 
80 
100 
% 
Nucci, Colombo et al PLOS One 8 (issue3):e59373, 2013 
1o 
Mortalidade geral de candidemia em 30 dias: 
evolução de 672 casos documentados em 21 
hospitais (7 países) na América Latina
Taxas de mortalidade em candidemia reduziram nos EUA! 
Estudo com base populacional: Baltimore 
Mortalidade: 50% (1998-2000) para 28% in 2008-2001 
University of Iowa –3 décadas avaliando candidemia 
Cleveland AA et al Clin Infect Dis 2012 
N=88 
N=108 
N=108 
Diekma et al 
Diagn Microbiol Infect Dis, 2012
Candidemia: construindo coortes e estudando sua epidemiologia
Organização de coortes de pacientes com Candidemia: 
Rede com participação de diferentes centros médicos 
COLABORAÇÕES INTERNACIONAIS -CDC-ATLANTA
Epidemiologia de Candidemia no Brasil: Dados gerados ao longo de 5 estudos multicêntricos 
Variables 
Colombo et al 1999 
Colombo et al 2006 
Colombo et al2007 
Colombo et al 2012 
ColomboECCMID-2013 
Period 
1995-1996 
2003-2004 
2002-2003 
2006-2007 
2009-2010 
Sites/cases 
4 / 145 
11/ N=712 
4 / N=282 
9 / N=300 
9 / N= 436 
Incidence/ 
1,000 adm 
------- 
2.49 
1.66 
2.42 (Pub) 
0.9 (Priv) 
1,35 
Median Age 
32 
41 
50 
56 
59 
% ICU 
35% 
44% 
42% 
48% 
56% 
% Surgery 
32% 
39% 
49% 
49% 
53% 
Colombo et al, Diagn Microbiol Infect Dis 34:281-86,1999 
Colombo et al J Clin Microbiol 44:2816-23, 2006 
Colombo et al, Infect Control and Hosp Epidemiol 28:570-76, 2007 
Colombo et al Medical Mycology, 51(1):38-44, 2012 
Colombo et al, European Conference on Clin Microbiology Infect Diseases, BERLIM, 2013
Epidemiologia de candidemia no BrasilAnálise comparativa de 5 estudos multicêntricos 
Variables 
Colombo etal1999 
Colombo etal2006 
Colombo etal,2007 
Colombo etal2012 
Colombo (unpublished) 
Period 
1995-1996 
2003-2004 
2002-2003 
2006-2007 
2009-2010 
Sites/cases 
4 / 145 
11/ N=712 
4 / N=282 
9 / N=300 
9 / N= 436 
C albicans 
37 
41 
38% 
34% 
39% 
C parapsilosis 
25% 
20% 
23% 
33% 
22% 
C tropicalis 
24% 
21% 
17% 
20% 
20% 
C glabrata 
4% 
5% 
3% 
7 (13)% 
11% 
C krusei 
1% 
1% 
1% 
3% 
4% 
Colombo et al, Diagn Microbiol Infect Dis 34:281-86,1999 
Colombo et al J Clin Microbiol 44:2816-23, 2006 
Colombo et al, Infect Control and Hosp Epidemiol 28:570-76, 2007 
Colombo et al Medical Mycology, 51(1):38-44, 2012 
Colombo et al, European Conference on Clin Microbiology Infect Diseases, BERLIM, 2013
Colombo Al et al, Intensive Care Medicine, AGOSTO-2014
Episódios de candidemia em pacientes de UTI vs enfermarias 
Colombo Al et al, Intensive Care Medicine, AGOSTO-2014 
Variáveis 
UTI 
(N=647) 
Enfermarias(N=745) 
Valor de p 
Idade 
66 anos↑ 
58 anos 
<0.001 
Tempo p/candidemia 
20 
20 
NS 
Câncer 
27 
38↑ 
<0.001 
Diabetes 
24%↑ 
23% 
NS 
DoençasCardíacas 
35%↑ 
22% 
<0.001 
DoençasPulmonares 
28%↑ 
16% 
<0.001 
MORTALIDADE 
70% 
53% 
<0.001
Etiologia de Candidemia em pacientes de UTIAnálise de 647 episódios em 2 períodos: 2003-2007 (Periodo 1) a 2008-2012 (Período 2) 
Period 1, N=396 
Period 2, N=251 
Colombo Al et al, Intensive Care Medicine, AGOSTO-2014
Mudanças nas Práticas TerapêuticasAnálise de 647 episódios em 2 períodos 
Variáveis 
Período1 
2003-07, N=396 
Período2 
2008-12, N=251 
Valor de p 
TerapêuticaAntifúngica 
73% 
77% 
NS 
Exposiçãoa fluconazolantes do EVENTO 
12% 
22% 
<0.001 
Medianade Tempo parainíciodo Tratamento 
2 dias 
2 dias 
NS 
Escolhado Antifúngico 
AnfotercinaB convencional 
28% 
13% 
<0.001 
Fluconazol 
60% 
62% 
NS 
Equinocandina 
6% 
18% 
<0.001 
Mortalidadeem30 dias 
77% 
68% 
0.01 
Colombo Al et al, Intensive Care Medicine, AGOSTO-2014
Fatores prognósticos de candidemia: Papel protetor da terapêutica com Equinocandinas 
Colombo Al et al, Intensive Care Medicine, AGOSTO-2014
Contribuições para o Diagnóstico de Candidemia
Novas ferramentas diagnósticas 
Xafranski e Colombo BMC 13:467, 2013
Novas ferramentas diagnósticas 
Souza e Colombo Journal of Clinical Microbiology 50(7): 2310 –2314, 2012
Novas ferramentas diagnósticas 
Souza e Colombo Journal of Clinical Microbiology 50(7): 2310 –2314, 2012
Vigilânciade patógenosemergentese desenvolvimento 
de ferrramentasmolecularesparasuaidentificação
Antimicrob. Agents Chemother. 2013, 57(1):382-388 
Vigilânciade patógenosemergentese desenvolvimento 
de ferrramentasmolecularesparasuaidentificação
Novas Estratégias Terapêuticas
Equinocandinas:nova classe terapêutica que inibeGlucanoSintase 
Pma1p 
Inhiben-1,3-D-glucano sintasa. 
•Non-competitivacon sustrato 
•No inhibensint. de otrasglucanas. 
1,3-D glucanosintasa 
•Complejode proteinassin resolver 
•Subunidadcatalítica(Fks1/2) 
•Subunidadregulatoria(Rho1) 
•GS codificadaspor3 genes FKS- relacionadosen Candida spp. 
Fks2p 
Rho1p 
UDP-Glu 
Candinas 
Fks1p 
(Chandrasekar & Sobel, 2006; Deresinski & Stevens, 2009; 
Eschenauer et al., 2008; Morris & Williams, 2006) 
Cortesia-David Perlin
N Engl J Med 347 (25): 2020-9, 2002 
Estudos clínicos com novas drogas 
Eur J Clin Microbiol Infect Dis 
22: 470-474, 2003
Estudos clínicos com novas drogas
Curvas de Kaplan-Meier de % pacientes con cultivos positivos para Candidapor día después de la terapia 
Colombo AL et al Antimicrob Agents Chemother 54(5):1864-1871, 2010
Patel GP et al, Am J Therap 16:508-11, 2009
D i s e a s e p r o g r e s s i o n 
Prophylaxis 
Empirical 
DocumentedPre-emptive 
When does therapy get initiated in ICU? 
Salvage 
High-risk 
Patient; 
Treat before infection 
Asymptomatic 
High-risk 
+ colonization 
(?) or Biomarker 
High-risk with some sign of infection: 
•Usually FOI and risk factors for 
Candidemia 
Fever + signs 
or symptoms 
PLUS 
Positive Blood culture
Detecção de (1,3)-β-D-Glucana (Glucatell® test) 
Licenciado pelo FDA para IFI, Maio21, 2004 
Detecção:Levedurase 
Fungos filamentosos 
EXCETO: Mucorales+ Cryptococcusspp 
Amostraclínica : soro e LCR 
Resultado em2h, mas nãoidentifica gênero 
Courtesy-Cuenca Estrella M
Performance da detecção de β-D-Glucana no diagnóstico de Micoses Invasivas(456 pacientes submetidos a necropsia) 
Etiologia Resultado BDG Dias antes do Cultivo 
456 necropsias 
54 casos de Micoses 
Sensibilidade= 95% 
Especificidade= 86% 
Obayashi T el al, Clinical Infectious Diseases 2008; 46:1864–70 
VPNEGATIVO 
>90%!!
Iniciar Antifúngico 
SomenteSE 
Biomarcador POSITIVO 
Laboratório 
Perfil Epidemiológico e Clínico 
Dosagem Sequencial de Biomarcador 
Buscando diagnóstico precoce de IFIsPerspectiva FUTURA 
Selecão 
de Pacientes de Risco 
Retirar Antifúngico 
SE 
Biomarcador NEGATIVO 
O 
1 
3-a 
2 
3-b
Uso de BD Glucana para RETIRADA de Antifúngicos em pacientes de UTI com sepse 
NUCCI , TELLES, GUIMARÃES E COLOMBO (Estudo em Andamento) 
380 Pacientes de UTI 
Q1= Alto Risco? Conduta: 3 coletas consecutivas de BD-Glucana+ Hemocultivos 
INICIAMOS ANIDULAFUNGINA N=20 
Seguimento Clínico 
N= 360 
HEMO O BDG POSITIVAS 
(N=11) 
MANTENER ANIDULA 
NENHUM CASO ADICIONAL DE CANDIDIDEMIA!!! 
HEMO E BIOMARCADOR NEGATIVOS 
(N=9) 
RETIRADA ANIDULA 
NINGUEM Evoluiu C/ CANDIDEMIA 
Baixo Risco 
ALTO Risco 
2 casos de candidemia 
RETIRADA da droga SE HEMO e BDG NEGs
“Uso del BD Glucano para RETIRADA de Anidulafungina en pacientes de UCI” 
NUCCI , TELLES, GUIMARÃES E COLOMBO (Estudo em Andamento) 
380 Pacientes de UTI 
Q1= Alto Riesgo? 
PACIENTES DEBAJO RIESGO N=360 
2 casos/ de HEMO POSITIVA EN 360 ptes 
NO 
SIPACIENTES DEALTO RIESGO N=20 
1 caso HEMO POSITIVA 
en 20 pacientes 
OR=20 para candidemiaentre expuestos (alto riesgo) 
Ningún caso de CANIDEMIA post remoción de ANIDULA 
P<0,01
Resistência a antifúngicos
Listade CandidasppResistentesa Equinocandinas 
Autor 
Candidaspp 
Infección 
Hernandez et al 
C albicans 
Esofagites (HIV) 
Laverdiere et al 
C albicans 
Esofagites (HIV) 
Miller ey al 
C albicans 
Esofagites (HIV) 
Park et al 
C albicans(2) 
Hematogenous candidiasis 
Daneman et al 
C glabrata(3) 
Hematogenous candidiasis 
Dogson et al 
C glabrata 
Hematogenous candidiasis 
Krogh-Madsen et al 
C glabrata 
Hematogenous candidiasis 
Villareal et al 
C glabrata 
Hematogenous candidiasis 
Cleary et al 
C glabrata 
Hematogenous candidiasis 
Hakki et al 
C krusei 
Hematogenous candidiasis 
Park et al 
C krusei 
Hematogenous candidiasis 
Moudegal et al 
C parapsilosis 
Prosthetic valve endocardites 
Pfaller et al J Clin Microbiol 46(8):2620-2629, 2008
Resistência a Equinocandinas é Rara no Brasil!! 
Only 5 isolates (2 strains of C glabrata) among > 670 Candida strains 
Tested exhibited MICs considered to be intermediate (I) to 
Anidulafungina 
NO SINGLE RESISTANT ISOLATE WAS FOUND 
March 2013 | Volume 8 | Issue 3 |
C glabrata MDR no Brasil: primeiro caso na América Latina 
Antimicrobial Agents and Chemotherapy 58(4): 2438–2440, 2014
Avaliação de Susceptibilidade in vitro a EQUINOCANDINAS: de 5 cepas de C glabrata isoladas de fungemia de escape a Micafungina 
Testes de Susceptibilidadea Equinocandinascom 5 cepasde C glabratavscontrole(CLSI) 
MIC (μg/ml) 
Cepas 
ANIDULA 
CASPO 
MICA 
ATCC 
0,06 
0,03 
0,03 
5 Isolados- 
Problema 
1 
1 
0,5 
Ensaiosde inibiçãode Glucana-sintasecom EQUINOCANDINAS: 
C glabrata–MultiRa EQUINO vscontrole 
Bizerra, Jimenez-Ortigosa, Queiroz-Telles, Perlin& Colombo 
Antimicrobial Agents and Chemotherapy 58(4): 2438–2440, 2014
C glabrata MDR: aumento de MICs para Candinas, mutação FKS1 e redução na atividade de inibição da glucana sintase 
Bizerra & Colombo et al Antimicrobial Agents and Chemotherapy 58(4): 2438–2440, 2014
Produção de Documentosde Diretrizes
Colombo et al, Braz J Infect Dis. May-Jun;17(3):283-312, 2013
Candidemia en pacientes no neutropénicos 
1.Equinocandina(A-I) 
Anidulafungina 
Caspofungina 
Micafungina 
2.Terapia secuencial de fluconazolo pacientes considerados estables, no previamente expuestos a azolesen servicios de baja endemicidadde c. glabrata , c. krusei (B-I) 
3.Centros médicos con incidencia > 10% de las especies, el fluconazolno debe utilizarlo antes de la identificación del agente (CIII) 
4.ANFO B convencional: evitar nefrotoxicidad (A-I) 
5.ANFO B LIP: Endocarditis (BII), Meningitis (BII), respuesta pobre a equinocandinas(103) 
Colombo et al, Braz J Infect Dis. May-Jun;17(3):283-312, 2013
AGRADECIMENTOS 
EPM-UNIFESP 
Equipe Clínica 
Daniel Wagner, Daniela Bergamasco, 
Vinicius Ponzio 
Alunos de Doutorado 
Hemílio Xafranski 
Ana Carolina Rimondi 
Pós-docs do LEMI 
Analy Salles, Ana Carolina Padovan, 
Colaborador do ICB-EPM/UNIFESP 
Prof Marcelo Briones 
Universidadesno Brasil 
UFRJ-Prof MarcioNucci 
UFParana-Prof FlavioTelles 
ColaboraçõesInternacionais 
CDC-USA 
Mary Brandt, Benjamin Park, Tom Chille- 
New Jersey Medical School-USA 
David Perlin 
FINANCIADORES 
Públicos: FAPESP,CNPq,CAPES 
Privados: MSD, PFIZER,GILEAD

37º Congresso Brasileiro de Medicina Farmacêutica | Dr. Arnaldo Colombo

  • 1.
    Arnaldo Lopes Colombo Professor Titular-Departamento Medicina UNIFESP colomboal@terra.com.brPesquisa Translacional em Doenças Infecciosas
  • 2.
    REDE de 22hospitais no Brasil REDE de 17 hospitais em 7 Países na A m Latina 1-Edifício II de Pesquisa 2-Lab na Napoleão de Barros EPM-UNIFESP INFAR Edif Ciências Biomédicas (MICRO-IMUNO) COLABORACÕES PARA AS COORTES Centro de Micologia Translacional Novos Campi-DIADEMA
  • 3.
    Informações sobre epidemiologiae história natural Produção de Novas Tecnologias em Saúde/Diretrizes Formação de Quadros Rede Multidisciplinar para Estudos Epidemiológicos e Clínicos em Candidemia BIOREPOSITÓRIO Laboratório para ID, Tipagem molecular Avaliação de resistencia BANCO DE DADOS Organização das Coortes Clinical Trials Centro de Micologia Translacional LEMI Colaborações Universidades BRASIL e EXTERIOR
  • 4.
    ContribuiçõesemCandidemia 1-Epidemiologia Incidência,Populações Susceptíveis Morbidade e Mortalidade Etiologia, Perfil de Susceptibilidade Tendências temporais 2-Validação de novas Tecnologias Diagnóstico e Tratamento 3-Diretrizes para Diagnóstico Tratamento 4
  • 5.
  • 6.
    Dujardin JC etal PLOS Neglected Tropical Diseases 4(10), october
  • 7.
    Candidemia ou candidíasehematogênica Isolamento de Candidaem corrente sanguínea de pacientes de risco Sepse tardia, após longo tempo de internação E EXPOSIÇÃO A VÁRIOS FATORES DE RISCO Sem manifestações clínicas características: Maioria dos pacientes apenas febre não responsiva a antibióticos Difícil diagnóstico Alta prevalência em hospitais terciários Alta MORTALIDADE Colombo AL et al J Clin Microbiol, 44(8): 2816-23, 2006 Colombo AL, Thompson e Graybill Drugs Today, 44:1-34, 2008
  • 8.
    Altas taxas deincidência de candidemia no Brasil e Am Latina (2000-2010) Author Region Period Casuistic Incidence 1.000 adm Colombo, 2006 Brazil(11 centers) 2002-2003 712 2.4 (1.49-5.3) Colombo, 2012 Brazil (9 centers) 2006-2007 300 2.42 Public (0.9Private) Moretti, 2012 Brazil (1 center) 2006-2010 313 3.6-6 Motta, 2010 Brazil (1 center) 2006 136 1.87 Corzo, 2011 Mexico (1 center) 2008-2010 24 2.8 Nucci, 2013 LatinAmerica (21 centers) 2008-2010 672 1.18 (0.21-2.98)
  • 9.
    Fatores de riscopara candidemia Microbiotacolonizante Usodeantibióticos ColonizaçãoporCandida Imunodepressão Quimioterapia Corticosteróides Câncer Neutropenia Prematuridade Tempodeinternação Tempodeexposiçãoamúltiplosfatoresderisco Procedimentos médicos invasivos Cateterintravascular Ventilaçãomecânica Cirurgia Hemodiálise Nutriçãoparenteral Eggimann, Garbino & Pittet Lancet Infect Dis 3:685 -702, 2003 Shoham & Marwaha J Int Care Medicine 25(2):78-92, 2010
  • 10.
    43 50 4343 40 30 44 26 41 0 20 40 60 80 100 % Nucci, Colombo et al PLOS One 8 (issue3):e59373, 2013 1o Mortalidade geral de candidemia em 30 dias: evolução de 672 casos documentados em 21 hospitais (7 países) na América Latina
  • 11.
    Taxas de mortalidadeem candidemia reduziram nos EUA! Estudo com base populacional: Baltimore Mortalidade: 50% (1998-2000) para 28% in 2008-2001 University of Iowa –3 décadas avaliando candidemia Cleveland AA et al Clin Infect Dis 2012 N=88 N=108 N=108 Diekma et al Diagn Microbiol Infect Dis, 2012
  • 12.
    Candidemia: construindo coortese estudando sua epidemiologia
  • 13.
    Organização de coortesde pacientes com Candidemia: Rede com participação de diferentes centros médicos COLABORAÇÕES INTERNACIONAIS -CDC-ATLANTA
  • 14.
    Epidemiologia de Candidemiano Brasil: Dados gerados ao longo de 5 estudos multicêntricos Variables Colombo et al 1999 Colombo et al 2006 Colombo et al2007 Colombo et al 2012 ColomboECCMID-2013 Period 1995-1996 2003-2004 2002-2003 2006-2007 2009-2010 Sites/cases 4 / 145 11/ N=712 4 / N=282 9 / N=300 9 / N= 436 Incidence/ 1,000 adm ------- 2.49 1.66 2.42 (Pub) 0.9 (Priv) 1,35 Median Age 32 41 50 56 59 % ICU 35% 44% 42% 48% 56% % Surgery 32% 39% 49% 49% 53% Colombo et al, Diagn Microbiol Infect Dis 34:281-86,1999 Colombo et al J Clin Microbiol 44:2816-23, 2006 Colombo et al, Infect Control and Hosp Epidemiol 28:570-76, 2007 Colombo et al Medical Mycology, 51(1):38-44, 2012 Colombo et al, European Conference on Clin Microbiology Infect Diseases, BERLIM, 2013
  • 15.
    Epidemiologia de candidemiano BrasilAnálise comparativa de 5 estudos multicêntricos Variables Colombo etal1999 Colombo etal2006 Colombo etal,2007 Colombo etal2012 Colombo (unpublished) Period 1995-1996 2003-2004 2002-2003 2006-2007 2009-2010 Sites/cases 4 / 145 11/ N=712 4 / N=282 9 / N=300 9 / N= 436 C albicans 37 41 38% 34% 39% C parapsilosis 25% 20% 23% 33% 22% C tropicalis 24% 21% 17% 20% 20% C glabrata 4% 5% 3% 7 (13)% 11% C krusei 1% 1% 1% 3% 4% Colombo et al, Diagn Microbiol Infect Dis 34:281-86,1999 Colombo et al J Clin Microbiol 44:2816-23, 2006 Colombo et al, Infect Control and Hosp Epidemiol 28:570-76, 2007 Colombo et al Medical Mycology, 51(1):38-44, 2012 Colombo et al, European Conference on Clin Microbiology Infect Diseases, BERLIM, 2013
  • 16.
    Colombo Al etal, Intensive Care Medicine, AGOSTO-2014
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    Episódios de candidemiaem pacientes de UTI vs enfermarias Colombo Al et al, Intensive Care Medicine, AGOSTO-2014 Variáveis UTI (N=647) Enfermarias(N=745) Valor de p Idade 66 anos↑ 58 anos <0.001 Tempo p/candidemia 20 20 NS Câncer 27 38↑ <0.001 Diabetes 24%↑ 23% NS DoençasCardíacas 35%↑ 22% <0.001 DoençasPulmonares 28%↑ 16% <0.001 MORTALIDADE 70% 53% <0.001
  • 18.
    Etiologia de Candidemiaem pacientes de UTIAnálise de 647 episódios em 2 períodos: 2003-2007 (Periodo 1) a 2008-2012 (Período 2) Period 1, N=396 Period 2, N=251 Colombo Al et al, Intensive Care Medicine, AGOSTO-2014
  • 19.
    Mudanças nas PráticasTerapêuticasAnálise de 647 episódios em 2 períodos Variáveis Período1 2003-07, N=396 Período2 2008-12, N=251 Valor de p TerapêuticaAntifúngica 73% 77% NS Exposiçãoa fluconazolantes do EVENTO 12% 22% <0.001 Medianade Tempo parainíciodo Tratamento 2 dias 2 dias NS Escolhado Antifúngico AnfotercinaB convencional 28% 13% <0.001 Fluconazol 60% 62% NS Equinocandina 6% 18% <0.001 Mortalidadeem30 dias 77% 68% 0.01 Colombo Al et al, Intensive Care Medicine, AGOSTO-2014
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    Fatores prognósticos decandidemia: Papel protetor da terapêutica com Equinocandinas Colombo Al et al, Intensive Care Medicine, AGOSTO-2014
  • 21.
    Contribuições para oDiagnóstico de Candidemia
  • 22.
    Novas ferramentas diagnósticas Xafranski e Colombo BMC 13:467, 2013
  • 23.
    Novas ferramentas diagnósticas Souza e Colombo Journal of Clinical Microbiology 50(7): 2310 –2314, 2012
  • 24.
    Novas ferramentas diagnósticas Souza e Colombo Journal of Clinical Microbiology 50(7): 2310 –2314, 2012
  • 25.
    Vigilânciade patógenosemergentese desenvolvimento de ferrramentasmolecularesparasuaidentificação
  • 26.
    Antimicrob. Agents Chemother.2013, 57(1):382-388 Vigilânciade patógenosemergentese desenvolvimento de ferrramentasmolecularesparasuaidentificação
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  • 28.
    Equinocandinas:nova classe terapêuticaque inibeGlucanoSintase Pma1p Inhiben-1,3-D-glucano sintasa. •Non-competitivacon sustrato •No inhibensint. de otrasglucanas. 1,3-D glucanosintasa •Complejode proteinassin resolver •Subunidadcatalítica(Fks1/2) •Subunidadregulatoria(Rho1) •GS codificadaspor3 genes FKS- relacionadosen Candida spp. Fks2p Rho1p UDP-Glu Candinas Fks1p (Chandrasekar & Sobel, 2006; Deresinski & Stevens, 2009; Eschenauer et al., 2008; Morris & Williams, 2006) Cortesia-David Perlin
  • 29.
    N Engl JMed 347 (25): 2020-9, 2002 Estudos clínicos com novas drogas Eur J Clin Microbiol Infect Dis 22: 470-474, 2003
  • 30.
  • 31.
    Curvas de Kaplan-Meierde % pacientes con cultivos positivos para Candidapor día después de la terapia Colombo AL et al Antimicrob Agents Chemother 54(5):1864-1871, 2010
  • 32.
    Patel GP etal, Am J Therap 16:508-11, 2009
  • 33.
    D i se a s e p r o g r e s s i o n Prophylaxis Empirical DocumentedPre-emptive When does therapy get initiated in ICU? Salvage High-risk Patient; Treat before infection Asymptomatic High-risk + colonization (?) or Biomarker High-risk with some sign of infection: •Usually FOI and risk factors for Candidemia Fever + signs or symptoms PLUS Positive Blood culture
  • 34.
    Detecção de (1,3)-β-D-Glucana(Glucatell® test) Licenciado pelo FDA para IFI, Maio21, 2004 Detecção:Levedurase Fungos filamentosos EXCETO: Mucorales+ Cryptococcusspp Amostraclínica : soro e LCR Resultado em2h, mas nãoidentifica gênero Courtesy-Cuenca Estrella M
  • 35.
    Performance da detecçãode β-D-Glucana no diagnóstico de Micoses Invasivas(456 pacientes submetidos a necropsia) Etiologia Resultado BDG Dias antes do Cultivo 456 necropsias 54 casos de Micoses Sensibilidade= 95% Especificidade= 86% Obayashi T el al, Clinical Infectious Diseases 2008; 46:1864–70 VPNEGATIVO >90%!!
  • 36.
    Iniciar Antifúngico SomenteSE Biomarcador POSITIVO Laboratório Perfil Epidemiológico e Clínico Dosagem Sequencial de Biomarcador Buscando diagnóstico precoce de IFIsPerspectiva FUTURA Selecão de Pacientes de Risco Retirar Antifúngico SE Biomarcador NEGATIVO O 1 3-a 2 3-b
  • 37.
    Uso de BDGlucana para RETIRADA de Antifúngicos em pacientes de UTI com sepse NUCCI , TELLES, GUIMARÃES E COLOMBO (Estudo em Andamento) 380 Pacientes de UTI Q1= Alto Risco? Conduta: 3 coletas consecutivas de BD-Glucana+ Hemocultivos INICIAMOS ANIDULAFUNGINA N=20 Seguimento Clínico N= 360 HEMO O BDG POSITIVAS (N=11) MANTENER ANIDULA NENHUM CASO ADICIONAL DE CANDIDIDEMIA!!! HEMO E BIOMARCADOR NEGATIVOS (N=9) RETIRADA ANIDULA NINGUEM Evoluiu C/ CANDIDEMIA Baixo Risco ALTO Risco 2 casos de candidemia RETIRADA da droga SE HEMO e BDG NEGs
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    “Uso del BDGlucano para RETIRADA de Anidulafungina en pacientes de UCI” NUCCI , TELLES, GUIMARÃES E COLOMBO (Estudo em Andamento) 380 Pacientes de UTI Q1= Alto Riesgo? PACIENTES DEBAJO RIESGO N=360 2 casos/ de HEMO POSITIVA EN 360 ptes NO SIPACIENTES DEALTO RIESGO N=20 1 caso HEMO POSITIVA en 20 pacientes OR=20 para candidemiaentre expuestos (alto riesgo) Ningún caso de CANIDEMIA post remoción de ANIDULA P<0,01
  • 39.
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    Listade CandidasppResistentesa Equinocandinas Autor Candidaspp Infección Hernandez et al C albicans Esofagites (HIV) Laverdiere et al C albicans Esofagites (HIV) Miller ey al C albicans Esofagites (HIV) Park et al C albicans(2) Hematogenous candidiasis Daneman et al C glabrata(3) Hematogenous candidiasis Dogson et al C glabrata Hematogenous candidiasis Krogh-Madsen et al C glabrata Hematogenous candidiasis Villareal et al C glabrata Hematogenous candidiasis Cleary et al C glabrata Hematogenous candidiasis Hakki et al C krusei Hematogenous candidiasis Park et al C krusei Hematogenous candidiasis Moudegal et al C parapsilosis Prosthetic valve endocardites Pfaller et al J Clin Microbiol 46(8):2620-2629, 2008
  • 42.
    Resistência a Equinocandinasé Rara no Brasil!! Only 5 isolates (2 strains of C glabrata) among > 670 Candida strains Tested exhibited MICs considered to be intermediate (I) to Anidulafungina NO SINGLE RESISTANT ISOLATE WAS FOUND March 2013 | Volume 8 | Issue 3 |
  • 43.
    C glabrata MDRno Brasil: primeiro caso na América Latina Antimicrobial Agents and Chemotherapy 58(4): 2438–2440, 2014
  • 44.
    Avaliação de Susceptibilidadein vitro a EQUINOCANDINAS: de 5 cepas de C glabrata isoladas de fungemia de escape a Micafungina Testes de Susceptibilidadea Equinocandinascom 5 cepasde C glabratavscontrole(CLSI) MIC (μg/ml) Cepas ANIDULA CASPO MICA ATCC 0,06 0,03 0,03 5 Isolados- Problema 1 1 0,5 Ensaiosde inibiçãode Glucana-sintasecom EQUINOCANDINAS: C glabrata–MultiRa EQUINO vscontrole Bizerra, Jimenez-Ortigosa, Queiroz-Telles, Perlin& Colombo Antimicrobial Agents and Chemotherapy 58(4): 2438–2440, 2014
  • 45.
    C glabrata MDR:aumento de MICs para Candinas, mutação FKS1 e redução na atividade de inibição da glucana sintase Bizerra & Colombo et al Antimicrobial Agents and Chemotherapy 58(4): 2438–2440, 2014
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    Colombo et al,Braz J Infect Dis. May-Jun;17(3):283-312, 2013
  • 48.
    Candidemia en pacientesno neutropénicos 1.Equinocandina(A-I) Anidulafungina Caspofungina Micafungina 2.Terapia secuencial de fluconazolo pacientes considerados estables, no previamente expuestos a azolesen servicios de baja endemicidadde c. glabrata , c. krusei (B-I) 3.Centros médicos con incidencia > 10% de las especies, el fluconazolno debe utilizarlo antes de la identificación del agente (CIII) 4.ANFO B convencional: evitar nefrotoxicidad (A-I) 5.ANFO B LIP: Endocarditis (BII), Meningitis (BII), respuesta pobre a equinocandinas(103) Colombo et al, Braz J Infect Dis. May-Jun;17(3):283-312, 2013
  • 49.
    AGRADECIMENTOS EPM-UNIFESP EquipeClínica Daniel Wagner, Daniela Bergamasco, Vinicius Ponzio Alunos de Doutorado Hemílio Xafranski Ana Carolina Rimondi Pós-docs do LEMI Analy Salles, Ana Carolina Padovan, Colaborador do ICB-EPM/UNIFESP Prof Marcelo Briones Universidadesno Brasil UFRJ-Prof MarcioNucci UFParana-Prof FlavioTelles ColaboraçõesInternacionais CDC-USA Mary Brandt, Benjamin Park, Tom Chille- New Jersey Medical School-USA David Perlin FINANCIADORES Públicos: FAPESP,CNPq,CAPES Privados: MSD, PFIZER,GILEAD