10 dicas importantes sobre linhas 
de crédito 
Estude as linhas de crédito existentes e 
leve em conta as seguintes consequências:
1. Avalie suas necessidades 
Antes de tudo, é preciso se certificar de que o 
financiamento é de fato a melhor saída. Dinheiro 
emprestado não é a solução para os rombos 
constantes no fluxo de caixa. Se os deficits forem 
crônicos, o financiamento pode acabar de afundar 
seu negócio. No caso, o melhor mesmo é identificar 
a origem do problema antes de bater à porta de um 
banco.
2. Calcule seus lucros 
Antes de fechar uma operação, não deixe de analisar 
se o lucro gerado pela empresa é suficiente para o 
pagamento. Se sua meta for pegar dinheiro para 
investir, lembre-se: o empréstimo só é viável se os 
custos das operações forem menores do que a 
margem de lucro resultante do investimento.
3. Escolha a linha certa 
Se o crédito for mesmo a saída, procure identificar a 
melhor linha tanto em relação aos juros como aos 
prazos. Algumas vezes as pessoas utilizam recurso de 
capital de giro, com juros maiores e prazos mais 
curtos para financiar investimentos que dão retorno 
a longo prazo. Assim não conseguem quitar a dívida.
4. Tenha cuidado com os custos escondidos 
Ao calcular os custos da operação, leve em conta o 
peso dos encargos adicionais. É que as instituições 
financeiras muitas vezes cobram o seguro de crédito 
e tarifas de abertura de crédito, de registro de títulos 
e de elaboração de contrato. Os custos extras são 
capazes de aumentar, e muito, a conta.
5. Pesquise as taxas 
A oferta de crédito esta crescendo. Então, deixe a 
preguiça de lado e compare as taxas cobradas por 
diversas instituições. Isso ajuda tanto na obtenção de 
novas linhas como na negociação de dívidas antigas. 
O empresário Ricardo Barros, de São Paulo, sabe 
bem disso. Em busca de taxas menores para uma 
dívida existente de R$ 27.000,00, de uma linha para 
capital de giro, ele mostrou ao gerente as condições 
oferecidas por três bancos. “O gerente reduziu meus 
juros de 4,5% para 2,5% ao mês, depois que soube 
que haviam me oferecido 2,8%”, diz.
6. Prepare a papelada 
Na hora de procurar o gerente, tenha em mãos a 
documentação da empresa, como o contrato social, 
os balanços, as declarações de imposto de renda e as 
certidões negativas do INSS e do FGTS. Com base na 
papelada, o banco avalia a saúde financeira do 
negócio para determinar o limite de crédito e, 
sobretudo, no caso de capital de giro, o tamanho das 
taxas de juros. A documentação completa também 
pode dar agilidade a operação.
7. Justifique o motivo do empréstimo 
Deixe claro como utilizará o dinheiro. Caso busque 
recursos para investir na empresa, dê detalhes sobre 
o prazo de retorno e a margem de lucro prevista 
após o investimento. A maioria dos bancos pede que 
você preencha um formulário com tais informações.
8. Separe as contas do negócio das despesas 
pessoais 
Fuja da tentação de recorrer ao crédito pessoal para 
financiar o negócio. A manobra, apesar de prática, 
custa caro, muito caro. Só para comparar, juros 
médios mensais do cheque especial, de 7,79%, são 
mais do que o dobro da média para desconto de 
duplicata, de 3,48%. Outra coisa, jamais misture o 
caixa da empresa com o pessoal. A prática, bastante 
comum entre os pequenos empresários, atrapalha o 
banco na hora de analisar as finanças da empresa. E 
lá se vão suas chances de conseguir um bom limite 
de crédito ou juros mais civilizados.
9. Cuidado com as operações casadas 
Fique atento às vendas casadas de produtos e 
serviços do banco. Há casos de instituições que 
atrelam a liberação de linhas de crédito vantajosas, 
como as do BNDES, à tomada de empréstimos com 
juros mais salgados.
10. Previna-se para as emergências 
Mesmo sem precisar de dinheiro agora, vale a pena 
deixar uma linha de crédito pré-aprovada no banco. 
Se a situação apertar, você não precisará aceitar 
empréstimos com juros altos enquanto espera a 
aprovação de uma linha mais em conta. Além disso, é 
sempre mais fácil negociar com o gerente um limite 
de crédito maior e juros mais camaradas quando 
você não está no vermelho. 
Fonte: http://sebrae.ba/1xSKL9Y
10 dicas importantes sobre linhas de crédito

10 dicas importantes sobre linhas de crédito

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    10 dicas importantessobre linhas de crédito Estude as linhas de crédito existentes e leve em conta as seguintes consequências:
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    1. Avalie suasnecessidades Antes de tudo, é preciso se certificar de que o financiamento é de fato a melhor saída. Dinheiro emprestado não é a solução para os rombos constantes no fluxo de caixa. Se os deficits forem crônicos, o financiamento pode acabar de afundar seu negócio. No caso, o melhor mesmo é identificar a origem do problema antes de bater à porta de um banco.
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    2. Calcule seuslucros Antes de fechar uma operação, não deixe de analisar se o lucro gerado pela empresa é suficiente para o pagamento. Se sua meta for pegar dinheiro para investir, lembre-se: o empréstimo só é viável se os custos das operações forem menores do que a margem de lucro resultante do investimento.
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    3. Escolha alinha certa Se o crédito for mesmo a saída, procure identificar a melhor linha tanto em relação aos juros como aos prazos. Algumas vezes as pessoas utilizam recurso de capital de giro, com juros maiores e prazos mais curtos para financiar investimentos que dão retorno a longo prazo. Assim não conseguem quitar a dívida.
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    4. Tenha cuidadocom os custos escondidos Ao calcular os custos da operação, leve em conta o peso dos encargos adicionais. É que as instituições financeiras muitas vezes cobram o seguro de crédito e tarifas de abertura de crédito, de registro de títulos e de elaboração de contrato. Os custos extras são capazes de aumentar, e muito, a conta.
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    5. Pesquise astaxas A oferta de crédito esta crescendo. Então, deixe a preguiça de lado e compare as taxas cobradas por diversas instituições. Isso ajuda tanto na obtenção de novas linhas como na negociação de dívidas antigas. O empresário Ricardo Barros, de São Paulo, sabe bem disso. Em busca de taxas menores para uma dívida existente de R$ 27.000,00, de uma linha para capital de giro, ele mostrou ao gerente as condições oferecidas por três bancos. “O gerente reduziu meus juros de 4,5% para 2,5% ao mês, depois que soube que haviam me oferecido 2,8%”, diz.
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    6. Prepare apapelada Na hora de procurar o gerente, tenha em mãos a documentação da empresa, como o contrato social, os balanços, as declarações de imposto de renda e as certidões negativas do INSS e do FGTS. Com base na papelada, o banco avalia a saúde financeira do negócio para determinar o limite de crédito e, sobretudo, no caso de capital de giro, o tamanho das taxas de juros. A documentação completa também pode dar agilidade a operação.
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    7. Justifique omotivo do empréstimo Deixe claro como utilizará o dinheiro. Caso busque recursos para investir na empresa, dê detalhes sobre o prazo de retorno e a margem de lucro prevista após o investimento. A maioria dos bancos pede que você preencha um formulário com tais informações.
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    8. Separe ascontas do negócio das despesas pessoais Fuja da tentação de recorrer ao crédito pessoal para financiar o negócio. A manobra, apesar de prática, custa caro, muito caro. Só para comparar, juros médios mensais do cheque especial, de 7,79%, são mais do que o dobro da média para desconto de duplicata, de 3,48%. Outra coisa, jamais misture o caixa da empresa com o pessoal. A prática, bastante comum entre os pequenos empresários, atrapalha o banco na hora de analisar as finanças da empresa. E lá se vão suas chances de conseguir um bom limite de crédito ou juros mais civilizados.
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    9. Cuidado comas operações casadas Fique atento às vendas casadas de produtos e serviços do banco. Há casos de instituições que atrelam a liberação de linhas de crédito vantajosas, como as do BNDES, à tomada de empréstimos com juros mais salgados.
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    10. Previna-se paraas emergências Mesmo sem precisar de dinheiro agora, vale a pena deixar uma linha de crédito pré-aprovada no banco. Se a situação apertar, você não precisará aceitar empréstimos com juros altos enquanto espera a aprovação de uma linha mais em conta. Além disso, é sempre mais fácil negociar com o gerente um limite de crédito maior e juros mais camaradas quando você não está no vermelho. Fonte: http://sebrae.ba/1xSKL9Y