2º Workshop Agricultura e
Polinizadores
25 de agosto de 2014
A.B.E.L.H.A
A motivação
• Inexistência de dados e informações locais confiáveis
sobre o tema;
• Falta de uma plataforma de conhecimento que
congregasse dados do setor;
• Reprodução de matérias internacionais na mídia, sem
considerar a realidade no Brasil
• Ausência de troca de conhecimento entre os diferentes
stakeholders envolvidos.
A mídia
O tema “abelhas” está sendo pautas de mídias importantes
no país. No primeiro semestre, o assunto foi repercutido em
veículos de grande repercussão como: Jornal Nacional,
Jornal Hoje, Folha de S. Paulo, Jô Soares, O Estado de S.
Paulo e Jornal da Band.
O tema na imprensa
A cobertura de imprensa sobre a mortalidade das abelhas cresceu
significativamente em relação ao ano passado:
A ideia
A associação A.B.E.L.H.A nasce da ideia de criar um grupo
representativo para a causa da preservação às abelhas,
construindo uma rede de apoiadores em todos os segmentos
de interesse e uma plataforma de conhecimento em âmbito
nacional, especialmente nas regiões onde a questão impacte a
economia e a sociedade.
Diferencial
Grupo multidisciplinar que reúna vários elos da cadeia de
criação de abelhas e da agricultura responsável.
Missão
Quem somos
A.B.E.L.H.A – Associação Brasileira de Estudo das Abelhas é uma associação
civil, sem fins lucrativos e sem nenhuma conotação político-partidária ou
ideológica.
Missão
Reunir, produzir e divulgar informações com base científica e o apoio de
uma rede de parceiros, que visem à preservação e uso sustentável das
abelhas e outros polinizadores no Brasil, resguardando seu papel na
biodiversidade e promovendo sua convivência harmônica e utilização com
as diferentes culturas agrícolas.
Objetivos
 Criar uma rede em prol da preservação de abelhas e outros polinizadores, e manter
amplo diálogo com todas as partes interessadas, entre elas representantes do setor de
apicultura e criação de outros polinizadores, da academia, do agronegócio e da sociedade.
 Captar e difundir informações com base científica a fim de reuni-las em uma
plataforma de conhecimento sobre abelhas e outros polinizadores, e tornar-se fonte de
consulta e agente de conscientização para a sociedade.
 Incentivar a atuação do cidadão cientista.
 Contribuir para o desenvolvimento de uma base de dados e estudos sobre as abelhas e
outros polinizadores.
 Trabalhar em conjunto com os órgãos reguladores e de fiscalização para sugerir e
incentivar as práticas de uso e conservação de polinizadores.
 Aprofundar o conhecimento sobre a importância das abelhas para a produção de
alimentos e preservação ambiental.
 Incentivar formas de convivência harmônica entre o agronegócio e a conservação e
manejo sustentável de polinizadores.
 Contribuir para o desenvolvimento de uma base de dados e estudos sobre a diversidade
de insetos polinizadores e sua relação com a estrutura da paisagem.
Organograma
Comitê Executivo
Limite: 10 membros
Associações - criação de abelhas e cadeia do mel
Associações - Agricultura
Indústrias proteção de cultivos
Associados / Assembleia
empresas, instituições ou pessoas físicas (sem limite de
número)
Diretor Executivo
Conselho
honorário
Representantes dos
setores público e
privado ligados à
agricultura, cadeia de
valor do mel e
pesquisa
Secretário
executivo
Assistente
Comitê
Científico
Pesquisadores de
universidades /
instituições ligados
ao tema
Associados
 CBA (Confederação Brasileira de Apicultura)
 ABAG (Associação Brasileira de Agrobusiness)
 UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar)
 Syngenta
 Bayer
 Basf
 ANDEF (Associação Nacional dos Fabricantes de Defensivos Agrícolas)
 Sindiveg (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal)
Em conversação
 CNA (Confederação Nacional da Agricultura)
 FAESP (Federação da Agricultura do Estado de São Paulo)
 Ihara
 Federações de apicultura
Possíveis parcerias
 EMBRAPA
 CI
Comitê Científico
COMPOSIÇÃO INICIAL DO COMITÊ CIENTÍFICO
• Décio Gazzoni (Embrapa)
• Vera Imperatriz (USP)
• Breno Freitas (UFCE)
• Betina Blochtein (UFRGS)
• Cristiano Menezes (Embrapa Amazônia Oriental)
• Denise Alves (Esalq-USP)
Primeiros temas discutidos pelo conselheiros
Objetivos:
• Correta informação científica sobre produção de abelhas
• Possível subsídios às políticas públicas relacionadas à
polinização, a polinizadores e à segurança alimentar
Temas:
• Biodiversidade e serviço de ecossistemas
• Serviços de ecossistemas e polinização, polinizadores e
segurança alimentar
• Abelhas e declínio de polinizadores
• A criação de polinização: apicultura, meliponicultura, abelhas
solitárias
• Produtos das abelhas
• Educação e abelhas na escola
Materiais
Ações em andamento
• Elaboração de materiais como Folder e Guia sobre abelha;
• Participação em eventos do setor como o 20º Congresso
Brasileiro de Apicultura;
• Reuniões setoriais (polinização, cadeia do mel, agricultura)
com grupos acadêmicos;
• Discussão sobre estudos científicos;
• Criação da plataforma de conhecimento;
• Site e mídias sociais;
• Engajamento de stakeholders;
• Relacionamento com órgãos governamentais;
• Relacionamento com a imprensa.
Antonio Celso Villari - A.B.E.L.H.A
Antonio Celso Villari - A.B.E.L.H.A

Antonio Celso Villari - A.B.E.L.H.A

  • 1.
    2º Workshop Agriculturae Polinizadores 25 de agosto de 2014
  • 2.
  • 3.
    A motivação • Inexistênciade dados e informações locais confiáveis sobre o tema; • Falta de uma plataforma de conhecimento que congregasse dados do setor; • Reprodução de matérias internacionais na mídia, sem considerar a realidade no Brasil • Ausência de troca de conhecimento entre os diferentes stakeholders envolvidos.
  • 4.
    A mídia O tema“abelhas” está sendo pautas de mídias importantes no país. No primeiro semestre, o assunto foi repercutido em veículos de grande repercussão como: Jornal Nacional, Jornal Hoje, Folha de S. Paulo, Jô Soares, O Estado de S. Paulo e Jornal da Band.
  • 5.
    O tema naimprensa A cobertura de imprensa sobre a mortalidade das abelhas cresceu significativamente em relação ao ano passado:
  • 6.
    A ideia A associaçãoA.B.E.L.H.A nasce da ideia de criar um grupo representativo para a causa da preservação às abelhas, construindo uma rede de apoiadores em todos os segmentos de interesse e uma plataforma de conhecimento em âmbito nacional, especialmente nas regiões onde a questão impacte a economia e a sociedade. Diferencial Grupo multidisciplinar que reúna vários elos da cadeia de criação de abelhas e da agricultura responsável.
  • 7.
    Missão Quem somos A.B.E.L.H.A –Associação Brasileira de Estudo das Abelhas é uma associação civil, sem fins lucrativos e sem nenhuma conotação político-partidária ou ideológica. Missão Reunir, produzir e divulgar informações com base científica e o apoio de uma rede de parceiros, que visem à preservação e uso sustentável das abelhas e outros polinizadores no Brasil, resguardando seu papel na biodiversidade e promovendo sua convivência harmônica e utilização com as diferentes culturas agrícolas.
  • 8.
    Objetivos  Criar umarede em prol da preservação de abelhas e outros polinizadores, e manter amplo diálogo com todas as partes interessadas, entre elas representantes do setor de apicultura e criação de outros polinizadores, da academia, do agronegócio e da sociedade.  Captar e difundir informações com base científica a fim de reuni-las em uma plataforma de conhecimento sobre abelhas e outros polinizadores, e tornar-se fonte de consulta e agente de conscientização para a sociedade.  Incentivar a atuação do cidadão cientista.  Contribuir para o desenvolvimento de uma base de dados e estudos sobre as abelhas e outros polinizadores.  Trabalhar em conjunto com os órgãos reguladores e de fiscalização para sugerir e incentivar as práticas de uso e conservação de polinizadores.  Aprofundar o conhecimento sobre a importância das abelhas para a produção de alimentos e preservação ambiental.  Incentivar formas de convivência harmônica entre o agronegócio e a conservação e manejo sustentável de polinizadores.  Contribuir para o desenvolvimento de uma base de dados e estudos sobre a diversidade de insetos polinizadores e sua relação com a estrutura da paisagem.
  • 9.
    Organograma Comitê Executivo Limite: 10membros Associações - criação de abelhas e cadeia do mel Associações - Agricultura Indústrias proteção de cultivos Associados / Assembleia empresas, instituições ou pessoas físicas (sem limite de número) Diretor Executivo Conselho honorário Representantes dos setores público e privado ligados à agricultura, cadeia de valor do mel e pesquisa Secretário executivo Assistente Comitê Científico Pesquisadores de universidades / instituições ligados ao tema
  • 10.
    Associados  CBA (ConfederaçãoBrasileira de Apicultura)  ABAG (Associação Brasileira de Agrobusiness)  UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar)  Syngenta  Bayer  Basf  ANDEF (Associação Nacional dos Fabricantes de Defensivos Agrícolas)  Sindiveg (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal) Em conversação  CNA (Confederação Nacional da Agricultura)  FAESP (Federação da Agricultura do Estado de São Paulo)  Ihara  Federações de apicultura Possíveis parcerias  EMBRAPA  CI
  • 11.
    Comitê Científico COMPOSIÇÃO INICIALDO COMITÊ CIENTÍFICO • Décio Gazzoni (Embrapa) • Vera Imperatriz (USP) • Breno Freitas (UFCE) • Betina Blochtein (UFRGS) • Cristiano Menezes (Embrapa Amazônia Oriental) • Denise Alves (Esalq-USP)
  • 12.
    Primeiros temas discutidospelo conselheiros Objetivos: • Correta informação científica sobre produção de abelhas • Possível subsídios às políticas públicas relacionadas à polinização, a polinizadores e à segurança alimentar Temas: • Biodiversidade e serviço de ecossistemas • Serviços de ecossistemas e polinização, polinizadores e segurança alimentar • Abelhas e declínio de polinizadores • A criação de polinização: apicultura, meliponicultura, abelhas solitárias • Produtos das abelhas • Educação e abelhas na escola
  • 13.
  • 14.
    Ações em andamento •Elaboração de materiais como Folder e Guia sobre abelha; • Participação em eventos do setor como o 20º Congresso Brasileiro de Apicultura; • Reuniões setoriais (polinização, cadeia do mel, agricultura) com grupos acadêmicos; • Discussão sobre estudos científicos; • Criação da plataforma de conhecimento; • Site e mídias sociais; • Engajamento de stakeholders; • Relacionamento com órgãos governamentais; • Relacionamento com a imprensa.