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Perspectivas teóricas em RP

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  1. 1. PERSPECTIVAS TEÓRICAS EM RP Disciplina: Introdução ao Campo da Comunicação – CCA 0321 Prof. Dr. Richard Romancini
  2. 2. TEXTOS PARA DISCUSSÃO  Relações Públicas e pesquisa crítica em Comunicação – Francisco Rüdiger  Recapitulação histórica do surgimento das Relações Públicas, das críticas a essa atividade e do desenvolvimento da pesquisa crítica sobre ela e possíveis reconfigurações profissionais  O campo das Relações Públicas e as Teorias da Comunicação – Antonio Carlos Hohlfeldt  Descreve aspectos das teorias da comunicação que se associam ao estudo das Relações Públicas
  3. 3. RÜDIGER (2011)  Surgimento das RP Século XIX Ivy Lee (1877-1934) RP como atividade “às claras” Relações Públicas: “campo surgido do contato entre o público e as novas organizações” (p. 45) Propaganda comercial Meados do século XX Relações Públicas: “atividade profissional possuidora de um conjunto de processos, métodos e técnicas” (p. 45) Jornalismo muckraking Públicos: cidadãos, contribuintes, usuários de serviços e consumidores
  4. 4. RÜDIGER (2011)  Pré-história das RP: Edward Bernays (1889-1995) Fonte: https://goo.gl/Ujq7Qj “[...] adotou a ideia [...] de que o público se converteu em massa e, assim, precisa ser persuadido, senão manipulado por elas [as RP], através da propaganda” (p. 50)
  5. 5. RÜDIGER (2011)  “[...] as relações públicas lograram se organizar profissionalmente, mas ainda estão longe de poder dizer que se legitimaram socialmente” (p. 42)
  6. 6. RÜDIGER (2011)  Tensão entre atividade de propaganda e RP, para muitos segmentos sociais, o conselheiro de relações proposto por Bernays, na prática, fazia – segundo a crítica – o mesmo que o antigos assessores de imprensa
  7. 7. RÜDIGER (2011)  No período pós-Segunda Guerra há uma diminuição da crítica ao poder empresarial e, de maneira paralela, uma institucionalização profissional e acadêmica das Relações Públicas  Entretanto casos controversos de ação de companhias continuem a ocorrer (por exemplo, o da propaganda das indústria das estradas de ferro)
  8. 8. RÜDIGER (2011)  Trabalhos de inspiração liberal notam que as empresas precisam “intervir junto à cidadania e, por essa via, junto aos poderes públicos” e que as RP seriam uma face da profissionalização das atividades empresariais  “As relações públicas se converteram em profissão na medida em que ajudaram as corporações a tomar o lugar do governo como instituições promotoras do bem-estar social numa era de crise” (p, 62)  Empresas como “bons vizinhos”
  9. 9. RÜDIGER (2011)  Panorama contemporâneo: crítica ressurge, inclusive no âmbito de práticas, fortalecidas pelas mídias sociais” de “contrarrelações públicas” (p. 64)  Exemplo brasileiro: Caso Samarco; estrangeiro: spinwach.org
  10. 10. RÜDIGER (2011)  Recepção das críticas: 1) situar a prática num modelo de mão-dupla (opção vista como ingênua pelo autor); 2) incorporar as críticas e pensar as questões éticas e políticas que envolvem a atuação de RP Fonte: https://goo.gl/VPJVUy
  11. 11. RÜDIGER (2011) Tarefas da segunda vertente:  Situar as atividades nos contextos históricos e sociais em que se desenvolvem  Recuperar experiências valorosas para reestruturar a prática profissional em termos mais éticos e iluministas (mais esclarecimento em vez de manipulação)
  12. 12. HOHLFELDT (2011) Ciências Sociais Aplicas Ciências da Comunicação Comunicação Organizacional e Relações Públicas
  13. 13. HOHLFELDT (2011) Comunicação Humana Comunicação de Massa ou Comunicação Midiática Nota, a partir de Denis McQuail, que:
  14. 14. HOHLFELDT (2011)  Ao mesmo tempo, o estudo do processo comunicacional se desdobra em:  Quem comunica a quem? (emissores/fontes e receptores);  Por quê? (funções)  Como? (canais, linguagens)  Sobre o quê? (conteúdos)  Com que efeitos? E R Comunicação?
  15. 15. HOHLFELDT (2011)  Qual especificidade da Comunicação Organizacional e das Relações Públicas? Centralidade das... Organizações
  16. 16. HOHLFELDT (2011)  A partir de Niklas Luhmann, o autor enfatiza a importância das seleções de informação e formas de expressão feitas pelas organizações para desenvolver seu processo de comunicação Fonte: https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/marielle /
  17. 17. HOHLFELDT (2011)  O autor termina concluindo, com a observação sobre a importância das teorias da comunicação ajudarem a esclarecer diferentes fenômenos relacionados com a comunicação, num diálogo que pratica a inter e a transdisciplinaridade  Isso parece mais importante no atual panorama da comunicação digital, onde novas teorias tentam dar conta de novas práticas

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