Inovação e Tendências em Mídias Digitais - 04/11/15

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Aula da disciplina Inovação e Tendências em Mídias Digitais, do curso de Gestão da Comunicação em Mídias Digitais, do Senac Lapa Scipião, em 4 de novembro de 2015.

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Inovação e Tendências em Mídias Digitais - 04/11/15

  1. 1. Inovação e tendências em mídias digitais 4 de novembro de 2015
  2. 2. Escala dos dados Renato Cruz – Senac2  1 Bit = Binary Digit  8 Bits = 1 Byte  1024 Bytes = 1 Kilobyte  1024 Kilobytes = 1 Megabyte  1024 Megabytes = 1 Gigabyte  1024 Gigabytes = 1 Terabyte  1024 Terabytes = 1 Petabyte  1024 Petabytes = 1 Exabyte  1024 Exabytes = 1 Zettabyte  1024 Zettabytes = 1 Yottabyte  1024 Yottabytes = 1 Brontobyte  1024 Brontobytes = 1 Geopbyte
  3. 3. Universo digital Renato Cruz – Senac3
  4. 4. Onde está a informação Renato Cruz – Senac4
  5. 5. De onde vem a informação Renato Cruz – Senac5
  6. 6. O impacto da internet das coisas Renato Cruz – Senac6
  7. 7. Investimento publicitário Renato Cruz – Senac7 R$ 121 bilhões (2014) Fonte: Ibope 56% 15% 9% 5% 5% 4% 4% 2% Televisão Jornal TV Paga Merchandising Revista Internet Rádio Outros
  8. 8. Mídia digital Renato Cruz – Senac8 Em R$ bilhões Fonte: IAB Brasil 1.9 2.7 3.7 3.9 1.5 1.8 2.0 2.8 0.8 0.7 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 2011 2012 2013 2014 Busca+classificados Display+redes sociais Vídeo Móvel
  9. 9. Anúncios bloqueados Renato Cruz – Senac9
  10. 10. Efeitos do bloqueio Renato Cruz – Senac10  A ProSiebenSat.1, grupo de mídia alemão, estima ter perdido US$ 10,4 milhões em 2014, um quinto de seu faturamento com a web  O site do Guardian pergunta: “We notice that you’ve got an ad- blocker switched on. Perhaps you’d like to support the Guardian another way?”  O Hulu bloqueia usuários que usam bloqueador de tráfego  Várias empresas na Alemanha processam a Eyeo, responsável pelo Adblock Plus  Algumas empresas pagam a Eyeo para serem incluídas numa “whitelist” (de anúncios não bloqueados)
  11. 11. William Gibson Renato Cruz – Senac11 “O futuro já está aqui – só não está muito bem distribuído”
  12. 12. Nas residências brasileiras Renato Cruz – Senac12 38.5 42.4 48.9 75.7 92.5 97.2 Telefone fixo Internet PC Rádio Celular TV Fonte: IBGE. Em percentual
  13. 13. O mercado brasileiro Renato Cruz – Senac13 Fonte: Anatel / Teleco. Em milhões de acessos 280.0 44.1 25.2 19.5 Celulares Telefones fixos Banda larga TV paga
  14. 14. Acesso à internet Renato Cruz – Senac14 Fonte: IBGE / Teleco 34.8% 41.6% 44.1% 46.5% 49.2% 49.4% 2008 2009 2010 2011 2012 2013
  15. 15. Tipos de acesos em casa Renato Cruz – Senac15 Fonte: Cetic.br. Em percentual 67 25 2 7 Fixo Móvel Discado Não sabe
  16. 16. Banda larga Renato Cruz – Senac16 Fonte: Teleco / Anatel 31.65% 29.06% 25.51% 13.78% América Móvil Vivo/GVT Oi Outros
  17. 17. Principais usos da internet em comunicação Renato Cruz – Senac17 Fonte: Cetic.br. Em percentual 83 76 64 26 13
  18. 18. O que crianças e adolescentes fazem na internet Renato Cruz – Senac 18 Fonte: Cetic.br. Em percentual 73 68 64 50 48 42
  19. 19. Celular por tecnologia Renato Cruz – Senac19 Fonte: Teleco / Anatel 29.95% 57.96% 5.91% 6.18% GSM 3G 4G Term. Dados
  20. 20. O mercado de celular Renato Cruz – Senac20 Fonte: Anatel / Teleco 29.08% 26.21% 25.43% 17.87% 1.41% Vivo TIM Claro Oi Outras
  21. 21. O decálogo da internet Renato Cruz – Senac21 1. Liberdade, privacidade e direitos humanos 2. Governança democrática e colaborativa 3. Universalidade 4. Diversidade 5. Inovação 6. Neutralidade da rede 7. Inimputabilidade da rede 8. Funcionalidade, segurança e estabilidade 9. Padronização e interoperabilidade 10. Ambiente legal e regulatório
  22. 22. O Marco Civil da Internet Renato Cruz – Senac22  Define os direitos e deveres do cidadão na internet.  Tem como principais princípios a neutralidade de rede, a privacidade e a liberdade de expressão.  Surgiu a partir de uma proposta de 2007 do professor Ronaldo Lemos, da FGV.  Foi construído a partir de uma plataforma colaborativa do Ministério da Justiça e da FGV, em 2009.  Foi enviado pelo governo para a Câmara em agosto de 2011.  Em março de 2014, foi aprovado na Câmara e, no mês seguinte, aprovado no Senado e sancionado pela presidente Dilma Rousseff.
  23. 23. Neutralidade de rede Renato Cruz – Senac23 Art. 9. O responsável pela transmissão, comutação ou roteamento tem o dever de tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicação. Par. 3º Na provisão de conexão à internet, onerosa ou gratuita, bem como na transmissão, comutação ou roteamento, é vedado bloquear, monitorar, filtrar ou analisar o conteúdo dos pacotes de dados, respeitado o disposto neste artigo.
  24. 24. Privacidade (I) Renato Cruz – Senac24 Art. 10. A guarda e a disponibilidade dos registros de conexão e de acesso a aplicações de internet de que trata esta Lei, bem como de dados pessoais e do conteúdo de comunicações privadas, devem atender à preservação da intimidade, à vida privada, à honra e à imagem das partes direta ou indiretamente envolvidas. Par. 3º O disposto no caput não impede o acesso aos dados cadastrais que informem qualificação pessoal, filiação e endereço, na forma da lei, pelas autoridades administrativas que detenham competência legal para a sua requisição.
  25. 25. Privacidade (II) Renato Cruz – Senac25 Art. 13. Na provisão de conexão à internet, cabe ao administrador de sistema autônomo respectivo o dever de manter os registros de conexão, sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança, pelo prazo de 1 (um) ano, nos termos do regulamento. Art. 15. O provedor de aplicações de internet constituído na forma de pessoa jurídica e que exerça essa atividade de forma organizada, profissionalmente e com fins econômicos deverá manter os respectivos registros de acesso a aplicações de internet, sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança, pelo prazo de 6 (seis) meses, nos termos do regulamento.
  26. 26. Responsabilidade Renato Cruz – Senac26 Art. 18. O provedor de conexão à internet não será responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerados por terceiros. Par. 2º A aplicação do disposto neste artigo para infrações a direitos de autor ou a direitos conexos depende de previsão legal específica, que deverá respeitar a liberdade de expressão e demais garantias previstas no art. 5º da Constituição Federal.
  27. 27. Liberdade de expressão (I) Renato Cruz – Senac27 Art. 19. Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente, ressalvadas as disposições legais em contrário.
  28. 28. Liberdade de expressão (II) Renato Cruz – Senac28 Par. 3º As causas que versem sobre ressarcimento por danos decorrentes de conteúdos disponibilizados na internet relacionados à honra, à reputação ou a direitos de personalidade bem como sobre a indisponibilização desses conteúdos por provedores de aplicações de internet poderão ser apresentadas perante os juizados especiais.
  29. 29. Liberdade de expressão (III) Renato Cruz – Senac29 Par. 4º O juiz, inclusive no procedimento previsto no par. 3º, poderá antecipar, total ou parcialmente, os efeitos de tutela pretendida no pedido inicial, existindo prova inequívoca do fato e considerado o interesse da coletividade na disponibilização do conteúdo na internet, desde que os presentes requisitos de verossimilhança da alegação do autor e de fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação.
  30. 30. Pornografia de vingança Renato Cruz – Senac30 Art. 21. O provedor de aplicações de internet que disponibilize conteúdo gerado por terceiros será responsabilizado subsidiariamente pela violação da intimidade decorrente da divulgação, sem autorização de seus participantes, de imagens, de vídeos ou de outros materiais contendo cenas de nudez ou de atos sexuais de caráter privado quando, após o recebimento de uma notificação pelo participante ou seu representante legal, deixar de promover, de forma diligente, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço, a indisponibilidade desse conteúdo.

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