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Contexto Histórico


                      Hebreus:
• Migração para a Palestina.
• Luta contra Cananeus e Filisteus.
• Instalação na Palestina.
• Fome e seca levam à Primeira Diáspora.
• Entrada dos hebreus no Egito.
• No Egito, dá-se início à perseguição e escravização dos
  hebreus.
• O êxodo e a volta à Palestina.
• Conflito entre as 12 tribos e o cisma: Israel e Judá.
Contexto Histórico

                            Judeus e Árabes:

• Invasão Romana e a nova Diáspora.
• Expansão muçulmana e a fixação dos árabes dentro da Palestina.
• Controle da Palestina pela Inglaterra.
• Surgimento do Movimento Sionista.
• A Inglaterra entre os Judeus e os Palestinos.
• Transferência de famílias judaicas para a Palestina e a formação de
  núcleos agrícolas.
• O holocausto nazista e a intensificação da imigração judaica para a
  Palestina.
• Início da rivalidade entre os Árabes e os imigrantes Judeus.
Contexto Histórico

• 1947 – A intervenção da ONU e a saída da Inglaterra na região
• 1948 – A criação do Estado de Israel e a reação imediata
  do Estados Árabes (Egito, Iraque, Jordânia, Líbano e Síria).
Cronologia do
                                                  conflito


•   1949 - Primeira Guerra Árabe-Isralense: Israel vence e expande fronteiras
    (acordo de armistício).
•   Cisjordânia e Jerusalém Oriental ficam com a Jordânia; Gaza, com o Egito.
•   1964 - Criada a OLP.
•   1967 - Guerra dos Seis Dias: Egito, Síria e Jordânia atacam Israel.
•   1973 - Guerra do Yom Kippur: Ataque-surpresa contra Israel, no dia do
    feriado judaico (Dia do Perdão).
•   1979 - Acordos de paz: Com a mediação dos EUA, Israel e Egito assinam
    acordo paz.
Cronologia do
                                               conflito

• 1987-92 - Primeira Intifada: Jovens palestinos lançam pedras contra tanques
  israelenses.
• Hamas é criado e o movimento palestino passa a ter também um caráter
  religioso.
• 1993 - Acordos de Oslo: Israel se compromete a devolver os territórios
  ocupados em 1967 em troca de um acordo de paz definitivo.
• Israel mantêm assentamentos e a violência de radicais palestinos
  permanecem.
• 2000 – Camp David: Israel ofereceu soberania aos palestinos em certas áreas
  de Jerusalém Oriental e a retirada de quase todas as áreas ocupadas.
Cronologia do
                                             conflito


• 2000 – Segunda Intifada: Atentados suicidas.
• 2004 - O Muro da Vergonha: Israel constrói muro para separar o país
  das áreas palestinas.
• 2004 – Morte do líder palestino: Arafat
• 2005 - Plano de retirada: Israel completa retirada de assentamentos da
  Cisjordânia.
• 2006 - Hamas passa a usar estratégia de atacar Israel com mísseis a
  partir de Gaza.
• A disputa entre Israel e Palestina continuam até os dias de hoje.
Os dois lados
                            O lado palestino:

• Em 1947, finalmente, a ONU decidiu intervir. Contudo, ao invés de
adotar o princípio democrático, deu a maior parte do território palestina à
minoria, os Judeus.
• Recomendou a cessão de 55% da Palestina ao novo Estado Judeu –
apesar do fato de aquele grupo representar à época cerca de 30% do total
da população.
• Há uma desproporção de armamentos entre os dois lados: Israel recebe
imensos investimentos provenientes dos EUA, o que tornam as disputas
injustas.
• Israel mantêm o controle dos territórios e a Palestina ainda não possui
uma soberania, um território, vivendo em extrema miséria.
Os dois lados
             • Grande quantidade de Palestinos sofrem todos os
               dias com a miséria e o desemprego.
• A Cruz Vermelha acusa Israel de impedir a entrada de ajuda
  humanitária, a ONU também acusa o país de bombardear seus
  prédios, incluindo escolas, onde várias crianças foram mortas.
Os dois lados
                                       O lado israelense:

    “A Terra de Israel é a terra natal do povo judeu. Aqui se formou sua
   identidade espiritual, religiosa e política. Foi aqui que, pela primeira vez,
     os judeus se constituíram em um estado, criaram valores culturais de
    significação nacional e universal e deram ao mundo o eterno Livro dos
                                      Livros.
Depois de forçado a exilar-se de sua terra, o povo judeu lhe permaneceu fiel
      em todos os países de sua dispersão, nunca deixando de orar e ter
      esperança de a ela regressar e restabelecer sua liberdade política.”
                                              Declaração de Independência de Israel
Os dois lados
                                O lado israelense:


• Ao contrário dos Palestinos, os Judeus não possuem
  homens-bomba e não têm um terço de seu exército
  formado por crianças.
• Israel não sabe quando pode ser vítima de terrorismo.
  Correndo risco o tempo todo.
• O mesmo não criou um Estado seu para dar início a um
  conflito, queria apenas que seu povo tivesse um lar.
Os dois lados
                               O lado israelense:
     Já faz muito tempo            O mundo nos rejeitou
   Está chovendo foguetes        Queimou-nos, nos matou
  Podem matar meus filhos        Só queremos viver em paz
   Ou explodir as paredes        Mas negam até aquele gás

      Para onde fugir?           Nunca basta, querem tudo
     Qualquer momento          Faixa de Gaza, Israel, o mundo
    Qassams podem ferir        Já possuem 650x terras a mais
    Só medo e tormento         Que esta de nossos ancestrais

Se reagirmos, somos culpados    Estamos protegendo o nosso,
 Poucos estão no nosso lado     Nosso direito de poder existir
  Querem matar a todos nós      E como qualquer povo, lógico
 Não reconhecem a nossa voz     Que queremos juntos resistir
Intervenções
                                                 Internacionais
                           Envolvimento dos EUA:
• A indecisão da Inglaterra.
• O apoio dos EUA à Israel.
• Os EUA enviaram a Israel, entre 1948 e 2008,
  mais de 100 trilhões de dólares.
• O país americano contribui para a imensa
  disparidade militar entre Israel e Palestina, sendo
  o primeiro bem mais superior, em suma, pelos
  investimentos em armamentos feitos pelos EUA.
• Certa feita, o Governador Arnold Schwarzenegger
  se queixou: “A administração federal estava
  enviando mais recursos a Israel do que à
  Califórnia!”
Intervenções
                                          Internacionais
                             Participação da ONU:

• A ONU começou a intervir na década de 40, quando a mesma tirou a
  Palestina do controle da Inglaterra.
• Passou a tomar o controle da região, propondo o plano de partilha
  da Palestina.
• Através do mesmo, as questões árabes-israelenses aumentaram pela
  contradição entre os dois. Os Palestinos reagiram e os Judeus
  revidaram.
• A ONU, direta ou indiretamente, irá sempre interferir nas disputas,
  pois essa região sempre será cobiçada por diversos países.
Atualmente



• A pacificação na região não se concretizou.
• Mais de 3 milhões de palestinos querem voltar e são impedidos por
  Israel.
• Continuidade dos ataques suicidas contra israelenses.
• Israel não aceita Jerusalém como capital da Palestina.
• Várias pessoas, incluindo crianças, morrem todos os dias, dos dois
  lados.
• A Faixa de Gaza continua sendo uma região de grande tensão.
Conclusão


  A questão palestino-israelense se reduz
essencialmente à questão da terra – quem
pode viver nela e quem controla seu uso. A
    isso têm se sobreposto questões de
 direitos humanos e direito internacional,
    afetadas pelo ressentimento e pela
  desconfiança mútuos após décadas de
 violência. O que é incontestável é que os
dois lados usaram e usam de assustadora
 violência um contra o outro e que não só
os combatentes, mas também os cidadãos
           comuns, têm sofrido.
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Conflito árabe-israelense

  • 1.
  • 2. Contexto Histórico Hebreus: • Migração para a Palestina. • Luta contra Cananeus e Filisteus. • Instalação na Palestina. • Fome e seca levam à Primeira Diáspora. • Entrada dos hebreus no Egito. • No Egito, dá-se início à perseguição e escravização dos hebreus. • O êxodo e a volta à Palestina. • Conflito entre as 12 tribos e o cisma: Israel e Judá.
  • 3. Contexto Histórico Judeus e Árabes: • Invasão Romana e a nova Diáspora. • Expansão muçulmana e a fixação dos árabes dentro da Palestina. • Controle da Palestina pela Inglaterra. • Surgimento do Movimento Sionista. • A Inglaterra entre os Judeus e os Palestinos. • Transferência de famílias judaicas para a Palestina e a formação de núcleos agrícolas. • O holocausto nazista e a intensificação da imigração judaica para a Palestina. • Início da rivalidade entre os Árabes e os imigrantes Judeus.
  • 4. Contexto Histórico • 1947 – A intervenção da ONU e a saída da Inglaterra na região • 1948 – A criação do Estado de Israel e a reação imediata do Estados Árabes (Egito, Iraque, Jordânia, Líbano e Síria).
  • 5. Cronologia do conflito • 1949 - Primeira Guerra Árabe-Isralense: Israel vence e expande fronteiras (acordo de armistício). • Cisjordânia e Jerusalém Oriental ficam com a Jordânia; Gaza, com o Egito. • 1964 - Criada a OLP. • 1967 - Guerra dos Seis Dias: Egito, Síria e Jordânia atacam Israel. • 1973 - Guerra do Yom Kippur: Ataque-surpresa contra Israel, no dia do feriado judaico (Dia do Perdão). • 1979 - Acordos de paz: Com a mediação dos EUA, Israel e Egito assinam acordo paz.
  • 6. Cronologia do conflito • 1987-92 - Primeira Intifada: Jovens palestinos lançam pedras contra tanques israelenses. • Hamas é criado e o movimento palestino passa a ter também um caráter religioso. • 1993 - Acordos de Oslo: Israel se compromete a devolver os territórios ocupados em 1967 em troca de um acordo de paz definitivo. • Israel mantêm assentamentos e a violência de radicais palestinos permanecem. • 2000 – Camp David: Israel ofereceu soberania aos palestinos em certas áreas de Jerusalém Oriental e a retirada de quase todas as áreas ocupadas.
  • 7. Cronologia do conflito • 2000 – Segunda Intifada: Atentados suicidas. • 2004 - O Muro da Vergonha: Israel constrói muro para separar o país das áreas palestinas. • 2004 – Morte do líder palestino: Arafat • 2005 - Plano de retirada: Israel completa retirada de assentamentos da Cisjordânia. • 2006 - Hamas passa a usar estratégia de atacar Israel com mísseis a partir de Gaza. • A disputa entre Israel e Palestina continuam até os dias de hoje.
  • 8.
  • 9. Os dois lados O lado palestino: • Em 1947, finalmente, a ONU decidiu intervir. Contudo, ao invés de adotar o princípio democrático, deu a maior parte do território palestina à minoria, os Judeus. • Recomendou a cessão de 55% da Palestina ao novo Estado Judeu – apesar do fato de aquele grupo representar à época cerca de 30% do total da população. • Há uma desproporção de armamentos entre os dois lados: Israel recebe imensos investimentos provenientes dos EUA, o que tornam as disputas injustas. • Israel mantêm o controle dos territórios e a Palestina ainda não possui uma soberania, um território, vivendo em extrema miséria.
  • 10. Os dois lados • Grande quantidade de Palestinos sofrem todos os dias com a miséria e o desemprego. • A Cruz Vermelha acusa Israel de impedir a entrada de ajuda humanitária, a ONU também acusa o país de bombardear seus prédios, incluindo escolas, onde várias crianças foram mortas.
  • 11.
  • 12. Os dois lados O lado israelense: “A Terra de Israel é a terra natal do povo judeu. Aqui se formou sua identidade espiritual, religiosa e política. Foi aqui que, pela primeira vez, os judeus se constituíram em um estado, criaram valores culturais de significação nacional e universal e deram ao mundo o eterno Livro dos Livros. Depois de forçado a exilar-se de sua terra, o povo judeu lhe permaneceu fiel em todos os países de sua dispersão, nunca deixando de orar e ter esperança de a ela regressar e restabelecer sua liberdade política.” Declaração de Independência de Israel
  • 13. Os dois lados O lado israelense: • Ao contrário dos Palestinos, os Judeus não possuem homens-bomba e não têm um terço de seu exército formado por crianças. • Israel não sabe quando pode ser vítima de terrorismo. Correndo risco o tempo todo. • O mesmo não criou um Estado seu para dar início a um conflito, queria apenas que seu povo tivesse um lar.
  • 14. Os dois lados O lado israelense: Já faz muito tempo O mundo nos rejeitou Está chovendo foguetes Queimou-nos, nos matou Podem matar meus filhos Só queremos viver em paz Ou explodir as paredes Mas negam até aquele gás Para onde fugir? Nunca basta, querem tudo Qualquer momento Faixa de Gaza, Israel, o mundo Qassams podem ferir Já possuem 650x terras a mais Só medo e tormento Que esta de nossos ancestrais Se reagirmos, somos culpados Estamos protegendo o nosso, Poucos estão no nosso lado Nosso direito de poder existir Querem matar a todos nós E como qualquer povo, lógico Não reconhecem a nossa voz Que queremos juntos resistir
  • 15.
  • 16. Intervenções Internacionais Envolvimento dos EUA: • A indecisão da Inglaterra. • O apoio dos EUA à Israel. • Os EUA enviaram a Israel, entre 1948 e 2008, mais de 100 trilhões de dólares. • O país americano contribui para a imensa disparidade militar entre Israel e Palestina, sendo o primeiro bem mais superior, em suma, pelos investimentos em armamentos feitos pelos EUA. • Certa feita, o Governador Arnold Schwarzenegger se queixou: “A administração federal estava enviando mais recursos a Israel do que à Califórnia!”
  • 17. Intervenções Internacionais Participação da ONU: • A ONU começou a intervir na década de 40, quando a mesma tirou a Palestina do controle da Inglaterra. • Passou a tomar o controle da região, propondo o plano de partilha da Palestina. • Através do mesmo, as questões árabes-israelenses aumentaram pela contradição entre os dois. Os Palestinos reagiram e os Judeus revidaram. • A ONU, direta ou indiretamente, irá sempre interferir nas disputas, pois essa região sempre será cobiçada por diversos países.
  • 18.
  • 19. Atualmente • A pacificação na região não se concretizou. • Mais de 3 milhões de palestinos querem voltar e são impedidos por Israel. • Continuidade dos ataques suicidas contra israelenses. • Israel não aceita Jerusalém como capital da Palestina. • Várias pessoas, incluindo crianças, morrem todos os dias, dos dois lados. • A Faixa de Gaza continua sendo uma região de grande tensão.
  • 20.
  • 21. Conclusão A questão palestino-israelense se reduz essencialmente à questão da terra – quem pode viver nela e quem controla seu uso. A isso têm se sobreposto questões de direitos humanos e direito internacional, afetadas pelo ressentimento e pela desconfiança mútuos após décadas de violência. O que é incontestável é que os dois lados usaram e usam de assustadora violência um contra o outro e que não só os combatentes, mas também os cidadãos comuns, têm sofrido.