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INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO O Estado de Israel se encontra em um território que já foi conquistado inúmeras vezes.  Assírios, babilônios, persas, gregos, romanos, árabes muçulmanos e turcos otomanos já foram povos instalados sobre sua terra santa.  Para os judeus, a terra é santa porque lhes foi prometida por Deus; para os cristãos, porque Jesus, sendo judeu, nasceu e viveu lá; para os muçulmanos, porque Jerusalém é o local da subida do profeta Maomé aos Céus. Desde sua criação, o Estado de Israel esteve envolvido em guerras e conflitos com seus vizinhos árabes.  Este trabalho visa explicar a origem e o histórico do conflito árabe-israelense, desde seus primórdios até as últimas tentativas de paz, ocorridas este ano, de forma a elucidar o conflito e questionar suas razões.
A ORIGEM DO CONFLITO
A ORIGEM DO CONFLITO A origem do conflito entre árabes e judeus é histórica. Advém do Corão, livro sagrado dos muçulmanos, onde o povo de Israel é definido  minoritário e não confiável, e assim precisa ser mantido sob pleno domínio. A disputa pela terra iniciou na Antigüidade, com a presença judaica na Palestina em 2000 a.c., no retorno a  “Terra Prometida”. Em 635, durante a expansão islâmica, a região da Palestina foi ocupada pelos árabes. No início da Idade Média, a Palestina pertencia ao Império Romano. Só no século VII houve a conquista muçulmana, que durante séculos teve controle oscilando entre diferentes grupos até a incorporação da região pelo Império Otomano.
A ORIGEM DO CONFLITO No século XIX, a maioria dos judeus era comerciante e vivia no Leste Europeu, sobrevivendo do empréstimo de dinheiro a juros. Com advento da burguesia e a Revolução Industrial, foram culpados pelo desemprego gerado e por estarem na classe dominante. Com as perseguições e massacres, se refugiaram em guetos e, por conseguinte, emigraram para a Europa Ocidental. Tal situação mobilizou a criação do chamado Movimento Sionista, (em referência à Colina de Sion, em Jerusalém) pelo jornalista Theodor Herzl, em 1896. Tinha como objetivo estabelecer um lar judeu na Palestina.  A colonização do país foi iniciada e, em 1897, foi fundada a Organização Sionista Mundial.
A ORIGEM DO CONFLITO No pós primeira grande guerra, os países europeus passaram a dominar a terra, uma vez ser fonte de petróleo e representar uma posição estratégica. A Inglaterra, responsável pela Palestina, havia acordado um ano antes em  apoiar a fundação de uma pátria nacional judaica na Palestina. Ao mesmo tempo, haviam prometido aos árabes a independência em troca de apoio para ajudar a expulsar os turcos da região. Acreditando em tais promessas, milhares de judeus foram para a Palestina, compraram terras e se estabeleceram em núcleos cada vez maiores.  Se iniciam os primeiros choques entre os povos, com alegações árabes que os judeus estariam conquistando a maior parte das terras para cultivo.
A ORIGEM DO CONFLITO Para defesa de suas terras, a comunidade judaica cria um exército clandestino (Haganah), como fim de defesa de suas terras. Tal ação refletia o aumento de conflitos gerados pelo aumento da comunidade no território. Durante a 2ª Guerra Mundial, a emigração judaica aumentou consideravelmente em função da Alemanha nazista. Tal “invasão” tornou o número de conflitos altíssimo, fazendo com que britânicos se posicionassem como aliados, e árabes, como eixo a ser combatido. Em 1936, os judeus constituíam 34% da população na Palestina. Tal número motivou a primeira revolta árabe, destruindo bases inglesas e assassinando judeus. A resposta inglesa destruiu a rebelião, armando a comunidade judaica para defesa de suas terras. Após o apoio, a Inglaterra inicia estratégia de contenção frente a emigração judaica, iniciando um conflito entre judeus e ingleses.
A ORIGEM DO CONFLITO Embora em conflito com a Inglaterra, o holocausto levou a comunidade judaica a contar com o apoio internacional, principalmente americano, pressionando a Inglaterra a liberar a “fuga” judaica para a Palestina. Em 1948, a ONU passa a administrar a região, sob comando do presidente americano Truman, dividindo a Palestina em duas partes.  Os palestinos (1.300.00 habitantes) ficaram com 11.500 km2. Já os judeus, em menor número (700.000), ficaram com um território maior (14.500 km2). A forma ocidental, totalmente contrária a árabe, de produção fez das terras judaicas produtivas, aumentando as diferenças econômicas entre os povos. Neste ano o líder sionista David Bem Gurion proclamou a criação do Estado de Israel, provocando ataques palestinos, que alegavam ser aquela área livre.
A ORIGEM DO CONFLITO Desde então, o Oriente Médio se tornou palco de conflitos entre israelenses e palestinos.  O motivo da guerra está muito além das diferenças religiosas ou direitos milenares, passa pelo controle de fronteiras, de terras e pelo domínio de regiões petrolíferas.
AS RAZÕES ISRAELENSES A Terra foi prometida por Deus aos judeus, de forma que, na Bíblia, inúmeras passagens citam Israel e Jerusalém como sagrados ao povo judeu. Desde o exílio judaico pelos romanos, Israel nunca foi um estado, mas colônia de diversos impérios, nunca retomando sua soberania. Alegam os judeus terem restabelecido  isso. O estado de Israel foi criado pela ONU em 1947 como democrático, moderno e soberano.  Todo território foi comprado ou conquistado pelos judeus em guerras de defesa, após o país ter sido atacado por árabes, estes que controlam 99.9% do território no Oriente Médio. Israel representa apenas um décimo de 1 % da região.  A história demonstrou que a segurança do povo judeu apenas pode ser garantida através da existência de um estado judeu forte e soberano.
AS RAZÕES PALESTINAS Os árabes muçulmanos viveram no local por muitos anos.  O povo palestino tem o direito à independência nacional e à soberania sobre a terra onde viveram.  Jerusalém é a terceira cidade sagrada na religião muçulmana, local de elevação do profeta Maomé aos Céus.  O Oriente Médio é dominado por árabes. Outras religiões ou nacionalidades não pertencem à região.  Todos os territórios árabes que foram colonizados tornaram-se estados completamente independentes, exceto a Palestina.  Os palestinos tornaram-se refugiados. Outros países árabes nunca os aceitaram completamente e eles vivem freqüentemente em campos para refugiados tomados pela pobreza.
O SIONISMO
O SIONISMO Sião/Sion/Zion é o nome de um monte nos arredores de Jerusalém que deu orígem ao chamado Sionismo. Sionismo é um movimento político que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado Judaico, por isso sendo também chamado de nacionalismo judaico . Originário da segunda metade do século XIX, tem como pilar judeus estabelecidos na Europa central e do leste, que lutaram contra o anti-semitismo presente em tais regiões. Tem como base o livro “Der Judenstaat”, de 1896, escrito por Theodor Herzl, lider do movimento, que pregava que o anti-semitismo só se resolveria quando os judeus dispersos pelo mundo pudessem se reunir e se estabalecer num Estado nacional independente.
O SIONISMO O Sionismo foi estabelecido formalmente em 1897, sendo formado por  uma variedade de opiniões sobre em que terra a nação judaica deveria ser fundada. Inicialmente foi  cogitado o estabelecimento do Estado de Israel nas mais diversas partes do Globo, se estendendo desde o Chipre, até a Argentina. Com a chamada diáspora (dispersão) judaica, se vindicou o estabelecimento da pátria judaica na Paslestina. Para muitos (e até mesmo sionistas atuais), tal argumento não é verdadeiro. Alegam que não coincide com os registros históricos, já que muito antes das deportações romanas parte do povo judeu já havia se helenizado e ou migrado espontaneamente ou nem retornado para a Palestina depois do cativeiro da Babilônia durante a diáspora.
O SIONISMO A idéia do retorno ao lugar de origem teve força graças ao apelo religioso baseado na redenção do povo de Israel na “terra prometida”. Embora certas correntes afirmem ser sentimentalismo religioso, seus adeptos cresceram muito a partir de 1917, com o enfoque no estabelecimento de um estado Palestino na localização do antigo Reino de Israel. Mesmo com o movimento sionista moderno consolidado durante o século XIX, este enfrentou a região da Palestina cultural e etnicamente arabizada. Assim, para estabelecer um estado judeu, os sionistas teriam que alterar sua cultura para mudar o equilíbrio étnico e demográfico da região, sem basear em religião ou culturas próprias, estranhas aos habitantes do lugar.
O SIONISMO Tal ideal nunca encontrou oposição de organismos internacionais, como a Liga das Nações ou a ONU, que aprovaram os princípios básicos do sionismo, os extendendo a qualquer povo da terra.  Tal visão aumentou após o genocídio nazista em 1944, ao final da Segunda Guerra Mundial. Porém, a realidade sionista  na palestina era conflituosa e violenta. Visto isso, em 1975, a Assembléia Geral das Nações Unidas aprovou a resolução nº 3379 que contém uma sonora censura : “O sionismo é uma forma de racismo e discriminação racial’’, idéia que sobreviveu até 1991, com o fim da guerra fria, e criação da Resolução 4686 da Assembléia Geral. Para os defensores do Sionismo, não se trata de racismo, muito menos doutrinário, unificado e coeso apenas, mas possuidor de vertentes divergentes. Para outros, palestinos e judeus não são racialmente distintos, não aplicando o termo discriminação pois não se funda na raça.
O SIONISMO Grupos Extremistas sionistas: Likud, o partido segregacionista do Primeiro Ministro Ariel Sharon: JewishDefenseLeague. Significado do Símbolo: A estrela é a representação judaica de seu poder, e suas listras  representam o talit, pano usado durante as rezas judaicas, que representam os rios Eufrates e Nilo, ambos presentes em territórios reclamados pelos sionistas. A estrela representa que o Estado de Israel se destina antes de tudo à população judaica, de forma a serem os judeus o único grupo étnico-religioso do país cujos indivíduos têm o direito automático à cidadania independentemente de onde nasçam no mundo. Desta forma, para os sionistas, o termo judeu designa RAÇA. Adotaram a bandeira no primeiro Congresso Sionistas, em Bruxela (1897), sendo aceita por comunidades judaicas no mundo todo, como o emblema do sionismo. Em 28 de outubro de 1948, a bandeira sionista se tornou oficial pelo Estado israelense.
SÍMBOLO DO SIONISMO
HAMAS, HEZBOLLAH E FATAH
HAMAS  O Hamas (Harakat al-Muqawamah al-Islamiyyah ou Movimento de Resistência Islâmica) é um partido político-religioso sunita-palestino.  Sua origem se deu quando da luta pela formação do Estado Palestino, além da desocupação israelense durante a guerra dos 6 dias, em 1967 na cidade de Gaza. O movimento luta contra Israel violentamente, visando à libertação da Palestina e a formação de um estado independente palestino que vá dese o rio Jordão até o mar Possui constituição própria datada de 1988, preconizando o estabelecimento de um estado muçulmano na Palestina sem, com isso, destruir Israel. Para o movimento, apenas deve haver um fim na ocupação israelense na Palestina.
HAMAS  A organização é conhecida como terrorista pelo Conselho da União Européia. Seus ataques violentos não distinguem exércitos e civís. Para o povo palestino, presta assistência social, principalmente na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Em 25 de janeiro de 2006, derrotou outra célula de guerrilha, o Fatah, em eleições para o parlamento palestino, sem a necessidade de coligações partidárias, liderando dois governos na palestina de modo consecutivo, com interesses divergentes do Fatah, buscando reconhecimento internacional como representante legítimo do povo palestino, mesmo sem reconhecer o Estado Israelense.
HAMAS  Este grupo Islâmico conservador se tornou conhecido em 1987, quando atuou na Faixa de Gaza e Cisjordânia pela libertação, tornando questionável a atuação da “Organização para a Libertação da Palestina” (OLP). Com isso, recebeu apoio inicial dos próprios israelenses, enfraquecendo a OLP, mostrando que existiam verdadeiros movimentos representativos melhores que a OLP, na época já presidida por Yasser Arafat, sediada em Túnis.  Desde 1993, o Hamas matou centenas de israelenses em diversas ações terroristas. Porém foi graças ao movimento que foram inaugurados jardins-de-infância, escolas e pontos de distribuição de sopas nos territórios de conflito.
HAMAS  Hoje, é o maior e mais influente movimento de resistência palestino, tendo mais de 1000 membros ativos, além de milhares de simpatizantes ao movimento. Manteve, durante o período de março 2005 - junho 2006 um “cessar fogo”, finalizado após um israelense matar diversos civis em uma praia de Gaza. A Força de defesa israelense até hoje nega a autoria deste ataque. Acredita-se quesãoresponsáveispormatarmais de 500 pessoasemmais de 350 ataquesseparatistasdesde 1993. Não tem histórico de usocontínuo de homensbomba, emborajátenhausado de talartifícioalgumasvezes. O grupoassumiuataquesusandomísseis de pequenoalcance e armas de fogo.
HEZBOLLAH  “O Hezbollah (Partido de Deus) foi criado com a união de grupos islâmicos xiitas depois que Israel invadiu o Líbano, em 1982. O grupo, que nasceu sob a influência ideológica do aiatolá iraniano Ruhollah Khomeini, começou com ações guerrilheiras, mas é apontado como terrorista por EUA e Israel. Com suposto financiamento da Síria e do Irã, o grupo radical é acusado de estar por trás da morte de mais de 300 americanos - na maior parte deles, fuzileiros navais. Com o fim da Guerra do Líbano, o Hezbollah permaneceu como uma milícia armada no Sul do país. A organização é reconhecida nos mundos árabe e muçulmano como um movimento legítimo de resistência. Desde 1992, o Hezbollah também é um partido político. Nas eleições de 2005, a coligação do grupo com o partido Amal obteve 23 cadeiras no Parlamento. Apesar da participação parlamentar, o grupo continua tendo uma milícia. O braço armado do Hezbollah é a Al-Muqawamaal-Islamiyya (Resistência Islâmica). O grupo libanês é possivelmente o patrocinador de um grande número de organizações extremistas menores. O Hezbollah faz propaganda ideológica e de suas atividades através da TV Al-Manar”. (O Globo Online, 15/08/2006)
HEZBOLLAH Hezbollah emergiuinicialmentecomomilíciaemresposta a invasãoisraelense no Líbano, tambémconhecidacomoOperaçãopela Paz naGaliléia, em 1982, durante a guerra civil libanesa. Aocontrário do Hamas, estemovimento tem comoescopo a destruição do Estado de Israel a qualquercusto. O movimentomantemsuporte contínuo a parte da população Libanesa, com maior força após a guerra do Líbano, em 2006. Em maio deste ano, a organização invadiu o Líbano, destruindo e humilhando os seguidores do lider Sunita Saad Hariri, além de fechar a tv do país. Recebe apoio financeiro do Iran, Síria, além do práprio país Líbano.
HEZBOLLAH Seus objetivos principais, datados de fevereiro de 1985: Expulsar americanos, franceses e seus aliados do território libanês, colocando um fim ao colonialismo mascarado da região. Submeter a falange a um poder justo e trazer a todos justiça pelos crimes perpetrados contra muçulmanos e cristãos. Permitir aos filhos da nação ter poder de escolha de seu futuro, de acordo com o governo a ser instalado pelo Hezbollah. Acreditam que somente um governo Islâmico poderia permitir tal liberdade, sem interferência de qualquer ato imperialista.  Utilização de qualquer meio para se chegar ao objetivo pré-estabelecido, o verdadeiro jihad.
HEZBOLLAH Muitoemboratenhamcomo base o território do Líbano, o problema com a comunidadejudaica se deupelainvasão de Israel aoLíbano. Destavisão, se posicionam contra especialmenteosSionistas, a quemdesejam a destruição total. No entanto, não se consideram anti-semitas. Mesmo assim, possuem ações anti-semitas, como a acusação de que eles seriam os “espalhadores” da AIDS e que conspirariam uma dominação mundial. Em 18 de agosto deste ano, foram acusados de ataques às tropas americanas no Iraque, além de estarem “armando” a população iraquiana.
FATAH Conhecido como "Movimento de Libertação Nacional da Palestina”, é uma organização política e militar de caráter moderada, fundada em 1964 por Yasser Arafat e Khalil al-Wazir (Abu Jihad), quando da criação da OLP, que reconhece o direito de existência do Estado de Israel e, com isso, possui aceitação internacional. Tem a pretensão de expulsar Israel dos territórios palestinos ocupados através de luta armada (mas não do Estado de Israel).  Atualmente se encontra no poder com o presidente palestino MahmoudAbbas. Possui ramo dissidente chamado Fatahal-Islam. Possui histórico de lutas com o Hamas, por terem seus líderes assinado tratados com Israel. Hoje, porém, vive tal conflito apenas como uma briga por poder.
GAZA E CISJORDÂNIA
CONFLITOS A criação do Estado de Israel representou o ponto alto do movimentosionista e, desdeentão, a história de Israel tem girado em torno de conflitos com palestinos e nações árabes vizinhas, como o Egito, a Jordânia, a Síria e o Líbano. O país ocupou a península do Sinai, a Cisjordânia, a faixa de Gaza, as Colinas de Golã, o sul do Líbano. Após acordo com Egito, os israelenses retiraram-se do Sinai em 1982. Disputas territoriais com a Jordânia foram resolvidas em 1994. Seis anos depois, Israel retirou-se unilateralmente do sul do Líbano. Tratado de Oslo (1993): início ao processo de paz com os palestinos, com a administração da faixa de Gaza e a Cisjordânia nas mãos da ANP (Autoridade Nacional Palestina). Apesar da devolução, um acordo de "status final" não foi feito, já que ainda estão pendentes o status de Jerusalém, refugiados palestinos e dos assentamentos judeus.
CONFLITOS REFUGIADOS PALESTINOS FONTE: http://www.professorpaulinho.com.br/Atualidades/Arquivos/a_questao_07.jpg
CONFLITOS Em 2005, Israel retirou suas tropas e colonos judeus (sob protestos) da faixa de Gaza.  Com a eleição do Hamas em janeiro de 2006 para liderar o Conselho Legislativo Palestino, congelou as relações entre Israel e a Autoridade Nacional Palestina.
FAIXA DE GAZA Território situado no Oriente Médio, limitado a norte e a leste por Israel, e a sul pelo Egito, foi ocupado por Israel após a “Guerra dos 6 dias”. É neste território que se formam o Hamas e a Jihad islâmica. Não é reconhecida internacionalmente como pertencente a um país soberano, já que seu espaço aéreo e seu acesso marítimo são controlados pelo estado de Israel (que ocupou militarmente o território entre Junho de 1967 e Agosto de 2005). Sua jurisdição, entretanto, faz parte da Autoridade Nacional Palestina, e espera se tornar um estado da Palestina. Uma das regiões mais densamente povoadas do planeta (1,4 mi), possui hoje mais de 60% de sua população em caráter refugiado. A maioria é muçulmana-sunita.
CISJORDÂNIA População composta por maioria árabes palestina (muçulmano-sunitas) e colonos judeus de Jerusalém Oriental. Também chamada de Margem Ocidental, é território disputado pela Palestina e pela Jordânia sob ocupação de Israel. Com a Guerra dos Seis Dias, que resultou na ocupação militar de Israel da Cisjordânia, ocorreu um êxodo de árabes para a Jordânia. Possui resistência lingüística, com o árabe sendo mais falado que o hebraico. Reúne em seu território locais que são sagrados para o judaísmo, o islã e o cristianismo.
DADOS CONTEMPORÂNEOS
DISTRIBUIÇÃO ATAQUES MENSAIS
NÚMERO DE ATAQUES (MÍSSEIS)
Nº DE MORTOS E FERIDOS
DISTRIBUIÇÃO DIÁRIA DE MÍSSEIS  * Ano de 2006, Hamas, 29 de maio a 7 de junho.
CONSTATAÇÕES
CONSTATAÇÕES Os sionistas, hoje, se encontram espalhados pelo mundo, mas concentrados especialmente em dois países ricos: Israel e Estados Unidos. Possuem cargos de liderança nos governos e em grandes corporações. O atual líder israelense, Shimon Perez, foi premiado pelo Nobel da Paz pelos avanços do acordo de paz em conjunto com o então líder palestino Yasser Arafat, numa esperança de fim dos conflitos com sua liderança. Em 2005, entretanto, rompeu com seu partido de origem para criar a Kadima, partido moderado, com o então primeiro ministro de Israel, Ariel Sharon. Sharon é conhecido como um dos maiores líderes sionistas israelenses. Não há previsão de quando se terá um real acorde de paz entre palestinos e israelenses.
“A paz é muito mais profunda do que a ausência da guerra...a pior paz é melhor que a melhor guerra...o silêncio da paz é mais ensurdecedor que o barulho de qualquer guerra”
OCUPATION 101 (2006)
FONTES http://www.cosmo.com.br/redacao_web/oriente/fixas/origem.shtm http://www.tendarabe.hpg.ig.com.br/paises_arabes/palestina.htm http://br.geocities.com/paz_israel/icones/isra1947.gif http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://bp2.blogger.com/_p5rXuIsn3zs/SAh6moUCc8I/AAAAAAAAANM/Sl_2LYCse7o/s400/Espans%C3%A3o%2Bdo%2Bestado%2Bde%2Bisrael%2B1946%2Ba%2B2006.jpg&imgrefurl=http://www.malveiro.blogspot.com/&h=266&w=400&sz=27&hl=pt-BR&start=90&um=1&usg=__mOC7lyLRV3p7XvRoDZDQeaFIVgg=&tbnid=YqYIO6RcnHhTuM:&tbnh=82&tbnw=124&prev=/images%3Fq%3Dmapas%2Bgeopol%25C3%25ADticos%2Bconflito%2Bisrael%2Bpalestina%26start%3D72%26ndsp%3D18%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN http://br.geocities.com/paz_israel/icones/isra1947.gif HAMAS - The Islamic Resistance Movement IDF Spokesman - January 1993
FONTES http://img100.imageshack.us/img100/6761/palastinianlandloss8tz.gif http://www.passeiweb.com/saiba_mais/voce_sabia/conflito_israel_x_palestina http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL52813-5602,00.html http://www.insrolux.org/textos2006/orientemediocoggiola_arquivos/image013.gif http://www.mundovestibular.com.br/content_images/1/historia/ind_latina/Guerra6.jpg http://sol.sapo.pt/blogs/apbte/default.aspx?p=3 http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2007/06/13/296152722.asp “Os judeus, o dinheiro e o mundo”, de Jaques Attali. Editora Futura, 4ª ed., 2002.

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  • 2. INTRODUÇÃO O Estado de Israel se encontra em um território que já foi conquistado inúmeras vezes. Assírios, babilônios, persas, gregos, romanos, árabes muçulmanos e turcos otomanos já foram povos instalados sobre sua terra santa. Para os judeus, a terra é santa porque lhes foi prometida por Deus; para os cristãos, porque Jesus, sendo judeu, nasceu e viveu lá; para os muçulmanos, porque Jerusalém é o local da subida do profeta Maomé aos Céus. Desde sua criação, o Estado de Israel esteve envolvido em guerras e conflitos com seus vizinhos árabes. Este trabalho visa explicar a origem e o histórico do conflito árabe-israelense, desde seus primórdios até as últimas tentativas de paz, ocorridas este ano, de forma a elucidar o conflito e questionar suas razões.
  • 3. A ORIGEM DO CONFLITO
  • 4. A ORIGEM DO CONFLITO A origem do conflito entre árabes e judeus é histórica. Advém do Corão, livro sagrado dos muçulmanos, onde o povo de Israel é definido minoritário e não confiável, e assim precisa ser mantido sob pleno domínio. A disputa pela terra iniciou na Antigüidade, com a presença judaica na Palestina em 2000 a.c., no retorno a “Terra Prometida”. Em 635, durante a expansão islâmica, a região da Palestina foi ocupada pelos árabes. No início da Idade Média, a Palestina pertencia ao Império Romano. Só no século VII houve a conquista muçulmana, que durante séculos teve controle oscilando entre diferentes grupos até a incorporação da região pelo Império Otomano.
  • 5.
  • 6. A ORIGEM DO CONFLITO No século XIX, a maioria dos judeus era comerciante e vivia no Leste Europeu, sobrevivendo do empréstimo de dinheiro a juros. Com advento da burguesia e a Revolução Industrial, foram culpados pelo desemprego gerado e por estarem na classe dominante. Com as perseguições e massacres, se refugiaram em guetos e, por conseguinte, emigraram para a Europa Ocidental. Tal situação mobilizou a criação do chamado Movimento Sionista, (em referência à Colina de Sion, em Jerusalém) pelo jornalista Theodor Herzl, em 1896. Tinha como objetivo estabelecer um lar judeu na Palestina. A colonização do país foi iniciada e, em 1897, foi fundada a Organização Sionista Mundial.
  • 7. A ORIGEM DO CONFLITO No pós primeira grande guerra, os países europeus passaram a dominar a terra, uma vez ser fonte de petróleo e representar uma posição estratégica. A Inglaterra, responsável pela Palestina, havia acordado um ano antes em apoiar a fundação de uma pátria nacional judaica na Palestina. Ao mesmo tempo, haviam prometido aos árabes a independência em troca de apoio para ajudar a expulsar os turcos da região. Acreditando em tais promessas, milhares de judeus foram para a Palestina, compraram terras e se estabeleceram em núcleos cada vez maiores. Se iniciam os primeiros choques entre os povos, com alegações árabes que os judeus estariam conquistando a maior parte das terras para cultivo.
  • 8. A ORIGEM DO CONFLITO Para defesa de suas terras, a comunidade judaica cria um exército clandestino (Haganah), como fim de defesa de suas terras. Tal ação refletia o aumento de conflitos gerados pelo aumento da comunidade no território. Durante a 2ª Guerra Mundial, a emigração judaica aumentou consideravelmente em função da Alemanha nazista. Tal “invasão” tornou o número de conflitos altíssimo, fazendo com que britânicos se posicionassem como aliados, e árabes, como eixo a ser combatido. Em 1936, os judeus constituíam 34% da população na Palestina. Tal número motivou a primeira revolta árabe, destruindo bases inglesas e assassinando judeus. A resposta inglesa destruiu a rebelião, armando a comunidade judaica para defesa de suas terras. Após o apoio, a Inglaterra inicia estratégia de contenção frente a emigração judaica, iniciando um conflito entre judeus e ingleses.
  • 9. A ORIGEM DO CONFLITO Embora em conflito com a Inglaterra, o holocausto levou a comunidade judaica a contar com o apoio internacional, principalmente americano, pressionando a Inglaterra a liberar a “fuga” judaica para a Palestina. Em 1948, a ONU passa a administrar a região, sob comando do presidente americano Truman, dividindo a Palestina em duas partes. Os palestinos (1.300.00 habitantes) ficaram com 11.500 km2. Já os judeus, em menor número (700.000), ficaram com um território maior (14.500 km2). A forma ocidental, totalmente contrária a árabe, de produção fez das terras judaicas produtivas, aumentando as diferenças econômicas entre os povos. Neste ano o líder sionista David Bem Gurion proclamou a criação do Estado de Israel, provocando ataques palestinos, que alegavam ser aquela área livre.
  • 10.
  • 11. A ORIGEM DO CONFLITO Desde então, o Oriente Médio se tornou palco de conflitos entre israelenses e palestinos. O motivo da guerra está muito além das diferenças religiosas ou direitos milenares, passa pelo controle de fronteiras, de terras e pelo domínio de regiões petrolíferas.
  • 12.
  • 13. AS RAZÕES ISRAELENSES A Terra foi prometida por Deus aos judeus, de forma que, na Bíblia, inúmeras passagens citam Israel e Jerusalém como sagrados ao povo judeu. Desde o exílio judaico pelos romanos, Israel nunca foi um estado, mas colônia de diversos impérios, nunca retomando sua soberania. Alegam os judeus terem restabelecido isso. O estado de Israel foi criado pela ONU em 1947 como democrático, moderno e soberano. Todo território foi comprado ou conquistado pelos judeus em guerras de defesa, após o país ter sido atacado por árabes, estes que controlam 99.9% do território no Oriente Médio. Israel representa apenas um décimo de 1 % da região. A história demonstrou que a segurança do povo judeu apenas pode ser garantida através da existência de um estado judeu forte e soberano.
  • 14. AS RAZÕES PALESTINAS Os árabes muçulmanos viveram no local por muitos anos. O povo palestino tem o direito à independência nacional e à soberania sobre a terra onde viveram. Jerusalém é a terceira cidade sagrada na religião muçulmana, local de elevação do profeta Maomé aos Céus. O Oriente Médio é dominado por árabes. Outras religiões ou nacionalidades não pertencem à região. Todos os territórios árabes que foram colonizados tornaram-se estados completamente independentes, exceto a Palestina. Os palestinos tornaram-se refugiados. Outros países árabes nunca os aceitaram completamente e eles vivem freqüentemente em campos para refugiados tomados pela pobreza.
  • 16. O SIONISMO Sião/Sion/Zion é o nome de um monte nos arredores de Jerusalém que deu orígem ao chamado Sionismo. Sionismo é um movimento político que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado Judaico, por isso sendo também chamado de nacionalismo judaico . Originário da segunda metade do século XIX, tem como pilar judeus estabelecidos na Europa central e do leste, que lutaram contra o anti-semitismo presente em tais regiões. Tem como base o livro “Der Judenstaat”, de 1896, escrito por Theodor Herzl, lider do movimento, que pregava que o anti-semitismo só se resolveria quando os judeus dispersos pelo mundo pudessem se reunir e se estabalecer num Estado nacional independente.
  • 17. O SIONISMO O Sionismo foi estabelecido formalmente em 1897, sendo formado por uma variedade de opiniões sobre em que terra a nação judaica deveria ser fundada. Inicialmente foi cogitado o estabelecimento do Estado de Israel nas mais diversas partes do Globo, se estendendo desde o Chipre, até a Argentina. Com a chamada diáspora (dispersão) judaica, se vindicou o estabelecimento da pátria judaica na Paslestina. Para muitos (e até mesmo sionistas atuais), tal argumento não é verdadeiro. Alegam que não coincide com os registros históricos, já que muito antes das deportações romanas parte do povo judeu já havia se helenizado e ou migrado espontaneamente ou nem retornado para a Palestina depois do cativeiro da Babilônia durante a diáspora.
  • 18. O SIONISMO A idéia do retorno ao lugar de origem teve força graças ao apelo religioso baseado na redenção do povo de Israel na “terra prometida”. Embora certas correntes afirmem ser sentimentalismo religioso, seus adeptos cresceram muito a partir de 1917, com o enfoque no estabelecimento de um estado Palestino na localização do antigo Reino de Israel. Mesmo com o movimento sionista moderno consolidado durante o século XIX, este enfrentou a região da Palestina cultural e etnicamente arabizada. Assim, para estabelecer um estado judeu, os sionistas teriam que alterar sua cultura para mudar o equilíbrio étnico e demográfico da região, sem basear em religião ou culturas próprias, estranhas aos habitantes do lugar.
  • 19. O SIONISMO Tal ideal nunca encontrou oposição de organismos internacionais, como a Liga das Nações ou a ONU, que aprovaram os princípios básicos do sionismo, os extendendo a qualquer povo da terra. Tal visão aumentou após o genocídio nazista em 1944, ao final da Segunda Guerra Mundial. Porém, a realidade sionista na palestina era conflituosa e violenta. Visto isso, em 1975, a Assembléia Geral das Nações Unidas aprovou a resolução nº 3379 que contém uma sonora censura : “O sionismo é uma forma de racismo e discriminação racial’’, idéia que sobreviveu até 1991, com o fim da guerra fria, e criação da Resolução 4686 da Assembléia Geral. Para os defensores do Sionismo, não se trata de racismo, muito menos doutrinário, unificado e coeso apenas, mas possuidor de vertentes divergentes. Para outros, palestinos e judeus não são racialmente distintos, não aplicando o termo discriminação pois não se funda na raça.
  • 20. O SIONISMO Grupos Extremistas sionistas: Likud, o partido segregacionista do Primeiro Ministro Ariel Sharon: JewishDefenseLeague. Significado do Símbolo: A estrela é a representação judaica de seu poder, e suas listras representam o talit, pano usado durante as rezas judaicas, que representam os rios Eufrates e Nilo, ambos presentes em territórios reclamados pelos sionistas. A estrela representa que o Estado de Israel se destina antes de tudo à população judaica, de forma a serem os judeus o único grupo étnico-religioso do país cujos indivíduos têm o direito automático à cidadania independentemente de onde nasçam no mundo. Desta forma, para os sionistas, o termo judeu designa RAÇA. Adotaram a bandeira no primeiro Congresso Sionistas, em Bruxela (1897), sendo aceita por comunidades judaicas no mundo todo, como o emblema do sionismo. Em 28 de outubro de 1948, a bandeira sionista se tornou oficial pelo Estado israelense.
  • 23. HAMAS O Hamas (Harakat al-Muqawamah al-Islamiyyah ou Movimento de Resistência Islâmica) é um partido político-religioso sunita-palestino. Sua origem se deu quando da luta pela formação do Estado Palestino, além da desocupação israelense durante a guerra dos 6 dias, em 1967 na cidade de Gaza. O movimento luta contra Israel violentamente, visando à libertação da Palestina e a formação de um estado independente palestino que vá dese o rio Jordão até o mar Possui constituição própria datada de 1988, preconizando o estabelecimento de um estado muçulmano na Palestina sem, com isso, destruir Israel. Para o movimento, apenas deve haver um fim na ocupação israelense na Palestina.
  • 24. HAMAS A organização é conhecida como terrorista pelo Conselho da União Européia. Seus ataques violentos não distinguem exércitos e civís. Para o povo palestino, presta assistência social, principalmente na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Em 25 de janeiro de 2006, derrotou outra célula de guerrilha, o Fatah, em eleições para o parlamento palestino, sem a necessidade de coligações partidárias, liderando dois governos na palestina de modo consecutivo, com interesses divergentes do Fatah, buscando reconhecimento internacional como representante legítimo do povo palestino, mesmo sem reconhecer o Estado Israelense.
  • 25. HAMAS Este grupo Islâmico conservador se tornou conhecido em 1987, quando atuou na Faixa de Gaza e Cisjordânia pela libertação, tornando questionável a atuação da “Organização para a Libertação da Palestina” (OLP). Com isso, recebeu apoio inicial dos próprios israelenses, enfraquecendo a OLP, mostrando que existiam verdadeiros movimentos representativos melhores que a OLP, na época já presidida por Yasser Arafat, sediada em Túnis. Desde 1993, o Hamas matou centenas de israelenses em diversas ações terroristas. Porém foi graças ao movimento que foram inaugurados jardins-de-infância, escolas e pontos de distribuição de sopas nos territórios de conflito.
  • 26. HAMAS Hoje, é o maior e mais influente movimento de resistência palestino, tendo mais de 1000 membros ativos, além de milhares de simpatizantes ao movimento. Manteve, durante o período de março 2005 - junho 2006 um “cessar fogo”, finalizado após um israelense matar diversos civis em uma praia de Gaza. A Força de defesa israelense até hoje nega a autoria deste ataque. Acredita-se quesãoresponsáveispormatarmais de 500 pessoasemmais de 350 ataquesseparatistasdesde 1993. Não tem histórico de usocontínuo de homensbomba, emborajátenhausado de talartifícioalgumasvezes. O grupoassumiuataquesusandomísseis de pequenoalcance e armas de fogo.
  • 27. HEZBOLLAH “O Hezbollah (Partido de Deus) foi criado com a união de grupos islâmicos xiitas depois que Israel invadiu o Líbano, em 1982. O grupo, que nasceu sob a influência ideológica do aiatolá iraniano Ruhollah Khomeini, começou com ações guerrilheiras, mas é apontado como terrorista por EUA e Israel. Com suposto financiamento da Síria e do Irã, o grupo radical é acusado de estar por trás da morte de mais de 300 americanos - na maior parte deles, fuzileiros navais. Com o fim da Guerra do Líbano, o Hezbollah permaneceu como uma milícia armada no Sul do país. A organização é reconhecida nos mundos árabe e muçulmano como um movimento legítimo de resistência. Desde 1992, o Hezbollah também é um partido político. Nas eleições de 2005, a coligação do grupo com o partido Amal obteve 23 cadeiras no Parlamento. Apesar da participação parlamentar, o grupo continua tendo uma milícia. O braço armado do Hezbollah é a Al-Muqawamaal-Islamiyya (Resistência Islâmica). O grupo libanês é possivelmente o patrocinador de um grande número de organizações extremistas menores. O Hezbollah faz propaganda ideológica e de suas atividades através da TV Al-Manar”. (O Globo Online, 15/08/2006)
  • 28. HEZBOLLAH Hezbollah emergiuinicialmentecomomilíciaemresposta a invasãoisraelense no Líbano, tambémconhecidacomoOperaçãopela Paz naGaliléia, em 1982, durante a guerra civil libanesa. Aocontrário do Hamas, estemovimento tem comoescopo a destruição do Estado de Israel a qualquercusto. O movimentomantemsuporte contínuo a parte da população Libanesa, com maior força após a guerra do Líbano, em 2006. Em maio deste ano, a organização invadiu o Líbano, destruindo e humilhando os seguidores do lider Sunita Saad Hariri, além de fechar a tv do país. Recebe apoio financeiro do Iran, Síria, além do práprio país Líbano.
  • 29. HEZBOLLAH Seus objetivos principais, datados de fevereiro de 1985: Expulsar americanos, franceses e seus aliados do território libanês, colocando um fim ao colonialismo mascarado da região. Submeter a falange a um poder justo e trazer a todos justiça pelos crimes perpetrados contra muçulmanos e cristãos. Permitir aos filhos da nação ter poder de escolha de seu futuro, de acordo com o governo a ser instalado pelo Hezbollah. Acreditam que somente um governo Islâmico poderia permitir tal liberdade, sem interferência de qualquer ato imperialista. Utilização de qualquer meio para se chegar ao objetivo pré-estabelecido, o verdadeiro jihad.
  • 30. HEZBOLLAH Muitoemboratenhamcomo base o território do Líbano, o problema com a comunidadejudaica se deupelainvasão de Israel aoLíbano. Destavisão, se posicionam contra especialmenteosSionistas, a quemdesejam a destruição total. No entanto, não se consideram anti-semitas. Mesmo assim, possuem ações anti-semitas, como a acusação de que eles seriam os “espalhadores” da AIDS e que conspirariam uma dominação mundial. Em 18 de agosto deste ano, foram acusados de ataques às tropas americanas no Iraque, além de estarem “armando” a população iraquiana.
  • 31. FATAH Conhecido como "Movimento de Libertação Nacional da Palestina”, é uma organização política e militar de caráter moderada, fundada em 1964 por Yasser Arafat e Khalil al-Wazir (Abu Jihad), quando da criação da OLP, que reconhece o direito de existência do Estado de Israel e, com isso, possui aceitação internacional. Tem a pretensão de expulsar Israel dos territórios palestinos ocupados através de luta armada (mas não do Estado de Israel). Atualmente se encontra no poder com o presidente palestino MahmoudAbbas. Possui ramo dissidente chamado Fatahal-Islam. Possui histórico de lutas com o Hamas, por terem seus líderes assinado tratados com Israel. Hoje, porém, vive tal conflito apenas como uma briga por poder.
  • 33. CONFLITOS A criação do Estado de Israel representou o ponto alto do movimentosionista e, desdeentão, a história de Israel tem girado em torno de conflitos com palestinos e nações árabes vizinhas, como o Egito, a Jordânia, a Síria e o Líbano. O país ocupou a península do Sinai, a Cisjordânia, a faixa de Gaza, as Colinas de Golã, o sul do Líbano. Após acordo com Egito, os israelenses retiraram-se do Sinai em 1982. Disputas territoriais com a Jordânia foram resolvidas em 1994. Seis anos depois, Israel retirou-se unilateralmente do sul do Líbano. Tratado de Oslo (1993): início ao processo de paz com os palestinos, com a administração da faixa de Gaza e a Cisjordânia nas mãos da ANP (Autoridade Nacional Palestina). Apesar da devolução, um acordo de "status final" não foi feito, já que ainda estão pendentes o status de Jerusalém, refugiados palestinos e dos assentamentos judeus.
  • 34. CONFLITOS REFUGIADOS PALESTINOS FONTE: http://www.professorpaulinho.com.br/Atualidades/Arquivos/a_questao_07.jpg
  • 35. CONFLITOS Em 2005, Israel retirou suas tropas e colonos judeus (sob protestos) da faixa de Gaza. Com a eleição do Hamas em janeiro de 2006 para liderar o Conselho Legislativo Palestino, congelou as relações entre Israel e a Autoridade Nacional Palestina.
  • 36.
  • 37. FAIXA DE GAZA Território situado no Oriente Médio, limitado a norte e a leste por Israel, e a sul pelo Egito, foi ocupado por Israel após a “Guerra dos 6 dias”. É neste território que se formam o Hamas e a Jihad islâmica. Não é reconhecida internacionalmente como pertencente a um país soberano, já que seu espaço aéreo e seu acesso marítimo são controlados pelo estado de Israel (que ocupou militarmente o território entre Junho de 1967 e Agosto de 2005). Sua jurisdição, entretanto, faz parte da Autoridade Nacional Palestina, e espera se tornar um estado da Palestina. Uma das regiões mais densamente povoadas do planeta (1,4 mi), possui hoje mais de 60% de sua população em caráter refugiado. A maioria é muçulmana-sunita.
  • 38. CISJORDÂNIA População composta por maioria árabes palestina (muçulmano-sunitas) e colonos judeus de Jerusalém Oriental. Também chamada de Margem Ocidental, é território disputado pela Palestina e pela Jordânia sob ocupação de Israel. Com a Guerra dos Seis Dias, que resultou na ocupação militar de Israel da Cisjordânia, ocorreu um êxodo de árabes para a Jordânia. Possui resistência lingüística, com o árabe sendo mais falado que o hebraico. Reúne em seu território locais que são sagrados para o judaísmo, o islã e o cristianismo.
  • 39.
  • 40.
  • 43. NÚMERO DE ATAQUES (MÍSSEIS)
  • 44. Nº DE MORTOS E FERIDOS
  • 45. DISTRIBUIÇÃO DIÁRIA DE MÍSSEIS * Ano de 2006, Hamas, 29 de maio a 7 de junho.
  • 46.
  • 48. CONSTATAÇÕES Os sionistas, hoje, se encontram espalhados pelo mundo, mas concentrados especialmente em dois países ricos: Israel e Estados Unidos. Possuem cargos de liderança nos governos e em grandes corporações. O atual líder israelense, Shimon Perez, foi premiado pelo Nobel da Paz pelos avanços do acordo de paz em conjunto com o então líder palestino Yasser Arafat, numa esperança de fim dos conflitos com sua liderança. Em 2005, entretanto, rompeu com seu partido de origem para criar a Kadima, partido moderado, com o então primeiro ministro de Israel, Ariel Sharon. Sharon é conhecido como um dos maiores líderes sionistas israelenses. Não há previsão de quando se terá um real acorde de paz entre palestinos e israelenses.
  • 49. “A paz é muito mais profunda do que a ausência da guerra...a pior paz é melhor que a melhor guerra...o silêncio da paz é mais ensurdecedor que o barulho de qualquer guerra”
  • 51. FONTES http://www.cosmo.com.br/redacao_web/oriente/fixas/origem.shtm http://www.tendarabe.hpg.ig.com.br/paises_arabes/palestina.htm http://br.geocities.com/paz_israel/icones/isra1947.gif http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://bp2.blogger.com/_p5rXuIsn3zs/SAh6moUCc8I/AAAAAAAAANM/Sl_2LYCse7o/s400/Espans%C3%A3o%2Bdo%2Bestado%2Bde%2Bisrael%2B1946%2Ba%2B2006.jpg&imgrefurl=http://www.malveiro.blogspot.com/&h=266&w=400&sz=27&hl=pt-BR&start=90&um=1&usg=__mOC7lyLRV3p7XvRoDZDQeaFIVgg=&tbnid=YqYIO6RcnHhTuM:&tbnh=82&tbnw=124&prev=/images%3Fq%3Dmapas%2Bgeopol%25C3%25ADticos%2Bconflito%2Bisrael%2Bpalestina%26start%3D72%26ndsp%3D18%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN http://br.geocities.com/paz_israel/icones/isra1947.gif HAMAS - The Islamic Resistance Movement IDF Spokesman - January 1993
  • 52. FONTES http://img100.imageshack.us/img100/6761/palastinianlandloss8tz.gif http://www.passeiweb.com/saiba_mais/voce_sabia/conflito_israel_x_palestina http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL52813-5602,00.html http://www.insrolux.org/textos2006/orientemediocoggiola_arquivos/image013.gif http://www.mundovestibular.com.br/content_images/1/historia/ind_latina/Guerra6.jpg http://sol.sapo.pt/blogs/apbte/default.aspx?p=3 http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2007/06/13/296152722.asp “Os judeus, o dinheiro e o mundo”, de Jaques Attali. Editora Futura, 4ª ed., 2002.