Conflito Entre Israel e a Palestina

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Esta apresentação explica de forma clara e objetiva como o conflito entre Israel e a Palestina se iniciou e os processos dessa guerra mortal.

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Conflito Entre Israel e a Palestina

  1. 1. Estado de Israel • É uma república parlamentar localizada no Oriente Médio, ao longo da costa oriental do Mar Mediterrâneo. • Israel é definido como um "Estado Judeu e Democrático" em suas Leis Básicas e é o único Estado de maioria judia do mundo. • A Terra de Israel é sagrada para o povo judeu desde os tempos bíblicos. De acordo com a Torá, a Terra de Israel foi prometida aos três patriarcas do povo judeu, por Deus, como a sua pátria. Wikipédia.org Presidente: Shimon Peres
  2. 2. • A partir do século X a.C. uma série de reinos e estados judaicos estabeleceram um controle intermitente sobre a região que durou cerca de 150 anos, para o Reino de Israel, até a sua conquista pelos assírios, em 721 a.C., e quatro séculos para o Reino de Judá, até a sua conquista por Nabucodonosor em 586 a.C. e destruição do Templo de Salomão pelos babilónios. • Em 140 a.C. a revolta dos Macabeus levou ao estabelecimento do Reino Hasmoneu de Israel, cuja existência enquanto reino independente durou 77 anos, até a conquista de Jerusalém por Pompeu em 63 a.C, altura em que se tornou um reino tributário do Império Romano. Wikipédia.org
  3. 3. Wikipédia.org
  4. 4. • Em 1777, os judeus europeus começaram a voltar à região, juntando-se à pequena comunidade sefardita local. • Despreparados para a rudeza da região, sem conseguir arranjar emprego e impedidos de possuir terras, os judeus europeus viviam na miséria, sobrevivendo, mais uma vez, do halukka (Doações Organizadas). • Pelo final da Segunda Guerra Mundial, os judeus representavam 33% da população da Palestina, quando eram 11% em 1922. Wikipédia.org
  5. 5. • A recém-criada ONU recomendou a aplicação do Plano de partição da Palestina, aprovado pela Assembleia Geral das Nações Unidas através da Resolução 181, de 29 de novembro de 1947, propondo a divisão do país em dois Estados, um árabe e um judeu. • Segundo esta proposta, a cidade de Jerusalém teria um estatuto de cidade internacional -um corpus separatum- administrada pelas Nações Unidas para evitar um possível conflito sobre o seu estatuto. Wikipédia.org
  6. 6. • Nesta divisão a ONU concedia ao terço populacional judeu 56% do território, deixando aos dois terços árabes 44% da terra. • A divisão demográfica dos dois putativos países significava que no estado árabe deveriam viver 818.000 palestinos, hospedando 10.000 judeus. No estado judeu, viveriam 438.000 palestinos entre 499.000 judeus. O novo Estado judaico detinha a grande maioria das terras férteis e das 1.200 aldeias palestinas, aproximadamente 400 estavam incluídas em seu interior. Wikipédia.org
  7. 7. • A Agência Judaica aceitou o plano, embora nunca tivesse afirmado que limitaria o futuro Estado judaico à área proposta pela Resolução 181. • Em 30 de novembro de 1947 a Alta Comissão Árabe rejeitou o plano, na esperança de que o assunto fosse revisto e uma proposta alternativa apresentada. Nesta altura, a Liga Árabe não considerava ainda uma intervenção armada na Palestina, a qual se opunha a Alta Comissão Árabe. No dia seguinte à rejeição do plano, o conflito armado estendeu-se a toda a Palestina. Wikipédia.org
  8. 8. • Em 14 de maio de 1948, um dia antes do fim do Mandato Britânico, a Agência Judaica proclamou a independência, nomeando o país de Israel. No dia seguinte, cinco países da Liga Árabe, Egito, Síria, Jordânia, Líbano e Iraque, apoiados pela Arábia Saudita e pelo Iêmen, invadiram o território do antigo Mandato Britânico da Palestina, iniciando a Guerra árabe-israelense de 1948. • Marrocos, Sudão, Iêmen e Arábia Saudita também enviaram tropas para ajudar os invasores. Após um ano de combates, um cessar-fogo foi declarado e uma fronteira temporária, conhecida como Linha Verde, foi estabelecida. Os territórios anexados da Jordânia tornaram-se conhecidos como Cisjordânia e Jerusalém Oriental, o Egito assumiu o controle da Faixa de Gaza. Wikipédia.org
  9. 9. Muro que separa Israel da Cisjordânia Palestina
  10. 10. • Ao longo dos anos os países árabes recusaram-se a manter relações diplomáticas com Israel não reconhecendo a existência do Estado judeu e, além disso, árabes nacionalistas liderados por Nasser lutaram pela destruição do Estado judeu. • Em 1967, o Egito, a Síria e a Jordânia mandaram suas tropas até as fronteiras israelenses, expulsando as forças de paz da ONU e bloqueando o acesso de Israel ao Mar Vermelho. Wikipédia.org
  11. 11. Wikipédia.org
  12. 12. •É a denominação histórica dada pelo Império Romano a partir de um nome hebraico bíblico, a uma região do Oriente Médio situada entre a costa oriental do Mediterrâneo e as atuais fronteiras ocidentais do Iraque e Arábia Saudita, hoje compondo os territórios da Jordânia e Israel, além do sul do Líbano e os territórios de Gaza e Cisjordânia. •“Palestina” nunca foi o nome de uma nação ou estado. Wikipédia.org
  13. 13. • É um território palestino composto por uma estreita faixa de terra localizada na costa oriental do Mar Mediterrâneo, no Oriente Médio. O território tem 41 quilômetros de comprimento e apenas de 6 a 12 quilômetros de largura, com uma área total de 365 quilômetros quadrados. • A população da Faixa de Gaza é de cerca de 1,7 milhões pessoas. • A infraestrutura é precária, e quase nada foi refeito após os bombardeios israelenses de 2008-2009. Wikipédia.org
  14. 14. Wikipédia.org
  15. 15. • A tradução do Acrônimo quer dizer: “Movimento de Resistência Islâmica”. • É uma organização palestina, de orientação sunita (maior ramo do Islã, ao qual no ano de 2006 pertenciam 84%), que inclui uma entidade filantrópica, um partido político e um braço armado, as Brigadas Izz ad-Din al-Qassam. • É o mais importante movimento fundamentalista islâmico da Palestina. Wikipédia.org
  16. 16. • Em janeiro de 2006 o Hamas venceu as eleições parlamentares na Palestina, ganhando 76 dos 132 assentos no Parlamento Palestino, enquanto o Fatah (Movimento de Libertação Nacional da Palestina) conseguiu 43. • Após a vitória eleitoral do Hamas, conflitos violentos e não violentos ocorreram entre o Hamas e o Fatah. 12 palestinos morreram e mais de 100 ficaram feridos. • Depois da Batalha de Gaza, em junho de 2007, o Hamas perdeu suas posições na Autoridade Palestina na Cisjordânia, sendo substituído por integrantes do Fatah e independentes. O Hamas, por sua vez, expulsou o Fatah e manteve o controle de Gaza. Wikipédia.org
  17. 17. • O Hamas é considerado como organização terrorista pelo Canadá, União Europeia, Israel, Japão e Estados Unidos. • A Austrália e o Reino Unido consideram como organização terrorista somente o braço militar da organização -as Brigadas Izz ad-Din al-Qassam. • Outros países, como a África do Sul, a Rússia, a Noruega e o Brasil não consideram o Hamas como organização terrorista. Wikipédia.org
  18. 18. • Na Jordânia, o Hamas tinha uma presença forte até o final da década de 1990, o que causava atritos entre o governo jordaniano e Israel. O rei Abdullah fechou a sede do Hamas na Jordânia e expulsou seus líderes. • Em maio de 2011, o líder do Hamas Ismail Haniya condenou a operação norte-americana que matou Osama bin Laden, responsável pelos Ataques de 11 de setembro de 2001, denominando bin-Laden de "guerreiro sagrado", e a operação como um "assassinato". Wikipédia.org
  19. 19. Wikipédia.org
  20. 20. • Três jovens judeus foram sequestrados no dia 12/06/2014, na Cisjordânia, pelo HAMAS. Tudo indica que foram mortos a tiros, mas os corpos estavam carbonizados. Os dois primeiros tinham 16 anos, e o outro, 19.
  21. 21. • Em fevereiro deste ano, a Anistia Internacional divulgou um relatório de 87 páginas intitulado "Gatilho fácil: recurso desproporcional à força de Israel na Cisjordânia". • Nele, a organização humanitária denuncia que documentou o assassinato de pelo menos 22 civis palestinos na Cisjordânia em 2013. • A maioria deles tinha menos de 25 anos e quatro, ao menos, eram crianças.
  22. 22. • Já segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), pelo menos 45 palestinos morreram na Cisjordânia nas mãos das forças de segurança israelenses desde 2011. • Em todas essas circunstâncias, os órgãos atestam que as vítimas não apresentaram risco direto ao Exército de Israel. • Para a Anistia, os israelenses cometem constantes abusos dos direitos com uma utilização "desnecessária, arbitrária e brutal" da força nos territórios ocupados da Palestina e fazem-no com "quase total impunidade".
  23. 23. • O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, ordenou nesta quinta-feira (17/07/2014) uma incursão militar por terra no território palestino controlado pelo grupo islâmico Hamas, a Faixa de Gaza. • Segundo o comunicado oficial do governo, a operação começa na noite desta quinta-feira (horário local) e tem como objetivo eliminar "túneis utilizados para atividades terroristas em Israel.“
  24. 24. • A ofensiva vai incluir operações de infantaria, de artilharia e de inteligência, apoiadas pela Força Aérea e pela Marinha, acrescentou o exército. • "A decisão foi aprovada pelo gabinete de segurança devido à recusa do Hamas em aceitar o plano egípcio de um cessar-fogo e à manutenção dos disparos de foguetes contra Israel", informou o comunicado do governo israelense, que autorizou o exército a convocar mais 18 mil reservistas.
  25. 25. • O porta-voz do Hamas classificou a invasão por terra de "tola" e disse que a operação terá "consequências horríveis". • Enquanto isso, as forças de Israel bombardeavam a Faixa de Gaza com grande intensidade pelo ar e pelo mar. Também foram feitos disparos com tanques posicionados na fronteira.
  26. 26. 14.jul.2014 - A palestina Shayma Al-Masri, descansa ao lado de sua boneca em hospital de Gaza. Shayma foi ferida durante um ataque aéreo que matou sua mãe e seus dois irmãos.
  27. 27. Parentes de quatro rapazes mortos em bombardeio naval israelense são vistas durante funeral na cidade de Mahmud Hams/AFP.
  28. 28. • 03 Crianças Palestinas Mortas • Cerca de 77% dos mortos são mulheres, idosos e crianças. • Os hospitais de Gaza estão lotados, com feridos chegando o tempo todo. • Em 11 dias de guerra, Israel disparou contra mais de dois mil alvos. • O Hamas e a Jihad Islâmica lançaram mais de 1,5 mil foguetes. • Ao todo, 260 palestinos morreram e, agora, com a morte do soldado, na operação de quinta-feira, são 03 mortes em Israel.
  29. 29. • O país afirma categoricamente que o Hamas é o responsável pelo sequestro e assassinato dos três adolescentes israelenses em 12 de junho. • O Hamas não só atira foguetes de Gaza para o lado israelense, como também aumentou seu arsenal, que agora pode atingir o centro de Israel como nunca antes. Israel considera que não pode ficar parado em relação à situação.
  30. 30. • Israel alega que o Hamas esconde militantes e armas em locais residenciais em Gaza, por isso é necessário atacá- los, mesmo que isso signifique que civis estejam entre as vítimas. • Para Israel, o Hamas é um grupo terrorista que não reconhece a existência do Estado de Israel e não aceita se desarmar.
  31. 31. •Um adolescente palestino foi sequestrado e morto em Jerusalém. A autópsia indicou que ele foi queimado vivo. Israel prendeu seis judeus extremistas pelo assassinato do garoto palestino, e três dos detidos confessaram o crime. •A maioria dos palestinos considera o controle israelense sobre a Faixa de Gaza abusivo e a situação humanitária insustentável. Os moradores dependem de Israel para ter eletricidade, água, meios de comunicação e até moeda.
  32. 32. •Nos confrontos entre Israel e o Hamas, a força de ação do exército israelense é desproporcionalmente maior. Em todos os confrontos até agora, o número de mortes do lado palestino foi muito maior. •Israel deteve centenas de militantes do Hamas em sua grande busca na Cisjordânia pelos três israelenses sumidos no mês passado.
  33. 33. •Um acordo de paz permanente entre Israel e Palestina depende da desmilitarização do grupo radical islamita Hamas, avalia o embaixador de Israel no Brasil, Rafael Eldad. •Para o embaixador israelense, a Palestina tem "de romper com o Hamas não por Israel, mas por eles mesmos. Porque esse terrorismo é como um câncer, como um veneno que entra na sociedade palestina".
  34. 34. O conflito entre Israel e a Palestina envolve a disputa de dois povos à soberania e posse da terra ocupada por Israel e pelos territórios palestinos. O impasse vem de séculos atrás, mas intensificou-se no século 19, quando judeus sionistas expressaram o desejo de criar um Estado moderno em sua terra ancestral e começaram a criar assentamentos na região, na época controlada pelo Império Otomano. Tanto israelenses quanto palestinos reivindicam sua parte da terra com base na história, na religião e na cultura. Aos espectadores, é difícil compreender a importância desta terra, que para eles é fundamental. Não nos cabe julgar quem está certo ou quem está errado, só o que devemos fazer é lutar pela paz. Como pode ser observado, quem mais sofre com a guerra são os civis. Que a racionalidade volte e que eles resolvam esse impasse de uma vez por todas.
  35. 35.  É graduado em Gestão de Recursos Humanos e possui um MBA em Gestão de Negócios Empresariais.  Escreve num Blog, que leva o seu nome, onde posta textos sobre diversos assuntos. O blog já conta com mais de 400 textos publicados. Siga o Autor no Facebook: https://www.facebook.com/has002 Conheça o blog do autor: http://has02.blogspot.com Contato: henriqueabrantes02@gmail.com

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