O slideshow foi denunciado.
Utilizamos seu perfil e dados de atividades no LinkedIn para personalizar e exibir anúncios mais relevantes. Altere suas preferências de anúncios quando desejar.
PPRA                                      NR 09        PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS                         ...
Índice:     Nº                              Descrição                                Página(s)     01   Identificação da E...
1) Identificação da EmpresaRazão Social: (nome da empresa)                       Nome Fantasia: Hospital (nome)Endereço: R...
Período de Elaboração e Avaliação: 01/08/20xxReavaliação: Agosto de 20xx5) OBJETIVOS                                      ...
O objetivo deste trabalho é garantir a salubridade nos locais de trabalho, preservar a saúde e a integridade física dos tr...
10) POSSÍVEIS DANOS À SAÚDEDescrição dos possíveis danos à saúde relacionados aos riscos ambientais identificados na etapa...
10.2 CalorExistem no organismo humano um certo termo-regulador, localizado no hipotálamo, sensível às variações da tempera...
Finalmente todos os fenômenos indesejados citados nesta seção podem ser potencializados pelas praticas administrativas err...
Início de queda de                                                          cabelo, perda de                              ...
No caso de solda elétrica, a radiação é especialmente intensa, quando se utiliza eletrodos não revestidos, que requerem us...
O motivo é que, como se trata de área hospitalar, estamos sujeitos a contatos com pérfuro-cortantes, sangue e secreções, o...
existindo, geralmente, profilaxia e tratamento eficaz;d) Grupo 4: os que causam doenças graves ao homem e que constituem u...
c) uma única espécie aparece na lista, por exemplo: Rochalimaea quintana indica especificamente que este agente é patógeno...
(i) Não há provas conclusivas de infecciones humanas causadas pelos agentes responsáveis pelas TSE nos animais. Entretanto...
Borrelia burgdorferi                                                           2Borrelia duttonii                         ...
Coxiella burnetii                                                            3Dermatophilus congolensis                   ...
Mycobacterium xenopi                                                                  2Mycoplasma caviae                  ...
Salmonella typhimurium                                                  2Salmonella paratyphi                             ...
Vírus Lucke (vírus de rãs)                                                  2            OAdenoviridae                    ...
Vírus Maguari                                                 2Vírus Sororoca                                             ...
Vírus Mirim                                                                            2Vírus Moju                        ...
Vírus Dobrava (Belgrado)                                                      3Vírus Hantaan (Febre hemorrágica da Coréia)...
Vírus da Doença de Newcastle (amostras não-asiáticas)              2Vírus da Parainfluenza tipos 1 a 4                    ...
Vírus da Hepatite A (enterovirus humano tipo 72)                              2       VVírus ECHO                         ...
Vírus Linfotrópicos das células T humana (HTLV-1 e HTLV-2)                     3            (*)Vírus Símio Mason-Pfizer   ...
Vírus Mucambo                                                                   2         (*)Vírus Onyongnyong            ...
Diphyllobothrium latum                                           2Dracunculus medinensis                                  ...
Opisthorchis felineus                                                        2Opisthorchis spp                            ...
Aspergillus caesiellus                                                                 2      EAspergillus candidus       ...
Emmonsia parva var. parva                                                  2Epidermophyton floccosum                      ...
Phoma hibernica                                                        2     EPhyllosticta ovalis                         ...
13) MAPA DE RISCO BIOLÓGICOElaboração:Dr. Fernando (Médico Infectologista)                                Setor           ...
Theodoro                                              Posto de Enfermagem               Medicação              Expurgo    ...
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Ppraimc modificado
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Ppraimc modificado

49.547 visualizações

Publicada em

  • Seja o primeiro a comentar

Ppraimc modificado

  1. 1. PPRA NR 09 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS LEI Nº 6514 DE 22/12/77 PORTARIA Nº 3214 DE 08/06/78 ANO BASE AGOSTO DE 2011/2012 NOME DA EMPRESA SESMT(SERVIÇO ESPECIALIZADO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO) Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 1 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  2. 2. Índice: Nº Descrição Página(s) 01 Identificação da Empresa 02 Identificação e Responsáveis Técnicos pela elaboração do PPRA 03 Responsáveis pela implantação do PPRA 04 Período e Data de Elaboração 05 Objetivos 06 Metodologia 07 Etapa de Antecipação 08 Descrição do Ambiente de Trabalho 09 Descrição das Atividades da Empresa 10 Possíveis Danos à Saúde 10.1) Ruído 10.2) Calor 10.3) Radiação Ionizante 10.4) Radiação Não Ionizante 10.5) Umidade 11 Instrução Normativa 001/2009 12 Mapa de Risco Biológico ANEXO I (Classificação dos agentes biológicos em grupos) 13 ANEXO II (Relação de classificação dos Agentes Biológicos) 14 Função e atividade 15 Planilha de Avaliação e Planilha de cronograma (Anexo) 16 Considerações Finais Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 2 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  3. 3. 1) Identificação da EmpresaRazão Social: (nome da empresa) Nome Fantasia: Hospital (nome)Endereço: Rua (Nome) Bairro: CentroCidade: xxxxxxx/SP CEP: 00.000-000CNPJ: 40.000.000/0001-00 Fone: (19) xxxx-xxxxCNAE: 86.10-1 Grau de Risco: 03Total Geral de Colaboradores: 523 Ramo de Atividade: AtendimentoSendo: 344 Ativos e 15 afastados INSS hospitalar2) Identificação e Responsáveis Técnicos pela Elaboração do PPRALuiz Otávio Ochiuze Bandeira – Engenheiro de Segurança do Trabalho - CREA nº 601681850/2008Paulo Sergio Benatti – Técnico de Segurança do TrabalhoRegistro nº 51/08804-8 SSMT-MT/DF3) Responsáveis pela Implantação do PPRA: SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho) Dr. Murillo Antônio Moraes de Almeida (Provedor)4) Período e Data da Elaboração Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 3 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  4. 4. Período de Elaboração e Avaliação: 01/08/20xxReavaliação: Agosto de 20xx5) OBJETIVOS Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 4 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  5. 5. O objetivo deste trabalho é garantir a salubridade nos locais de trabalho, preservar a saúde e a integridade física dos trabalhadores, prevenindo os riscosocupacionais capazes de provocar doenças e/ou acidentes de trabalho, controlar os riscos ambientais capazes de causar danos à saúde do trabalhador eassegurar padrões adequados de saúde e bem estar no ambiente de trabalho, bem como cumprimento a Portaria nº 25 de 29 de dezembro de 1994,apresentando a própria política de segurança, higiene e medicina do trabalho .O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA , foi elaborado pelo Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho - SESMT, daprópria Instituição.É responsabilidade do EMPREGADOR estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento deste programa, como atividade permanente da empresa.É responsabilidade dos TRABALHADORES, colaborar e participar na implantação e execução deste programa, bem como seguir as orientações recebidas.Os trabalhadores interessados podem apresentar propostas e receber informações sobre este programa, sendo que o empregador estará sempreinformando sobre os riscos ambientais aos mesmos.É política assumida pela direção da empresa, dar garantias para que o trabalhador interrompa suas atividades a fim de serem tomadas as providênciascabíveis no caso de ocorrência de situação de risco grave e iminente, conforme Lei n. 6.514, de 22 de Dezembro de 1977, Art. 157.6) METODOLOGIAO SESMT empregou técnicas e métodos de avaliação recomendados pelo Ministério do Trabalho e Emprego na Lei n. 6.514/77, regulamentada pelaPortaria n. 3.214/78.7) ETAPA DE ANTECIPAÇÃOEsta etapa de antecipação envolve análise, quando da modificação no lay-out, nos métodos ou processos de trabalho e medidas de segurança de nívelorganizacional, identificando os possíveis riscos que poderão ocorrer nessas modificações, bem como estabelecendo projetos com medidas de proteção,evitando possíveis doenças ocupacionais e/ou acidentes do trabalho, zelando pela integridade física e mental do trabalhador.8) DESCRIÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHOEstrutura em concreto armado com fechamento lateral em alvenaria; Piso em concreto armado com revestimento em Paviflex; Teto com estrutura de ferroe telhas de fibrocimento; Forro de madeira revestido com massa corrida; Iluminação artificial por meio de lâmpadas fluorescentes, ventilação naturalatravés de janelas e portas.9) DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DA EMPRESAA Instituição presta serviço de Atendimento Ambulatorial, Internação Clínica e Cirúrgica, Pronto Socorro, Pacientes particulares, Convênios e SUS, onde ocliente é atendido na recepção e encaminhado até o atendimento primário, havendo necessidade de realização de exames, cirurgias ou internação omesmo é encaminhado ao setor específico de acordo com sua necessidade. Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 5 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  6. 6. 10) POSSÍVEIS DANOS À SAÚDEDescrição dos possíveis danos à saúde relacionados aos riscos ambientais identificados na etapa de reconhecimento dos riscos, disponíveis na literaturatécnica.10.1 RuídoOs efeitos do ruído vão desde uma ou mais alterações passageiras até graves defeitos irreversíveis.Um dos efeitos mais facilmente demonstráveis é a interferência com a comunicação oral, que ocorre, principalmente, nas bandas de oitava, representadaspelas freqüências de 500, 1000 e 2000 Hz. Quando o som tem níveis semelhantes aos da voz humana e é emitido nas faixas de freqüências da voz, causaum “ mascaramento”, que pode atrapalhar a execução de trabalhos que dependem da comunicação oral, dificultar a audição da voz de comando ou deaviso, o que pode ser considerado um fator que aumenta a probabilidade de acidentes.Em relação aos efeitos sobre o sistema auditivo, estes podem ser de três tipos:a) Mudança temporária do limiar da audição, também conhecida como surdez temporária, que ocorre após a exposição do indivíduo a barulho intenso, mesmo por um curto período de tempo. Isto pode ser observado na prática, quando, após termos estado em local barulhento por algum tempo, notamos uma certa dificuldade de audição, ou precisamos falar mais forte para sermos ouvidos. A condição de perda permanece temporariamente, sendo que a audição normal retorna após algum tempo.b) Surdez permanente, que se origina da exposição repetida, durante longos períodos, barulhos de intensidade excessiva. Esta perda é irreversível e esta associada à destruição dos elementos sensoriais da audição. Deve-se atentar para o fato de que no começo do processo, as pessoas não percebem a alteração, porque esta não atinge, imediatamente, as freqüências utilizadas na comunicação verbal. Entretanto, com o passar do tempo, as perdas progridem, envolvendo as freqüências críticas para a comunicação oral ( 500 a 2000 cps ). Também é importante salientar que é muito mais nocivo o barulho cuja composição inclui sons de freqüências altas ( 3000 a 6000 Hz ), em maior intensidade. Tudo isso indica que não se deveria permitir que trabalhadores ficassem expostos a níveis considerados perigosos, porque a perda é irremediável, considerando o atual estagio de conhecimentos médicos.C) Trauma acústico, que é a perda auditiva repentina após a exposição à barulho intenso, causado por explosões ou impactos sonoros semelhantes. Conforme o tipo e extensão da lesão, pode haver somente uma perda temporária, mas que também pode ser permanente. Eventualmente, o trauma acústico poderia ter tratamento médico especializado, para resolver, pelo menos parcialmente o problema. Além dos problemas auditivos, existem outros efeitos possíveis, que tem potencialidade para provocar alterações em quase todos os aparelhos ou órgão que constituem o nosso organismo. É comum observar-se um trabalho repentino produzir um susto, que mostra um exemplo da vasta incidência dos efeitos do barulho: os vasos sangüíneos contraem-se, a pressão sangüínea eleva-se, as pupilas dilatam-se e os músculos tornam-se tensos. Estes efeitos “extra-auditivos” podem provocar alterações sobre o sistema cardiovascular, alterações endócrinas, desordem físicas e dificuldade mentais e emocionais, entre as quais, irritabilidade, fadiga e maus ajustamentos (incluindo a possibilidade de conflitos entre os trabalhadores expostos ao ruído).( Bibliografia- Riscos Físicos – FUNDACENTRO –MTE ) Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 6 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  7. 7. 10.2 CalorExistem no organismo humano um certo termo-regulador, localizado no hipotálamo, sensível às variações da temperatura do ambiente. Este centro éresponsável por uma série de alterações fisiológicas cuja finalidade é manter a temperatura do corpo constante. Quando o organismo fica sujeito a umasobrecarga térmica, várias reações de adaptação podem então ser verificadas.Uma destas é a vasodilatação periférica que tem a finalidade de aumentar a circulação sanguínea na superfície do corpo, através da qual se faz as trocasde calor com ambiente, pelos mecanismos já mencionados.Assim, graças a um aumento na vazão de sangue, maior quantidade de calor do núcleo do corpo é conduzido para a superfície, onde será dissipado, oque, por outro lado imporá um adicional no trabalho do sistema cárdio-circulatório.Outra circulação reação termo reguladora importante, é o acréscimo que se verifica na atividade das glândulas sudoríparas. O aumento da quantidade desuor produzido leva a uma perda maior de calor pelo mecanismo de evaporação descrito anteriormente.Conforme as condições ambientais, com temperatura e umidade do ar, ventilação, existência de calor radiante, e também o tipo de trabalho executado,pode o organismo sofrer alterações mais ou menos sérias.Mesmo que não se manifestem estados patológicos de imediato nos trabalhadores, estando estes submetidos continuamente a uma sobrecarga térmicaexcessiva, a longo prazo poderão vir a sofrer danos na saúde. Existem diversos acontecimentos de saúde em consequência do trabalho em altastemperaturas, sendo alguns mais graves e outros menos graves. Também algumas doenças que se encontram em estado latente podem piorar napresença do calor, doenças estas que constituem contra-indicação para o trabalho nesses ambientes. Em resumo, as doenças ocasionadas pelo calor e quepodem acometer até indivíduos são:Hipertermia ou Internação: é o quadro mais grave, e muitas vezes leva à morte. Ocorre pelo desencadeamento de um mecanismo de feedbackpositivo, em que o organismo lança mão de todos os mecanismos para perder calor e ocorre justamente o contrário: ganho de calor, estando a perda decalor por evaporação insuficiente para compensar o ganho, a temperatura interna sobe, até perder-se o controle de termorregulação. Geralmente ainternação ocorre com trabalhador não aclimatizado, com o obeso, com o que faz uso de bebidas alcoólicas antes do trabalho, com o que retornou dealguma doença ou de afastamento prolongado, ou quando se usa roupa de trabalho que impede a evaporação do suor.Cabe destacar ainda que uma outra causa importante de hipertermia ou internação é a existência de postos de trabalhos excessivamente quentes,associados às condições climáticas desfavoráveis (clima quente, pouca ventilação e alta umidade do ar ).Tontura e desfalecimento devido a deficiência de sódio: ocorre principalmente em indivíduos não aclimatizados, que perdem grande quantidade de sódiono suor. Costuma ser acompanhado de câimbras. Tontura e desfalecimento devido a deficiência relativa de volume líquido circulante: agrande sudorese associada a uma reposição hídrica insuficiente ocasiona este tipo de ocorrência entre trabalhadores de baixa capacidade aeróbica.Tontura e desfalecimento devido a evaporação inadequada do suor: pode ocorrer entre indivíduos que estejam vestindo roupas impermeáveis ao suor queestejam trabalhando em ambientes muito úmidos e sem ventilação.Desidratação: a desidratação aguda ocorre quando da ingestão de água é insuficiente para compensar as perdas pela urina, pelo ar aspirado e pelo suor.É provável que também ocorra uma “desidratação crônica”, principalmente entre os menos capazes para este tipo de serviço, o que explicariaanormalmente envelhecida, comumente observada entre estes trabalhadores.Distúrbios psíquicos: Indivíduos em estado de limítrofe de saúde mental podem Ter crises neuróticas e mesmo psicóticas.Comprometimento da produtividade e do trabalho intelectual: O trabalho intelectual fica claramente comprometido em ambientes quentes e úmidos. Aolado disso, ocorre o comprometimento da produtividade, independente de qual seja o tipo de trabalho. Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 7 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  8. 8. Finalmente todos os fenômenos indesejados citados nesta seção podem ser potencializados pelas praticas administrativas erradas:- Colocar trabalhadores em ambientes quentes sem uma seleção prévia;- Não respeitar carga de trabalho físico;- Não haver tempo de trabalho e de repouso bem definidos;- Carga de calor radiante excessivamente alta;- Ambiente de trabalho pouco ventilado;- Não permitir a aclimação dos trabalhadores.( Bibliografia- Curso de Engenharia do Trabalho- Volume 2 – Funda centro )10.3 Radiação IonizanteEfeitos Somáticos: são as alterações que ocorrem no organismo, atingindo e gerando doenças e danos, que se manifestam apenas no indivíduo irradiado,não transmitindo a seus descendentes. Os efeitos somáticos podem ser divididos em agudos e crônicos.Efeitos Crônicos: são efeitos causados a indivíduos submetidos a baixa doses de radiação por longo período de exposição. Como exemplos de efeitoscrônicos podemos citar: catarata, anemia, leucemia, câncer de tiróide ou de pele, etc.Efeitos Agudos: são ocasionados por exposição a grandes doses de radiação em curto espaço de tempo. Tempo decorrido 600rem ( D.L. 50 rem 200rem ( D.L. 15% ) 400rem ( D.L. 50% ) Após a 100% ) radiação Dor de cabeça, Náuseas e vômitos Náuseas e vômitos 1 Náuseas e vômitos 1 Semana náuseas e após 1 a 2 horas a 2 horas após 1 a 2 horas vômitos Não há sintomas Não há sintomas Não há sintomas 2 Semana - especiais especiais especiais Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 8 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  9. 9. Início de queda de cabelo, perda de Diarréia, náuseas Queda de cabelo apetite fadiga e e vômitos, 3 Semana - Perda de apetite, apatia. inflamação da fadiga e apatia Febre, séria boca e garganta. inflamação da boca e garganta. Infecção na garganta, Fraqueza geral, Fraqueza geral. sangramento e Febre, fraqueza, Sangramento, lenta 4 Semana - diarréia, morte em morte em aprox. recuperação ou morte aprox. 50% dos 100% dos casos. em aprox. 15% dos casos. casos.D.L. Dose Letal ( % de mortes ocorridas, obtidas estatisticamente )Efeitos Genéticos: são mutações ocorridas nos cromossomos ou genes das células germinativas, que podem causar alterações nas gerações futuras (descendentes ) do indivíduo exposto. A probabilidade de ocorrências de defeitos de nascença em descendente de indivíduos irradiados é função da dose deradiação acumulada nas gônadas masculina e feminina, pois é neste órgão onde estão localizadas as células germinativas. Como exemplos de efeitosgenéticos podemos citar: aniridia ( ausência de Íris do olho ), surdomudez e certos tipos de cataratas.(Bibliografia- Livro- Curso de Supervisores de Segurança no Trabalho- Volume 1 Funda centro)10.4 Radiação não ionizanteNa sua forma mais simples, a radiação eletromagnética é um campo vibratório movimentando-se através do espaço associado a um campo magnéticovibratório que tem as características do movimento ondulatório.O espectro eletromagnético estende-se, parte não ionizante, numa ampla faixa de cumprimentos de ondas que vai desde 100 Km até 10 nm.As radiações não ionizantes apresentam interesse do ponto de vista ambiental, porque os seus efeitos sobre a saúde das pessoas são potencialmenteimportantes, sendo que as exposições sem controle podem levar à sérias lesões ou doenças.Por outro lado, há uma proliferação de equipamentos, inclusive de uso doméstico, que emitem radiações, tais como, fornos de microondas, radares parabarcos ( inclusive de recreação ), lasers, inspeção para controle de qualidade, lâmpadas ultravioleta para eliminar germes, soldas elétricas, etc.Outra característica de interesse é que a radiação pode se transmitir através do vácuo, sem necessidade da existência do ar ou outros meios materiais.Por exemplo, toda radiação solar que atinge a Terra, que pode ser infravermelha, visível, ultravioleta, etc, é transmitida através do vácuo interplanetário.A radiação com comprimento de onda inferior a 200 nm é fortemente absorvida pelo ar, e conseqüentemente as faixas UV que se aproximam da radiaçãoionizante apresentam riscos desprezíveis, com exceção de lasers que operam nesta faixa.Para radiação de mais de 200nm, nas faixas eritemáticas e germicida, deve-se usar barreiras que podem ser construídas de materiais simples com chapasmetálicas, cortinas opacas, etc, ou materiais transparentes ou semitransparentes à luz, que eliminam frações importantes da radiação.Para aqueles diretamente expostos é indispensável o uso de protetores oculares e faciais, e conforme as condições, também é necessário proteger asmãos, braços, tórax, etc, com mais materiais que refletem ou absorvem o UV, para evitar doenças de pele. Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 9 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  10. 10. No caso de solda elétrica, a radiação é especialmente intensa, quando se utiliza eletrodos não revestidos, que requerem uso de gases inertes ( ex. soldaMIG ). Também devem ser levados em consideração os seguintes fatores:Quanto maior é a amperagem da solda, maior é a produção do UV. Em relação a esse ponto, recomenda-se lentes filtrantes adequadas para cadaintensidade de amperagem utilizada no trabalho, em óculos ou vidro das máscaras. ( Bibliografia- Riscos Físicos- Funda centro – MTE)10.5 Umidade ( Texto legal )As atividades ou operação executadas em locais alagados ou encharcados com umidade excessiva, capazes de produzir danos à saúde dos trabalhadores,serão consideradas insalubres em decorrência de laudo de inspeção realizado no local de trabalho.( Bibliografia – Portaria 3.214/78 )11) INSTRUÇÃO NORMATIVA 001/2009,Que regulamenta o Uso de Adornos, Manuseio de Lentes de Contato, Calçado Aberto e Cigarro, nos Postos de Trabalho.A Irmandade de Misericórdia de Campinas, através dos seus Departamentos de Segurança do Trabalho e SCIH (Serviço de Controle de InfecçãoHospitalar), informa a todos os funcionários da Instituição, que a partir da data de 14/12/2009, passa a vigorar a seguinte Instrução Normativa, com basena NR 32 (Norma Regulamentadora), Portaria 3214 de 08 de Junho de 1978, item 32.2.4.5, que diz:O EMPREGADOR DEVE VEDAR NOS POSTOS DE TRABALHO:a) O Uso de Adornos.Não será permitido o uso de adornos nas Áreas Assistenciais, ou seja, áreas que tenham alguma forma de contato com os pacientes ou materiaisutilizados pelos mesmos.Definem-se como adornos: a) Anéis, pulseiras e relógios, que dificultam a higienização das mãos e ante-braços, por acumular bactérias e microorganismos. Para o Setor de Enfermagem, que possui necessidade de relógio na monitoração de pacientes, deverá ser utilizado relógio de parede ou portar o mesmo no bolso do jaleco. b) Correntes, cordões de crachá e brincos, utilizados no pescoço e orelha, serão permitidos desde que sejam discretos e curtos, já que existem pacientes que em estado de desorientação podem puxar tais objetos, gerando riscos de acidente.b) O Uso de Calçado Aberto.O uso de calçado aberto será vedado para todos os setores do hospital, prevalecendo apenas à utilização de calçados fechados. Entende-se por calçadofechado aquele que é fechado no calcanhar, dedos e peito do pé.Setores de Enfermagem deverão utilizar também calçados que sejam impermeáveis, pois evitam que sangue e secreção atinjam a pele. Tênis de pano eespuma também não são adequados. Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 10 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  11. 11. O motivo é que, como se trata de área hospitalar, estamos sujeitos a contatos com pérfuro-cortantes, sangue e secreções, onde o calçado fechadoameniza o risco de acidentes com esse tipo de material.c) O Ato de Fumar.Não é permitido fumar em área hospitalar (interna e externa), conforme comunicado interno circulado no dia 31 de Julho de 2009.INTERNA – Dentro dos Postos de Trabalho.EXTERNA – Área Limite do Hospital (Do portão da Rua Júlio de Mesquita para dentro, da Calçada da Rua Padre Vieira para dentro e da Portaria da RuaBarreto Leme para dentro, inclusive o Estacionamento).d) O Manuseio de Lentes de Contato.É vedada a manipulação de lentes de contato dentro dos postos de trabalho de Enfermagem, evitando possíveis contaminações e infecções.IMPORTANTE:CADA COORDENAÇÃO DEVERÁ FISCALIZAR TAIS AÇÕES, PARA ADQUIRIRMOS UM RESULTADO EFETIVO. OS COLABORADORES QUE DESCUMPRIREM ANORMATIVA SERÃO ADVERTIDOS E PENALIZADOS POSTERIORMENTE.CONTAMOS COM VOSSA COLABORAÇÃO, JÁ QUE FISCALIZAÇÕES ESTÃO SENDO REALIZADAS PELA VIGILÂNCIA SANITÁRIA E MINISTÉRIO DOTRABALHO.12) AnexosANEXO IClassificação dos agentes biológicos em gruposa) Grupo 1: os que apresentam baixa probabilidade de causar doenças ao homem;b) Grupo 2: os que podem causar doenças ao homem e constituir perigo aos trabalhadores, sendo diminuta a probabilidade de se propagar na coletividadee para as quais existem, geralmente, meios eficazes de profilaxia ou tratamento;c) Grupo 3: os que podem causar doenças graves ao homem e constituir um sério perigo aos trabalhadores, com risco de se propagarem na coletividade e Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 11 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  12. 12. existindo, geralmente, profilaxia e tratamento eficaz;d) Grupo 4: os que causam doenças graves ao homem e que constituem um sério perigo aos trabalhadores, com elevadas possibilidades de propagaçãona coletividade e, para as quais, não existem geralmente meios eficazes de profilaxia ou de tratamento.32.2.2.1 A relação dos agentes biológicos classificados nos grupos 2, 3 e 4 encontra-se no anexo II desta NR.32.2.2.2 Cada agente biológico deve ser necessariamente incluído em um grupo.32.2.2.3 O agente biológico que não puder ser rigorosamente classificado num dos grupos definidos anteriormente deve ser enquadrado no grupo maiselevado no qual possa ser incluído.ANEXO IIRelação de classificação dos Agentes Biológicos1. Este anexo apresenta uma lista de agentes biológicos, classificados nos grupos 2, 3 e 4, de acordo com os critérios citado no item 32.2.2 desta NR. Paraalgumas informações adicionais, utilizamos seguintes os símbolos.A: possíveis efeitos alérgicosT: produção de toxinasV: vacina eficaz disponível(* ): normalmente, não infeccioso através do ar“spp”: outras espécies do gênero, além das explicitamente indicadas, podendo constituir um risco para a saúde.Na classificação por gênero e espécie podem ocorrer três situaçõesa) aparece na lista um gênero com mais de uma espécie junto com a referência geral “spp”. Neste caso estão indicadas as espécies prevalentesconhecidas como patogênicas para o homem, junto com a referência geral “spp” de que outras espécies também podem apresentar risco. Por exemplo:Campylobacter fetus, Campylobacter jejuni, Campylobacter spp.b) aparece na classificação somente o gênero, por exemplo: Prevotella spp indica que somente deverão ser consideradas as espécies patogênicas para ohomem e que as cepas e espécies não patogênicas estão excluídas. Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 12 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  13. 13. c) uma única espécie aparece na lista, por exemplo: Rochalimaea quintana indica especificamente que este agente é patógeno.2. Na classificação dos agentes considerou-se os possíveis efeitos para os trabalhadores sadios. Não foram considerados os efeitos particulares para ostrabalhadores cuja sensibilidade possa estar afetada, como nos casos de patologia prévia, medicação, transtornos imunológicos, gravidez ou lactação.3. Para a classificação correta dos agentes utilizando-se esta lista, deve-se considerar que:a) a não inclusão na lista de um determinado agente, não significa que o mesmo seja classificado no grupo 1. Se o agente biológico ao qual o trabalhadorestá exposto é conhecido, porém não se encontra na lista, deve-se estudar suas características, de acordo com o item 32.2.2 desta NR, e classificá-locomo grupo 1, apenas quando não tenha características infecciosas para o homem. Antes de definir que um agente pertence ao grupo 1 por não constarda lista, deve-se verificar se não consta um sinônimo do mesmo.b) os organismos geneticamente modificados não estão incluídos na lista.c) no caso dos agentes em que estão indicados apenas o gênero, deve-se considerar excluídas as espécies e cepas não patogênicas para o homem.d) todos os vírus isolados em seres humanos, porém não incluídos na lista, devem ser classificados como grupo 2, salvo quando exista recomendaçãocontrária.(a) Encefalite transmitida pelo carrapato.(b) O virus da hepatitis D precisa de outra infecção simultânea ou secundaria à provocada pelo virus da hepatitis B para exercer seu poder patógeno nostrabalhadores. A vacina contra o virus da hepatitis B protegerá, portanto, os trabalhadores não afetados pelo virus da hepatitis B, contra o virus dahepatitis D (Delta).(c) Somente ao que se refere aos tipos A e B.(d) Recomendado para os trabalhos que impliquem um contacto direto com estes agentes.(e) Pode-se identificar dois virus distintos sob este epígrafe: um gênero «buffalopox» virus e uma variante de "vaccinia" virus.(f) Variante de "cowpox".(g) Variante de "vaccinia".(h) Não existe atualmente nenhuma prova de doença humana provocada por outro retrovirus de origem símico. Como medida de prevenção, recomenda-se um nível 3 de contenção para os trabalho no qual possa ocorrer exposição a estes retrovirus. Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 13 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  14. 14. (i) Não há provas conclusivas de infecciones humanas causadas pelos agentes responsáveis pelas TSE nos animais. Entretanto, para o laboratório serecomendam medidas de contenção para os agentes classificados no grupo de risco 3(*) como medida de prevenção, exceto para o trabalho emlaboratório relacionado com o agente identificado da tembladera (scrapie) dos ovinos, para o qual é suficiente o nível 2 de contenção.Tradução do Guia Técnica para la evaluación y prevención de los riesgos relacionados com la Exposición a Agentes BiológicosDo Instituto Nacional de Seguridad e Higiene em el Trabajo - Ministério de Trabajo y Asuntos SocialesAGENTES BIOLÓGICOS Classificação Notas(Grupos)BactériasAcinetobacter baumannii (anteriormente Acinetobacter calcoaceticus) 2Actinobacillus spp 2Actinomadura madurae 2Actinomadura pelletieri 2Actinomyces gerencseriae 2Actinomyces israelii 2Actinomyces pyogenes (anteriormente Corynebacterium pyogenes) 2Actinomyces spp 2Aeromonas hydrophyla 2Amycolata autotrophica 2Archanobacterium haemolyticum (Corynebacterium haemolyticum) 2Bacillus anthracis 3Bacteroides fragilis 2Bartonella (Rochalimea) spp 2Bartonella bacilliformis 2Bartonella henselae 2Bartonella quintana 2Bartonella vinsonii 2Bordetella bronchiseptica 2Bordetella parapertussis 2Bordetella pertussis 2VBorrelia anserina 2 Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 14 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  15. 15. Borrelia burgdorferi 2Borrelia duttonii 2Borrelia persicus 2Borrelia recurrentis 2Borrelia spp 2Borrelia theileri 2Borrelia vincenti 2Brucella abortus 3Brucella canis 3Brucella melitensis 3Brucella suis 3Burkholderia mallei (Pseudomonas mallei) 3Burkholderia pseudomallei (Pseudomonas pseudomallei) 3Campylobacter coli 2Campylobacter fetus 2Campylobacter jejuni 2Campylobacter septicum 2Campylobacter spp 2Cardiobacterium hominis 2Chlamydia pneumoniae 2Chlamydia trachomatis 2Chlamydia psittaci (cepas aviárias) 3Clostridium botulinum 3 TClostridium chauvoei 2Clostridium haemolyticum 2Clostridium histolyticum 2Clostridium novyi 2Clostridium perfringens 2Clostridium septicum 2Clostridium spp 2Clostridium tetani 2 T, VCorynebacterium diphtheriae 2 T, VCorynebacterium equi 2Corynebacterium haemolyticum 2Corynebacterium minutissimum 2Corynebacterium pseudotuberculosis. 2Corynebacterium pyogenes 2Corynebacterium renale 2Corynebacterium spp 2 Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 15 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  16. 16. Coxiella burnetii 3Dermatophilus congolensis 2Edwardsiella tarda 2Ehrlichia sennetsu (Rickettsia sennetsu) 2Ehrlichia spp 2Eikenella corrodens 2Enterobacter aerogenes/cloacae 2Enterococcus spp 2Erysipelothrix rhusiopathiae 2Escherichia coli (todas as cepas enteropatogênicas, enterotoxigênicas 2Escherichia coli, cepas verocitotóxicas (por exemplo O157:H7 ou O103) 3 (*), TFrancisella tularensis (tipo A) 3Haemophilus ducreyi 2Haemophilus equigenitalis 3Haemophilus influenzae 2Helicobacter pylori 2Klebsiella oxytoca 2Klebsiella pneumoniae 2Klebsiella spp 2Legionella pneumophila 2Legionella spp 2Leptospira interrogans (todos os sorotipos) 2Listeria monocytogenes 2Listeria ivanovii 2Moraxella spp 2Mycobacterium asiaticum 2Mycobacterium avium/intracellulare 2Mycobacterium bovis (exceto a cepa BCG) 3 VMycobacterium chelonae 2Mycobacterium fortuitum 2Mycobacterium kansasii 2Mycobacterium leprae 2Mycobacterium malmoense 2Mycobacterium marinum 2Mycobacterium paratuberculosis 2Mycobacterium scrofulaceum 2Mycobacterium simiae 2Mycobacterium szulgai 2Mycobacterium tuberculosis 3 V Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 16 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  17. 17. Mycobacterium xenopi 2Mycoplasma caviae 2Mycoplasma hominis 2Mycoplasma pneumoniae 2Neisseria gonorrhoeae 2Neisseria meningitidis 2 VNocardia asteroides 2Nocardia brasiliensis 2Nocardia farcinica 2Nocardia nova 2Nocardia otitidiscaviarum 2Nocardia transvalensis 2Pasteurella multocida 2Pasteurella multocida tipo B (amostra buffalo e outras cepas virulentas) 3Pasteurella spp 2Peptostreptococcus anaerobius 2Plesiomonas shigelloides 2Porphyromonas spp 2Prevotella spp 2Proteus mirabilis 2Proteus penneri 2Proteus vulgaris 2Providencia alcalifaciens 2Providencia rettgeri 2Providencia spp 2Pseudomonas aeruginosa 2Rhodococcus equi 2Rickettsia akari 3 (*)Rickettsia australis 3Rickettsia canada 3 (*)Rickettsia conorii 3Rickettsia montana 3 (*)Rickettsia prowazekii 3Rickettsia rickettsii 3Rickettsia siberica 3Rickettsia tsutsugamushi 3Rickettsia typhi (Rickettsia mooseri) 3Salmonella arizonae 2Salmonella enteritidis 2 Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 17 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  18. 18. Salmonella typhimurium 2Salmonella paratyphi A, B, C 2VSalmonella typhi 2 (*), VSalmonella spp 2Serpulina spp 2Shigella boydii 2Shigella dysenteriae 2Shigella flexneri 2Shigella sonnei 2Staphylococcus aureus 2Streptobacillus moniliformis 2Streptococcus pneumoniae 2Streptococcus pyogenes 2Streptococcus suis 2Streptococcus spp 2Treponema carateum 2Treponema pallidum 2Treponema pertenue 2Treponema spp 2Vibrio cholerae (01 e 0139) 2Vibrio parahaemolyticus 2Vibrio vulnificus 2Vibrio spp 2Yersinia enterocolitica 2Yersinia pestis 3 VYersinia pseudotuberculosis 2Yersinia spp 2VírusHerpesvirus de cobaias 2 OShope fibroma virus 2 OVírus da Doença hemorrágica de coelhos 4Vírus da Enterite viral de patos, gansos e cisnes 4Vírus da Febre catarral maligna de bovinos e cervos 4Vírus da Hepatite viral do pato tipos 1, 2 e 3 4Vírus da Leucemia de Hamsters 2 OVírus da Leucose Bovina Enzoótica 2 OVírus da lumpy skin 4Vírus do Sarcoma Canino 2 OVírus do Tumor Mamário de camundongos 2 O Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 18 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  19. 19. Vírus Lucke (vírus de rãs) 2 OAdenoviridae 2Adenovirus 1 aviário - Vírus CELO 2 OAdenovirus 2 - Vírus Símio 40 (Ad2-SV40) 2 O+Adenovirus 7 - Vírus Símio 40 (Ad7-SV40) 2 OArenaviridae:* Complexos virais LCM-Lassa (arenavírus do Velho Continente)Vírus Lassa 4Vírus da coriomeningite linfocítica (cepas neurotrópicas) 3Vírus da coriomeningite linfocítica (outras cepas) 2* Complexos virais Tacaribe (arenavírus do Novo Mundo):Vírus Amapari 2Vírus Flechal 2Vírus Guanarito 4Vírus Junin 4Vírus Latino 2Vírus Machupo 4Vírus Paraná 2Vírus Pichinde 2Vírus Sabiá 4Astroviridae 2Birnavirus: incluindo Picobirnavirus, Picotrinavirus 2Bunyaviridae:Vírus Belém 2Vírus Mojuí dos Campos 2Vírus Pará 2Vírus Santarém 2Vírus Turlock 2* Grupo Anopheles AVírus Arumateua 2Vírus Caraipé 2Vírus Lukuni 2Vírus Tacaiuma 2Vírus Trombetas 2Vírus Tucurui 2* Grupo BunyamweraVírus Iaco 2Vírus Kairi 2Vírus Macauã 2 Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 19 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  20. 20. Vírus Maguari 2Vírus Sororoca 2Vírus Taiassuí 2Vírus Tucunduba 2Vírus Xingu 2* Grupo da encefalite da CalifórniaVírus Inkoo 2Vírus La Crosse 2Vírus Lumbo 2Vírus San Angelo 2Vírus Snow hare 2Vírus Tahyna 2* Grupo MelãoVírus Guaroa 2Vírus Jamestown Canyon 2Vírus Keystone 2Vírus Serra do Navio 2Vírus South River 2Vírus Trivittatus 2* Grupo CVírus Apeu 2Vírus Caraparu 2Vírus Itaqui 2Vírus Marituba 2Vírus Murutucu 2Vírus Nepuyo 2Vírus Oriboca 2* Grupo CapimVírus Acara 2Vírus Benevides 2Vírus Benfica 2Vírus Capim 2Vírus Guajará 2Vírus Moriche 2* Grupo GuamáVírus Ananindeua 2Vírus Bimiti 2Vírus Catú 2Vírus Guamá 2 Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 20 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  21. 21. Vírus Mirim 2Vírus Moju 2Vírus Timboteua 2* Grupo SimbuVírus Jatobal 2Vírus Oropouche 2Vírus Utinga 2Caliciviridae:Vírus da Hepatite E 2 (*)Vírus Norwalk 2Outros Caliciviridae 2Coronaviridae:Vírus humanos, gastroenterite de suínos, hepatite murina 2Filoviridae:Vírus Ebola 4Vírus de Marburg 4Flaviviridae:Vírus Bussuquara 2Vírus Cacipacoré 2Vírus da Dengue tipos 1-4 2Vírus da Encefalite B japonesa 3 VVírus da Encefalite da Austrália (Encefalite do Vale Murray) 3Vírus da Encefalite da primavera-verão russa 4 V, (a)Vírus da Encefalite de São Luís 2Vírus da Encefalite da Europa Central 4 (*), V, (a)Vírus da Febre amarela 3 VVírus da Febre hemorrágica de Omsk 4 (a)Vírus da Floresta de Kyasanur 4 V, (a)Vírus da Hepatite C 2 (*)Vírus do Nilo Ocidental 2Vírus Ilhéus 2Vírus Kunjin 2Vírus Powassan 3Vírus Rocio 3Vírus Sal Vieja 3Vírus San Perlita 3Vírus Spondweni 3Hantavirus:Vírus Andes 3 Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 21 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  22. 22. Vírus Dobrava (Belgrado) 3Vírus Hantaan (Febre hemorrágica da Coréia) 3Vírus Juquitiba 3Vírus Prospect Hill 2Vírus Puumala 2Vírus Seoul 3Vírus Sin Nombre 3Hepadnaviridae:Vírus da hepatite B 2 (*), VVírus da hepatite D (Delta) 2 (*), V, (b)Herpesviridae:Citomegalovirus 2Herpes simplex vírus tipos 1 e 2 2Herpesvirus de Ateles (Rhadinovirus) 3Herpesvirus de Saimiri (Rhadinovirus) 3Herpesvirus humano 7 (HHV7) 2Herpesvirus humano 8 (HHV8) 2Herpesvirus simiae (vírus B) 4Herpesvirus varicellazoster 2Vírus da Doença de Marek 2 OVírus Epstein-Barr 2 OVírus linfotrópico humano B (HBLV-HHV6) 2Nairovirus:Vírus da Febre hemorrágica da Criméia/Congo 4Vírus Hazara 2Oncornavirus: Vírus C e D 3Orthomyxoviridae:Vírus da Influenza tipos A, B e C 2 V (c)Ortomixovirus transmitidos por carrapatos: Vírus Dhori e Thogoto 2Papovaviridae:Polyoma virus 2 OShope papilloma virus 2 OVírus BK e JC 2Vírus do Papiloma bovino 2 OVírus do Papiloma humano 2Vírus Símio 40 (SV40) 2Paramyxoviridae:Pneumovirus 2Vírus da Cachumba 2 V Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 22 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  23. 23. Vírus da Doença de Newcastle (amostras não-asiáticas) 2Vírus da Parainfluenza tipos 1 a 4 2Vírus do Sarampo 2 VVírus Nipah 2Vírus Respiratório Sincicial 2Parvoviridae:Parvovirus humano (B 19) 2Phlebovirus:Uukuvirus 2Vírus Alenquer 2Vírus Ambé 2Vírus Anhangá 2Vírus Ariquemes 2Vírus Belterra 2Vírus Bujarú 2Vírus Candirú 2Vírus de Toscana 2Vírus Icoarací 2Vírus Itaituba 2Vírus Itaporanga 2Vírus Jacundá 2Vírus Joa 2Vírus Morumbi 2Vírus Munguba 2Vírus Nápoles 2Vírus Oriximina 2Vírus Pacuí 2Vírus Serra Norte 2Vírus Tapará 2Vírus Toscana 2Vírus Turuna 2Vírus Uriurana 2Vírus Urucuri 2Picornaviridae:Poliovirus 2 VRinovirus 2Vírus Coxsackie 2Vírus da Aftosa com seus diversos tipos e variantes 4Vírus da Conjuntivite Hemorrágica Aguda (AHC) 2 Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 23 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  24. 24. Vírus da Hepatite A (enterovirus humano tipo 72) 2 VVírus ECHO 2Poxviridae:Parapoxvirus 2Poxvirus de caprinos, suínos e aves 2Vírus Buffalopox 2 (d)Vírus Cotia 2Vírus Cowpox (e relacionados isolados de felinos domésticos e animais sel.) 2Vírus da varíola (major, minor) 4 VVírus da varíola alastrim 4Vírus da varíola do camelo 4Vírus do Nódulo dos ordenhadores 2Vírus Molluscum contagiosum 4 VVírus Monkeypox (varíola do macaco) 3Vírus Orf 2Vírus Vaccinia 2Vírus Whitepox ("vírus da varíola") 4 VVírus Yatapox: Tana 2Vírus Yatapox: Yaba 2 O+Reoviridae:Coltivirus 2Orbivirus 2Orthoreovirus tipos 1, 2 e 3 2Reovirus isolados na Amazônia dos Grupos Changuinola e Corriparta 2Rotavirus humanos 2Vírus Ieri 2Vírus Itupiranga 2Vírus Tembé 2Retroviridae:HIV - Vírus da Imunodeficiência Humana 3 (*)Rous Sarcoma Virus 2 OVírus da Leucemia de Gibões (GaLV) 2 O+Vírus da Leucemia de murinos 2 OVírus da Leucemia de ratos 2 OVírus da Leucemia Felina (FeLV) 2 O+Vírus da Leucose Aviária 2 OVírus do Sarcoma de murinos 2 OVírus do Sarcoma de Símios (SSV-1) 2 O+Vírus do Sarcoma Felino (FeSV) 2 O+ Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 24 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  25. 25. Vírus Linfotrópicos das células T humana (HTLV-1 e HTLV-2) 3 (*)Vírus Símio Mason-Pfizer 2 OVírus SlV 3 (*), (e)Rhabdoviridae:Vírus Aruac 2Vírus da Raiva 3 V, (*)Vírus Duvenhage 2Vírus Inhangapi 2Vírus Xiburema 2* Grupo da Estomatite VesicularVírus Alagoas VSV-3 2Vírus Carajás 2Vírus Cocal VSV-2 2Vírus Indiana VSV-1 2Vírus Juruna 2Vírus Marabá 2Vírus Maraba VSV-4 2Vírus Piry 2* Grupo Hart ParkVírus Hart Park 2Vírus Mosqueiro 2* Grupo MussurilVírus Cuiabá 2Vírus Marco 2* Grupo TimbóVírus Chaco 2Vírus Sena Madureira 2Vírus Timbó 2Togaviridae:* AlfavirusVírus Aurá 2Vírus Bebaru 2Vírus Chikungunya 2 (*)Vírus da Encefalomielite equina americana ocidental 2 VVírus da Encefalomielite equina americana oriental 2 VVírus da Encefalomielite equina venezuelana 3 VVírus do Bosque Semliki 2Vírus do Rio Ross 2Vírus Mayaro 2 Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 25 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  26. 26. Vírus Mucambo 2 (*)Vírus Onyongnyong 2Vírus Pixuna 2Vírus Una 2Outros alfavirus conhecidos 2* Rubivirus: Vírus da Rubéola 2 V* Pestivirus: Vírus da Diarréia Bovina 2Prions: agentes não classificados associados a encefalopatias espongiformesAgente da Encefalopatia Espongiforme Bovina (BSE), 3 (*), (f)Agente da Doença de Creutzfeldt-Jakob (CJD) 3 (*)Agente da Insônia Familiar Fatal 3 (*)Agente da Síndrome de Gerstmann-Sträussler-Scheinker 3 (*)Agente do Kuru 3 (*)ParasitasAcanthamoeba castellani 2Ancylostoma ceylanicum 2Ancylostoma duodenale 2Angiostrongylus cantonensis 2Angiostrongylus costaricensis 2Angiostrongylus spp 2Ascaris lumbricoides 2 AAscaris suum 2 ABabesia divergens 2Babesia microti 2Balantidium coli 2Brugia malayi 2Brugia pahangi 2Brugia timori 2Capillaria philippinensis 2Capillaria spp 2Clonorchis sinensis 2Clonorchis viverrini 2Coccidia spp 2Cryptosporidium parvum 2Cryptosporidium spp 2Cyclospora cayetanensis 2Cysticercus cellulosae (cisto hidático, larva de T. sollium) 2Dactylaria galopava (Ochroconis gallopavum) 2Dipetalonema streptocerca 2 Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 26 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  27. 27. Diphyllobothrium latum 2Dracunculus medinensis 2Echinococcus granulosus 2 (*)Echinococcus multilocularis 2 (*)Echinococcus vogeli 2 (*)Emmonsia parva var. crescens 2Emmonsia parva var. parva 2Entamoeba histolytica 2Enterobius spp 2Exophiala (Wangiella) dermatitidis 2Fasciola gigantica 2Fasciola hepatica 2Fasciolopsis buski 2Fonsecaea compacta 2Fonsecaea pedrosoi 2Giardia lamblia (Giardia intestinalis) 2Giardia spp 2Heterophyes spp 2Hymenolepis diminuta 2Hymenolepis nana 2Isospora spp 2Leishmania brasiliensis 2 (*)Leishmania donovani 2 (*)Leishmania major 2Leishmania mexicana 2Leishmania peruviana 2Leishmania spp 2Leishmania tropica 2Leishmanla ethiopica 2Loa loa 2Madurella grisea 2Madurella mycetomatis 2Mansonella ozzardi 2Mansonella perstans 2Microsporidium spp 2Naegleria fowleri 2Naegleria gruberi 2Necator americanus 2Onchocerca volvulus 2 Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 27 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  28. 28. Opisthorchis felineus 2Opisthorchis spp 2Paragonimus westermani 2Plasmodium cynomolgi 2Plasmodium falciparum 2 (*)Plasmodium malariae 2Plasmodium ovale 2Plasmodium spp (humano e símio) 2Plasmodium vivax 2Sarcocystis suihominis 2Scedosporium apiospermum (Pseudallescheria boidii) 2Scedosporium prolificans (inflatum) 2Schistosoma haematobium 2Schistosoma intercalatum 2Schistosoma japonicum 2Schistosoma mansoni 2Schistosoma mekongi 2Strongyloides spp 2Strongyloides stercoralis 2Taenia saginata 2Taenia solium 2 (*)Toxocara canis 2Toxoplasma gondii 2Trichinella spiralis 2Trichuris trichiura 2Trypanosoma brucei brucei 2Trypanosoma brucei gambiense 2Trypanosoma brucei rhodesiense 2 (*)Trypanosoma cruzi 2Wuchereria bancrofti 2FungosAcremonium falciforme 2 EAcremonium kiliense 2 EAcremonium potronii 2 EAcremonium recifei 2 EAcremonium roseogriseum 2EAlternaria anamorfo de Pleospora infectoria 2 EAphanoascus fulvescens 2 EAspergillus amstelodami 2 E Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 28 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  29. 29. Aspergillus caesiellus 2 EAspergillus candidus 2 EAspergillus carneus 2 EAspergillus flavus 2Aspergillus fumigatus 2Aspergillus glaucus 2 EAspergillus oryzae 2 EAspergillus penicillioides 2 EAspergillus restrictusAspergillus sydowi EAspergillus terreus 2 EAspergillus unguis 2 EAspergillus versicolor 2 EBeauveria bassiana 2 EBlastomyces dermatitidis (Ajellomyces dermatitidis) 2 ACandida albicans 2 ACandida lipolytica 2 ECandida pulcherrima 2 ECandida ravautii 2 ECandida tropicalis 2Candida viswanathii 2 EChaetoconidium spp 2 EChaetomium spp 2 EChaetosphaeronema larense 2 ECladophialophora bantiana 2Cladophialophora carrioni (Cladosporium carrioni) 2Cladosporium cladosporioides 2 ECoccidioides immitis 3 AConidiobolus incongruus 2 ECoprinus cinereus 2 ECryptococcus neoformans 2Cryptococcus neoformans var. gattii (Filobasidiella bacillispora) 2 ACryptococcus neoformans var. neoformans 2 ACunninghamella geniculata 2 ECurvularia pallescens 2 ECurvularia senegalensis 2 ECylindrocarpon tonkinense 2 EDrechslera spp 2 EEmmonsia parva var. crescens 2 Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 29 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  30. 30. Emmonsia parva var. parva 2Epidermophyton floccosum 2 AEpidermophyton spp 2Exophiala (Wangiella) dermatitidis 2Exophiala moniliae 2 EFonsecaea compacta 2Fonsecaea pedrosoi 2Fusarium dimerum 2 EFusarium nivale 2 EGeotrichum candidum 2 EHansenula polymorpha 2 EHistoplasma capsulatum duboisii 3Histoplasma capsulatum var capsulatum (Ajellomyces capsulatus) 3Lasiodiplodia theobramae 2 EMadurella grisea 2Madurella mycetomatis 2Madurella spp 2Microascus desmosporus 2 EMicrosporum aldouinii 2 AMicrosporum canis 2 AMicrosporum spp 2 AMucor rouxianus 2 EMycelia sterilia 2 EMycocentrospora acerina 2 ENeotestudina rosatii 2Oidiodendron cerealis 2 EPaecilomyces lilacinus 2 EPaecilomyces variotti 2 EPaecilomyces viridis 2 EParacoccidioides brasiliensis 2Penicillium chrysogenum 2 EPenicillium citrinum 2 EPenicillium commune 2 EPenicillium expansum 2 EPenicillium marneffei 2 APenicillium spinulosum 2 EPhialophora hoffmannii 2 EPhialophora parasitica 2 EPhialophora repens 2 E Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 30 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  31. 31. Phoma hibernica 2 EPhyllosticta ovalis 2 EPhyllosticta spp 2 EPneumocystis carinii 2Pyrenochaeta unguis-hominis 2 ERhizoctonia spp 2 ERhodotorula pilimanae 2 ERhodotorula rubra 2 EScedosporium apiospermum (Pseudallescheria boidii) 2Scedosporium prolificans (inflatum) 2Schizophyllum commune 2 EScopulariops acremonium 2 EScopulariops brumptii 2 ESporothrix schenckii 2Stenella araguata 2 ETaeniolella stilbospora 2 ETetraploa spp 2 ETrichophyton rubrum 2Trichophyton spp 2Trichosporon capitatum 2 ETritirachium oryzae 2 EVolutella cinerescens 2 E Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 31 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  32. 32. 13) MAPA DE RISCO BIOLÓGICOElaboração:Dr. Fernando (Médico Infectologista) Setor Localização Administração Compras, Contabilidade, Jurídico, Provedoria, Arquitetura e Projetos, Gerência de Contas Médicas, Gerência Administrativa, Controladoria Agentes Presentes - - - - Classe de Risco 1 1 1 1 Farmácia Separação de Administração - - Medicamentos Agentes Presentes - - - - Classe de Risco 1 1 - - UTI Adulto Enfermaria Medicação Administração Expurgo Agentes Presentes - - - - Classe de Risco 3 1 1 3 SUS Clínico Posto de Enfermagem Medicação Expurgo Quartos Agentes Presentes - - - - Classe de Risco 1 1 3 3 SUS Cirúrgico Posto de Enfermagem Medicação Expurgo Quartos Agentes Presentes - - - - Classe de Risco 1 1 3 3 Setor de Apartamentos Posto de Enfermagem Medicação Expurgo Quartos Agentes Presentes - - - - Classe de Risco 1 1 3 3 Ala Feminina Posto de Enfermagem Medicação Expurgo Quartos Agentes Presentes - - - - Classe de Risco 1 1 3 3 Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 32 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br
  33. 33. Theodoro Posto de Enfermagem Medicação Expurgo QuartosAgentes Presentes - - - -Classe de Risco 1 1 3 3Centro Cirúrgico Sala de Cirurgia Farmácia - -Agentes Presentes - - - -Classe de Risco 3 1 - - Setor LocalizaçãoNutrição Cozinha Açougue Administração - -Agentes Presentes - - - - -Classe de Risco 2 2 1 - -Hemodiálise Salas de Reuso Administração - - ProcedimentosAgentes Presentes - - - - -Classe de Risco 3 3 1 - -Laboratório Salas de Exames Administração Expurgo - -Agentes Presentes - - - - -Classe de Risco 3 1 3 - -Limpeza Limpeza e Administração - - - HigienizaçãoAgentes Presentes - - - - -Classe de Risco 3 1 - - -Manutenção Manutenção Predial Administração - - - em GeralAgentes Presentes - - - - -Classe de Risco 3 1 - - -Ortopedia Sala de Gesso Sala de Raio X Atendimento Administração -Agentes Presentes - - - - -Classe de Risco 3 3 2 1 - Avenida xxxxxxx, – Centro – Fone: (19) XXXX-XXXX - Cidade/SP 33 CEP: xxxxxxx-142 – email:sxxxxxx@yahoo.com.br

×