O conhecimento científico gerais

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Aspectos básicos sobre o conhecimento científico e normas ABNT

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O conhecimento científico gerais

  1. 1. O ConhecimentoO ConhecimentoCientíficoCientíficoPROFa. Dra. NÁDIAPROFa. Dra. NÁDIABIAVATIBIAVATI
  2. 2. Pensando sobre o assunto....Pensando sobre o assunto....• Objetivo: Mostrar a ciência como umObjetivo: Mostrar a ciência como umconjunto de conhecimentos adquiridos econjunto de conhecimentos adquiridos eproduzidos socialmente.produzidos socialmente.• Hipótese de Trabalho:Hipótese de Trabalho:• A ciência se constitui a partir de umA ciência se constitui a partir de umconjunto de conhecimentos legitimadosconjunto de conhecimentos legitimadospela sociedade em uma determinadapela sociedade em uma determinadaépoca.época.
  3. 3. VerificaçõesVerificações• Ciência: deriva do latimCiência: deriva do latim Scientia:Scientia: conhecimento,conhecimento,saber.saber.• É considerada um como conjunto deÉ considerada um como conjunto deconhecimentos socialmente adquiridos ouconhecimentos socialmente adquiridos ouproduzidos.produzidos.• Os saberes são acumulados historicamente,Os saberes são acumulados historicamente,dotados de universalidade e objetividade edotados de universalidade e objetividade epermitem a sua transmissão.permitem a sua transmissão.
  4. 4. Característica do conhecimentoCaracterística do conhecimento• Quem profere ou dissemina osQuem profere ou dissemina osconhecimentos: o cientistaconhecimentos: o cientista• Status do saber científico: verdade.Status do saber científico: verdade.• Forma de disseminação dosForma de disseminação dosconhecimentos: escrita científica, emconhecimentos: escrita científica, emlivros, documentos eletrônicos, artigoslivros, documentos eletrônicos, artigoscientíficos em gêneros e canaiscientíficos em gêneros e canaisespecíficos para circulação do saber.específicos para circulação do saber.
  5. 5. SaberesSaberes• Os conhecimentos/saberes são estruturados comOs conhecimentos/saberes são estruturados commétodos, teorias e linguagens próprias, que visammétodos, teorias e linguagens próprias, que visamcompreender e, possivelmente, orientar a natureza e ascompreender e, possivelmente, orientar a natureza e asatividades humanas.atividades humanas.• As ciências se constituem e efetivam a partir de umaAs ciências se constituem e efetivam a partir de umametalinguagem para o tratamento de fatos, valores oumetalinguagem para o tratamento de fatos, valores ouatividades;atividades;• No senso-comum, associa-se ciência a conhecimentoNo senso-comum, associa-se ciência a conhecimentoverdadeiro e inquestionável;verdadeiro e inquestionável;• O conhecimento, por vezes, é produzido e divulgado,O conhecimento, por vezes, é produzido e divulgado,distribuído em práticas revertidas em bens para adistribuído em práticas revertidas em bens para ahumanidade. Entretanto, nem sempre o intercâmbiohumanidade. Entretanto, nem sempre o intercâmbioentre ciência e comunidade acontece;entre ciência e comunidade acontece;
  6. 6. Mito e CiênciaMito e Ciência• Conhecimento pressupõe escolhas: o que éConhecimento pressupõe escolhas: o que éconhecimento? Qual é o limite entre conhecimento econhecimento? Qual é o limite entre conhecimento emitos?mitos?• As ciências se constituem a partir de sistemas/conjuntoAs ciências se constituem a partir de sistemas/conjuntode saberes, um conjunto de práticas, valores ede saberes, um conjunto de práticas, valores eatividades que, a partir da legitimação social, assumiu aatividades que, a partir da legitimação social, assumiu acondição de disseminação como “o caminho a sercondição de disseminação como “o caminho a serseguido”;seguido”;• As ciências passam pela organização de elementos noAs ciências passam pela organização de elementos notempo e no espaço para serem disseminados: surgemtempo e no espaço para serem disseminados: surgemos modos de criar e de fazer conhecimento, modos queos modos de criar e de fazer conhecimento, modos quepassam pelo crivo de uma comunidade que o avalia, opassam pelo crivo de uma comunidade que o avalia, ointerpreta e o legitima ou não diante do mundo;interpreta e o legitima ou não diante do mundo;
  7. 7. Ciência= EscolhasCiência= Escolhas• A partir da compreensão que ciência é resultado de umaA partir da compreensão que ciência é resultado de umaatitude racional perante o mundo que nos cerca, pode-atitude racional perante o mundo que nos cerca, pode-se inferir que, hoje, ciência e pesquisa são quasese inferir que, hoje, ciência e pesquisa são quasesinônimos.sinônimos.• Há conhecimentos reconhecidos como centrais,Há conhecimentos reconhecidos como centrais,fundamentais, basais, anteriores, verdadeiros (criados efundamentais, basais, anteriores, verdadeiros (criados eentendidos como ciências) e há outros entendidos comoentendidos como ciências) e há outros entendidos comoperiféricos, superficiais, superáveis, “crendices”, “sensoperiféricos, superficiais, superáveis, “crendices”, “sensocomum” pela própria ciência (os criados e usados nocomum” pela própria ciência (os criados e usados nocotidiano)cotidiano)• Há o respaldo científico a quem tem “licença” paraHá o respaldo científico a quem tem “licença” paraproduzir ciência, segue os métodos e técnicas paraproduzir ciência, segue os métodos e técnicas parachegar a um fim, um “produto”: o saber está na “ordemchegar a um fim, um “produto”: o saber está na “ordemda lei” (Foucault, emda lei” (Foucault, em Vigiar e PunirVigiar e Punir))
  8. 8. CiênciaCiência• A ciência traduz a escolha do ser humano emA ciência traduz a escolha do ser humano emtrabalhar com elaboração técnica, teórica etrabalhar com elaboração técnica, teórica esistematizada de conhecimentos que o sersistematizada de conhecimentos que o serhumano elegeu como bons. Ela indica umahumano elegeu como bons. Ela indica umaelaboração teórica porque suas explicaçõeselaboração teórica porque suas explicaçõesserão válidas se comprovadas através deserão válidas se comprovadas através deargumentação considerada lógica, de descriçãoargumentação considerada lógica, de descriçãoou experimento postos em avaliação eou experimento postos em avaliação elegitimados socialmente.legitimados socialmente.
  9. 9. Normas para escrita acadêmicaNormas para escrita acadêmica• a) ABNT NBR 6022/2003 – Artigo em publicação periódica científicaa) ABNT NBR 6022/2003 – Artigo em publicação periódica científicaimpressa: apresentação;impressa: apresentação;• b) ABNT NBR 6023/2002 – Referências: elaboração;b) ABNT NBR 6023/2002 – Referências: elaboração;• c) ABNT NBR 6024/2003 – Numeração progressiva das seções dec) ABNT NBR 6024/2003 – Numeração progressiva das seções de• um documento escrito: apresentação;um documento escrito: apresentação;• d) ABNT NBR 6027/2003 – Sumário: apresentação;d) ABNT NBR 6027/2003 – Sumário: apresentação;• e) ABNT NBR 6028/2003 – Resumo: apresentação; 8e) ABNT NBR 6028/2003 – Resumo: apresentação; 8• f) ABNT NBR 6034/2004 – Índice: apresentação;f) ABNT NBR 6034/2004 – Índice: apresentação;• h) ABNT NBR 10520/2002 – Citações em documentos:h) ABNT NBR 10520/2002 – Citações em documentos:apresentação;apresentação;• i) ABNT NBR 12225/2004 – Lombada: apresentação;i) ABNT NBR 12225/2004 – Lombada: apresentação;• j) ABNT NBR 14724/2005 – Trabalhos acadêmicos: apresentação;j) ABNT NBR 14724/2005 – Trabalhos acadêmicos: apresentação;• k) ABNT NBR 15287/2005 – Projeto de pesquisa: apresentação.k) ABNT NBR 15287/2005 – Projeto de pesquisa: apresentação.(LEAL et al, 2010)(LEAL et al, 2010)
  10. 10. A monografia- BásicoA monografia- Básico• Os textos devem ser apresentados em papel branco,Os textos devem ser apresentados em papel branco,formato A4 e impressos na cor preta, podendo utilizarformato A4 e impressos na cor preta, podendo utilizaroutras cores somente para as ilustrações.outras cores somente para as ilustrações.• Deve-se utilizar fonteDeve-se utilizar fonte Times New RomanTimes New Roman ouou ArialArial, em, emtamanho 12 para o texto e 10 para citações diretas detamanho 12 para o texto e 10 para citações diretas demais de três linhas, notas de rodapé, paginação emais de três linhas, notas de rodapé, paginação elegendas das ilustrações e tabelas.legendas das ilustrações e tabelas.• Margens: As folhas devem apresentar margemMargens: As folhas devem apresentar margemesquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm.esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm.
  11. 11. Monografia- BásicoMonografia- Básico• ESPACEJAMENTO:O texto deverá serESPACEJAMENTO:O texto deverá serjustificado, com espaço de 1,5 entre linhas.justificado, com espaço de 1,5 entre linhas.• As referências, ao final do trabalho, devem serAs referências, ao final do trabalho, devem serseparadas entre si por dois espaços simples.separadas entre si por dois espaços simples.• Os títulos das seções (capítulos) devem serOs títulos das seções (capítulos) devem serseparados do texto que os sucedem por doisseparados do texto que os sucedem por doisespaços de 1,5. Os títulos das subseçõesespaços de 1,5. Os títulos das subseções(divisões do capítulo) devem ser separados do(divisões do capítulo) devem ser separados dotexto que os precedem e que os sucedem portexto que os precedem e que os sucedem pordois espaços de 1,5.dois espaços de 1,5.
  12. 12. ObservaçõesObservações• Os títulos: errata, agradecimentos,Os títulos: errata, agradecimentos,resumo,resumo, abstract,abstract, lista de ilustrações, delista de ilustrações, detabelas, de siglas, de símbolos, sumário,tabelas, de siglas, de símbolos, sumário,referências, glossário, apêndices, anexosreferências, glossário, apêndices, anexose índices devem ser centralizados seme índices devem ser centralizados semnumeração, digitados em negrito e emnumeração, digitados em negrito e emletras maiúsculas.letras maiúsculas.
  13. 13. Paginação de monografiaPaginação de monografia• Todas as folhas do trabalho devem ser contadasTodas as folhas do trabalho devem ser contadassequencialmente, começando pela folha de rosto, mas asequencialmente, começando pela folha de rosto, mas anumeração deve ser colocada somente a partir danumeração deve ser colocada somente a partir daprimeira folha textual (Introdução). A paginação deve serprimeira folha textual (Introdução). A paginação deve serfeita em algarismos arábicos, em tamanho 10 e devefeita em algarismos arábicos, em tamanho 10 e deveconstar no canto superior direito da folha, a 2 cm daconstar no canto superior direito da folha, a 2 cm daborda superior direita.borda superior direita.• Havendo apêndice e anexo, as suas folhas devem serHavendo apêndice e anexo, as suas folhas devem sernumeradas de maneira contínua e sua paginação devenumeradas de maneira contínua e sua paginação devedar seguimento à do texto principal.dar seguimento à do texto principal.
  14. 14. Estrutura- NBR 14724/2005Estrutura- NBR 14724/2005• Capa (obrigatório)Capa (obrigatório)• Folha de rosto (obrigatório)Folha de rosto (obrigatório)• Errata (opcional)Errata (opcional)• Folha de aprovação (obrigatório)Folha de aprovação (obrigatório)• Dedicatória(s) (opcional)Dedicatória(s) (opcional)• Agradecimento(s) (opcional)Agradecimento(s) (opcional)• Epígrafe (opcional)Epígrafe (opcional)• Resumo na língua vernácula (obrigatório)Resumo na língua vernácula (obrigatório)• Resumo em língua estrangeira (obrigatório)Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
  15. 15. ESTRUTURA- MONOGRAFIAESTRUTURA- MONOGRAFIA• Lista de ilustrações (opcional)Lista de ilustrações (opcional)• Lista de tabelas (opcional)Lista de tabelas (opcional)• Listas de abreviaturas e siglas (opcional)Listas de abreviaturas e siglas (opcional)• Lista de símbolos (opcional)Lista de símbolos (opcional)• Sumário (obrigatório)Sumário (obrigatório)• TextuaisTextuais IntroduçãoIntrodução• Desenvolvimento: - revisão da literaturaDesenvolvimento: - revisão da literatura• - metodologia- metodologia• - resultados- resultados• - discussão- discussão• ConclusãoConclusão
  16. 16. MONOGRAFIA- ESTRUTURAMONOGRAFIA- ESTRUTURA• Pós-textuaisPós-textuais Referências (obrigatório)Referências (obrigatório)• Glossário (opcional)Glossário (opcional)• Apêndice(s) (opcional)Apêndice(s) (opcional)
  17. 17. Iniciando o trabalho de escritaIniciando o trabalho de escrita• Projeto monográfico, constandoProjeto monográfico, constandoIntroduçãoIntroduçãoObjetivosObjetivosJustificativa- hipóteses-pergunta de trabalhoJustificativa- hipóteses-pergunta de trabalhoMetodologiaMetodologiaOrganização de um cronogramaOrganização de um cronogramaLevantamento de referênciasLevantamento de referências
  18. 18. Algumas ConclusõesAlgumas Conclusões• Algumas conclusões:Algumas conclusões:• O chamado conhecimento/ saber selecionado gerouO chamado conhecimento/ saber selecionado gerouimplicações e questionamentos:implicações e questionamentos:• A principal contribuição da moderna antropologia eA principal contribuição da moderna antropologia esociologia do conhecimento foi o rompimento dasociologia do conhecimento foi o rompimento dademarcação rígida que se supunha existir entredemarcação rígida que se supunha existir entreconhecimento “verdadeiro”, científico e o conhecimentoconhecimento “verdadeiro”, científico e o conhecimentopopular, não científico e, por isto mesmo, tratadopopular, não científico e, por isto mesmo, tratadofreqüentemente como errôneo ou ingênuo;freqüentemente como errôneo ou ingênuo;• O que se sabe hoje é que nem o chamadoO que se sabe hoje é que nem o chamadoconhecimento “científico” é tão seguro e verdadeiroconhecimento “científico” é tão seguro e verdadeiroassim, nem o conhecimento popular é necessariamenteassim, nem o conhecimento popular é necessariamenteerrôneo;errôneo;
  19. 19. Algumas conclusõesAlgumas conclusões• Reconhece-se hoje que o conhecimento científicoReconhece-se hoje que o conhecimento científicoavança por tentativas e erros. Há outros conhecimentos,avança por tentativas e erros. Há outros conhecimentos,considerados não científicos, que sobrevivem deconsiderados não científicos, que sobrevivem detradições e práticas acumuladas, sem o respaldotradições e práticas acumuladas, sem o respaldoacadêmico (lugar específico para a circulação do saber);acadêmico (lugar específico para a circulação do saber);• Há o reconhecimento de que a ciência se consolida,Há o reconhecimento de que a ciência se consolida,também, através da disputa de poder, espaço,também, através da disputa de poder, espaço,fortalecendo-se a partir de um discurso na ordem da lei,fortalecendo-se a partir de um discurso na ordem da lei,tomando características hegemônicas de chamadastomando características hegemônicas de chamadasciências régias (Foucault, emciências régias (Foucault, em A ordem do DiscursoA ordem do Discurso););
  20. 20. Algumas ConclusõesAlgumas Conclusões• Esforços são concentrados na compreensão eEsforços são concentrados na compreensão ena desmistificação das “verdades” socialmentena desmistificação das “verdades” socialmenteaceitas e consolidadas em discursos e práticas;aceitas e consolidadas em discursos e práticas;• Constituída a partir da ordem da lei e originadaConstituída a partir da ordem da lei e originadado lugar do poder, há as escolhas de teoria e dedo lugar do poder, há as escolhas de teoria e depráticas a serem veiculadas na sociedade comopráticas a serem veiculadas na sociedade comoum todo: a ciência se manifesta em um jogo, eum todo: a ciência se manifesta em um jogo, einfluenciada pelo positivismo, é construída einfluenciada pelo positivismo, é construída eajuda a construir a sociedade.ajuda a construir a sociedade.
  21. 21. ReferênciasReferências• Avaliação:Avaliação:• Discussão sobre os benefícios e arbitrariedades na forma de produção e circulaçãoDiscussão sobre os benefícios e arbitrariedades na forma de produção e circulaçãode ciência no mundo social. Em seguida, em duplas, os alunos produzirão um textode ciência no mundo social. Em seguida, em duplas, os alunos produzirão um textodissertativo sobre a importância da ciência tanto para os grandes acontecimentos,dissertativo sobre a importância da ciência tanto para os grandes acontecimentos,quanto para o cotidiano.quanto para o cotidiano.• Referências BibliográficasReferências Bibliográficas• FOUCAULT, Michel.FOUCAULT, Michel. A ordem do DiscursoA ordem do Discurso: aula inaugural no Collège de France,: aula inaugural no Collège de France,pronunciada em 2 de dezembro de 1970. São Paulo: Loyola, 1996.pronunciada em 2 de dezembro de 1970. São Paulo: Loyola, 1996.• FOUCAULT, Michel.FOUCAULT, Michel. Vigiar e PunirVigiar e Punir: nascimento da prisão. Petrópolis: Vozes, 1987.: nascimento da prisão. Petrópolis: Vozes, 1987.288p.288p.• KUHN, Thomas S.KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicasA estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Ed.. São Paulo: Ed.Perspectiva, 1989.Perspectiva, 1989.• Bibliografia Auxiliar:Bibliografia Auxiliar:• Abagnano, Nicola.Abagnano, Nicola. Dicionário de FilosofiaDicionário de Filosofia. 4aa. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001.. 4aa. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001.• POPPER, Karl.POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científicaA lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1985.. São Paulo: Cultrix, 1985.• MORIN, Edgar.MORIN, Edgar. Ciência com consciênciaCiência com consciência. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.• ROCHA, Luiz Carlos de Assis.ROCHA, Luiz Carlos de Assis. Como Elaborar Trabalhos AcadêmicosComo Elaborar Trabalhos Acadêmicos.. 4a. ed.4a. ed. Ver.Ver.Belo Horizonte: Ed. do autor, 2004.Belo Horizonte: Ed. do autor, 2004.

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