Sistemas de irrigação em Mogno Africano

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http://mudasnobres.com.br/
Eng. Agr. José Alves Júnior, Dr.
II Workshop Brasileiro de Mogno Africano
15 e 16 de agosto de 2013

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Sistemas de irrigação em Mogno Africano

  1. 1. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano Eng. Agr. José Alves Júnior, Dr.
  2. 2. RESPOSTA DA CULTURA DO MOGNO AFRICANO À IRRIGAÇÃO NAS CONDIÇÕES EDAFOCLIMÁTICAS DO CERRADO GOIANO Equipe: José Alves Jr. Luis H. A. Barbosa Fernando R. Costa Adão W. P. Evangelista Derblai Casaroli Lucas M. Vellame
  3. 3. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO • Por que irrigação em Mogno? - Ciclo longo; - Déficit hídrico; • Assim, o objetivo deste estudo foi avaliar o crescimento de plantas de Mogno Africano (Kaya ivorensis) em Bonfinópolis-GO, no primeiro ano de cultivo no campo, irrigadas por gotejamento, Microaspersão e Aspersão. 1. INTRODUÇÃO
  4. 4. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO 2. METODOLOGIA
  5. 5. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO 2. METODOLOGIA
  6. 6. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO 2. METODOLOGIA Figura 3. Detalhes da casa de bomba do sistema de irrigação instalado no experimento, com destaque para o reservatório para a captação de água instalado na área (A), tubulação de PVC que alimenta o poço (B), controlador X Core – Hunter (C), modelo de instalação do controlador e conjunto moto-bomba (D), linha de sucção de PVC (E), painel de controle (F), conjunto sucção e válvulas de pressão (G), transformador (H), descrição técnica da bomba de 1,5 cv (I, J e K).
  7. 7. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO 2. METODOLOGIA Monitoramento meteorológico
  8. 8. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO 2. METODOLOGIA
  9. 9. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO 2. METODOLOGIA Junho/Julho 1h/dia Ago a Out 0,75 h/dia
  10. 10. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO 2. METODOLOGIA 3,4 mm/h Junho/Julho 1h (diária) Agosto a Outubro Semanal T1-0h T2-0,53h (1,8mm) T3-1,05h (3,6 mm) T4-1,84h (6,3 mm) T5-2,10h (7,1 mm) T6-2,60h (8,8 mm) T7-3,2 h (10,9 mm)
  11. 11. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO 2. METODOLOGIA 3,4 mm/h Figura 5. O crescimento das plantas foi avaliado com base em 3 variáveis: altura de planta e altura de fuste (B) e diâmetro de caule rente ao solo (A).
  12. 12. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO 3. RESULTADOS 0-6 meses (Raio de Raíz: 0,5 m) 6-12 meses (Raio deRaíz: 1,0 m) T1 (0%) Sem Irrigacão L / planta / semana T2 (25%) 1,8mm 1,4 5,7 L T3 (50%) 3,6 mm 2,8 L 11,3 L T4 (75%) 6,3 mm 4,9 L 19,8 L T5 (100%) 7,1 mm 5,6 L 22,3 L T6 (125%) 8,8 mm 6,9 L 27,6 L T7 (150%) 10,9 mm 8,6 L 34,2 L A irrigação por aspersão influenciou o crescimento de plantas jovens de mogno africano em campo no primeiro ano.
  13. 13. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO 3. RESULTADOS Raio molhado m 0-6 meses (Raio de Raíz: 0,5 m) 1h 6-12 meses (Raio deRaíz: 1,0 m) 0,785h T1 (0%) Sem Irrigacão L / planta / dia (semana) T2 (20L/h) 2,5 m 0,4 L (2,8) 1,2 L (8,8) T3 (30L/h) 2,5 m 0,6 L (4,2) 1,9 L (13,2) T4 (35L/h) 2,5 m 0,7 L (4,9) 2,2 L (15,4) T5 (40L/h) 2,5 m 0,8 L (5,6) 2,5 L (17,6) T6 (50L/h) 2,5 m 1,0 L (7,0) 3,1 L (22,0) T7 (58 L/h) 3,5 m 1,2 L (8,4) 3,7 L ( 25,8) T8 (70L/h) 3,5 m 1,4 L (9,8) 4,5 L (31,3) T9 (90L/h) 3,5 m 1,8 L (12,6) 5,7 L (40,1) A irrigação por microaspersão influenciou o crescimento de plantas jovens de mogno africano em campo no primeiro ano.
  14. 14. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO 3. RESULTADOS Irrigação Julho Agosto Setembro Outubro Diária L/planta/dia 1h 0,5 h 0,5 h 0,75h 8 L.h-1 (3 Gotej./planta) 24 12 12 18 8 L.h-1 (2 Gotej.) 16 8 8 12 8 L.h-1 (1 Gotej.) 8 4 4 6 4 L.h-1 (3 Gotej.) 12 6 6 9 4 L.h-1 (2 Gotej.) 8 4 4 6 4 L.h-1 (1 Gotej.) 4 2 2 3 2 L.h-1 (3 Gotej.) 6 3 3 4 2 L.h-1 (2 Gotej.) 4 2 2 3 2 L.h-1 (1 Gotej.) 2 1 1 1,5 A irrigação por gotejamento influenciou o crescimento de plantas jovens de mogno africano em campo no primeiro ano. Planta de Mogno Africano com 07 meses Tabela 1. Médias de diâmetro de caule, altura de planta e altura de fuste das p africano (Kaya ivorensis) submetidas a diferentes manejos de irrigação, n cultivo, em Bonfinópolis-GO. Tratamentos Diâmetro de caule (cm) Altura de planta (cm) Al 8 L.h-1 (3 Gotej.) 4,57 a 149,24 a 8 L.h-1 (2 Gotej.) 4,26 a 139,35 a 8 L.h-1 (1 Gotej.) 4,48 a 152,41 a 4 L.h-1 (3 Gotej.) 4,47 a 150,48 a 4 L.h-1 (2 Gotej.) 4,45 a 144,07 a 4 L.h-1 (1 Gotej.) 4,41 a 143,17 a 2 L.h-1 (3 Gotej.) 4,33 a 142,73 a 2 L.h-1 (2 Gotej.) 4,66 a 150,87 a 2 L.h-1 (1 Gotej.) 4,64 a 150,47 a Sem Irrigação 3,71 b 119,71 b *Média seguidas da mesma letra na coluna, não diferem estatisticamente entre si, a nível de 5% de signi Tukey.
  15. 15. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO 3. RESULTADOS A irrigação por gotejamento influenciou o crescimento de plantas jovens de mogno africano em campo no primeiro ano. Subparcela (Cor) Doses de adubos (g/planta/2meses) Doses de adubos (g/planta/ano) NH4SO4 KCl NH4SO4 KCl 1 (Vermelho) 16,7 8,4 100,2 50,4 2 (Branca) 33,4 16,7 200,4 100,2 3 (Amarela) 50 25 300,0 150,0 4 (Verde) 66,7 33,4 400,2 200,4 5 (Azul) 83,33 41,7 500,0 250,2 adubação de cobertura não influenciou
  16. 16. Diâmetro (cm) 3.7 h 4.5 efgh 4.2 gh 4.4 efgh 4.5 efgh 4.4 efgh 4.4 efgh 4.3 fgh 4.6 defgh 4.6 defgh 6.5 ab 6.9 ab 6.1 abc 6.7 ab 6.0 abc 6.0 abc 5.7 bcde 5.9 bcd 5.1 cdefg 5.6 bcdef 6.1 abc 6.4 ab 6.1 abc 7.3 a Altura (cm) 119.7 f 149.2 cdef 139.3 ef 152.4 cdef 150.4 cdef 144.0 def 143.1 def 142.7 ef 150.8 cdef 150.4 cdef 236.6 a 240.1 a 210.4 ab 231.9 a 220.9 ab 210.9 ab 194.1 abcd 211.6 ab 176.5 bcde 198.4 abc 207.0 ab 221.8 ab 211.5 ab 240.5 a Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO T1: sem irrigação T2: 8L/3Gotej. T3: 8L/2Gotej. T4: 8L/1Gotej. T5: 4L/3Gotej. T6: 4L/2Gotej. T7: 4L/1Gotej. T8: 2L/3Gotej. T9: 2L/2Gotej. T10: 2L/1Gotej. T11: micro 90 L T12: micro 70 L T13: micro 58 L T14: micro 50 L T15: micro 40 L T16: micro 35 L T17: micro 30 L T18: micro 20 L T19: asp. 150% T20: asp. 125% T21: asp. 100% T22: asp. 75% T23: asp. 50% T24: asp. 25% Gotejamento Microaspersão Aspersão 3. RESULTADOS
  17. 17. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr. – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO Gotejamento Microaspersão Aspersão 3. CONCLUSÕES - Gotejamento: 1 emissor de 2 L/h por planta; - Microaspersão: 1 emissor para cada 2 plantas, de 90 L h-1 e 3,5 m de raio molhado; - Aspersão: 1 irrigação de 4 mm/semana; - Obs: Não responde a adubação de cobertura de N e K; Nas condições em que o estudo foi realizado, conclui-se que plantas de mogno africano (Kaya ivorensis) respondem a irrigação em Bonfinópolis-GO, para o primeiro ano em campo, tanto para altura de planta, diâmetro de caule e altura de fuste.
  18. 18. Sistemas de Irrigação em Mogno Africano – Prof. Dr. José Alves Jr – II Workshop de Mogno Africano – 17/08/2013 – Bonfinópolis/GO 13 meses (Abril de 2013) Prof. Dr. José Alves Júnior josealvesufg@yahoo.com.br (62)99930476 Obrigado pela Atenção!

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