SlideShare uma empresa Scribd logo
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ-UESPI
CAMPUS DEP.JESUALDO CAVALCANTI BARROS
PROFESSOR (A) LEOMARA FRANÇA
DISCIPLINA: HOTICULTURA
DESEMPENHO DA ALFACE (LACTUCA SATIVA L.), SOB
DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE ESTERCO BOVINO
Trabalho Apresentado á
disciplina de Horticultura
Ofertada ao VI Bloco do
Curso de Agronomia da
Universidade Estadual do
Piauí Campus Corrente,
Requisito de avaliação da
disciplina.
CORRENTE-PI
NOVEMBRO DE 2013
DESEMPENHO DA ALFACE (LACTUCA SATIVA L.), SOB
DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE ESTERCO BOVINO1
Adriano Veniciús Santana Gualberto2
;Antônio Martins dos Santos Júnior2
;Darlan Lemos da Cunha2
;
Euvaldo de Sousa Costa Júnior2
;Romário Lemos Zico2
;Samuel Henrique Brito Costa2
;Uilas de Souza
Azevedo2
Resumo
Objetivou-se com esse estudo avaliar a produção da alface com aplicação de diferentes
doses de adubos orgânicos (bovino). O experimento está sendo realizado na área
experimental da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Dep. Jesualdo
Cavalcanti de Barros, Município de Corrente, PI (10°26' de latitude sul e 45°09' de
longitude oeste, 438 m de altitude). O delineamento utilizado foi o inteiramente
casualizado com 4 tratamentos e 4 repetições sendo os tratamentos formados pelas
diferentes doses de esterco bovino, sendo testada quatro doses de esterco bovino (0 t/há-
1
,20 t/há-1
,40 t/kg-1
,60 t/há-1
), com quatro repetições . Serão avaliadas as seguintes
variáveis: produção de massa fresca total e comercial, diâmetro de cabeça, número de
folhas, massa seca de folhas e largura de caule. Devido o experimento ainda estar em
campo, não houve coleta de dados até o momento. Visualmente percebe-se que o
tratamento 0 t/há-1
de esterco bovino não tem se sobressaído diferente dos demais
tratamentos, apresentando menor tamanho e vigor.
Palavra-chave: Adubação orgânica; Lactuca sativa L.;produtividade.
1 Artigo apresentado à disciplina de horticultura no VI bloco do curso de Agronomia UESPI/CORRENTE
2 Graduando em Agronomia, UESPI/CORRENTE
Introdução
A cultura da alface (Lactuca sativa L.) vem ocupando grande parte do mercado
nacional de hortaliça, desta forma tem adquirido uma boa parcela na economia do país.
Sendo esta a hortaliça folhosa mais consumida, com grande parte da produção
concentrada na agricultura familiar, a qual tem grande potencialidade para produção em
sistemas de cultivo de base agroecológica. Neste contexto, os adubos orgânicos estão
sendo bastante utilizado nos sistemas de produção de alface visando uma produção de
qualidade melhorando as propriedades químicas, físicas e biológicas do solo (Filgueira,
2000).
A adubação orgânica, especialmente com esterco animal, por possuir
característica de fácil desintegração da partícula disponibilizando os nutrientes de forma
pronta e rápida para planta é umas das mais utilizadas, possuindo também a
característica de qualificar o aspecto físico do solo devido à alta deposição de matéria
orgânica (Filgueira, 2000). Essa espécie apresenta grande resposta à adubação orgânica
e a altos teores de água no solo (Santos et al., 1994; 2001).
Na produção de hortaliças em geral, tem-se observado efeito positivo da
adubação orgânica sobre a produtividade e qualidade dos produtos, quando comparada à
adubação exclusivamente mineral. Isso porque, no solo a adubação orgânica exerce
múltiplas ações diretas e indiretas. O seu efeito direto está relacionado com a presença
de todos os elementos essenciais em quantidades pequenas, mas significativas em vista
de grandes doses que são usadas, enquanto o seu efeito indireto relaciona-se com as
melhorias estruturais do solo (MALAVOLTA; GOMES; ALCARDE, 2002).
Em trabalhos realizados com essa hortaliça foram observados aumentos na
produção e nos teores de nutrientes nas plantas, após a aplicação de adubos orgânicos
(Rodrigues, 1990). VEDIGAL et. al (1995) Relataram aumento no peso do alface, na
uniformidade do “Stand” e nos teores de fósforo e potássio nas plantas com utilização
de 50 t/ha de esterco de curral.
Neste contexto, notável é a busca por alimentos de origem orgânica na
microrregião de Corrente-PI, bem como são carentes trabalhos que quantificam o uso de
resíduos orgânicos em olericulturas na região, deste modo, torna-se necessário a busca
por conhecimento à cerca do assunto em questão. Visando a otimização de resíduos
bovinos devido à forte pecuária da região sul do Piauí, objetivou-se com esse estudo
avaliar a produção da alface (Lactuca sativa L.) com aplicação de diferentes doses de
adubos orgânicos (bovino).
Materiais e Métodos
1. LOCAL
O experimento está sendo realizado na área experimental da Universidade Estadual
do Piauí (UESPI), campus Dep. Jesualdo Cavalcanti de Barros, Município de Corrente,
PI (10°26' de latitude sul e 45°09' de longitude oeste, 438 m de altitude). O clima é o
tropical chuvoso (Aw’) pelo critério de classificação climática de Köppen. A área é de
topografia suave ondulada; o solo foi classificado como Latossolo Vermelho-Amarelo
típico, textura média.
2. Tratamentos e delineamento
Para implantação do experimento foram construídos 4 canteiros de 5,0x1,20x0,20
m subdivididos em 4 parcelas de 1,25x1,20 m, separadas por maderite. O delineamento
utilizado foi o inteiramente casualizado com 4 tratamentos e 4 repetições sendo os
tratamentos formados por quatro doses de esterco bovino (0 t/há-1
,20 t/há-1
,40 t/kg-1
,60
t/há-1
), com quatro repetições. Para pesagem do esterco utilizou-se uma balança do
modelo varão. O esterco foi depositado cuidadosamente nas parcelas e homogeneizado
de forma total para melhor representação do experimento, o excesso de ureia foi
Corrente-PI
UESPI
eliminado pela técnica de curtição, dispondo o material para tal processo durante 20
dias,sendo irrigado diariamente. A implantação dos canteiros no campo foi feita pelo
método do teorema de Pitágoras ( Iezze,G. et al.,1977) para sua disposição de forma
linear. A cultivar de alface (Lactuca sativa L.) avaliada foi a Mônica SF31(Feltrin), por
ser de uso generalizado na microrregião de Corrente. As mudas foram dispostas com
espaçamento de 0,20 x 0,20m entre plantas totalizando um estande de 36 plantas por
parcela, sendo que a parcela útil será formada pelas 10 plantas centrais de cada parcela
eliminando-se as duas filas de borduras, com objetivo de minimizar a interferência de
agentes externos.
3. Tratos culturais realizados
A alface (Lactuca sativa L.) cultivar Mônica foi semeado em telado com sombrite de
40% de aclimatização no dia 03 de setembro de 2013 em três bandejas de isopor com
200 células utilizando substrato comercial Bioplant®
, aos 7, 14 e 21 dias após a
emergência de todas as plântulas foi feito adubação foliar utilizando o produto
comercial Nutrigarden que possui garantia mínima de alguns nutrientes essenciais ao
desenvolvimento da planta, em concentração de 0,5 ml do produto para 250 ml de água,
sendo aplicados 250 ml da solução por bandeja. Aos 27 dias após a semeadura foi
transplantadas às mudas com 4 folhas maior que 7 cm para os canteiros (Santos, D. et
al.,2011). Após a instalação das plantas no campo foi aclimatizada com sombrites de
40% no T1, 80% no T2, 80% T3 e 40% no T4. A irrigação está sendo feita de manual
por meio de regadores, sendo irrigado diariamente pela manhã e ao final da tarde e
realizando-se os tratos culturais de acordo com as necessidades da cultura.
Tabela 1. Garantia mínima de nutrientes (%) do fertilizante mineral foliar Nutrigarden®
.
Itens N P2O5 K2O Mg B Cu Fe Mn Mo Zn
% p/p 9,6 4 8 1 0,06 0,05 0,3 0,07 0,005 0,15
g/l 9,6 4 8 1 0,06 0,05 0,3 0,07 0,005 0,15
p/p = Parte por milhão; g/l = gramas por litro.
4. Variáveis a serem avaliadas
A colheita será realizada aos 51 dias após o transplante (DAT), quando as
plantas irão apresentar possível padrão comercial e máximo desenvolvimento
vegetativo. Será efetuado o corte do caule rente ao solo, sendo as plantas colhidas com
todas as folhas externas. Será avaliado, da parte aérea da planta, para a produção de
massa fresca total e comercial, diâmetro de cabeça, número de folhas, massa seca de
folhas e largura de caule. Para obter a massa fresca total será pesada a planta total após
colheita, para a obtenção de massa seca comercial, retiraram-se as folhas externas. Para
calcular o diâmetro utilizando-se a fita métrica colocando ao redor da cabeça e o
número de folhas por planta será determinado contando-se o número de folhas maiores
que 3 cm de comprimento, partindo-se das folhas basais até a última folha aberta. A
massa seca da parte aérea será obtida pela secagem das folhas comerciais em estufa com
circulação forçada de ar a 70°C até atingir massa constante, e posterior pesagem. Para a
determinação da produção comercial (PRODCOM), será utilizada a equação:
PRODCOM = [(MAFRES x NPLCAN) / NPLUT] x NCAN x IC, em que: MAFRES =
massa fresca; NPLCAN = número de plantas no canteiro; NPLUT = número de plantas
úteis; NCAN = número de canteiros e IC = índice comercial. O índice comercial será
determinado pela seguinte equação: IC = MAFCOM / MAFRES, em que MAFCOM =
massa fresca comercial (Santos, D. et al.,2011), e a largura de caule será obtida por uma trena.
Os dados serão submetidos à análise de variância, pelo teste “F”, para
diagnóstico de efeito significativo e os tratamentos foram comparados entre si pelo teste
de Tukey para avaliação de diferença significativa (FERREIRA, 2000). Será utilizado o
pacote estatístico SAS versão 9.0 para análise do conjunto de dados.
Tabela 2. Descrição dos tratamentos utilizados
Tratamento Descrição
1 0 kg/há-1
de Esterco
2 20 kg/há-1
de Esterco
3 40 kg/há-1
de Esterco
4 60 kg/há-1
de Esterco
Resultados e Discussão (Parciais)
Visualmente percebe-se que o tratamento 0 t/há-1
de esterco bovino não tem se
sobressaído diferente dos demais tratamentos, apresentando menor tamanho e vigor.
Vários autores relatam que a aplicação de adubos orgânicos proporciona aumentos na
produtividade e qualidade da alface. Estes resultados poderão se confirmar no final do
experimento (imagens em anexo).
Considerações Finais
No dia 21 de novembro de 2013, será realizada a colheita da cultura e em
seguida a análise dos dados. Com estes resultados, espera-se, determinar a melhor dose
de adubo orgânico para a cultura da alface Mônica, para as condições de Corrente-PI. O
resultado final desta pesquisa, em forma de artigo cientifico, será submetido à
publicação em revista da área.
Anexo I
Preparo dos canteiros
Limpeza da Área Revolvimento do Solo
Pesagem do Esterco
Mudas de Alface Transplante
Todos os Tratamentos (campo) Sombrites
Estande dia 04/11/2013 Estande dia 04/11/2013
(Imagens Fonte: Antônio Martins).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FERREIRA, P.V.; Estatística experimental aplicada à Agronomia. 3.ed. Maceió:
EDUFAL, 604p. 2000.
FILGUEIRA, F. A. R. (2000).Novo Manual de Olericultura. Agrotecnologia moderna
na produção e comercialização de hortaliças. 2 ed. rev. amp. Viçosa: UFV.
Fundamentos da matemática elementar (por) Gelson Iezzi (e outros) 5&0 Paulo,
Atual Ed1977-78.
MALAVOLTA, E.; GOMES, F. P.; ALCARDE. J. C. Adubos e Adubações. São Paulo:
Nobel, 2002. 200 p. RAIJ, B. V. Fertilidade do solo e adubação. Piracicaba: Ceres/
Potafos, 1991. 343 p.
SANTOS, R. H. S.; CASALI, V. W. D.; CONDÉ, A. R.; MIRANDA, L. C. G. de.
Qualidade de alface cultivada com composto orgânico. Horticultura Brasileira,
Brasília, v. 12, n. 1, p. 29-32, 1994.
SANTOS D; MENDONÇA RMN; SILVA SM; ESPÍNOLA JEF; SOUZA AP. 2011.
Produção comercial de cultivares de alface em Bananeiras. Horticultura Brasileira 29:
609-612.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

ESTUDO DA VIABILIDADE DA PODA, NA CULTURA DO PIMENTEIRO (Capsicum annuum L.),...
ESTUDO DA VIABILIDADE DA PODA, NA CULTURA DO PIMENTEIRO (Capsicum annuum L.),...ESTUDO DA VIABILIDADE DA PODA, NA CULTURA DO PIMENTEIRO (Capsicum annuum L.),...
ESTUDO DA VIABILIDADE DA PODA, NA CULTURA DO PIMENTEIRO (Capsicum annuum L.),...
Armindo Rosa
 
ESTUDO DA VIABILIDADE DO AUMENTO DA DENSIDADE DE PLANTAÇÃO, EM 5 CULTIVARES D...
ESTUDO DA VIABILIDADE DO AUMENTO DA DENSIDADE DE PLANTAÇÃO, EM 5 CULTIVARES D...ESTUDO DA VIABILIDADE DO AUMENTO DA DENSIDADE DE PLANTAÇÃO, EM 5 CULTIVARES D...
ESTUDO DA VIABILIDADE DO AUMENTO DA DENSIDADE DE PLANTAÇÃO, EM 5 CULTIVARES D...
Armindo Rosa
 
Artigo bioterra v1_n1_2019_09
Artigo bioterra v1_n1_2019_09Artigo bioterra v1_n1_2019_09
Artigo bioterra v1_n1_2019_09
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
Artigo bioterra v16_n2_05
Artigo bioterra v16_n2_05Artigo bioterra v16_n2_05
Artigo bioterra v16_n2_05
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA APLICAÇÃO DE DIFERENTES DOTAÇÕES DE REGA, EM CITRINOS...
ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA APLICAÇÃO DE DIFERENTES DOTAÇÕES DE REGA, EM CITRINOS...ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA APLICAÇÃO DE DIFERENTES DOTAÇÕES DE REGA, EM CITRINOS...
ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA APLICAÇÃO DE DIFERENTES DOTAÇÕES DE REGA, EM CITRINOS...
Armindo Rosa
 
Cultura sem solo com reutilização dos efluentes, em estufa com controlo ambie...
Cultura sem solo com reutilização dos efluentes, em estufa com controlo ambie...Cultura sem solo com reutilização dos efluentes, em estufa com controlo ambie...
Cultura sem solo com reutilização dos efluentes, em estufa com controlo ambie...
Armindo Rosa
 
CULTURAS HORTÍCOLAS EM SUBSTRATO DE LÃ DE ROCHA
CULTURAS HORTÍCOLAS EM SUBSTRATO DE LÃ DE ROCHACULTURAS HORTÍCOLAS EM SUBSTRATO DE LÃ DE ROCHA
CULTURAS HORTÍCOLAS EM SUBSTRATO DE LÃ DE ROCHA
Armindo Rosa
 
Pragas graos armazenados
Pragas graos armazenadosPragas graos armazenados
Pragas graos armazenados
mvezzone
 
V24n01a11
V24n01a11V24n01a11
V24n01a11
guestb8ea0b2
 
Utilização de substratos orgânicos na produção de pimentão, sob
Utilização de substratos orgânicos na produção de pimentão, sobUtilização de substratos orgânicos na produção de pimentão, sob
Utilização de substratos orgânicos na produção de pimentão, sob
Jose Carvalho
 
Rotacao de culturas 2
Rotacao de culturas 2 Rotacao de culturas 2
Rotacao de culturas 2
mvezzone
 
Calagem e adubação para hortaliças sob cultivo protegido*
Calagem e adubação para hortaliças sob cultivo protegido*Calagem e adubação para hortaliças sob cultivo protegido*
Calagem e adubação para hortaliças sob cultivo protegido*
Rural Pecuária
 
Calagem e Adubação da Cebola
Calagem e Adubação da CebolaCalagem e Adubação da Cebola
Calagem e Adubação da Cebola
Rural Pecuária
 
Projeto - Produção de cebola
Projeto - Produção de cebolaProjeto - Produção de cebola
Projeto - Produção de cebola
Cleuzenir Da Silva Delorto
 
Aplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verde
Aplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verdeAplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verde
Aplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verde
arturbonilha mendes
 
Adubação nitrogenada suplementar tardia em soja
Adubação nitrogenada suplementar tardia em sojaAdubação nitrogenada suplementar tardia em soja
Adubação nitrogenada suplementar tardia em soja
Maurício Sangiogo
 
Adubacao da-soja-em-areas-de-cerrado-micronutrientes-
Adubacao da-soja-em-areas-de-cerrado-micronutrientes-Adubacao da-soja-em-areas-de-cerrado-micronutrientes-
Adubacao da-soja-em-areas-de-cerrado-micronutrientes-
Cézar Guerra
 
1234 5109-1-pb (1)
1234 5109-1-pb (1)1234 5109-1-pb (1)
1234 5109-1-pb (1)
Lucas Ferreira
 

Mais procurados (18)

ESTUDO DA VIABILIDADE DA PODA, NA CULTURA DO PIMENTEIRO (Capsicum annuum L.),...
ESTUDO DA VIABILIDADE DA PODA, NA CULTURA DO PIMENTEIRO (Capsicum annuum L.),...ESTUDO DA VIABILIDADE DA PODA, NA CULTURA DO PIMENTEIRO (Capsicum annuum L.),...
ESTUDO DA VIABILIDADE DA PODA, NA CULTURA DO PIMENTEIRO (Capsicum annuum L.),...
 
ESTUDO DA VIABILIDADE DO AUMENTO DA DENSIDADE DE PLANTAÇÃO, EM 5 CULTIVARES D...
ESTUDO DA VIABILIDADE DO AUMENTO DA DENSIDADE DE PLANTAÇÃO, EM 5 CULTIVARES D...ESTUDO DA VIABILIDADE DO AUMENTO DA DENSIDADE DE PLANTAÇÃO, EM 5 CULTIVARES D...
ESTUDO DA VIABILIDADE DO AUMENTO DA DENSIDADE DE PLANTAÇÃO, EM 5 CULTIVARES D...
 
Artigo bioterra v1_n1_2019_09
Artigo bioterra v1_n1_2019_09Artigo bioterra v1_n1_2019_09
Artigo bioterra v1_n1_2019_09
 
Artigo bioterra v16_n2_05
Artigo bioterra v16_n2_05Artigo bioterra v16_n2_05
Artigo bioterra v16_n2_05
 
ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA APLICAÇÃO DE DIFERENTES DOTAÇÕES DE REGA, EM CITRINOS...
ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA APLICAÇÃO DE DIFERENTES DOTAÇÕES DE REGA, EM CITRINOS...ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA APLICAÇÃO DE DIFERENTES DOTAÇÕES DE REGA, EM CITRINOS...
ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA APLICAÇÃO DE DIFERENTES DOTAÇÕES DE REGA, EM CITRINOS...
 
Cultura sem solo com reutilização dos efluentes, em estufa com controlo ambie...
Cultura sem solo com reutilização dos efluentes, em estufa com controlo ambie...Cultura sem solo com reutilização dos efluentes, em estufa com controlo ambie...
Cultura sem solo com reutilização dos efluentes, em estufa com controlo ambie...
 
CULTURAS HORTÍCOLAS EM SUBSTRATO DE LÃ DE ROCHA
CULTURAS HORTÍCOLAS EM SUBSTRATO DE LÃ DE ROCHACULTURAS HORTÍCOLAS EM SUBSTRATO DE LÃ DE ROCHA
CULTURAS HORTÍCOLAS EM SUBSTRATO DE LÃ DE ROCHA
 
Pragas graos armazenados
Pragas graos armazenadosPragas graos armazenados
Pragas graos armazenados
 
V24n01a11
V24n01a11V24n01a11
V24n01a11
 
Utilização de substratos orgânicos na produção de pimentão, sob
Utilização de substratos orgânicos na produção de pimentão, sobUtilização de substratos orgânicos na produção de pimentão, sob
Utilização de substratos orgânicos na produção de pimentão, sob
 
Rotacao de culturas 2
Rotacao de culturas 2 Rotacao de culturas 2
Rotacao de culturas 2
 
Calagem e adubação para hortaliças sob cultivo protegido*
Calagem e adubação para hortaliças sob cultivo protegido*Calagem e adubação para hortaliças sob cultivo protegido*
Calagem e adubação para hortaliças sob cultivo protegido*
 
Calagem e Adubação da Cebola
Calagem e Adubação da CebolaCalagem e Adubação da Cebola
Calagem e Adubação da Cebola
 
Projeto - Produção de cebola
Projeto - Produção de cebolaProjeto - Produção de cebola
Projeto - Produção de cebola
 
Aplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verde
Aplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verdeAplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verde
Aplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verde
 
Adubação nitrogenada suplementar tardia em soja
Adubação nitrogenada suplementar tardia em sojaAdubação nitrogenada suplementar tardia em soja
Adubação nitrogenada suplementar tardia em soja
 
Adubacao da-soja-em-areas-de-cerrado-micronutrientes-
Adubacao da-soja-em-areas-de-cerrado-micronutrientes-Adubacao da-soja-em-areas-de-cerrado-micronutrientes-
Adubacao da-soja-em-areas-de-cerrado-micronutrientes-
 
1234 5109-1-pb (1)
1234 5109-1-pb (1)1234 5109-1-pb (1)
1234 5109-1-pb (1)
 

Semelhante a Artigo alface 04.11 completo

4987 27155-1-pb
4987 27155-1-pb4987 27155-1-pb
4987 27155-1-pb
arturbonilha mendes
 
Fontes e doses de nitrogênio e fósforo
Fontes e doses de nitrogênio e fósforoFontes e doses de nitrogênio e fósforo
Fontes e doses de nitrogênio e fósforo
Walter Artur Artur Mendes
 
Artigo bioterra v1_n1_2019_08
Artigo bioterra v1_n1_2019_08Artigo bioterra v1_n1_2019_08
Artigo bioterra v1_n1_2019_08
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
15739 64394-1-pb artigo biotecnologia
15739 64394-1-pb artigo biotecnologia15739 64394-1-pb artigo biotecnologia
15739 64394-1-pb artigo biotecnologia
Fernanda Sales
 
DIFERENTES SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTÃO
DIFERENTES SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTÃODIFERENTES SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTÃO
DIFERENTES SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTÃO
Ana Aguiar
 
Aplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verde
Aplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verdeAplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verde
Aplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verde
arturbonilha mendes
 
Cnpc 2017-cot-165
Cnpc 2017-cot-165Cnpc 2017-cot-165
Cnpc 2017-cot-165
Lucas Candiotto
 
Alface hidroponica
Alface hidroponicaAlface hidroponica
Alface hidroponica
claudiowolph
 
Calagem e Adubação do Pepino
Calagem e Adubação do PepinoCalagem e Adubação do Pepino
Calagem e Adubação do Pepino
Rural Pecuária
 
Produção de alface (Lactuca sativa L.), em função de diferentes concentrações...
Produção de alface (Lactuca sativa L.), em função de diferentes concentrações...Produção de alface (Lactuca sativa L.), em função de diferentes concentrações...
Produção de alface (Lactuca sativa L.), em função de diferentes concentrações...
Ana Bya Suzuki
 
A bananeira BRS conquista em sistema Agroflorestal regenerativo
A bananeira BRS conquista em sistema Agroflorestal regenerativoA bananeira BRS conquista em sistema Agroflorestal regenerativo
A bananeira BRS conquista em sistema Agroflorestal regenerativo
Rural Pecuária
 
32 2-2008 01
32 2-2008 0132 2-2008 01
32 2-2008 01
Adriane Rocha
 
Esterco no milho
Esterco no milhoEsterco no milho
Esterco no milho
mvezzone
 
Cartilha
CartilhaCartilha
Cartilha
Gabriel Volpi
 
Características de crescimento capim braquiarao
Características de crescimento capim braquiaraoCaracterísticas de crescimento capim braquiarao
Características de crescimento capim braquiarao
Holosgreen - Soluções para Agronegócios
 
Artigo bioterra v20_n1_02
Artigo bioterra v20_n1_02Artigo bioterra v20_n1_02
Artigo bioterra v20_n1_02
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
Artigobioterrav20n102 200420202123
Artigobioterrav20n102 200420202123Artigobioterrav20n102 200420202123
Artigobioterrav20n102 200420202123
Gislayne Bitencourt
 
Boletim técnico do IAC: Calagem e adubação do tomate de mesa
Boletim técnico do IAC: Calagem e adubação do tomate de mesa Boletim técnico do IAC: Calagem e adubação do tomate de mesa
Boletim técnico do IAC: Calagem e adubação do tomate de mesa
Rural Pecuária
 
3
33
Custos .... a produção de hortaliças
Custos .... a produção de hortaliçasCustos .... a produção de hortaliças
Custos .... a produção de hortaliças
Jardênia Rodrigues
 

Semelhante a Artigo alface 04.11 completo (20)

4987 27155-1-pb
4987 27155-1-pb4987 27155-1-pb
4987 27155-1-pb
 
Fontes e doses de nitrogênio e fósforo
Fontes e doses de nitrogênio e fósforoFontes e doses de nitrogênio e fósforo
Fontes e doses de nitrogênio e fósforo
 
Artigo bioterra v1_n1_2019_08
Artigo bioterra v1_n1_2019_08Artigo bioterra v1_n1_2019_08
Artigo bioterra v1_n1_2019_08
 
15739 64394-1-pb artigo biotecnologia
15739 64394-1-pb artigo biotecnologia15739 64394-1-pb artigo biotecnologia
15739 64394-1-pb artigo biotecnologia
 
DIFERENTES SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTÃO
DIFERENTES SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTÃODIFERENTES SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTÃO
DIFERENTES SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTÃO
 
Aplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verde
Aplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verdeAplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verde
Aplicação de fósforo via solo e foliar na cultura do milho verde
 
Cnpc 2017-cot-165
Cnpc 2017-cot-165Cnpc 2017-cot-165
Cnpc 2017-cot-165
 
Alface hidroponica
Alface hidroponicaAlface hidroponica
Alface hidroponica
 
Calagem e Adubação do Pepino
Calagem e Adubação do PepinoCalagem e Adubação do Pepino
Calagem e Adubação do Pepino
 
Produção de alface (Lactuca sativa L.), em função de diferentes concentrações...
Produção de alface (Lactuca sativa L.), em função de diferentes concentrações...Produção de alface (Lactuca sativa L.), em função de diferentes concentrações...
Produção de alface (Lactuca sativa L.), em função de diferentes concentrações...
 
A bananeira BRS conquista em sistema Agroflorestal regenerativo
A bananeira BRS conquista em sistema Agroflorestal regenerativoA bananeira BRS conquista em sistema Agroflorestal regenerativo
A bananeira BRS conquista em sistema Agroflorestal regenerativo
 
32 2-2008 01
32 2-2008 0132 2-2008 01
32 2-2008 01
 
Esterco no milho
Esterco no milhoEsterco no milho
Esterco no milho
 
Cartilha
CartilhaCartilha
Cartilha
 
Características de crescimento capim braquiarao
Características de crescimento capim braquiaraoCaracterísticas de crescimento capim braquiarao
Características de crescimento capim braquiarao
 
Artigo bioterra v20_n1_02
Artigo bioterra v20_n1_02Artigo bioterra v20_n1_02
Artigo bioterra v20_n1_02
 
Artigobioterrav20n102 200420202123
Artigobioterrav20n102 200420202123Artigobioterrav20n102 200420202123
Artigobioterrav20n102 200420202123
 
Boletim técnico do IAC: Calagem e adubação do tomate de mesa
Boletim técnico do IAC: Calagem e adubação do tomate de mesa Boletim técnico do IAC: Calagem e adubação do tomate de mesa
Boletim técnico do IAC: Calagem e adubação do tomate de mesa
 
3
33
3
 
Custos .... a produção de hortaliças
Custos .... a produção de hortaliçasCustos .... a produção de hortaliças
Custos .... a produção de hortaliças
 

Último

UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAAPRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
karinenobre2033
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
LILIANPRESTESSCUDELE
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
vinibolado86
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Pedro Luis Moraes
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdfJOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
ClaudiaMainoth
 

Último (20)

UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAAPRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdfJOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
 

Artigo alface 04.11 completo

  • 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ-UESPI CAMPUS DEP.JESUALDO CAVALCANTI BARROS PROFESSOR (A) LEOMARA FRANÇA DISCIPLINA: HOTICULTURA DESEMPENHO DA ALFACE (LACTUCA SATIVA L.), SOB DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE ESTERCO BOVINO Trabalho Apresentado á disciplina de Horticultura Ofertada ao VI Bloco do Curso de Agronomia da Universidade Estadual do Piauí Campus Corrente, Requisito de avaliação da disciplina. CORRENTE-PI NOVEMBRO DE 2013
  • 2. DESEMPENHO DA ALFACE (LACTUCA SATIVA L.), SOB DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE ESTERCO BOVINO1 Adriano Veniciús Santana Gualberto2 ;Antônio Martins dos Santos Júnior2 ;Darlan Lemos da Cunha2 ; Euvaldo de Sousa Costa Júnior2 ;Romário Lemos Zico2 ;Samuel Henrique Brito Costa2 ;Uilas de Souza Azevedo2 Resumo Objetivou-se com esse estudo avaliar a produção da alface com aplicação de diferentes doses de adubos orgânicos (bovino). O experimento está sendo realizado na área experimental da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Dep. Jesualdo Cavalcanti de Barros, Município de Corrente, PI (10°26' de latitude sul e 45°09' de longitude oeste, 438 m de altitude). O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com 4 tratamentos e 4 repetições sendo os tratamentos formados pelas diferentes doses de esterco bovino, sendo testada quatro doses de esterco bovino (0 t/há- 1 ,20 t/há-1 ,40 t/kg-1 ,60 t/há-1 ), com quatro repetições . Serão avaliadas as seguintes variáveis: produção de massa fresca total e comercial, diâmetro de cabeça, número de folhas, massa seca de folhas e largura de caule. Devido o experimento ainda estar em campo, não houve coleta de dados até o momento. Visualmente percebe-se que o tratamento 0 t/há-1 de esterco bovino não tem se sobressaído diferente dos demais tratamentos, apresentando menor tamanho e vigor. Palavra-chave: Adubação orgânica; Lactuca sativa L.;produtividade. 1 Artigo apresentado à disciplina de horticultura no VI bloco do curso de Agronomia UESPI/CORRENTE 2 Graduando em Agronomia, UESPI/CORRENTE
  • 3. Introdução A cultura da alface (Lactuca sativa L.) vem ocupando grande parte do mercado nacional de hortaliça, desta forma tem adquirido uma boa parcela na economia do país. Sendo esta a hortaliça folhosa mais consumida, com grande parte da produção concentrada na agricultura familiar, a qual tem grande potencialidade para produção em sistemas de cultivo de base agroecológica. Neste contexto, os adubos orgânicos estão sendo bastante utilizado nos sistemas de produção de alface visando uma produção de qualidade melhorando as propriedades químicas, físicas e biológicas do solo (Filgueira, 2000). A adubação orgânica, especialmente com esterco animal, por possuir característica de fácil desintegração da partícula disponibilizando os nutrientes de forma pronta e rápida para planta é umas das mais utilizadas, possuindo também a característica de qualificar o aspecto físico do solo devido à alta deposição de matéria orgânica (Filgueira, 2000). Essa espécie apresenta grande resposta à adubação orgânica e a altos teores de água no solo (Santos et al., 1994; 2001). Na produção de hortaliças em geral, tem-se observado efeito positivo da adubação orgânica sobre a produtividade e qualidade dos produtos, quando comparada à adubação exclusivamente mineral. Isso porque, no solo a adubação orgânica exerce múltiplas ações diretas e indiretas. O seu efeito direto está relacionado com a presença de todos os elementos essenciais em quantidades pequenas, mas significativas em vista de grandes doses que são usadas, enquanto o seu efeito indireto relaciona-se com as melhorias estruturais do solo (MALAVOLTA; GOMES; ALCARDE, 2002). Em trabalhos realizados com essa hortaliça foram observados aumentos na produção e nos teores de nutrientes nas plantas, após a aplicação de adubos orgânicos (Rodrigues, 1990). VEDIGAL et. al (1995) Relataram aumento no peso do alface, na uniformidade do “Stand” e nos teores de fósforo e potássio nas plantas com utilização de 50 t/ha de esterco de curral. Neste contexto, notável é a busca por alimentos de origem orgânica na microrregião de Corrente-PI, bem como são carentes trabalhos que quantificam o uso de resíduos orgânicos em olericulturas na região, deste modo, torna-se necessário a busca por conhecimento à cerca do assunto em questão. Visando a otimização de resíduos bovinos devido à forte pecuária da região sul do Piauí, objetivou-se com esse estudo
  • 4. avaliar a produção da alface (Lactuca sativa L.) com aplicação de diferentes doses de adubos orgânicos (bovino). Materiais e Métodos 1. LOCAL O experimento está sendo realizado na área experimental da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Dep. Jesualdo Cavalcanti de Barros, Município de Corrente, PI (10°26' de latitude sul e 45°09' de longitude oeste, 438 m de altitude). O clima é o tropical chuvoso (Aw’) pelo critério de classificação climática de Köppen. A área é de topografia suave ondulada; o solo foi classificado como Latossolo Vermelho-Amarelo típico, textura média. 2. Tratamentos e delineamento Para implantação do experimento foram construídos 4 canteiros de 5,0x1,20x0,20 m subdivididos em 4 parcelas de 1,25x1,20 m, separadas por maderite. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com 4 tratamentos e 4 repetições sendo os tratamentos formados por quatro doses de esterco bovino (0 t/há-1 ,20 t/há-1 ,40 t/kg-1 ,60 t/há-1 ), com quatro repetições. Para pesagem do esterco utilizou-se uma balança do modelo varão. O esterco foi depositado cuidadosamente nas parcelas e homogeneizado de forma total para melhor representação do experimento, o excesso de ureia foi Corrente-PI UESPI
  • 5. eliminado pela técnica de curtição, dispondo o material para tal processo durante 20 dias,sendo irrigado diariamente. A implantação dos canteiros no campo foi feita pelo método do teorema de Pitágoras ( Iezze,G. et al.,1977) para sua disposição de forma linear. A cultivar de alface (Lactuca sativa L.) avaliada foi a Mônica SF31(Feltrin), por ser de uso generalizado na microrregião de Corrente. As mudas foram dispostas com espaçamento de 0,20 x 0,20m entre plantas totalizando um estande de 36 plantas por parcela, sendo que a parcela útil será formada pelas 10 plantas centrais de cada parcela eliminando-se as duas filas de borduras, com objetivo de minimizar a interferência de agentes externos. 3. Tratos culturais realizados A alface (Lactuca sativa L.) cultivar Mônica foi semeado em telado com sombrite de 40% de aclimatização no dia 03 de setembro de 2013 em três bandejas de isopor com 200 células utilizando substrato comercial Bioplant® , aos 7, 14 e 21 dias após a emergência de todas as plântulas foi feito adubação foliar utilizando o produto comercial Nutrigarden que possui garantia mínima de alguns nutrientes essenciais ao desenvolvimento da planta, em concentração de 0,5 ml do produto para 250 ml de água, sendo aplicados 250 ml da solução por bandeja. Aos 27 dias após a semeadura foi transplantadas às mudas com 4 folhas maior que 7 cm para os canteiros (Santos, D. et al.,2011). Após a instalação das plantas no campo foi aclimatizada com sombrites de 40% no T1, 80% no T2, 80% T3 e 40% no T4. A irrigação está sendo feita de manual por meio de regadores, sendo irrigado diariamente pela manhã e ao final da tarde e realizando-se os tratos culturais de acordo com as necessidades da cultura. Tabela 1. Garantia mínima de nutrientes (%) do fertilizante mineral foliar Nutrigarden® . Itens N P2O5 K2O Mg B Cu Fe Mn Mo Zn % p/p 9,6 4 8 1 0,06 0,05 0,3 0,07 0,005 0,15 g/l 9,6 4 8 1 0,06 0,05 0,3 0,07 0,005 0,15 p/p = Parte por milhão; g/l = gramas por litro. 4. Variáveis a serem avaliadas A colheita será realizada aos 51 dias após o transplante (DAT), quando as plantas irão apresentar possível padrão comercial e máximo desenvolvimento vegetativo. Será efetuado o corte do caule rente ao solo, sendo as plantas colhidas com todas as folhas externas. Será avaliado, da parte aérea da planta, para a produção de
  • 6. massa fresca total e comercial, diâmetro de cabeça, número de folhas, massa seca de folhas e largura de caule. Para obter a massa fresca total será pesada a planta total após colheita, para a obtenção de massa seca comercial, retiraram-se as folhas externas. Para calcular o diâmetro utilizando-se a fita métrica colocando ao redor da cabeça e o número de folhas por planta será determinado contando-se o número de folhas maiores que 3 cm de comprimento, partindo-se das folhas basais até a última folha aberta. A massa seca da parte aérea será obtida pela secagem das folhas comerciais em estufa com circulação forçada de ar a 70°C até atingir massa constante, e posterior pesagem. Para a determinação da produção comercial (PRODCOM), será utilizada a equação: PRODCOM = [(MAFRES x NPLCAN) / NPLUT] x NCAN x IC, em que: MAFRES = massa fresca; NPLCAN = número de plantas no canteiro; NPLUT = número de plantas úteis; NCAN = número de canteiros e IC = índice comercial. O índice comercial será determinado pela seguinte equação: IC = MAFCOM / MAFRES, em que MAFCOM = massa fresca comercial (Santos, D. et al.,2011), e a largura de caule será obtida por uma trena. Os dados serão submetidos à análise de variância, pelo teste “F”, para diagnóstico de efeito significativo e os tratamentos foram comparados entre si pelo teste de Tukey para avaliação de diferença significativa (FERREIRA, 2000). Será utilizado o pacote estatístico SAS versão 9.0 para análise do conjunto de dados. Tabela 2. Descrição dos tratamentos utilizados Tratamento Descrição 1 0 kg/há-1 de Esterco 2 20 kg/há-1 de Esterco 3 40 kg/há-1 de Esterco 4 60 kg/há-1 de Esterco Resultados e Discussão (Parciais) Visualmente percebe-se que o tratamento 0 t/há-1 de esterco bovino não tem se sobressaído diferente dos demais tratamentos, apresentando menor tamanho e vigor. Vários autores relatam que a aplicação de adubos orgânicos proporciona aumentos na
  • 7. produtividade e qualidade da alface. Estes resultados poderão se confirmar no final do experimento (imagens em anexo). Considerações Finais No dia 21 de novembro de 2013, será realizada a colheita da cultura e em seguida a análise dos dados. Com estes resultados, espera-se, determinar a melhor dose de adubo orgânico para a cultura da alface Mônica, para as condições de Corrente-PI. O resultado final desta pesquisa, em forma de artigo cientifico, será submetido à publicação em revista da área.
  • 8. Anexo I Preparo dos canteiros Limpeza da Área Revolvimento do Solo Pesagem do Esterco Mudas de Alface Transplante Todos os Tratamentos (campo) Sombrites Estande dia 04/11/2013 Estande dia 04/11/2013 (Imagens Fonte: Antônio Martins).
  • 9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FERREIRA, P.V.; Estatística experimental aplicada à Agronomia. 3.ed. Maceió: EDUFAL, 604p. 2000. FILGUEIRA, F. A. R. (2000).Novo Manual de Olericultura. Agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. 2 ed. rev. amp. Viçosa: UFV. Fundamentos da matemática elementar (por) Gelson Iezzi (e outros) 5&0 Paulo, Atual Ed1977-78. MALAVOLTA, E.; GOMES, F. P.; ALCARDE. J. C. Adubos e Adubações. São Paulo: Nobel, 2002. 200 p. RAIJ, B. V. Fertilidade do solo e adubação. Piracicaba: Ceres/ Potafos, 1991. 343 p. SANTOS, R. H. S.; CASALI, V. W. D.; CONDÉ, A. R.; MIRANDA, L. C. G. de. Qualidade de alface cultivada com composto orgânico. Horticultura Brasileira, Brasília, v. 12, n. 1, p. 29-32, 1994. SANTOS D; MENDONÇA RMN; SILVA SM; ESPÍNOLA JEF; SOUZA AP. 2011. Produção comercial de cultivares de alface em Bananeiras. Horticultura Brasileira 29: 609-612.