Aula 01
EPR 397 - Gestão Ambiental
I - 2014
1. Gestão ambiental e desenvolvimento sustentável
1.1. Fatores de degradação a...
1. Gestão ambiental e desenvolvimento sustentável
Gestão ambiental
Gestão ambiental é um dos pilares de sustentabilidade,
...
Histórico
A bióloga e escritora americana Rachel
Carson foi o estopim da revolução biológica e a
precursora dos movimentos...
O DDT, o primeiro inseticida moderno organoclorado foi
sintetizado em 1874, mas apenas em 1939, o químico suíço Paul
Mulle...
Histórico
ONU primeira a organizar um tratado ambiental.
A Conferência de Estocolmo, realizada entre os dias 5 a 16 de junho de
1972...
Perante os devastadores efeitos da atividade industrial das grandes
potências no período pós 2ª Guerra toma-se gradualment...
Protocolo de kioto
O Protocolo de kioto é consequência de uma série de eventos iniciada com a
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O Protocolo de Montreal sobre substâncias que empobrecem a camada de
ozônio é um tratado internacional em que os países si...
1. Gestão ambiental e desenvolvimento sustentável
Desenvolvimento sustentável
Em 1983, a ONU cria a Comissão Mundial sobre...
Desenvolvimento sustentável
ONU estabelece três pilares para o desenvolvimento sustentável dos
países: econômico, social e...
Pilares para o desenvolvimento sustentável
“Todos sabem que é impossível colocar uma
cerca em volta da floresta e esperar ...
http://ri.marfrig.com.br/RAO/2011/port/ra/11.htm
Desenvolvimento Sustentável
A Marfrig preocupa-se em integrar aspectos so...
1.1. Fatores de degradação ambiental
Segundo Dias (1998), a degradação ambiental pode ser entendida
como alterações das co...
1.1. Fatores de degradação ambiental
I ) Indicadores
econômicos
II) Indicadores sociais
III) Indicadores
ambientais
I) Indicadores econômicos:
 PIB e renda per capita,
 Agricultura,
 Nº de bovinos, Nº de ovinos e Nº de caprinos,
 Cons...
1.1. Fatores de degradação
ambiental
II) Indicadores sociais fatores antropológicos
Densidade demográfica
Taxa de urban...
II) Indicadores sociais
III) Indicadores ambientais:
1.1. Fatores de degradação ambiental
% da área com lavouras em relação à área do município
Salinidade média da água (rios, lagos)
% da área colhida com cult...
Índices de Poluição do Ar
Gases de Efeito Estufa
*Dióxido e monóxido de Carbono (CO e CO2) : queima
de combustíveis fóssei...
Emissões de CO2 projetado para 2050
Pacala and Socolow, Science, vol.305 2004)
• Média global de emissões de CO2 per capita
1980  0,93 t C
1990  0,96 t C
1999  1,04 t C
2005  1,21 t C
• Para estabi...
Níveis de
Antropização
Degradação ambiental da bacia hidrográfica do rio Uberaba:
uma abordagem metodológica
Os processos de degradação ambiental...
Aula 02
1.2. Gestão do ambiente
1.2. Gestão do ambiente
1.2.1) Atuação responsável ABIQUIM
O Programa Atuação Responsável ®
marca registrada da Abiquim -
Associação Brasileira da...
Atuação responsável ABIQUIM
A ABNT e a ABIQUIM firmaram um convênio que possibilitará a
divulgação gratuita da série da no...
1.2.2) Total Quality Environmental Management (TQEM)
Total Quality Environmental Management refers to business
management ...
ISO 14000
An Environmental Management
System provides a framework for
managing environmental
responsibilities so they beco...
1.2.3) Produção Mais Limpa
Estratégia econômica, ambiental e tecnológica que aumenta a eficiência
do uso de matérias-prima...
Implementação de Programas de Produção mais Limpa
O Centro Nacional de Tecnologias Limpas –
CNTL/SENAI-RS visa estabelecer...
Implementação de Programas de Produção mais Limpa
EVOLUÇÃO DAS QUESTÕES AMBIENTAIS
Analisando o histórico do gerenciamento...
http://srvprod.sistemafiergs.org.br/
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O Programa de Produção mais Limpa traz para
as empresas benefícios ambientais e econômicos que
resultam na eficiência glob...
PP+L  Programa de Produção mais Limpa
4) Eco eficiência
A ecoeficiência pode ser obtida através da união entre, o
fornecimento de bens e serviços sustentáveis a...
O termo ecoeficiência foi introduzido em 1992 pelo World Business
Council for Sustainable Development (WBCSD) – Conselho M...
5) Projeto para meio ambiente
O Projeto Sala Verde, coordenado pelo
Departamento de Educação Ambiental do
Ministério do Meio Ambiente (DEA/MMA) consiste...
Referências Bibliográficas
DRUNN, Kamila Camargo. GARCIA, Hugney Matos. UNIC – Floriano Peixoto, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁV...
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  1. 1. Aula 01 EPR 397 - Gestão Ambiental I - 2014 1. Gestão ambiental e desenvolvimento sustentável 1.1. Fatores de degradação ambiental 1.2. Gestão do ambiente 1.3. A questão ambiental no âmbito da economia 1.4. Estratégias diferenciadas de Gestão Ambiental Horas/Aula: 4
  2. 2. 1. Gestão ambiental e desenvolvimento sustentável Gestão ambiental Gestão ambiental é um dos pilares de sustentabilidade, que auxilia as empresas em seus planejamentos ecológicos desenvolvendo um desencadeamento positivo em vista da imagem e custos da empresa. Seguindo neste objetivo é preciso de qualquer forma iniciar pelo ponto critico e chave da questão , que se chama reeducação ambiental que integra não só as empresas como também a sociedade em geral, pois o individuo educado hoje será o individuo consciente de amanhã.
  3. 3. Histórico A bióloga e escritora americana Rachel Carson foi o estopim da revolução biológica e a precursora dos movimentos ambientalistas, ao lançar em 1962, o livro PRIMAVERA SILENCIOSA. Impressionada com a diminuição da população de algumas espécies de aves com as quais conviveu na infância nas planícies verdes às margens do Mississipe, Rachel Carson mostrou no livro que o inimigo da história era o inseticida DDT, o dicloro-difenil-tricloroetano.
  4. 4. O DDT, o primeiro inseticida moderno organoclorado foi sintetizado em 1874, mas apenas em 1939, o químico suíço Paul Muller Hermann descobriu suas propriedades inseticidas. Largamente usado depois da 2ª Guerra Mundial no combate a pragas da agricultura, depois do sucesso no na luta contra os mosquitos transmissores da malária e do tifo, este inseticida chegou a ser considerado o “salvador da pátria”. O rótulo mais antigo é o Anjo Azul é o mais antigo, criado em 1977 na Alemanha. Histórico
  5. 5. Histórico
  6. 6. ONU primeira a organizar um tratado ambiental. A Conferência de Estocolmo, realizada entre os dias 5 a 16 de junho de 1972 foi a primeira atitude mundial em tentar organizar as relações de Homem e Meio Ambiente. Na capital da Suécia, Estocolmo, a sociedade científica já detectava graves problemas futuros por razão da poluição atmosférica provocada pelas indústrias. A decisão de ajudar a natureza foi proposta primeiramente pelos EUA com liderança do Instituto de Tecnologia de Massachusetts(MIT). A decisão foi imediatamente contestada pelos países subdesenvolvidos que tinham a base econômica unicamente na industrialização. Na Conferência de Estocolmo foram abordados os temas como a chuva ácida e o controle da poluição do ar. As discussões contaram com a presença de 113 países e mais 400 instituições governamentais e não governamentais. Histórico
  7. 7. Perante os devastadores efeitos da atividade industrial das grandes potências no período pós 2ª Guerra toma-se gradualmente consciência, numa parte ainda restrita da sociedade civil e da classe política, da gravidade do problema e da premente necessidade de proteger os recursos naturais. Conferência de Estocolmo
  8. 8. Protocolo de kioto O Protocolo de kioto é consequência de uma série de eventos iniciada com a Toronto Conference on the Changing Atmosphere, no Canadá (outubro de 1988), seguida pelo IPCC's First Assessment Report em Sundsvall, Suécia (agosto de 1990) e que culminou com a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (CQNUMC, ou UNFCCC em inglês) na ECO-92 no Rio de Janeiro, Brasil (junho de 1992). Algumas ações básicas:  Reformar os setores de energia e transportes;  Promover o uso de fontes energéticas renováveis;  Eliminar mecanismos financeiros e de mercado  inapropriados aos fins da Convenção;  Limitar as emissões de metano no gerenciamento  de resíduos e dos sistemas energéticos;  Proteger florestas e outros sumidouros de carbono.
  9. 9. O Protocolo de Montreal sobre substâncias que empobrecem a camada de ozônio é um tratado internacional em que os países signatários comprometem-se a substituir as substâncias que demonstrarem estar reagindo com o ozônio (O3) na parte superior da estratosfera (conhecida como ozonosfera). O tratado esteve aberto para adesões a partir de 16 de Setembro de 1987 e entrou em vigor em 1 de Janeiro de 1989. Ele teve adesão de 150 países e foi revisado em 1990, 1992, 1995, 1997 e 1999.
  10. 10. 1. Gestão ambiental e desenvolvimento sustentável Desenvolvimento sustentável Em 1983, a ONU cria a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento como um organismo independente. Em 1987, a comissão sobre a presidência de Gro Harlem Brundtland, primeira- ministra da Noruega, materializa um dos mais importantes documentos do nosso tempo – o relatório Nosso Futuro Comum, responsável pelas primeiras conceituações oficiais, formais e sistematizadas sobre o desenvolvimento sustentável - idéia-mestra do relatório. O segundo capítulo – “Em busca do desenvolvimento sustentável” – o relatório define o desenvolvimento sustentável com sendo “aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem a suas próprias necessidades”.
  11. 11. Desenvolvimento sustentável ONU estabelece três pilares para o desenvolvimento sustentável dos países: econômico, social e ambiental A construção do conceito de desenvolvimento sustentável continuou durante a Cúpula Mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável, da ONU, realizada em Joanesburgo, África do Sul, em 2010. A Declaração de Joanesburgo estabelece que o desenvolvimento sustentável se baseia em três pilares: desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental.
  12. 12. Pilares para o desenvolvimento sustentável “Todos sabem que é impossível colocar uma cerca em volta da floresta e esperar que, por conta disso, não haja desmatamento. Se a decisão de proteger a floresta não for acompanhada de perspectivas de desenvolvimento econômico, de inclusão social e de geração de empregos não há como se garantir a proteção ambiental”, exemplificou Machado, que é subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Ministério das Relações Exteriores (MRE). http://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdi scussao/rio20/temas-em-discussao-na-rio20
  13. 13. http://ri.marfrig.com.br/RAO/2011/port/ra/11.htm Desenvolvimento Sustentável A Marfrig preocupa-se em integrar aspectos sociais, ambientais e econômicos, tendo como base as dimensões estratégicas de sustentabilidade
  14. 14. 1.1. Fatores de degradação ambiental Segundo Dias (1998), a degradação ambiental pode ser entendida como alterações das condições naturais que comprometem o uso dos recursos naturais (solos, água, flora, fauna, etc.) e reduzem a qualidade de vida das pessoas. Para Silva e Ribeiro (2004) a degradação ambiental é caracterizada por desmatamentos, derrubada da floresta e a queima da vegetação tendo por objetivo aumentar as áreas limpas para atender atividades econômicas como agricultura e pecuária. Estudos diversos enumeram causas distintas da degradação ambiental. Estas causas são localizadas e só serão corretas se for realizado um diagnóstico de qualidade da degradação local. Nota -se, no entanto, que existe um consenso quanto aos malefícios provocados pela ação antrópica.
  15. 15. 1.1. Fatores de degradação ambiental I ) Indicadores econômicos II) Indicadores sociais III) Indicadores ambientais
  16. 16. I) Indicadores econômicos:  PIB e renda per capita,  Agricultura,  Nº de bovinos, Nº de ovinos e Nº de caprinos,  Consumo industrial de energia elétrica e Consumo rural de energia elétrica,  Total de indústrias,  Produção de carvão vegetal, lenha e madeira.  Mineração  Entre outros... 1.1. Fatores de degradação ambiental
  17. 17. 1.1. Fatores de degradação ambiental II) Indicadores sociais fatores antropológicos Densidade demográfica Taxa de urbanização Rede rodoviária por área do município Taxa de abastecimento de água Taxa de esgotamento sanitário Taxa de escolarização no ensino médio Índice de desenvolvimento humano
  18. 18. II) Indicadores sociais
  19. 19. III) Indicadores ambientais: 1.1. Fatores de degradação ambiental
  20. 20. % da área com lavouras em relação à área do município Salinidade média da água (rios, lagos) % da área colhida com culturas de subsistência Escoamento superficial Índice de aridez do solo e acidez da água Área com imóveis urbanos e rurais (ha) 1.1. Fatores de degradação ambiental III) Indicadores ambientais:
  21. 21. Índices de Poluição do Ar Gases de Efeito Estufa *Dióxido e monóxido de Carbono (CO e CO2) : queima de combustíveis fósseis, queimadas *Metano (CH4): extração, transporte e distribuição de combustíveis fósseis, produção de animais *Óxido nitroso (N2O): processos industriais e atividades agrícolas *Halo carbonos – bromo, cloro, flúor e iodo *Hexafluoreto de enxofre (SF6) : processos ind. *Ozônio (O3).
  22. 22. Emissões de CO2 projetado para 2050 Pacala and Socolow, Science, vol.305 2004)
  23. 23. • Média global de emissões de CO2 per capita 1980  0,93 t C 1990  0,96 t C 1999  1,04 t C 2005  1,21 t C • Para estabilização em 550 ppm em 2050, deve-se reduzir as emissões de CO2 em aproximadamente 60% a 70% em relação ao presente • Para uma população estimada de 9 bilhões de pessoas em 2050, isto significa emissão per capita de 0,28 t C a 0,35 t C • Requer: RADICAL DESCARBONIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO Emissões Per Capita de D
  24. 24. Níveis de Antropização
  25. 25. Degradação ambiental da bacia hidrográfica do rio Uberaba: uma abordagem metodológica Os processos de degradação ambiental, em níveis acentuado e severo juntos, representam 52% de toda a extensão da bacia, inclusive atingindo áreas protegidas por lei, necessitando de ações imediatas, tanto dos produtores rurais como do poder público, a fim de repensar o modelo atual de exploração das terras e a adoção de técnicas de recuperação dessas áreas.
  26. 26. Aula 02 1.2. Gestão do ambiente
  27. 27. 1.2. Gestão do ambiente
  28. 28. 1.2.1) Atuação responsável ABIQUIM O Programa Atuação Responsável ® marca registrada da Abiquim - Associação Brasileira da Indústria Química é uma iniciativa da indústria química brasileira e mundial destinada a demonstrar seu comprometimento voluntário na melhoria contínua de seu desempenho em saúde, segurança e meio ambiente. http://homologacao.agenciaweb.net.br/home/programa-atuacao-responsavel 1.2. Gestão do ambiente
  29. 29. Atuação responsável ABIQUIM A ABNT e a ABIQUIM firmaram um convênio que possibilitará a divulgação gratuita da série da norma técnica ABNT NBR 14725 visando o fornecimento de informações sobre produtos químicos perigosos relativas à segurança, à saúde e ao meio ambiente. Manual de Requisitos de Gestão Programa-AR-2012-manual-de- requisitos-de-gestao.pdf Programa Atuação Responsável Este documento tem como objetivo auxiliar as associadas no entendimento, implementação, manutenção, avaliação e aprimoramento do Programa Atuação Responsável ® .
  30. 30. 1.2.2) Total Quality Environmental Management (TQEM) Total Quality Environmental Management refers to business management practices that reduce or prevent environmental pollution achieved through Total Quality Management techniques.(Albero A, 1999). Most literature on this topic abates with the increasing adoption of ISO 14001 in around 1995. Socio-Industrial Facets of Total Quality Environmental Management Diminuição da poluição ambiental não pode ter sucesso com os esforços dedicados de um indivíduo, é preciso uma aldeia para elevar os padrões ambientais. Consequentemente, as empresas podem atingir coletivamente melhorias ambientais através do trabalho em equipe e em colaboração com os reguladores, criando assim uma alternativa ao rigoroso controle de regulador.
  31. 31. ISO 14000 An Environmental Management System provides a framework for managing environmental responsibilities so they become more efficient and more integrated into overall business operations.
  32. 32. 1.2.3) Produção Mais Limpa Estratégia econômica, ambiental e tecnológica que aumenta a eficiência do uso de matérias-primas, de água e de energia. O Sistema FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado RJ, apóia a implementação da Produção Mais Limpa (P+L), metodologia que atende a essa necessidade por meio da não-geração, minimização ou reciclagem de resíduos.
  33. 33. Implementação de Programas de Produção mais Limpa O Centro Nacional de Tecnologias Limpas – CNTL/SENAI-RS visa estabelecer uma rede formada por instituições e profissionais, a fim de facilitar a transferência de informações e tecnologia às empresas, permitindo a incorporação de Técnicas de Produção mais Limpa em seus sistemas de gerenciamento ambiental. http://srvprod.sistemafiergs.org.br/
  34. 34. Implementação de Programas de Produção mais Limpa EVOLUÇÃO DAS QUESTÕES AMBIENTAIS Analisando o histórico do gerenciamento ambiental pode-se visualizar as tendências seguidas pela evolução das questões ambientais nas últimas décadas. http://srvprod.sistemafiergs.org.br/
  35. 35. http://srvprod.sistemafiergs.org.br/
  36. 36. http://srvprod.sistemafiergs.org.br/
  37. 37. O Programa de Produção mais Limpa traz para as empresas benefícios ambientais e econômicos que resultam na eficiência global do processo produtivo, através de: • eliminação dos desperdícios; • minimização ou eliminação de matérias-primas e outros insumos impactantes para o meio ambiente; • redução dos resíduos e emissões; • redução dos custos de gerenciamento dos resíduos; • minimização dos passivos ambientais; • incremento na saúde e segurança no trabalho.
  38. 38. PP+L  Programa de Produção mais Limpa
  39. 39. 4) Eco eficiência A ecoeficiência pode ser obtida através da união entre, o fornecimento de bens e serviços sustentáveis a preços competitivos que satisfaçam as necessidades humanas, e assim, promove a redução dos impactos ambientais e de consumo de recursos naturais. No âmbito da poluição ambiental, um [sistema] eco eficiente é aquele que consegue produzir mais e melhor, com menores recursos e menores resíduos. Para tal, pressupõem-se oito elementos fundamentais para a eco eficiência: • Minimizar a intensidade de materiais dos bens e serviços • Minimizar a intensidade energética de bens e serviços • Minimizar a dispersão de tóxicos • Fomentar a reciclabilidade dos materiais • Maximizar a utilização sustentável de recursos renováveis • Estender a durabilidade dos produtos • Aumentar a intensidade de serviço dos bens e serviços • Promover a educação dos consumidores para um uso mais racional dos recursos naturais e energéticos
  40. 40. O termo ecoeficiência foi introduzido em 1992 pelo World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) – Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável., por meio da publicação do livro Changing Course, sendo endossado pela Conferência Rio-92, como uma forma das organizações implementarem a Agenda 21 no setor privado. Desde então, tem-se tornado sinônimo de uma filosofia de gerenciamento que leva à sustentabilidade, e como foi um conceito definido pelo próprio mundo dos negócios, está se popularizando muito rapidamente entre os executivos de todo o mundo 4) Eco eficiência
  41. 41. 5) Projeto para meio ambiente
  42. 42. O Projeto Sala Verde, coordenado pelo Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (DEA/MMA) consiste no incentivo à implantação de espaços socioambientais para atuarem como potenciais Centros de Informação e Formação Ambiental. A dimensão básica de qualquer Sala Verde é a disponibilização e democratização da informação ambiental e a busca por maximizar as possibilidades dos materiais distribuídos, colaborando para a construção de um espaço, que além do acesso à informação, ofereça a possibilidade de reflexão e construção do pensamento/ação ambiental.
  43. 43. Referências Bibliográficas DRUNN, Kamila Camargo. GARCIA, Hugney Matos. UNIC – Floriano Peixoto, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E GESTÃO AMBIENTAL NAS ORGANIZAÇÕES. REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE CIÊNCIAS SOCIAIS A PLICADAS DA EDUVALE. Ano IV, Número 06, novembro de 2011. Maria Elisabeth Pereira Kraemer. GESTÃO AMBIENTAL: UM ENFOQUE NO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. CARLOS EDUARDO BRAGA CRUZ; JOILSON SILVA LIMA; ANA VLÁDIA DA COSTA BRITO. FATORES DE DEGRADAÇÃO AMBIENTAL NOS AGROPOLOS DO CEARÁ. Sober, Fortaleza, CE, 2008,

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