Economia e meio ambiente apa do pratigi

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Economia e Meio Ambiente e ações contextualizadas visando o desenvolvimento regional em bases sustentáveis

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  • Apresentação. Quem é você, qualificações. Onde você trabalha.
  • Contextualizar Fala: Relatar um Fato ou história do tema
    * incorporação truncada da noção de DS;
    * inspiração mecanicista;
    * descaso pela complexidade ecológica;
    hipóteses implícitas.
    Em 2008 Graham Turner da Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation (CSIRO) na Austrália, publicou um artigo intitulado "Uma comparação de 'Os Limites do Crescimento' com trinta anos de realidade"1 . Nele examinou os últimos trinta anos de realidade com as previsões feitas em 1972 e descobriu que mudanças na industrialização, produção de alimentos e poluição estão todas coerentes com as previsões do livro de um colapso econômico e social no século 21.
  • Contextualizar Fala: Relatar um Fato ou história do tema
    * incorporação truncada da noção de DS;
    * inspiração mecanicista;
    * descaso pela complexidade ecológica;
    hipóteses implícitas.
    Em 2008 Graham Turner da Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation (CSIRO) na Austrália, publicou um artigo intitulado "Uma comparação de 'Os Limites do Crescimento' com trinta anos de realidade"1 . Nele examinou os últimos trinta anos de realidade com as previsões feitas em 1972 e descobriu que mudanças na industrialização, produção de alimentos e poluição estão todas coerentes com as previsões do livro de um colapso econômico e social no século 21.
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  • Contextualizar Fala: Relatar um Fato ou história do tema
    O sistema econômico está contido no meio ambiente, com ele interage retirando recursos naturais essenciais para a produção de bens e serviços - fim último é o consumo.
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  •  China, com 1,3 bilhão de pessoas consumindo 45% de todo o carvão utilizado no mundo, 50% de todo o cimento e 40% de todo o cobre.
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  • Dimensões do Programa - Inventários
    •Grupos taxonômicos de relevância reconhecida para avaliar a conservação da fauna e da flora de uma região, tais como plantas, aves, mamíferos, abelhas, formigas, besouros, borboletas, libélulas e outros insetos;
    Biomassa Florestal.
    Dimensões do Programa – Mapeamentos, Monitoramentos e Modelagens
    Estudos de mapeamento de desmatamento, uso da terra e da cobertura florestal;
    Resgate da memória local sobre a ocupação do território e seus impactos ambientais;
    Avaliação da qualidade da água;
    Monitoramento do incremento de carbono nas áreas de restauração florestal;
    Zoneamento Agro Econômico e Ecológico do Ecopolo I

  • Dimensões do Programa - Inventários
    •Grupos taxonômicos de relevância reconhecida para avaliar a conservação da fauna e da flora de uma região, tais como plantas, aves, mamíferos, abelhas, formigas, besouros, borboletas, libélulas e outros insetos;
    Biomassa Florestal.
    Dimensões do Programa – Mapeamentos, Monitoramentos e Modelagens
    Estudos de mapeamento de desmatamento, uso da terra e da cobertura florestal;
    Resgate da memória local sobre a ocupação do território e seus impactos ambientais;
    Avaliação da qualidade da água;
    Monitoramento do incremento de carbono nas áreas de restauração florestal;
    Zoneamento Agro Econômico e Ecológico do Ecopolo I

  • Dimensões do Programa - Inventários
    •Grupos taxonômicos de relevância reconhecida para avaliar a conservação da fauna e da flora de uma região, tais como plantas, aves, mamíferos, abelhas, formigas, besouros, borboletas, libélulas e outros insetos;
    Biomassa Florestal.
    Dimensões do Programa – Mapeamentos, Monitoramentos e Modelagens
    Estudos de mapeamento de desmatamento, uso da terra e da cobertura florestal;
    Resgate da memória local sobre a ocupação do território e seus impactos ambientais;
    Avaliação da qualidade da água;
    Monitoramento do incremento de carbono nas áreas de restauração florestal;
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  • Estimar tendências de degradação ambiental e perda de biodiversidade no tempo e no espaço;
    Modelar a distribuição de espécies nos habitats de Mata Atlântica do território do Baixo Sul, e
    Desenvolver estratégias de planejamento da paisagem para a conservação da fauna, da flora e dos recursos hídricos;
    Apoiar na elaboração de Protocolos de Monitoramento da Água, Biodiversidade, Carbono e Cobertura Florestal;
    Desenvolver e projetar cenários avaliando o potencial socioeconômico e ambiental regional, visando otimizar o planejamento territorial, a implantação de cadeias produtivas e o desenvolvimento de políticas públicas;
    Identificar e desenvolver mecanismos econômicos que estimulem a conservação e utilização sustentável dos recursos naturais.
  • Estimar tendências de degradação ambiental e perda de biodiversidade no tempo e no espaço;
    Modelar a distribuição de espécies nos habitats de Mata Atlântica do território do Baixo Sul, e
    Desenvolver estratégias de planejamento da paisagem para a conservação da fauna, da flora e dos recursos hídricos;
    Apoiar na elaboração de Protocolos de Monitoramento da Água, Biodiversidade, Carbono e Cobertura Florestal;
    Desenvolver e projetar cenários avaliando o potencial socioeconômico e ambiental regional, visando otimizar o planejamento territorial, a implantação de cadeias produtivas e o desenvolvimento de políticas públicas;
    Identificar e desenvolver mecanismos econômicos que estimulem a conservação e utilização sustentável dos recursos naturais.
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  • Economia e meio ambiente apa do pratigi

    1. 1. Economia e Meio Ambiente
    2. 2. Economia Preocupa-se em estudar como as sociedades administram seus recursos “escassos”  necessidades humanas BENS A SEREM PRODUZIDOS, INSUMOS REQUERIDOS (RN), COMO SERÃO PRODUZIDOS OS BENS, COMO SERÃO DISTRIBUÍDOS SISTEMA TRADICIONAL DE ECONOMIA Baixa interação com o meio ambiente, apenas como FORNECEDOR DE RECURSOS. Objetivo final ATENDER O CONSUMIDOR
    3. 3. Origem da Introdução das Questões Ambientais no Sistema Econômico: • Preocupações ambientais das décadas de 60 e 70; • Crescimento econômico pujante e início das preocupações ambientais contemporâneas (poluição excessiva, crise do petróleo); • Clube de Roma: fundado em 1968 para discutir questões sobre a excessiva poluição e degradação dos recursos; • The Limits to Growth (1972): marcou o debate ambiental da década de 70 - polarização.
    4. 4. O que Mudou? Até o momento muito pouco. Relativamente pouco foi investido em Energias Renováveis, Eficiência Energética, Transporte Público, Agricultura Sustentável, Proteção dos Ecossistemas e da Biodiversidade. A maioria das estratégias de crescimento e desenvolvimento econômico incentivou um rápido acúmulo de capital físico, financeiro e humano, mas à custa do esgotamento excessivo e degradação do capital natural.
    5. 5. Relações entre Economia e Meio Ambiente Consumo e Produção = Atividades que geram Resíduos e impactam na manutenção dos recursos naturais Extração de recursos (principalmente não renováveis): não só altera a disponibilidade, mas também a qualidade do meio ambiente (ecossistemas) Experiência cotidiana também mostra que o acúmulo e destinação dos resíduos afeta fortemente o estado dos ecossistemas
    6. 6. Sistema Econômico Produção Recursos Naturais como Insumos Resíduos / Degradação Estado Geral do Meio Ambiente Rejeitos / Degradação Meio Ambiente Consumo Reciclagem Teorias do crescimento econômico: sofisticada modelagem, mas ignora as relações entre sistema econômico e meio ambiente
    7. 7. Como Estamos? Quais as Perspectivas Atuais? Com relação à garantia do fornecimento de alimentos, qual o não há um entendimento generalizado sobre a funcionameMnteoio d oA msisbteiemnat eeconômico? natureza do problema, nem soluções baseadas numa colaboração mundial sobre como deveremos alimentar Sistema Econômico Recursos Naturais uma população de 9 bilhões em 2050. Consumo
    8. 8. Durante os últimos 25 anos, a economia mundial quadruplicou, beneficiando centenas de milhares de pessoas. Em contraste, 60% dos maiores produtos e serviços referentes ao ecossistema mundial que sustentam o modo de vida de muitos foram reduzidos ou usados de modo insustentável. Atualmente, apenas 20% das reservas populacionais de peixes comerciais, em sua maioria de espécies de baixo preço, são subexploradas; 52% são totalmente exploradas sem mais espaço para expansão; Cerca de 20% são sobreexploradas; 8% estão esgotadas; A água está se tornando escassa e há previsão de que o estresse hídrico aumente quando a distribuição de água satisfizer apenas 60% da demanda mundial em 20 anos.
    9. 9. Relações entre Economia e Meio Ambiente Quantos hectares de terra e mar bioprodutivos estão disponíveis no planeta? Quanto espaço é utilizado para produzir bens para o consumo humano? Fazem fotossíntese e geram biomassa
    10. 10. Relações entre Economia e Meio Ambiente Saldo Ecológico Biocapacidade [Oferta da Natureza] Deficit Ecológico Pegada [Consumo] Conceitos de Biocapacidade e Pegada Ecológica
    11. 11. A BIOCAPACIDADE de um país é a soma das áreas bioprodutivas Biocapacidade: capacidade dos ecossistemas de produzir material biológico útil e ainda absorver resíduos materiais gerados pela atividade humana.
    12. 12. A PEGADA de um país é o consumo da população Consumo = Produção Nacional + Importação - Exportação
    13. 13. Os componentes da Pegada Ecológica Carbono Representa a extensão de áreas florestais capaz de sequestrar emissões de CO2 derivadas da queima de combustíveis fósseis, excluindo-se a parcela absorvida pelos oceanos que provoca a acidificação. Áreas de cultivo Representa a extensão de áreas de cultivo usadas para a produção de alimentos e fibras para consumo humano, bem como para a produção de ração para o gado, oleaginosas e borracha. Pastagens Representa a extensão de áreas de pastagem utilizadas para a criação de gado de corte e leiteiro e para a produção de couro e produtos de lã. Florestas Representa a extensão de áreas florestais necessárias para o fornecimento de produtos madeireiros, celulose e lenha. Áreas construídas Representa a extensão de áreas cobertas por infraestrutura humana, inclusive transportes, habitação, estruturas industriais e reservatórios para a geração de energia hidrelétrica. Estoques pesqueiros Calculada a partir da estimativa de produção primária necessária para sustentar os peixes e mariscos capturados, com base em dados de captura relativos a espécies marinhas e de água doce.
    14. 14. Resultados com dados de 2011 População: 7 bilhões Pegada: 2,7 gha/cap Biocapacidade: 1,8 gha/cap Saldo Ecológico: -0,9 gha/cap População: 192,5 milhões Pegada: 2,7 gha/cap Biocapacidade: 9,9 gha/cap Saldo Ecológico: +7,2 gha/cap
    15. 15. África 1,1 A.Latina/ Caribe 2,2 O.Médio / Ásia Central 2,4 O que está implícito na Pegada Ecológica? União Européia 4,8 América do Norte 9,5 Média Mundial 2,7 Europa (Não-UE) 3,7 *Valores em hectares globais (gha) Ásia / Pacífico 1,3
    16. 16. Economia e conservação
    17. 17. 01
    18. 18. Uma Economia Verde Valoriza e Investe no Capital Natural
    19. 19. Produtos e serviços florestais mantêm em grande parte o sustento econômico de mais de 1 bilhão de pessoas A redução do desmatamento pode e será um bom investimento, os benefícios de regulação climática que podem ser alcançados com a redução do desmatamento pela metade já foram estimados e eles sozinhos equivalem ao triplo do valor dos custos.
    20. 20. Uma economia verde é primordial para a diminuição da pobreza Reciclagem e resíduos: um exemplo do Brasil 1. A tradição no Brasil de reciclar e recuperar diversos materiais se compara ou supera a de países industrializados. 2. Aproximadamente 95% de todas as latas de alumínio e 55% de todas as garrafas de polietileno são recicladas. 3. Cerca de metade de todo o volume de papel e vidro é recuperado. 4. A reciclagem no Brasil gera quase US$ 2 bilhões e evita a emissão de 10 milhões de toneladas de gases de efeito estufa na atmosfera. 5. Apesar dessa façanha, materiais recicláveis no valor de US$5 bilhões vão parar em aterros sanitários. 6. A reciclagem completa desses materiais equivaleria a 0,3%do PIB. 7. A gestão e a reciclagem de resíduos empregam mais de 500.000 pessoas no Brasil
    21. 21. Uma economia verde, com o passar do tempo, cresce mais rapidamente do que o modelo econômico tradicional e degradador, enquanto mantém e restabelece o capital natural
    22. 22. 01 Integrando Produção e Conservação Através do Planejamento e Desenvolvimento Territorial em Bases Sustentáveis
    23. 23. 01 - 230.296 ha - 2.084 ha - 31.0624 ha - 171.900 ha - 122.463 ha 619.822 ha Total: 556.689 ha - 212.562 km² + de 90% da área dos 11 municípios
    24. 24. Baixo Sul da Bahia: 3.118 Fragmentos Florestais. 123.000 hectares. APA do Pratigi: 488 Fragmentos Florestais. 62.425 hectares.
    25. 25. APA do Pratigi: 50,75% da Cobertura Florestal do Baixo Sul. 15,6% do número de fragmentos.
    26. 26. OCT – Programa de Pesquisa em Biodiversidade e Modelagem Ambiental Pesquisas e Estudos em Andamento 1) Bandos Mistos de Aves; 2) Ecologia da Avifauna; 3) Inventário de Mamíferos; 4) Monitoramento da Qualidade da Água por sub-bacias; 5) Inventário de Biomassa Florestal;
    27. 27. 6) Inventário de Insetos e Plantas; 7) Inventário de Polinizadores Autóctones; 8) Mapeamento e Modelagem da Cobertura Florestal; 9) Modelagem e Cartografia Social - Modelando o tempo e o ambiente ; 10)Estudos Fitossociológicos;
    28. 28. 11) Inventário de Carbono em Áreas de Restauração Florestal; 12)Mapeamentos Sistemáticos de Solos e Geologia; 13) Zoneamento Agro Econômico e Ecológico do Ecopolo I; 14)Uso de VANT para Imageamento de Alta Resolução, Monitoramento Florestal e do Uso e Ocupação do Solo.
    29. 29. Geração de estudos, cenários, mapas e modelos que permitam: a) Desenvolver e projetar cenários avaliando o potencial socioeconômico e ambiental regional, visando otimizar o planejamento territorial, a implantação de cadeias produtivas e o desenvolvimento de políticas públicas; b) Desenvolver estratégias para a conservação da fauna, da flora e dos recursos hídricos; c) Estimar tendências de degradação ambiental e perda de biodiversidade no tempo e no espaço;
    30. 30. 01 d) Modelar a distribuição de espécies nos habitates de Mata Atlântica do território do Baixo Sul; e) Apoiar na elaboração de Protocolos de Monitoramento da Água; Biodiversidade, Carbono e Cobertura Florestal; f) Identificar e desenvolver mecanismos econômicos que estimulem a conservação e utilização sustentável dos recursos naturais e gerem trabalho e renda.
    31. 31. Planejamento Integrado da Pequena Propriedade Familiar Fase 1: Levantamento do Imóvel e do Uso da Terra
    32. 32. Planejamento Integrado da Pequena Propriedade Familiar Fase 2: Definido o Uso e Ocupação da Propriedade, Passivo Ambiental e Inserção das Primeiras Áreas de Restauração Florestal e Reconversão Produtiva
    33. 33. Planejamento Integrado da Pequena Propriedade Familiar Fase 3: Ampliação da Área de SAF; Introdução da Cadeia Produtiva da Pupunha e Estabelecimento de 1ha para Culturas anuais (Segurança Alimentar).
    34. 34. Planejamento Integrado da Pequena Propriedade Familiar Fase 4: Ampliação da Área de SAF; Introdução da Cadeia Produtiva da Pupunha e Conversão de Pastagem em áreas de Silvicultura Tropical
    35. 35. Qualificação manejo de amêndoas de cacau
    36. 36. Certificação Socioambiental 68
    37. 37. Uma economia verde gera empregos e melhora a igualdade social. Tornar verde a agricultura de países em desenvolvimento, concentrando-se nos pequenos agricultores, pode ajudar a reduzir a pobreza com o investimento no capital natural do qual depende toda a população. Uma economia verde pode reduzir a pobreza contínua através de uma série de setores importantes:  agricultura;  Silvicultura;  água doce;  pesca e energia. A silvicultura sustentável e os métodos de cultivo ecologicamente corretos ajudam a conservar a fertilidade do solo e recursos hídricos.
    38. 38. Para tornar verde a agricultura, são necessários bens de capital físico, investimentos financeiros, pesquisa e investimento em capacitação, treinamento e educação em cinco áreas fundamentais: • gerenciamento de fertilidade do solo; • uso mais eficiente e sustentável da água; • diversificação de culturas e animais; • Gerenciamento da saúde animal e vegetais biológicos; • Um nível adequado de mecanização agrícola.
    39. 39. Incentivos econômicos e financeiros que visem eliminar a degradação ambiental, devem culminar num sistema de pagamentos por serviços ambientais prestados pelos Ecossistemas, que compense ainda que parcialmente, a rentabilidade das atividades associadas a degradação; A eficácia e eficiência esperada das políticas públicas para a eliminação da degradação, da ineficiência e da má utilização dos recursos naturais dependem da revisão dos incentivos econômicos e financeiros historicamente canalizados para atividades não sustentáveis, além do aprimoramento das ações de comando e controle convencionais que devem mudar o enfoque para ações sócio educativas contextualizadas com a realidade local.
    40. 40. Obrigado!

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