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Aula de Ortopedia funcional dos maxilares 5 maio – prof. Guilherme Janson
Histórico 1879 – Kingsley – placa para avançar a mandíbula; problemas de contenção; elásticos intermaxilares; 1902 – Robin – monobloco -  corrigir a glossoptosis; liberar a garganta ( considerado o primeiro aparelho ortopédico funcional ).
1908 – Andresen - Ativador Não é derivado do monobloco de Robin; Servir de contenção funcional em classe II, divisão 1; Evitar a respiração bucal; Não foi bem aceito na época( aparelho removível) Derivado da placa de kingsley – adicionou extensões laterais para cobrir a superfície lingual dos dentes inferiores.
1908 – Andresen - Ativador Diferente de qualquer outro aparelho removível da época; Andresen admitia extrações – conceito de estética individual; Angle; 1927 – Andresen e Haupl - Ortopedia funcional dos maxilares – Haupl baseava – se nos princípios de Roux; Radicalismo de Haupl; Ativador – desencadeou o desenvolvimento de outros aparelhos.
1918 – Rogers – Exercícios Musculares Estudo realizado há 40 anos – poucos resultados foram obtidos sem o uso simultâneo de aparelhos; 1970 – John Cleall – possibilidades limitadas de se alterar a forma apenas pela função muscular; Importância dos exercícios labiais e dos músculos para o crescimento, desenvolvimento e forma do sistema estomatognático.
Ativador Tipos  ativador para a classe II  ,[object Object]
ativador modificado ;ativador para a classe III
Ativador para a classe II Componentes  ,[object Object]
arco vestibular ( fio 0.8) ;
expansor ou mola coffin ( fio 0,9 ),[object Object]
Posicionamento mandibular Anteroposterior – relação molar e relação canino ; avanço máximo de 7mm. Transversalmente Vertical – tipo de má oclusão e tipo de ativador
Mordida construtiva para a classe II, 1ª divisão com sobremordida profunda Região anterior – 3mm ( restringir o crescimento vertical dos incisivos); e na região posterior de 6 a 8 mm ( desenvolvimento vertical e movimento para mesial dos molares.)
Finalidades do acrílico sobre os incisivos inferiores e superioresno tratamento de classe II com sobremordida profunda Restringir o desenvolvimento vertical dos incisivos inferiores e superiores; Servir de referencia para a protusão mandibular quando do desgaste do acrílico na região posterior; Diminuir a tendência a protusão dos incisivos inferiores.
Finalidades do desgaste do acrílico na região posterior inferior ( principio da erupção diferencial de Harvold ) Permitir a erupção dos dentes póstero-inferiores para – corrigir a sobremordida; corrigir a curva de Spee e ajudar a corrigir a classe II
Mordida construtiva para a classe II, divisão 1 com mordida aberta Região posterior – 1 mm de acrílico (Bite-Block) sem desgaste ; e região anterior sem acrílico nos incisivos , apenas escudo para impedir a língua.
Sentido transversal Linha média em RC – Coincidentes – fazer a mordida construtiva com a linha média coincidente; linha média desviada dentária – mordida construtiva mantém o desvio; linha média desviada subdivisão  – a mordida construtiva corrige o desvio.
Mecanismo de ação dos aparelhos funcionais Correção da classe II remodelação do côndilo ( 1mm);  redirecionamento do crescimento maxilar;  rotação para baixo da porção anterior da maxila;  rotação mandibular; alterações anteroposteriores dos arcos dentários;  alteração da erupção dentária nos segmentos posteriores;  inclinação dos incisivos;  remodelação da fossa glenóide.
Indicações do Ativador Indivíduos em fase de crescimento ativo; Casos com os dentes superiores e inferiores bem alinhados e os incisivos inferiores bem posicionados; Indivíduos com falta de desenvolvimento vertical; Como tratamento preliminar ao tratamento com aparelhos fixos; Como contenção em casos de sobremordida devido a overclosure.
Anotações ... Tratamento de classe II em época ideal – na dentição mista tardia ( em média 9 anos ). Expandir o arco antes , e depois usar o aparelho funcional.
Contraindicações do Ativador Caos de classe I com discrepância de modelo; Casos de AFAI excessiva e crescimento mandibular extremamente vertical – mordida aberta; Casos com incisivos inferiores protuídos; Pacientes com estenose nasal; Aplicação limitada em pacientes sem potencial de crescimento.
Possibilidades do ativador Obter alterações na estética facial; Obter alterações oclusais no sentido mesiodistal, vertical e transverso e para remodelar a forma do arco; Obter alterações moderadas das displasias das bases apicais; Aumentar a dimensão vertical.
Limitações do ativador Pode causar mesialização dos dentes inferiores; A intrusão ativa dos dentes é difícil; Não corrige o apinhamento; Deve ser usado a preferencia em indivíduos em crescimento; Tende a causar rotação mandibular e aumentar a altura facial.
Manipulação do aparelho Instalação Intervalo – 8h no inicio, depois chegando até 15h de uso. Desgastes – começar da região posterior a anterior , dente a dente. Medir overjet e overbite. ANALISAR EM RC e não em habitual.

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  • 1. Aula de Ortopedia funcional dos maxilares 5 maio – prof. Guilherme Janson
  • 2. Histórico 1879 – Kingsley – placa para avançar a mandíbula; problemas de contenção; elásticos intermaxilares; 1902 – Robin – monobloco - corrigir a glossoptosis; liberar a garganta ( considerado o primeiro aparelho ortopédico funcional ).
  • 3. 1908 – Andresen - Ativador Não é derivado do monobloco de Robin; Servir de contenção funcional em classe II, divisão 1; Evitar a respiração bucal; Não foi bem aceito na época( aparelho removível) Derivado da placa de kingsley – adicionou extensões laterais para cobrir a superfície lingual dos dentes inferiores.
  • 4. 1908 – Andresen - Ativador Diferente de qualquer outro aparelho removível da época; Andresen admitia extrações – conceito de estética individual; Angle; 1927 – Andresen e Haupl - Ortopedia funcional dos maxilares – Haupl baseava – se nos princípios de Roux; Radicalismo de Haupl; Ativador – desencadeou o desenvolvimento de outros aparelhos.
  • 5. 1918 – Rogers – Exercícios Musculares Estudo realizado há 40 anos – poucos resultados foram obtidos sem o uso simultâneo de aparelhos; 1970 – John Cleall – possibilidades limitadas de se alterar a forma apenas pela função muscular; Importância dos exercícios labiais e dos músculos para o crescimento, desenvolvimento e forma do sistema estomatognático.
  • 6.
  • 7. ativador modificado ;ativador para a classe III
  • 8.
  • 9. arco vestibular ( fio 0.8) ;
  • 10.
  • 11. Posicionamento mandibular Anteroposterior – relação molar e relação canino ; avanço máximo de 7mm. Transversalmente Vertical – tipo de má oclusão e tipo de ativador
  • 12. Mordida construtiva para a classe II, 1ª divisão com sobremordida profunda Região anterior – 3mm ( restringir o crescimento vertical dos incisivos); e na região posterior de 6 a 8 mm ( desenvolvimento vertical e movimento para mesial dos molares.)
  • 13. Finalidades do acrílico sobre os incisivos inferiores e superioresno tratamento de classe II com sobremordida profunda Restringir o desenvolvimento vertical dos incisivos inferiores e superiores; Servir de referencia para a protusão mandibular quando do desgaste do acrílico na região posterior; Diminuir a tendência a protusão dos incisivos inferiores.
  • 14. Finalidades do desgaste do acrílico na região posterior inferior ( principio da erupção diferencial de Harvold ) Permitir a erupção dos dentes póstero-inferiores para – corrigir a sobremordida; corrigir a curva de Spee e ajudar a corrigir a classe II
  • 15. Mordida construtiva para a classe II, divisão 1 com mordida aberta Região posterior – 1 mm de acrílico (Bite-Block) sem desgaste ; e região anterior sem acrílico nos incisivos , apenas escudo para impedir a língua.
  • 16. Sentido transversal Linha média em RC – Coincidentes – fazer a mordida construtiva com a linha média coincidente; linha média desviada dentária – mordida construtiva mantém o desvio; linha média desviada subdivisão – a mordida construtiva corrige o desvio.
  • 17. Mecanismo de ação dos aparelhos funcionais Correção da classe II remodelação do côndilo ( 1mm); redirecionamento do crescimento maxilar; rotação para baixo da porção anterior da maxila; rotação mandibular; alterações anteroposteriores dos arcos dentários; alteração da erupção dentária nos segmentos posteriores; inclinação dos incisivos; remodelação da fossa glenóide.
  • 18. Indicações do Ativador Indivíduos em fase de crescimento ativo; Casos com os dentes superiores e inferiores bem alinhados e os incisivos inferiores bem posicionados; Indivíduos com falta de desenvolvimento vertical; Como tratamento preliminar ao tratamento com aparelhos fixos; Como contenção em casos de sobremordida devido a overclosure.
  • 19. Anotações ... Tratamento de classe II em época ideal – na dentição mista tardia ( em média 9 anos ). Expandir o arco antes , e depois usar o aparelho funcional.
  • 20. Contraindicações do Ativador Caos de classe I com discrepância de modelo; Casos de AFAI excessiva e crescimento mandibular extremamente vertical – mordida aberta; Casos com incisivos inferiores protuídos; Pacientes com estenose nasal; Aplicação limitada em pacientes sem potencial de crescimento.
  • 21. Possibilidades do ativador Obter alterações na estética facial; Obter alterações oclusais no sentido mesiodistal, vertical e transverso e para remodelar a forma do arco; Obter alterações moderadas das displasias das bases apicais; Aumentar a dimensão vertical.
  • 22. Limitações do ativador Pode causar mesialização dos dentes inferiores; A intrusão ativa dos dentes é difícil; Não corrige o apinhamento; Deve ser usado a preferencia em indivíduos em crescimento; Tende a causar rotação mandibular e aumentar a altura facial.
  • 23. Manipulação do aparelho Instalação Intervalo – 8h no inicio, depois chegando até 15h de uso. Desgastes – começar da região posterior a anterior , dente a dente. Medir overjet e overbite. ANALISAR EM RC e não em habitual.
  • 24. ATIVADOR Tempo de tratamento – 2 anos; Tempo de contenção ativa – 1 ano.
  • 25. REFERENCIA BIBLIOGRAFICA GRABER E NEUMANN – APARELHOS ORTODONTICOS REMOVÍVEIS.