1
Congresso SINAP 2008 Universidade Católica de Santos - UNISANTOS
Área temática: Competitividade Regional
COMPETITIVIDADE...
2
Além dos fatores de energia elétrica e do Porto de Santos a proximidade com a Grande São
Paulo foi um grande atrativo pa...
3
pelo menos parcialmente, é explicado pela interdependência existente entre as firmas.
Entende-se que a interdependência ...
4
Figura 1 - As cinco forças de Porter
Fonte: Porter (1986)
A evolução para uma economia avançada exige o desenvolvimento ...
5
Os aglomerados representam uma faceta do „diamante‟ (setores correlatos e de apoio), mas
são melhor interpretados como m...
6
O conceito geral de sistemas de inovação tem sido aplicado no Brasil a aglomerados
locais(Cassiolato& Lastres, 2000 apud...
7
Fonte: (Souza &Arica, 2006)
4. A Indústria na região de Cubatão
A indústria é o principal setor de atividade econômica d...
8
“Vale da morte”. Após a instalação da Refinaria de Petróleo Presidente Bernardes, outras
indústrias do setor petroquímic...
9
Empregos. O Relatório Anual - 2007 do Ciesp-Cubatão relata que 84740 pessoas dependem
das indústrias estabelecidas no mu...
10
Gráfico 4 – Impostos recolhidos por categoria pelas indústrias. Em 2007, na região CIESP
Cubatão.
Fonte: relatório anua...
11
Fonte: relatório anual de 2007 do Ciesp – regional de Cubatão.
4.4. Análise SWOT da região de Cubatão.
• PONTOS FORTES
...
12
Posição estratégica devido a sua proximidade das regiões brasileiras que mais exportam. A
Região da Grande São Paulo, o...
13
• Geografia favorável
• Disponibilidade de áreas para expansões.
• Disponibilidade de Mão de Obra qualificada
4.6 Proje...
14
Os autores deste artigo recomendam a continuidade das pesquisas sobre este tema no âmbito
do Grupo de Pesquisa em Compe...
15
SCHNAARS, Steven P. “How to Develop and Use Scenarios”. In: Long Range Planning.
Vol. 20.No. 1.London, 1987. pp. 105 to...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Congresso sinap 2008 universidade católica de santos

542 visualizações

Publicada em

Artigo que discute e analisa a competitividade da indústria no polo de Cubatão – SP. Apresentado em 2008 no congresso SINAP na Universidade Católica de Santos – UNISANTOS.

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
542
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Congresso sinap 2008 universidade católica de santos

  1. 1. 1 Congresso SINAP 2008 Universidade Católica de Santos - UNISANTOS Área temática: Competitividade Regional COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA NA REGIÃO DE CUBATÃO- SP Autores: Justino Salguero, mestrando em Gestão de Negócios pela Universidade Católica de Santos, Químico pela Universidade de Guarulhos e pós-graduado em Administração do Varejo pela Universidade de São Paulo FIA/USP Rafael Mateus Barreto, mestrando em Gestão de Negócios pela Universidade Católica de Santos, Bacharel em Administração de Empresas com Ênfase em Logística e pós-graduado em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Nivaldo Carlucci, mestrando em Gestão de Negócios pela Universidade Católica de Santos, Engenheiro Agrônomo pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz- ESALQ-USP- e pós-graduado em Gestão de Negócios pela BabsonCollege, Boston, USA Resumo Existe um ambiente de quase euforia na Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS), resultado dos investimentos previstos para a ampliação do Porto de Santos, aliado à descoberta de novos poços de petróleo e gás na bacia de Santos. Diante deste quadro, questiona-se se todos os esforços e atenção não deixarão em segundo plano o parque industrial já instalado na RMBS, bem como novas indústrias que deverão surgir nos municípios que fazem parte desta região. Depois de examinadas algumas abordagens conceituais sobre o tema, este artigo distingue aspectos da história e funcionamento do pólo industrial de Cubatão, reconhece e analisa as possibilidades de desenvolvimento da indústria privada na Região Metropolitana da Baixada Santista e se concentra no assunto clusters e arranjos produtivos locais na direção do desenvolvimento regional. 1. Introdução Este artigo tem o objetivo de identificar o atual ambiente industrial na região de Cubatão, os investimentos privados na indústria e as perspectivas de crescimento decorrentes destes investimentos. Quando se trata do setor industrial, o pólo industrial da cidade de Cubatão tem uma significativa expressão na RMBS, principalmente pela representatividade da Refinaria Presidente Bernardes da Petrobrás e pela Cosipa. O setor de química fina predomina em Cubatão através das indústrias privadas que em grande parte ali foram instaladas pela proximidade da usina hidroelétrica Henry Borden e pela proximidade do Porto de Santos, caminho natural para as exportações das matérias-primas. No distrito industrial de Cubatão encontram-se empresas fabricantes de produtos químicos, adubos, fertilizantes, rações, papel, siderurgia, tintas entre outros, que em sua maioria, foram trazidas e ali instaladas através do aporte do capital internacional.
  2. 2. 2 Além dos fatores de energia elétrica e do Porto de Santos a proximidade com a Grande São Paulo foi um grande atrativo para a instalação destas indústrias anos atrás, quando o parque industrial brasileiro era muito mais dependente do consumo paulista. Mesmo com a mudança de alguns setores da indústria para outros estados, o pólo industrial de Cubatão sempre conseguiu reter e expandir as fábricas ali instaladas. É certo pressupor que o suprimento de matéria-prima e o Porto de Santos têm sido fundamentais para o enraizamento e crescimento. Fora do âmbito do pólo industrial de Cubatão as indústrias da RMBS são incipientes, de pequeno e médio porte, dedicadas na maioria à industrialização de alimentos. Os municípios pertencentes à RMBS até o momento, estiveram mais voltados ao turismo como forma de sobrevivência, sem programas de atraçãoa novos empreendimentos industriais. Este artigo possui além da introdução (i)uma fundamentação teórica para o crescimento dos clusters ou arranjos produtivos locais, (ii)uma análise das indústrias da região de Cubatão, passando pela história, dados de desempenho do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) de Cubatão, à análise SWOT da indústria privada e à projeção do setor industrial para o ano de 2012, (iii)considerações finais e (iiii)recomendação para a continuidade e manutenção deste estudo. 2. Metodologia Aplicada A metodologia considerada na elaboração deste artigo é de natureza exploratória, fazendo um estudo bibliográfico relacionado ao tema e um levantamento documental sobre o pólo industrial de Cubatão. As pesquisas exploratórias têm como principal finalidade desenvolver, esclarecer e modificar conceitos e idéias, tendo em vista, a formulação de problemas mais precisos ou hipóteses pesquisáveis para estudos posteriores. De todos os tipos de pesquisa, estas são as que apresentam menor rigidez no planejamento. Habitualmente envolvem levantamento bibliográfico e documental, entrevistas não padronizadas e estudos de caso. (GIL 1999). Alem da pesquisa de fontes primárias e secundárias, foram realizadas entrevistas com os diretores das CIESP de Cubatão e Santos. 3. Fundamentos teóricos O pólo de Cubatão oferece vantagens competitivas que fomentam a retenção e o crescimento das indústrias locais. O agrupamento em clusters e as estratégias de diferenciação adotadas por várias delas tornaram o pólo de Cubatão nacionalmente relevante. As empresas podem diferenciar-se de acordo quatro dimensões básicas propostas por Kotler (1996): produto, serviços, pessoal e imagem. • Diferenciação por produto: os principais diferenciadores são características, desempenho, conformidade, durabilidade, confiabilidade, facilidade de manutenção, estilo e design. • Diferenciação por serviços: alternativas adicionais de serviços em relação à concorrência, tais como: entrega, instalação, treinamento do consumidor, serviços de consultoria, manutenção, etc. • Diferencial por pessoal: através de pessoas melhor qualificadas do que as de seus concorrentes. Os principais diferenciadores sendo: competência, cortesia, credibilidade, confiabilidade, responsabilidade e comunicação. • Diferenciação na imagem: quando os consumidores reagem e respondem diferentemente mesmo quando as ofertas concorrentes parecem ser as mesmas. A despeito das variações encontradas na literatura, pode-se afirmar que um cluster é caracterizado pela concentração espacial e setorial de empresas, em que o desempenho dessas,
  3. 3. 3 pelo menos parcialmente, é explicado pela interdependência existente entre as firmas. Entende-se que a interdependência existente entre as firmas de um cluster é decorrência da proximidade geográfica e setorial. (OLIVEIRA, 2001) O conceito de clusters industriais ou arranjos produtivos locais refere-se à emergência de uma concentração geográfica e setorial de empresas, a partir da qual são geradas externalidades produtivas e tecnológicas. Partindo da idéia simples de que as atividades empresariais raramente encontram-se isoladas, o conceito de cluster busca interagir atividades produtivas e inovativas de forma integrada à questão do espaço e das vantagens de proximidade. A literatura especializada sobre o tema geralmente associa este tipo de arranjo a um conjunto de empresas e instituições espacialmente concentradas que estabelecem entre si relações verticais, compreendendo diferentes estágios de determinada cadeia produtiva e horizontal, envolvendo o intercâmbio de fatores, competências e informações entre agentes genericamente similares. Em termos da sua conformação interna, estes clusters geralmente incluem firmas interdependentes (incluindo fornecedores especializados), agentes produtores do conhecimento (universidades, institutos de pesquisa, empresas de consultoria, etc.), instituições-ponte (consórcios, incubadoras, etc.) e consumidores, os quais se articulam entre si através de uma cadeia produtiva espacial e setorialmente localizada. Ao se apoiarem mutuamente, os agentes integrados a estes arranjos conferem vantagens competitivas ao nível industrial para uma região particular, permitindo explorar diversas economias de aglomeração e outros tipos de “externalidades” indutoras de um maior nível de eficiência econômica. Apesar da cooperação produtiva e/ou tecnológica não ser um requisito necessário para a consolidação destes clusters, supõe-se que a estruturação dos mesmos estimula um processo de interação local que viabiliza o aumento da eficiência produtiva, criando um ambiente propício à elevação da competitividade dos agentes integrados ao arranjo. O recorte analítico baseado no conceito de clusters ressalta também os impactos das articulações entre agentes em termos da geração de efeitos de aprendizado e da dinamização do processo inovativo em escala local ou regional. Como ponto de partida para uma análise da competitividade estratégica do pólo industrial de Cubatão, cabe analisar o método que alguns dos principais autores da área propõem para a elaboração de cenários. O método de Shoemaker (1995),apesar de possuir passos bem definidos, é menosanalítico e formal que o método de Porter (1990). Ele inicia seu método pela definição do tempo e do escopo. Porter, porém, só determina essas variáveis quando já possui um mapeamento das incertezas e tendências. Em seguida, Shoemaker (1995) propõe identificar o maior stakeholder. Porter trabalha as variáveis de cenários e incertezas, mas não analisa diretamente os stakeholders. Este item deve ser considerado nos passos iniciais do método do Porter. Em seguida, Shoemaker (1995) identifica as tendências básicas e as incertezas chaves. Os passos seguintes são: construir temas iniciais de cenário, checar plausibilidade, desenvolver cenários de aprendizado, identificar necessidades de pesquisa, desenvolver métodos quantitativos e evoluir para cenários de decisão. O uso de métodos quantitativos, no entanto, teve alguns inconvenientes levantados por outros autores, como Porter (1990), que diz que a atribuição de probabilidade a cenários tem problemas de tendenciosidade e tradicionalismo, e Schnaars (1987), ressaltando as probabilidades dos métodos quantitativos estão completamente atreladas às premissas que o geraram. Porter (1990) trabalha diretamente com cenários industriais e baseia seu método no conceito das cinco forças competitivas. Essas forças são fatores motores do mercado e grandes fontes de incerteza. Elas estão representadas no diagrama das 5 forças de Porter que segue:
  4. 4. 4 Figura 1 - As cinco forças de Porter Fonte: Porter (1986) A evolução para uma economia avançada exige o desenvolvimento de acirrada rivalidade local. Esta deve deslocar-se dos salários baixos para os custos totais baixos, o que exige oaprimoramento da eficiência na fabricação e na prestação de serviços. Em última instancia, ela também deve ir além dos aspectos de custo, para incluir a diferenciação. Também é preciso que a competição evolua da imitação para a inovação e de baixos investimentos para altos investimentos, não apenas em ativos físicos, mas também em intangíveis, como habilidades e tecnologia. ( PORTER, 1995) Figura 2 - Determinantes da vantagem nacional Fonte: Porter (1993)
  5. 5. 5 Os aglomerados representam uma faceta do „diamante‟ (setores correlatos e de apoio), mas são melhor interpretados como manifestação das interações entre todas as quatro facetas. Os aglomerados influenciam a competição de três maneiras amplas: primeiro, pelo aumento da produtividade das empresas ou setores componentes; segundo, pelo fortalecimento da capacidade de inovação e, em conseqüência, pela elevação da produtividade; terceiro, pelo estímulo à formação de novas empresas, que reforçam a inovação e ampliam o aglomerado. Muitas das vantagens dos aglomerados decorrem de economias externas às empresas ou dos “extravasamentos” ou efeitos colaterais de vários tipos entre empresas e setores. (Algumas dessas vantagens também se aplicam a subunidades dentro das empresas, comoP&D e produção.) Assim, os aglomerados seriam definidos como um sistema de empresas e instituições inter-relacionadas, cujo valor como um todo é maior do que a soma das partes (CANDIDO,2001). Cada uma de suas três grandes influências na competição depende, até certo ponto, dos relacionamentos pessoais, da comunicação face a face e da interação entre as redes de indivíduos e as instituições. Embora sua existência torne mais provável o desenvolvimento desses relacionamentos, além de aumentar a eficácia de sua atuação, o processo não é de modo algum automático. Mecanismos organizacionais e aspectos culturais formais e informais geralmente desempenham papel importante no desenvolvimento e funcionamento dos aglomerados, como se tornará mais evidente em seguida. A simples presença de empresas, fornecedores e instituições numa localidade cria o potencial para o valor econômico, mas não assegura, necessariamente, a realização desse potencial. Os vínculos sociais mantêm a coesão dos aglomerados, contribuindo para o processo de criação de valor. Boa parte da vantagem competitiva dos aglomerados depende do livre fluxo de informações, da descoberta de intercâmbios e transações agregadoras de valor, da disposição de alinhar agendas e atuar além das fronteiras empresariais e da forte motivação para os aprimoramentos. Os relacionamentos, as redes e o senso de interesse comum são os pilares de sustentação dessas circunstâncias. Assim, a estrutura social dos aglomerados assume uma importância fundamental. A especialização caracteriza a geografia econômica de cidades, estados e países, sobretudo dos prósperos, e parece aumentar à medida que a economia se torna mais avançada. Um número relativamente pequeno de aglomerados geralmente responde por uma grande fatia da economia dentro de uma área geográfica, assim como por uma parcela preponderante da atividade econômica orientada para fora (por exemplo, exportações para outras localidades pelas empresas locais). Cada atividade econômica é vista como parte de um aglomerado de atividades e agentes, ao invés de isoladamente. Segundo Breschi&Malerba (1997), outra proposta para análise da competitividade de aglomerados setoriais é denominada de Sistemas Setoriais de Inovação. Este conceito baseia- se na idéia de que diferentes setores (ou industrias) operam sob certos regimes tecnológicos que são caracterizados por combinações particulares de oportunidades e condições de apropriabilidade, graus de cumulatividade de conhecimento tecnológico e fatores relativos às características específicas do conhecimento requerido em certos setores econômicos. Apesar da denominação, esta proposta é mais próxima e até similar em alguns pontos ao modelo de Porter, focando nas relações competitivas entre firmas e procurando considerar explicitamente o papel da seleção pelo ambiente. (Souza &Arica, 2006 )
  6. 6. 6 O conceito geral de sistemas de inovação tem sido aplicado no Brasil a aglomerados locais(Cassiolato& Lastres, 2000 apud Souza &Arica, 2006). Estes trabalhos dão destaque para o levantamento histórico de formação desses arranjos, à análise da influência das instituições de suporte às atividades de ciência e tecnologia e à proposição de políticas públicas de apoio e sustentação desses sistemas ou métodos a empreender na análise dos sistemas. O conceito de SI é visto como “holístico”, e, como tal, em termos metodológicos surgem dificuldades analíticas para sua aplicação. A abordagem de Sistemas de Inovação (SI) não assume como hipótese básica uma relação de causa e efeito determinística, nem pretende prover respostas, por si mesma, de como o sistema evoluiu no tempo. Conseqüentemente, não indica ferramentas ou métodos de empreender na análise dos sistemas. O conceito de SI é visto como “holístico”, e, como tal, em termos metodológicos surgem dificuldades analíticas para sua aplicação. De uma forma geral, a abordagem de SI enfatiza os aspectos institucionais e histórico- culturais que formam um ambiente fértil em idéias e as interações entre atores público- privados, que propiciam o surgimento de inovações. Nesta abordagem há um predomínio absoluto de pesquisas empíricas que buscam identificar e diagnosticar fatores e características que proporcionam o surgimento do denominado “sistema de inovação”. (Souza &Arica, 2006) Entretanto, permanecem ainda algumas questões problemáticas na conceituação de SI, como por exemplo: (i) a definição dos limites do sistema; e (ii) o tratamento da diversidade institucional. De modo a caracterizar melhor as similaridades e as diferenças entre as abordagens de SI e as mais tradicionais, utilizaremos como referencial o modelo “Diamante de Porter”, amplamente difundido e empregado na análise de competitividade de setores industriais em diversos países. Em sua abordagem, Porter (PORTER, 1989) busca uma nova visão da vantagem competitiva centrada na habilidade de uma nação em utilizar produtivamente seus insumos e recursos através da formação de clusters. Pelo desenvolvimento do conhecimento como uma vantagem competitiva dinâmica, que para o autor pode ser criada, a análise é efetuada em vários níveis, através dos elementos da economia de uma nação, focalizando clusters industriais e as interações entre fatores do “Diamante”. Dessa forma, é presumido que para uma economia nacional, o estado do sistema (ou seja, seu desempenho comercial e sua prosperidade) pode ser razoavelmente explicado pela análise dos estados dos seus elementos e suas relações complexas. (Souza &Arica, 2006) O quadro a seguir, sintetiza as principais características analíticas entre as abordagens de Sistemas de Inovação e o modelo "Diamante". Quadro 1: Aspectos característicos distintivos entre SI e o modelo de Porter Critério Sistemas de Inovação Diamante de Porter Hipótese central A melhoria na eficiência da aprendizagem O crescimento da produtividade é a fonte para a "inovatividade" de uma nação. é a fonte de prosperidade de uma nação Unidade analítica Nação: região, setor; aglomerado (indústria, Nação: Cluster ( industria, região); região); Firma; Instituições de conhecimento Firmas em setores industriais público (infra-estrutura educacional e de C&T); Redes de transferencia de conhecimento; Sistema tecnológico. Processo Entre tecnologico e instituição: Trajetórias Entre os elementos do diamante: dinamico/causa tecnológicas; Teoria do ciclo de vida da Estratégias das firmas; Estrutura e tecnologia; Dependência da trajetória concorrencia; Condições de fatores; ( path-dependence ); learning by doing; Industrias vinculadas e auxiliares by using, and by interaction; Transferencia de conhecimento Disciplina vinculada Inovação tecnologica Gestão empresarial Direcionamento C&T Comércio e negócios
  7. 7. 7 Fonte: (Souza &Arica, 2006) 4. A Indústria na região de Cubatão A indústria é o principal setor de atividade econômica da região e se caracteriza por uma grande concentração em uns poucos setores. A Refinaria de Petróleo Presidente Bernardes, em Cubatão, é a principal indústria da região por ser a grande provedora de matéria prima para o pólo químico e petroquímico instalado no município e em toda a região metropolitana. A Companhia Siderúrgica Paulista (Cosipa), instalada em Cubatão, está também entre as mais importantes atividades industriais da região. A metalurgia básica e a indústria do petróleo ali presente são importantes também pelo que representam para o Estado. No conjunto, a indústria da região com mais de 4,0% do total do Estado, segundo dados referentes ao valor adicionado industrial. O PIB de Cubatão apresenta a maior participação (38,4%), entre os municípios da região, seguido por Santos (30,2%). No setor industrial Cubatão representa 56,6% do total do valor adicionado deste setor na região, e Santos é o de maior peso nos serviços, com 41,2% do total do setor na região. 4.1 Histórico da industrialização de Cubatão. O Porto de Santos teve papel fundamental no desenvolvimento econômico regional, mas aconstrução da Rodovia Anchieta trouxe nova configuração espacial e urbana à região, transformando-a no mais importante pólo turístico e de lazer do Estado e dinamizando, ainda mais, seu setor terciário. A cultura da banana era um segmento importante para a economia regional, e foi ela que incentivou os imigrantes alemães a instalarem a primeira indústria na região de Cubatão: a Curtidora Mex, mais tarde conhecida como Costa Muniz Indústria e Comércio. Uma curtidora de couros que aproveitava o tanino extraído das bananeiras. Alguns anos depois, quando se deu inicio a industrialização do Brasil, foi construída, em Cubatão, em 1916, a Companhia Anilinas e Produtos Químicos do Brasil. Na seqüência instalou-se a Companhia Santista de Papel que com o passar do tempo instalou três unidades uma das quais ainda se encontra em atividade e pertence ao Grupo Ripasa. A Usina Hidroelétrica Henry Borden, da Light, era, e continua sendo a supridora de energia para as indústrias que se instalavam na região. Os empreendimentos assentaram-se na Cidade em razão da proximidade com o Porto de Santos, água em abundância no Rio Cubatão, e uma área florestal de grande porte, com madeira para queima nas caldeiras de geração de vapor e energia, e trechos prontos para plantio e experiências para obtenção de celulose, que era então toda importada da Finlândia. A história da industrialização regional mudou completamente na década de 50, quando aRefinaria de Petróleo Presidente Bernardes foi inaugurada em Cubatão. Com ela, outras indústrias petroquímicas se instalaram também na região e constituem hoje uma das mais importantes cadeias produtivas do país. Hoje, a indústria na região de Cubatão, com massiva concentração nas atividades de siderurgia e petroquímico – que representam 89% do total do PIB industrial da região, segundo dados do PAEP-2001 - está concentrada na área do município de Cubatão. Os segmentos de transporte e turismo são os segmentos de maior importância no setor de serviços que inclui também o segmento de comércio. A atividade agropecuária é totalmente insipiente na região. 4.2A indústria na região do município de Cubatão.- Ciesp – Cubatão.
  8. 8. 8 “Vale da morte”. Após a instalação da Refinaria de Petróleo Presidente Bernardes, outras indústrias do setor petroquímico, aproveitando a disponibilidade de matéria prima decidiram se instalar no município de Cubatão. A Companhia Siderúrgica Paulista – A COSIPA – também se instalou no município. A cidade ganhou muitos investimentos, criou uma infinidade de postos de trabalho, mas infelizmente, na época, devido a uma falta de consciência ambiental, de políticas de saúde pública e falta de uma legislação adequada, estas indústrias se instalaram de maneira descontrolada, causando uma poluição tamanha que os impactos de saúde públicas e ambientais foram logo sentidos. As encostas das montanhas da região da mata atlântica, que circundam o megapólo industrial, sofreram um desmatamento por intoxicação de poluentes liberados pelas chaminés das indústrias sem nenhum controle de filtragem além de causar um sério problema para a saúde da população ao ponto do megapólo ser apelidado por todos como “vale da morte”. “Vale da vida”. Felizmente, a conscientização de que algo deveria ser feito aconteceu antes de um mal ainda maior. Decisões de consciência aliadas a uma legislação mais adequada e a uma fiscalização mais rígida, fizeram com que as empresas estabelecessem metas de controle da poluição que, alguns anos depois de implantadas, transformaram o antes apelidado “vale da morte” no hoje conhecido como “o vale da vida”. Poluição sob controle, vegetação em recuperação – lenta é verdade – e a saúde da população protegida transformou o município de Cubatão em um lugar mais promissor para se viver, segundo elementos da própria população da cidade. As ações anti-poluição continuam para melhorar ainda mais as condições de vida e trabalho de quem ali reside. Durante o ano de 2007, em um programa monitorado pela CETESB, em 25 leituras durante os meses de Julho a Dezembro, Cubatão apresentou em 62% das vezes, qualidade do ar melhor que o do Parque do Ibirapuera na cidade de São Paulo. Nas outras, 32% das vezes a qualidade do ar foi igual nos dois lugares de avaliação (dados publicados no Relatório Anual do Ciesp-Cubatão de 2007) Produção. O gráfico abaixo mostra que o volume de produção da indústria ali estabelecida em seus diversos setores/segmentos tem grande representatividade na produção nacional de vários produtos. Gráfico 1 – Produção por segmento – M toneladas – 2007 Fonte: relatório anual de 2007 do Ciesp – regional de Cubatão.
  9. 9. 9 Empregos. O Relatório Anual - 2007 do Ciesp-Cubatão relata que 84740 pessoas dependem das indústrias estabelecidas no município sendo que do total 30056 são empregados da industria enquanto o restante das pessoas são dependentes dos próprios empregados. O quadro abaixo retrata a distribuição dos empregos nos diversos segmentos sendo que o que mais emprega é o segmento da siderurgia, seguido do segmento de químico-petroquímico e por último o segmento de serviços. Gráfico 2 – Empregos na indústria em Cubatão Fonte: relatório anual de 2007 do Ciesp – regional de Cubatão. Impostos. Com um setor industrial totalmente formalizado os segmentos da indústria de Cubatão contribuem com uma carga tributária significativa. Os impostos pagos durante o ano de 2007 nas esferas federais, estaduais e municipais rondou a casa dos R$ 1,0 bilhão de Reais. Os quadros seguintes mostram que até o ano de 2007 a contribuição em impostos estaduais somou mais de 50% do total das contribuições e a contribuição municipal foi de aproximadamente 2%. A Ciesp-Cubatão calcula que o total de impostos pagos pela indústria durante o ano de 2007, no valor de US$ 988 milhões seria suficiente para a construção de 5812 escolas padrão, ou 19000 centros de saúde ou ainda 198000 casas populares. Gráfico 3 - Impostos recolhidos pelas indústrias da região CIESP Cubatão. Últimos 4 anos em milhões de dólares. Fonte: relatório anual de 2007 do Ciesp – regional de Cubatão. 0 200 400 600 800 1000 2004 2005 2006 2007 440 638 659 988 US$ Milhões
  10. 10. 10 Gráfico 4 – Impostos recolhidos por categoria pelas indústrias. Em 2007, na região CIESP Cubatão. Fonte: relatório anual de 2007 do Ciesp – regional de Cubatão. Encargos Sociais. A análise não termina nos valores pagos de impostos. A indústria tem ainda uma carga extra no recolhimento de taxas tipo PIS, COFINS, INSS, FGTS e Outros que somaram um montante de US$ 352 milhões durante o ano de 2007. Considerando, como mostra o quadro a seguir, que a remuneração salarial pago pela indústria é de US$ 546 milhões, tem-se que os encargos sociais representam aproximadamente 65% adicional ao valor da folha de pagamento. Gráfico 5 – Encargos recolhidos pela indústria – CIESP Cubatão. Fonte: relatório anual de 2007 do Ciesp – regional de Cubatão. Benefícios Sociais. Outros US$ 67 milhões são pagos pela indústria em benefícios sociais, como previdência privada e benefícios escolares, de caráter voluntário pagos pelas empresas. Os valores por categoria de benefícios se encontram no gráfico a seguir. Considerando ainda o total dos benefícios sociais pagos e o número de empregados da indústria, conclui-se que a contribuição de benefícios sociais per capita na região de Cubatão é de US$ 2.230. Gráfico 6 – Benefícios sociais – CIESP Cubatão – 2007
  11. 11. 11 Fonte: relatório anual de 2007 do Ciesp – regional de Cubatão. 4.4. Análise SWOT da região de Cubatão. • PONTOS FORTES o Existência da Refinaria Presidente Bernardes e Cosipa como fonte de matéria prima para a indústria petroquímica e metalúrgica. o Existência do maior porto marítimo do país próximo ao Pólo . o Proximidade da maior região industrial exportadora do país. Grande São Paulo, Vale do Paraíba, RM de Campinas e Região de Sorocaba. . o UNIVERSIDADES. Esta região metropolitana tem uma das maiores concentrações de universidades do país, não considerando as grandes capitais. • PONTOS FRACOS o Atividade sindical muito forte diminuindo a competitividade e afugentando investimentos. o Serra do mar encarece investimentos na área de transporte. o A região tem uma imagem de espaço restrito para expansão. o Falta de mão de obra com qualidade. • OPORTUNIDADES o Anel rodoviário de São Paulo vai facilitar e baratear o acesso ao Porto de Santos e a toda RMBS. o Descoberta de Gás e Petróleo na Bacia de Santos. o Criação de Pólo Logístico. • AMEAÇAS o Deterioração do Meio Ambiente. o Deterioração da qualidade de vida.
  12. 12. 12 Posição estratégica devido a sua proximidade das regiões brasileiras que mais exportam. A Região da Grande São Paulo, o Vale do Paraíba, a Região Metropolitana de Campinas e a Região de Sorocaba são as grandes produtoras de produtos industrializados para exportação no Estado de São Paulo e consumidoras de matéria prima produzidas no pólo. Além dos produtos industrializados, o Estado de São Paulo é um grande produtor de comodities agrícolas também para exportação que consomem insumos produzidos no pólo de Cubatão. O crescimento econômico beneficia ainda as indústrias da região de Cubatão e Guarujá. O aumento do preço do aço bem como de produtos químicos fez com que as indústrias localizadas nestes municípios aumentassem em muito seus faturamentos e garantissem o emprego de seus funcionários. Apesar de todos estes favoráveis à competitividade do município de Cubatão, existem alguns pontos a serem trabalhados para que a região não perca investimentos nos próximos anos. Há restrições para aprovação de seus projetos devido a distúrbios ambientais causados pelas obras. As oportunidades, no entanto, são muitas. A construção do Anel Rodoviário da cidade de São Paulo tornará mais rápido e consequentemente mais econômico o acesso de Cubatão a outras regiões do país. 4.5 As Vantagens Competitivas do Pólo de Cubatão. A vantagem competitiva no pólo de Cubatão se iniciou anos atrás quando tomou-se a decisão da construção, na região, de três importantes usinas: a usina hidroelétrica, a Refinaria Presidente Bernardes e a usina siderúrgica Cosipa. A usina hidroelétrica é a grande responsável pela geração de energia para a baixada santista e principalmente para o pólo industrial que se instalou ao longo dos anos. A Refinaria de petróleo é a grande fornecedora de matéria prima para a maior parte das empresas instaladas na região, uma vez que estas empresas são especializadas na produção de químicos e petroquímicos. Algumas delas são as mais importantes e maiores do país em suas áreas de atuação. Alguns dados para corroborar esta informação dão conta de que o pólo produz quantidades significativas de muitos produtos importantes para a indústria brasileira. Dados do Ciesp mostram que durante o ano de 2007 foram produzidos percentuais significativos de toda produção nacional para os produtos: Dados percentuais da produção de Cubatão referente a produção nacional Fonte: relatório anual de 2007 do Ciesp – regional de Cubatão Quando se analisa o Diamante de Porter apresentado anteriormente, conclui-se facilmente que a região tem vantagens competitivas muito grandes quando comparada com outras regiões. Entre outras citamos: • Matéria prima em quantidade suficiente para atender o mercado • Proximidade do maior porto da América do Sul para entrada e saída de produtos • Vias internas para escoamento da produção e para chegada de matérias primas complementares. • Curta distância dos centros consumidores dos produtos aqui produzidos • Universidades para formação de profissionais qualificados e para gerar desenvolvimento tecnológico.
  13. 13. 13 • Geografia favorável • Disponibilidade de áreas para expansões. • Disponibilidade de Mão de Obra qualificada 4.6 Projeções do setor industrial de Cubatão para 2012. Economia na Sub-região de Cubatão. Anúncio feito pelos empresários do setor industrial durante a terceira edição do MegaPólo – Fórum para o Desenvolvimento do Pólo Industrial da região de Cubatão, dá conta de que US$ 6,6 bilhões de investimento já estão garantidos para serem aplicados na expansão das atuais unidades e na construção de novos empreendimentos nas indústrias da região até o ano 2012. Quem anunciou os números foi o diretor regional da Ciesp-Cubatão no evento realizado no dia 19 de Maio de 2008. Este montante de investimento fará com que a região continue em seu ritmo acelerado de crescimento, como vem acontecendo garantindo um crescimento na ordem de 15% ao ano, crescimento este maior do que o apresentado pela China. Pelo menos quatro empresas – Cosipa, Refinaria Presidente Bernardes Cubatão-RPBC, Carbocloro e Petrocoque – estarão aplicando, daquele total, US$ 2,6 bilhões em obras de expansão e modernização tecnológica que serão concluídas até 2010. Os outros US$ 4,0 bilhões destinam-se à construção de uma nova usina siderúrgica nas proximidades da Cosipa e na implantação de uma carteira de redução de enxofre no Diesel produzido pela RPBC. Um grande benefício destes investimentos será a geração de até 24 mil novos postos de trabalho, nos diversos níveis profissionais, sendo 4 mil gerados pela expansões e modernizações tecnológicas nos empreendimentos já existentes e outros 20 mil empregos gerados durante as obras de construção das novas unidades. Outros benefícios como pagamentos de impostos e taxas, bem como benefícios sociais serão conseqüência deste grande montante de investimento. Apesar de o pólo industrial estar situado no município de Cubatão, os reflexos positivos destes investimentos serão sentidos em outras cidades da região metropolitana da baixada santista, uma vez que os trabalhadores do pólo residem em várias cidades da região. 5. Considerações finais O Pólo Industrial de Cubatão tem demonstrado uma alta capacidade de renovação. A agenda 21 desenvolvida pela Ciesp-Cubatão numa parceria com a sociedade civil e o poder público regional é um exemplo para todo o país e demonstra mais uma vez que o pólo continua se modernizando. Quando muitos começam a falar em sustentabilidade, o pólo já apresentou, desde 2006, sua agenda de responsabilidade social e ambiental com planejamento de execução e investimentos nestas áreas até o ano 2020. Com o investimento maciço em novas indústrias e modernização das atuais, no pólo industrial de Cubatão, percebe-se que omomento é propício para mudanças e evoluções do mesmo e isto está sendo orquestrado pelo setor privado com muita competência. Tudo isto somado, logicamente às noticias alvissareiras das descobertas de petróleo e gás na bacia de Santos, o que automaticamente vai impulsionar mais investimentos de mais longo prazo no setor industrial, não somente em Cubatão, mas em toda a Região Metropolitana da Baixada Santista. Este cenário responsável e positivista é a resposta do porque a região de Cubatão está recebendo mais investimentos que outras regiões do país a ponto do Pólo industrial da sub- região de Cubatão apresentar um crescimento anual de 15%, mais alto que o crescimento chinês que é admirado pelo mundo inteiro. Os números apresentados em relação a porcentagem da produção nacional de certos produtos responde porque novas indústrias vieram se instalar na região e outras continuam considerando instalações futuras.. 6. Recomendação para continuidade do estudo.
  14. 14. 14 Os autores deste artigo recomendam a continuidade das pesquisas sobre este tema no âmbito do Grupo de Pesquisa em Competitividade Regional e Desafios Estratégicos - COMPET da Unisantos. Assim construindo o conhecimento com informações atualizadas sobre as indústrias que atuam na RMBS, e não somente em Cubatão, bem como aos empresários que desejem aqui empreender, trazendo novas indústrias para esta região aproveitando o entusiasmo existente na região após os anúncios das descobertas na Bacia de Santos. 7. Referênciasbibliográficas BRESCHI, B. & MALERBA, F. Sectoral innovation systems: technological regimes schumpeteriam dynamics and spatial boundaries. In Edquist C. (ed.), 1997 CÂNDIDO, Gesinaldo Ataíde. Fatores críticos de sucesso. 2001. 328 f. Tese (Doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Santa Catarina, 2001. Disponível em: <http://teses.eps.ufsc.br/defesa/pdf/4729.pdf>. Acesso em: 11 ago. 2008. CASSIOLATO, J. E. e LASTRES, H. M. M. “O enfoque em sistemas produtivos e inovação locais”. In: T. FISCHER (org.) Gestão do desenvolvimento e poderes locais: marcos teóricos e avaliação. Bahia: Casa da Qualidade, 2002. Ciesp Cubatão, Relatório do encontro Megapolo. 2008 Ciesp Santos, Relatório anual. 2008 GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5ed. São Paulo: Atlas, 1999. OLIVEIRA, Edson Aparecida de Araújo Querido. Economia dos clusters industriais e. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, São Paulo, n. , p.247-257, dez. 2001. Disponível em: <http://www.rbgdr.net/revista/index.php?journal=rbgdr&page=article&op=viewFile&path[]= 96&path[]=89>. Acesso em: 11 ago. 2008. KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 10. ed. São Paulo: Pearson, 2000. MONTEIRO NETO, Carlos de Barros. Marcas próprias em supermercados: uma oportunidade para a criação de vantagem competitiva. Caderno de Pesquisas em Administração, São Paulo, n. , p.55-64, set. 2001. Disponível em: <http://www.ead.fea.usp.br/cad-pesq/arquivos/v8-3-art05a.pdf>. Acesso em: 12 ago. 2008. PORTER, Michael Eugene. Estratégia competitiva: técnicas para análise de indústrias e da concorrência. Rio de Janeiro: Campus, 1986. PORTER, Michael Eugene. A vantagem competitiva das nações. Rio de Janeiro: Campus, 1993. PORTER, Michael Eugene. Competição: estratégias competitivas essenciais. Rio de Janeiro: Elsevier, 1999.
  15. 15. 15 SCHNAARS, Steven P. “How to Develop and Use Scenarios”. In: Long Range Planning. Vol. 20.No. 1.London, 1987. pp. 105 to 114 SHOEMAKER, Paul J. H. “Scenario Planning: A Tool for Strategic Thinking”. Sloan Management Review,1995. SONZOGNO , VICTOR ENRICO SONZOGNO, 2003, São Paulo. . Clusters Industriais: Um Estudo Sobre o Cluster de Calçado de Franca e seu real grau de internacionalização. São Paulo: Fea-usp, 2003. 15 p. Disponível em: <http://www.ead.fea.usp.br/tcc/trabalhos/2003/Artigo_Victor%20Sonzogno.pdf>. Acesso em: 27 ago. 2008. SOUZA, Sebastião Décio Coimbra de.; ARICA, José. Uma análise comparativa entre sistemas de inovação e o diamante de Porter na abordagem de arranjos produtivos locais. Prod., Jan./Apr. 2006, vol.16, no.1, p.80-87. ISSN 0103-6513. SOUZA, Sebastião Décio Coimbra de; ARICA, José. Uma análise comparativa entre sistemas de inovação e o diamante de Porter na abordagem de arranjos produtivos locais. Produção, São Paulo, n. , p.1-8, abr. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-65132006000100007>. Acesso em: 18 ago. 2008.

×