Trabalho O Eco Luis

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Trabalho O Eco Luis

  1. 1. O Eco
  2. 2. O que é o Eco? <ul><li>É uma reflexão de som que chega ao ouvinte pouco tempo depois do som directo. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>O eco também é semelhante a um raio de luz reflectido num espelho. </li></ul><ul><li>Um eco é um som reflectido. </li></ul><ul><li>Um eco verdadeiro é uma única reflexão da fonte de som. </li></ul>
  4. 4. Exemplos <ul><li>O eco produzido no fundo de uma escadaria, por um edifício, ou numa sala, pelas paredes. </li></ul>
  5. 5. Quando se ouve o Eco? <ul><li>Se estiver numa sala vazia (exemplo: 25 m 2 ) pode ouvir o eco. </li></ul><ul><li>Se essa sala tiver muitos objectos, não se consegue ouvir o eco, porque os objectos absorvem o som. </li></ul>
  6. 6. Para produzir o eco, é necessário:
  7. 7. <ul><li>Existir um obstáculo que esteja a mais de 17 m de distância, da pessoa que emite o som. </li></ul><ul><li>O obstáculo tem que ser feito de um material polido e denso que não absorva o som, por exemplo, metais, rochas, betão… </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Se gritar diante de um penhasco a 17 m, o som caminhará 17 m até o penhasco e mais 17 de volta para si, numa distância total de 34 m. </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Se o obstáculo estiver a menos de 17 metros, não detectamos a diferença entre o som que emitimos e o som que recebemos, e desse modo, o eco não acontece apesar da onda ter sido reflectida. </li></ul>
  10. 11. Problemas do Eco <ul><li>Um eco pode provocar interferência na audição, principalmente num ginásio grande ou num auditório. </li></ul><ul><li>Os ecos cobrem as palavras de quem fala, causando confusão. </li></ul>
  11. 12. Soluções <ul><li>Usa-se material amortecedor de som para as paredes, tetos e chão. </li></ul><ul><li>Material macio como: lonas, cortinas, madeiras e tapetes absorvem as ondas sonoras e quase não reflectem o som. </li></ul><ul><li>Por isso as paredes dos auditórios são, geralmente, cobertas de madeira. </li></ul>
  12. 13. Intensidade do eco <ul><li>A intensidade de um eco é frequentemente medida em dB com relação à onda transmitida directamente. </li></ul>
  13. 14. Os Ecos podem ser: <ul><li>Desejáveis (como no radar ou sonar ) </li></ul><ul><li>Indesejáveis (como nos sistemas telefónicos ) ou a reverberação, quando em excesso. </li></ul>
  14. 15. Sonar <ul><li>Uma das aplicações do eco é o sonar dos navios. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>Os navios emitem ondas sonoras que vão ao fundo e retornam gastando determinado tempo. </li></ul><ul><li>Conhecendo-se as características das ondas, como velocidade , frequência e o tempo gasto para a onda ir e voltar, pode-se calcular a profundidade de um cardume, a forma dos fundos oceânicos ou localizar embarcações. </li></ul>
  16. 17. Reverberação <ul><li>Chama-se reverberação ao facto de chegarem muitas reflexões ao ouvinte e ele não as poder distinguir umas das outras. </li></ul>
  17. 18. <ul><li>A reverberação corre quando a diferença entre os instantes de recebimento dos sons é inferior a 0,1 s. </li></ul><ul><li>Não se percebe um novo som, mas há uma continuação do som inicial. </li></ul>
  18. 19. <ul><li>A reverberação pode ajudar a compreender o que está a ser dito por um orador num auditório. </li></ul><ul><li>No entanto, o excesso de reverberação pode atrapalhar o entendimento. </li></ul>
  19. 20. Fim <ul><li>Trabalho realizado por: </li></ul><ul><li>Luís Miguel Ferreira Ribeiro </li></ul><ul><li>8º Ano nº 12 </li></ul>

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