Artigo 1 Cp2

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Artigo 1 Cp2

  1. 1. 40576557785<br />Artigo 1<br />Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.<br />David Álvares<br />Nº8<br />Efa-1S<br />Artigo 1<br />   Este artigo é muito importante uma vez que apela à liberdade e igualdade de direitos entre todos os cidadãos.<br />  De facto, não podemos viver escravizados sobre a alçada de alguém, submetidos a maus tratos e ambientes desumanos e degradantes.<br />  Como se sabe muitos foram os séculos em que o Homem não nascia em laço de sangue da Nobreza ou Clero era tratado com inferioridade, sobretudo o povo negro.<br />  Contudo, conseguiu-se lutar pela liberdade e os grilhões das correntes foram destruídas.<br />  Nos dias de hoje, a liberdade e o direito à vida são aspectos mais valorizados pela sociedade. Qualquer sujeito é " igual" a outro, embora a diferença e a marginalidade existam e nunca acabem fruto da sociedade materialista e consumista em que vivemos. Quem não acompanha o ritmo de desenvolvimento da técnica e do mundo economista é ultrapassado, logo não há igualdade de direitos. <br />  Hoje é mais do que sabido que as grandes potências económicas são as que iniciam o desenvolvimento e a guerra, por isso a fraternidade e a paz que são valores tão importantes muitas vezes são ameaçados por conflitos típicos das sociedades industrializadas.<br />A Declaração dos Direitos Humanos faz referência ao respeito por todos cidadãos, independentemente da sua raça, religião, sexo, idade, cultura. <br />Será que a sociedade está preparada para conviver e respeitar outras culturas?<br />Hoje deparamo-nos com uma comunidade de imigrantes bastante diversificada, encontramos no nosso país, pessoas vindas dos quatro cantos do mundo à procura de melhores condições de vida.<br />Vêem no nosso país a esperança de alcançar melhores condições de vida para os seus familiares, o que na prática nem sempre se reflecte assim, pois a maioria é sujeita a condições de vida e trabalho muito duras, mal remuneradas e sem direitos. <br />Os emigrantes vêem-se obrigados a enfrentar um conjunto de barreiras para a sua integração no país, uma vez que a maioria tem outra língua, cultura e até religião que se vêem obrigados a esconder para que possam manter o emprego.<br />Portugal, país tradicionalmente de emigrantes, parece ter esquecido um papel que já foi seu, não facilitando a integração de indivíduos que vêm ocupar postos de trabalho que na maioria das vezes os portugueses não querem, embora sejam fundamentais para a economia portuguesa.<br />A escola tem um importante papel na valorização de determinados valores, tais como respeito, amizade, solidariedade, tolerância; valores fundamentais para que se possa conviver com pessoas de culturas, religiões, modos de vida diferentes; é cada vez mais frequente que filhos de imigrantes tentem a sua integração no nosso país, através da escola.<br />Em suma, podemos dizer que a escola tem uma grande responsabilidade, na medida que, a diversidade de culturas é cada vez mais frequente em vários países, tendo que preparar os jovens que serão os adultos do futuro a conviver com esta realidade<br />Mas Igualdade não é Liberdade<br />Todos os homens são iguais em sociedade. Nenhuma sociedade se pode fundamentar noutra coisa que não seja a noção de igualdade. Acima de tudo não pode fundamentar-se no conceito de liberdade. A igualdade é qualquer coisa que quero encontrar na sociedade, ao passo que a liberdade, nomeadamente a liberdade moral de me dispor à subordinação, transporto-a comigo.A sociedade que me acolhe tem portanto que me dizer: «É teu dever ser igual a todos nós». E não pode acrescentar mais que isto: «Desejamos que tu, com toda a convicção, de tua livre e racional vontade, renuncies aos teus privilégios».O nosso único passe de mágica consiste no facto de prescindirmos da nossa existência para podermos existir.A mais elevada finalidade da sociedade é consequência das vantagens que assegura a cada um. Cada um sacrifica racionalmente a essa consequência uma grande quantidade de coisas. A sociedade, portanto, muito mais. Por causa da dita consequência, a vantagem pontual de cada membro da sociedade anda perto de se reduzir a nada.<br />

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