Segundo Power Point

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Segundo Power Point

  1. 1. Mulheres para a Humanidade<br />Trabalho de Área de Projecto<br />
  2. 2. “Nenhuma condição humana ou condição de vida pode justificar a discriminação. “<br />Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade<br />
  3. 3. Roma<br />
  4. 4. Cristianismo<br />Através da história, a sexualidade das mulheres sempre foi silenciada, desconhecida ou vista como algo perigoso e de destruidor para os homens. <br />
  5. 5. Antigo Regime<br /><ul><li>Na sociedade do Antigo Regime, as crianças foram alvo de inúmeras agressões.
  6. 6. Enfrentavam a morte, por:
  7. 7. Por chorarem demasiado;
  8. 8. Por serem doentes ou deformados.
  9. 9. Os filhos de mães solteiras eram alvos de infanticídio.
  10. 10. As crianças eram alvos de mutilação e maus tratos.</li></li></ul><li>
  11. 11. Revolução Industrial<br />Na Revolução Industrial, as crianças passavam longas horas a trabalhar nas fábricas em condições físicas e humanas extremamente difíceis.<br />
  12. 12. Violência contra as Mulheres<br />
  13. 13. Violência Doméstica<br />
  14. 14.
  15. 15. Violência Doméstica<br />
  16. 16. Ciclo da violência<br />
  17. 17. Meios (instrumentos) utilizados<br />Arma branca / objectos cortantes;<br />Arma de fogo;<br />Meios físicos próprios;<br />Ameaças / insultos;<br />Objectos contundentes.<br />
  18. 18.
  19. 19. Factores dificultadores<br />Isolamento<br />Medo<br />Crenças<br />Dependência<br />Desvalorização<br />
  20. 20. Os filhos das mulheres vítimas<br />Nestas situações os elementos mais afectados com a violência são os filhos. <br />Uma criança que ouviu ou assistiu ao efeito deste acto de violência é considerada vítima de violência conjugal. <br />
  21. 21. Dados<br /><ul><li>A maior parte das vítimas de violência doméstica é do sexo feminino;
  22. 22. A maior parte das vítimas de violência doméstica tem entre os 18 e os 35 anos;
  23. 23. A violência nas faixas etárias mais elevadas corresponde a um longo período de maus tratos físicos;
  24. 24. O estado civil, da maior parte, das vítimas é casado.</li></li></ul><li>Observatório das mulheres assassinadas<br />
  25. 25. Os objectivos passam por:<br />Conhecer os números dos homicídios, em consequência, da violência doméstica;<br />Identificar o historial da vítima;<br />Compreender os percursos de resistência e/saída das vítimas da relação violenta e identificar o que falhou;<br />Conhecer a forma como a jurisprudência trata os casos.<br />
  26. 26. Legislação<br />
  27. 27. Crime<br />De maus tratos contempla uma pena de prisão de 1 a 5 anos;<br />Violência contempla uma pena de 3 a 10 anos;<br />
  28. 28. Lei nº61/91 de Agosto<br />Garante a sua salvaguarda.<br />
  29. 29. Lei nº107/99, 3 de Agosto<br /><ul><li>Veio estabelecer o quadro geral da rede pública de casas de apoio às mulheres vítimas de violência.
  30. 30. A rede deve ser constituída, pelo menos, por uma casa de apoio em cada distrito.</li></li></ul><li>Nível Europeu<br />Foi realizado um Colóquio em Novembro de 1987 em Estrasburgo:<br />A grande extensão do fenómeno;<br />Necessidade de o analisar;<br />Criar uma política de prevenção eficaz.<br />“Medidas Sociais Relativos à Violência na Família”.<br />
  31. 31. Nível Europeu<br />Em Varsóvia, em Maio de 2005, os Estados-Membros assumiram o compromisso de erradicar a violência contra as mulheres, incluindo a violência doméstica.<br />
  32. 32. Assédio Sexual<br />
  33. 33. Assédio sexual no local de trabalho<br />Constitui uma forma de discriminação baseada no sexo, na medida em que envolve comportamentos indesejados pelas pessoas que deles são alvos e, consequentemente, atentatórios da sua dignidade e liberdade.<br />
  34. 34. Em que consiste?<br />Olhares ofensivos; <br />Alusões grosseiras, humilhantes e embaraçosas; <br />Convites constrangedores; <br />Graçolas ou conversas de segundo sentido; <br />Comentários (de mau gosto) à sua aparência física; <br />Exibição de fotografias pornográficas; <br />Perguntas indiscretas sobre a sua vida privada; <br />Toques; <br />Gestos; <br />Abusos de autoridade para obter favores sexuais e, por vezes, agressões e violação;<br />
  35. 35. Consequências<br />Na saúde<br />No trabalho<br />
  36. 36. Uma em cada três mulheres<br />já sofreu de discriminação<br />com base no seu género.<br />
  37. 37. Leis e Código<br />O Código do Trabalho define assédio sexual como todo o comportamento indesejado de carácter sexual, quer seja verbal, quer seja físico. Com o propósito de afectar a dignidade ou criar um ambiente intimidativo.<br />Punível com pena de prisão até 3 anos.<br />
  38. 38. Tráfico Humano<br />
  39. 39.
  40. 40. Tráfico para fins de exploração sexual<br />Estão relacionados com situações de:<br />Exclusão social;<br />Natureza económica;<br />Psicológica.<br />
  41. 41. Tráfico humano<br />Comercialização de seres humanos;<br />Para o lucro;<br />Obrigados a mendigar ou a prostituírem-se.<br />
  42. 42. Retirada dos direitos mais básicos à vítima<br />
  43. 43. Tipos de tráfico humano<br />Exploração sexual;<br />Órgãos;<br />Trabalhos forçados;<br />Trabalhos ilegais e pesados;<br />Pessoas para a escravidão<br />
  44. 44. 200 000 de pessoas<br />2 a 4 milhões de pessoas<br />7 a 13 milhões de euros<br />
  45. 45. Razões<br />Os traficantes utilizam diversos engodos:<br />Trabalho;<br />Área da Moda;<br />Cursos;<br />Área de entretimento;<br />Turismo;<br />Casamento. <br />
  46. 46. Locais<br />
  47. 47.
  48. 48. Projecto<br /><ul><li>A Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres:
  49. 49. Aprofundar conhecimentos sobre as vítimas do tráfico e de exploração sexual que se encontram em Portugal;
  50. 50. Promover a constituição de uma rede nacional de investigação e intervenção.
  51. 51. Cooperar internacionalmente para proteger as mulheres;
  52. 52. Criar um modelo de acolhimento, apoio e orientação assente em equipas multidisciplinares </li></li></ul><li>
  53. 53. Catarina Silva nº3<br />Carlos Alberto nº15<br />Andreia Oliveira nº16<br />http://mulheres-para-a-humanidade.blogspot.com<br />

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