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Livro dos Espíritos - Introdução ao estudo do espiritismo

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Apresentação para o grupo de estudos sobre o Livro dos Espíritos no centro espírita Irmã Teresa, de Allan Kardec.

Publicada em: Espiritual

Livro dos Espíritos - Introdução ao estudo do espiritismo

  1. 1. livrodosespíritos allankardec grupo de estudo
  2. 2. • I – Espiritismo e Espiritualismo • II – Alma, Princípio Vital e Fluido Vital • III – A Doutrina E Seus Contraditores • IV – Manifestações Inteligentes • V – Desenvolvimento da Psicografia • VI – Resumo da Doutrina dos Espíritos • VII – A Ciência e o Espiritismo • VIII – Perseverança e Seriedade • IX – Monopolizadores do Bom Senso • X – A Linguagem dos Espíritos e o Poder Diabólico • XI – Grandes e Pequenos • XII – Da Identificação dos Espíritos • XIII – As Divergências de Linguagem • XIV – As Questões de Ortografia • XV – A Loucura E Suas Causas • XVI – A Teoria Magnética E Do Meio Ambiente • XVII – Preenchendo Os Espaços Vazios introdução aoestudo dadoutrina
  3. 3. sobreaobra quem, quando, como e por que?
  4. 4. • O livro surgiu em Paris, 1857 • Criado por Prof. Denizard Hippolyte Léon Rivail • Allan Kardec foi o pseudônimo utilizado • 10 médiuns participaram • Foi utilizada a psicografia indireta • Tudo foi dirigido pelo “Espirito de Verdade” • Faz parte dos 5 livros da codificação
  5. 5. allankardecProf. Denizard Hippolyte Léon Rivail ele não é o autor, ele é o codificador.
  6. 6. porquesurgiu? momento era propício e necessário manifestações em todo mundo
  7. 7. primeira revelação Deuséúnico. Moisés e a bíblia. Necessidade de ordem. Utilização do medo para criar regras.
  8. 8. segunda revelação Deuséamor. Jesus e as parábolas. Necessidade de entendimento. Amor e caridade.
  9. 9. terceira revelação Conhecimento. Fé raciocianda. Causas e consequências. Trabalho e progresso.
  10. 10. Deusé único 3500
 anos atrás Deusé amor 2000
 anos atrás Conhe- cimento 150
 anos atrás
  11. 11. Explicação de José Herculano Pires "Estelivroéoresultadodeum trabalhocoletivoeconjugado entreoCéueaTerra.”
  12. 12. I–espiritismoe espiritualismo introdução ao estudo da doutrina espírita
  13. 13. • As palavras espiritual, espiritualista, espiritualismo têm uma significação bem definida. Espiritualismo é o oposto do materialismo. • Por isso, foi criado o termo Espiritismo. • Doutrina Espírita ou o Espiritismo tem por princípio as relações do mundo material com os Espíritos.
  14. 14. II–Alma,PrincípioVital eFluidoVital introdução ao estudo da doutrina espírita
  15. 15. • ALMA: ser imaterial e individual que existe em nós e sobrevive ao corpo. Possui muitas definições. • PRINCÍPIO VITAL: o princípio da vida material e orgânica, seja qual for a sua fonte, que é comum a todos os seres vivos • FLUIDO VITAL: Fluido elétrico animalizado, também designado por fluido magnético, fluido nervoso etc.
  16. 16. III–ADoutrinaeseus contraditores introdução ao estudo da doutrina espírita
  17. 17. • No fato originador, ou seja, as mesas girantes, identificou-se um princípio inteligente. • Não era só fenômeno natural ou físico. • Há razões provadas pelo processo científico que asseguram legitimidade. • Apesar das fraudes, o fenômeno é inegável.
  18. 18. IV–Manifestações Inteligentes introdução ao estudo da doutrina espírita
  19. 19. • Se essa potência inteligente existe, o que é ela, qual a sua natureza, a sua origem? E ela superior à Humanidade? • Início dos experimentos de comunicação através de cestos e pranchetas, mais rápido que mesas. • Descoberta da necessidade de médiuns que são intermediários entre os Espíritos e os homens.
  20. 20. V–Desenvolvimentoda psicografia introdução ao estudo da doutrina espírita
  21. 21. • Percebeu-se que cesta e a prancheta nada mais eram do que apêndices da mão • O médium, tomando diretamente o lápis, poderia escrever por um impulso involuntário • Método mais rápido
  22. 22. VI–ResumodaDoutrina dosEspíritos introdução ao estudo da doutrina espírita
  23. 23. • Leitura no livro
  24. 24. VII–ACiênciaeo Espiritismo introdução ao estudo da doutrina espírita
  25. 25. • Espiritismo não é da alçada da Ciência • Espiritismo não é da alçada da Religião • Espiritismo não é da alçada da Filosofia • Ele integra essas visões
  26. 26. VIII–Perseverança e Seriedade introdução ao estudo da doutrina espírita
  27. 27. • O que caracteriza um estudo sério é a continuidade. • Os Espíritos superiores só comparecem às reuniões sérias, àquelas, sobretudo, em que reina a perfeita comunhão de pensamentos e bons sentimentos. • Começando pelo começo e seguindo o seu encadeamento de ideias para compreender o todo.
  28. 28. IX–Monopolizadoresdo bom senso introdução ao estudo da doutrina espírita
  29. 29. • Cuidado com os que não acreditam e dizem que há charlatanismo e ilusão. • É o caso de perguntar se a doutrina espírita, que conta hoje milhões de adeptos, só os recruta entre os ignorantes. • Cautela com os que não aceitam.
  30. 30. X–ALinguagemdos espíritoseopoder diabólico introdução ao estudo da doutrina espírita
  31. 31. • Os espíritos não são todos iguais em evolução. • Se eles são o "diabo", teríamos de convir que o diabo é às vezes bem inteligente, bastante criterioso e sobretudo muito moral, ou então que existem bons diabos. • Cabe às pessoas sensatas separar o bom do mau.
  32. 32. Cabe a nós separar o bom do mau
  33. 33. XI–Grandese Pequenos introdução ao estudo da doutrina espírita
  34. 34. • Entre os Espíritos que se manifestam há maior número de desconhecidos do que de ilustres. • "Os grandes serão humilhados e os pequenos serão exaltados”, portanto, o que tem importância é a mensagem, não o mensageiro.
  35. 35. XII–Daidentificação dos espíritos introdução ao estudo da doutrina espírita
  36. 36. • Espíritos inferiores se apresentam muitas vezes com nomes conhecidos e respeitados para ser relevado. • Não há forma segura de identificação. • Novamente, o que caracteriza é o teor da sua mensagem.
  37. 37. O importante é a mensagem, não o mensageiro.
  38. 38. XIII–Asdivergências de linguagem introdução ao estudo da doutrina espírita
  39. 39. • Sendo os Espíritos muito diferentes uns dos outros quanto ao conhecimento e à moralidade, é evidente que a mesma questão pode ser resolvida por eles de maneira contraditória. • Todas as ciências humanas oferecem o mesmo exemplo: cada sábio tem o seu sistema; os sistemas variam mas a Ciência é sempre a mesma
  40. 40. XIV–Asquestões de ortografia introdução ao estudo da doutrina espírita
  41. 41. • Para os Espíritos, principalmente para os Espíritos superiores, a ideia é tudo, a forma não é nada • os Espíritos dão pouca importância às puerilidades ortográficas, principalmente quando tratam de um ensinamento profundo e sério. • A qualidade da mensagem é determinante.
  42. 42. Comunicação é individual
  43. 43. XV–Aloucurae suascausas introdução ao estudo da doutrina espírita
  44. 44. • Todas as grandes preocupações intelectuais podem ocasionar a loucura: as Ciências, as Artes e a Religião fornecem os seus contingentes. • O Espiritismo não tem nenhum privilégio neste assunto. • Mas ele permite o entendimento sobre suas reais causas.
  45. 45. XVI–Ateoriamagnéticae domeio ambiente introdução ao estudo da doutrina espírita
  46. 46. • Objeção do efeitos magnéticos: O médium mesmo é a fonte das manifestações. • Objeção do meio ambiente: O médium tira as manifestações do próprio meio ambiente. • Por que a inteligência que se manifesta, qualquer que seja, recusa-se a responder a algumas perguntas e responde a outras fora da capacidade do médium?
  47. 47. Ouvir, ver e sentir não é loucura
  48. 48. XVII–Preenchendoos espaços vazios introdução ao estudo da doutrina espírita
  49. 49. • O ceticismo no tocante à Doutrina Espírita provém quase sempre de um conhecimento incompleto dos fatos. • O espiritismo preenche o espaço no universo que onde o “nada” é encontrado. • Ele nos coloca a par do que realmente somos, ou seja, seres universais.
  50. 50. vídeo vocêconheceotamanhodo nossouniverso? Somosseresuniversais.

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