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Você sabe como surgiram as letras de músicas gospel ?

O documento discute a origem e evolução da música gospel, começando com canções religiosas cantadas secretamente por escravos nos Estados Unidos para expressar sua fé e comunicar mensagens codificadas. A música gospel se desenvolveu ao longo dos séculos em vários estilos musicais e letras inspiradoras, espalhando-se para além das igrejas afro-americanas.

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ATIVIDADE: LEIA O TEXTO ABAIXO E DEPOIS RESPONDA ÀS QUESTÕES:
Você sabe como surgiram as letras de músicas Gospel?
A música gospel é considerado além de um gênero musical, uma forma de música religiosa
americana. De acordo com a sua história, a música gospel surgiu durante o século XVIII,
durante a escravização de negros americanos. Os negros então foram proibidos de tantas
coisas. Eles não podiam adorar mesmo sozinho, pois eles tinham de fazê-lo com seus mestres.
Eles organizavam reuniões secretas, e juntos eles criaram a sua própria adoração com hinos.
A música gospel, como a conhecemos hoje, começou desta maneira.
O objetivo sempre foi agradar a deus mediante louvores mas devido a proibição, os escravos
ocultavam a adoração a Deus e mostrava a música como sendo uma adoração ao senhor-
escravo. Foi a forma encontrada para acabar com a proibição. Se você tiver a oportunidade de
ler profundamente as letras de música gospel compostas naquela época, você vai perceber
que contêm principalmente as desgraças dos escravos e a fé em Deus diante daquela
situação. Os escravos costumavam cantar as músicas durante as longas horas de trabalho nas
plantações de seu mestre. Os historiadores dizem que os escravos criaram a música gospel
para restaurar a fé entre si, uma vez que eles tinham a confiança de que um dia se seus
sofrimentos acabariam e que eles seriam entregues a partir de suas misérias.
A análise cuidadosa das letras de músicas gospel vão ensinar-lhe os sentimentos e júbilo dos
escravos, bem como expô-lo a suas emoções e suas experiências durante esse tempo. Além
disso, além de compartilhar e afirmar a fé entre as pessoas que se reúnem para ouvi-la, a
música gospel e suas letras servem como uma demonstração de respeito aos caminhos de
Deus e um estímulo para prosseguir o seu caminho justo. Música Gospel sempre teve como
objetivo tocar o coração de todos, estimulando-os a ter uma forte fé em Deus e seguir o seu
caminho mesmo que estejam à beira da miséria.
Geralmente, as letras de músicas gospel levam as pessoas a um entusiasmo e motivação
espiritual, apesar dos tempos difíceis e de angústia. Elas dizem que as pessoas sempre têm
uma forte fé em Deus e sua vontade. Hoje em dia, letras de músicas gospel estão sendo
usados em igrejas evangélicas no mundo inteiro. Se você quiser saber mais sobre letras de
músicas gospel, existem sites que oferecem tais informações. Livros e outros materiais
impressos também estão disponíveis. Há também sites que oferecem diferentes letras de
música gospel e tablatura, caso você seja daqueles que costumam tocar em igrejas.
A música gospel (do inglês “gospel”, ou seja, “evangelho”) é um gênero musical de origem
afro-americana, nascido nas fazendas de escravos no sul dos Estados Unidos. Os escravos
cantavam músicas religiosas com mensagens escondidas em suas letras. As mensagens
poderiam conter informações sobre terrenos, quais estradas e rios evitar e números de homens
patrulhando tais estradas e rios. Essas canções eram cantadas pelos escravos presos, durante
a noite, quando se sabia que havia escravos em fuga a fim de orientá-los rumo ao norte livre.
Esse costume continuou quando os escravos foram libertados invadindo igrejas e templos afro-
americanos por todo os Estados Unidos.
O gospel em sua forma original era geralmente interpretada por um solista, acompanhado de
um coro e um pequeno conjunto instrumental. Grandes intérpretes da música norte-americana
começaram assim, como cantores de gospel nas igrejas. É o caso de Mahalia Jackson, Bessie
Smith e Aretha Franklin, além de Ray Charles. O gospel ajudou a moldar toda a música negra
dos Estados Unidos neste século: ragtime, blues e jazz. E foi também influenciado por ela,
assumindo formas às vezes surpreendentes em se tratando de música religiosa. É o caso dos
quartetos gospel, surgidos após a Segunda Guerra Mundial, com suas música gritada, sua
dança cheia de sacolejos e roupas extravagantes. Nesta fonte foi “beber” o rock dos anos 50,
desde Bill Haley e seus cometas passando por Jerry Lee Lewis e principalmente Elvis Presley.
Atualmente nos Estados Unidos e em outros países, o Gospel está incluído como uma
categoria tradicional de música cristã.
Comercialmente e na forma que tem atualmente, a música cristã estourou nos Estados Unidos
a partir dos anos 70. O rock, em mais uma volta da história, passa a ser o carro chefe da
música cristã. Todavia, outros ritmos como o funk e o reggae também são por ela adotados. O
que a define não é o gênero musical, mas a mensagem: justiça social, Cristo, ecologia, repúdio
às drogas, harmonia entre os homens. Bandas como Stryper (heavy metal), de Los Angeles,
tocam música cristã, ou Gospel. Grandes espetáculos se organizam por todo o país e cada vez
mais emissoras de rádio criam programações gospel. Hoje o prêmio Grammy, considerado o
Oscar da música, inclui a categoria gospel, além da música cristã premiar seus talentos com o
Prêmio Dove Awards.
Na música cristã internacional destacam-se atualmente Michael W. Smith, os grupos Vineyard,
Hillsong Music Australia, Kirk Franklin; e nos anos 90, os ministérios Hosanna!, Maranatha; as
bandas Petra, Guardian, Bride; as cantoras Amy Grant, Crystal Lewis, entre outros.
Ainda na vertente metal, surguram bandas como: Tourniquet e Mortification que elevaram o
“metal gospel” à categoria, segundo seus fãs, de grande qualidade.
O cenário do “rock cristão” teve como grande nome e destaque a banda Petra, dos Estados
Unidos, umas das pioneiras do estilo em todo o mundo.
Para ver o artigo completo: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gospel
A música gospel (do inglês “gospel”, ou seja, “evangelho”) é um gênero musical de origem
afro-americana, nascido nas fazendas de escravos no sul dos Estados Unidos. Os escravos
cantavam músicas religiosas com mensagens escondidas em suas letras. As mensagens
poderiam conter informações sobre terrenos, quais estradas e rios evitar e números de homens
patrulhando tais estradas e rios. Essas canções eram cantadas pelos escravos presos, durante
a noite, quando se sabia que havia escravos em fuga a fim de orientá-los rumo ao norte livre.
Esse costume continuou quando os escravos foram libertados invadindo igrejas e templos afro-
americanos por todo os Estados Unidos.
O gospel em sua forma original era geralmente interpretada por um solista, acompanhado de
um coro e um pequeno conjunto instrumental. Grandes intérpretes da música norte-americana
começaram assim, como cantores de gospel nas igrejas. É o caso de Mahalia Jackson, Bessie
Smith e Aretha Franklin, além de Ray Charles. O gospel ajudou a moldar toda a música negra
dos Estados Unidos neste século: ragtime, blues e jazz. E foi também influenciado por ela,
assumindo formas às vezes surpreendentes em se tratando de música religiosa. É o caso dos
quartetos gospel, surgidos após a Segunda Guerra Mundial, com suas música gritada, sua
dança cheia de sacolejos e roupas extravagantes. Nesta fonte foi “beber” o rock dos anos 50,
desde Bill Haley e seus cometas passando por Jerry Lee Lewis e principalmente Elvis Presley.
Atualmente nos Estados Unidos e em outros países, o Gospel está incluído como uma
categoria tradicional de música cristã.
Comercialmente e na forma que tem atualmente, a música cristã estourou nos Estados Unidos
a partir dos anos 70. O rock, em mais uma volta da história, passa a ser o carro chefe da
música cristã. Todavia, outros ritmos como o funk e o reggae também são por ela adotados. O
que a define não é o gênero musical, mas a mensagem: justiça social, Cristo, ecologia, repúdio
às drogas, harmonia entre os homens. Bandas como Stryper (heavy metal), de Los Angeles,
tocam música cristã, ou Gospel. Grandes espetáculos se organizam por todo o país e cada vez
mais emissoras de rádio criam programações gospel. Hoje o prêmio Grammy, considerado o
Oscar da música, inclui a categoria gospel, além da música cristã premiar seus talentos com o
Prêmio Dove Awards.
Na música cristã internacional destacam-se atualmente Michael W. Smith, os grupos Vineyard,
Hillsong Music Australia, Kirk Franklin; e nos anos 90, os ministérios Hosanna!, Maranatha; as
bandas Petra, Guardian, Bride; as cantoras Amy Grant, Crystal Lewis, entre outros.
Ainda na vertente metal, surguram bandas como: Tourniquet e Mortification que elevaram o
“metal gospel” à categoria, segundo seus fãs, de grande qualidade.
O cenário do “rock cristão” teve como grande nome e destaque a banda Petra, dos Estados
Unidos, umas das pioneiras do estilo em todo o mundo.
Para ver o artigo completo: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gospel
Por Paula Perin dos Santos
A palavra “Gospel” é uma aglutinação da expressão “God Spell” do inglês antigo, que
traduzindo ao pé da letra seria “Deus soletra”, mas que associando ao contexto, significa “Boas
Novas”, fazendo uma referência direta à função do Evangelho bíblico, que trata da vinda do
Messias (Cristo) ao mundo.
Esse tipo de música teve sua origem na música cristã dos negros americanos, o “Negro
Spirituals”, no início do século XX. Tratava-se de uma música harmoniosa diversificada em
várias vozes (coral), um solista, piano, órgão, guitarra, bateria, baixo, formando um pequeno
conjunto musical. Pretendiam, desta forma, manter uma união perfeita entre os fiéis e Deus,
união essa considerada desgastada devido os louvores serem entoados através dos hinos
tradicionais. Com sua popularidade, a Música Gospel ultrapassou os limites da igreja Afro-
americana e alçou vôos, movimentando um mercado de milhões de dólares.
Inicialmente, esse estilo musical era formado por, de um coral. Com o tempo, a Música Gospel
foi sofrendo transformações, mas algumas comunidades cristãs ainda preferem manter sua
forma original. Os quartetos Gospel, por exemplo, evoluíram de tal maneira que adotaram uma
“música gritante”, danças exageradas e “roupas extravagantes”. Foi nessa evolução que se
inspirou o rock dos anos 50, com grandes nomes como Bill Halley, Chuck Berry, Jerry Lee
Lewis.
Um grande divulgador deste gênero foi Elvis Presley, inclusive chegou a ganhar o GRAMMYs
três vezes. Ele amava esse tipo de música, assim como o rock” n” roll, o blues e o country.
Dentre suas produções, destacam-se quatro álbuns gospel:”Peace in The Valley” (1957), “His
Hand in Mine” (1960), “How great Thou Art” (1967) e “He Touched Me” (1972). Ele é
considerado por muitos como um dos maiores representantes da Música Gospel
Estadunidense.
Dentre tantos grandes nomes desse estilo, Thomas A. Dorsey, falecido em 1993 aos 96 anos
de idade, destaca-se nesse cenário como o Pai da Música Gospel. Foi ele quem “brigou”,
juntamente com as cantoras Sallie Martin (falecida aos 92 anos – 1988) e Willie Mae Ford
Smith (falecida aos 90 anos – 1994), para a consolidação do estilo Gospel nas igrejas. Ele teve
a oportunidade de presenciar suas músicas sendo cantadas nas mesmas igrejas onde foram,
um dia, rejeitadas.
Após essa abertura, outros nomes se destacaram, como Mahalia Jackson, que protagonizou o
funeral de Martin Luther King com a música de Dorsey, “Take My Hand, Precious Lord” (Segure
minha mão, Precioso Pai); Clara Ward, Edwin Hawkings Singers, cantor do tão famoso e
conhecido “Happy Day”, e James Cleveland, reconhecido por muitos como o “Rei do Gospel,
não por ter uma voz melodiosa, mas por seu carisma e grande audiência. Ele foi o responsável
por fundar a maior convenção Gospel do Mundo, a Gospel Music Workshop of America, que
possui mais de 185 representações nos Estados Unidos.
No Brasil, a Música Gospel chegou através de missionários batistas e presbiterianos
americanos. Algumas igrejas aqui adotaram o estilo tradicional deste gênero e traduziram os
hinários para a língua portuguesa, como o Cantor Cristão e a Harpa Cristã. Contudo, o estilo só
veio se concretizar mesmo na década de 80, mas com um sentido bem diferente do tradicional.
Música Gospel aqui passou a designar “rock Cristão”, “rock para crente”, algo desse gênero.
Destacamos aqui alguns artistas da Música Gospel Brasileira: Aline Barros, Cícero Nogueira,
Oficina G3, Cassiane, Raiz Coral, Arautos do Rei, Ludmila Ferber, Cristina Mel, Renascer
Praise, Fernanda Brum, dentre outros.
Fontes
HORNESS, Joe. Adoração Contemporânea. IN: Adoração ou show? Críticas e defesas de seis
estilos de culto. BASDEN, Paul (ed). São Paulo: Vida, 2001, p. 102-122.
Afinal, O Quê é Black Music?
É lamentável ouvir nos dias de hoje, opiniões precipitadas por parte de algumas pessoas da
nova escola do hip-hop a respeito da black music. Frases como: aquilo é festa que só rola
black... Black music é o c..., o negócio é hip-hop!, ilustram o estado de consciência daqueles
que se intitulam os membros de um movimento entendido como hip-hop. Infelizmente
percebesse-se, que, muito pouco ou realmente nada se sabe a cerca daquilo que estes julgam
defender... Neste caso, cabe ressaltar que o rap, o quanto música, é um elemento, e também o
último a compor as galhas da gigantesca árvore da black music; e, para que talvez este
preconceito passe a não existir mais em nosso meio, resolvi desenvolver um resumo que
pudesse servir de guia explicativo para romper as dúvidas naturais sobre este assunto:
Blues- estilo musical afro-americano, caracterizado por
expressivas modulações (blue notes), qualidades tonais únicas
e fraseado original, com temas tristes, de desilusão amorosa
sob a ótica da condição negra, influenciado pela matriz africana
no padrão de “chamados e respostas” dos refrões, e na
imitação de frases vocais através dos instrumentos, em
especial a guitarra.. O blues nasce no sul dos EUA, no delta do
Mississipi, no fim do séc. XIX, tendo como referência básica os
bluesmen WC Handy e Charlie Patton.
Atingindo sua maturidade no norte (Chicago), o blues passa a
influenciar todos os estilos de jazz, consagrando durante os
anos 20 Bessie Smith fazendo dela sua intérprete clássica
(Mama’s Got the Blues); enquanto que Louis Armistrong, com
suas inovações, faz com que o blues e o jazz ocupem
notavelmente a categoria de expressão artística. Billie Holiday,
também pode ser lembrada como a cantora das décadas de 30
e 40.
Nos anos 40, surge a modalidade do be-bop, popularizada por Charlie Parker e Dizzy Gillespie,
trazendo desta forma, uma nova concepção harmônica, dando inclusive, influência na música
contemporânea e no rock.
Funk- estilo de rock negro surgido nos EUA por volta de 1970, marcado por personalidades de
artistas como James Brown, Sly Stone e Stevie Wonder.
Gospel- cântico religioso dos negros no sul dos EUA durante a escravidão. Pode-se afirmar
que do gospel originaram-se ritmos como o jazz, rock e funk, fazendo dele o ponto de partida
para o conceito da black music. Deste gênero, destacaram-se nomes como Mahalia Jackson,
Aretha Franklin, Al Green e Kirk Franklin.
Jazz- música afro-americana criada no início do século
(1890-1910) pelas comunidades negras do sul dos EUA,
baseada principalmente na improvisação, no tratamento
original da matéria sonora e em uma valorização específica
do ritmo (swing). Neste período, ocorre em Nova Orleans a
fusão de três estilos musicais até então paralelos: a música
popular dos negros (música religiosa, cantos de trabalho e
em especial o blues), o ragtime e a versão “branca”,
europeizada, da popular afro-americana (música de
vaudeville). Esta síntese passa a ser possível graças à
harmonia criada entre as diversas etnias negras existentes
na época, cujo uma delas, por ser de expressão francesa,
consegue a apreciação do código legislativo da Louisiana
que passa a considerá-lo como uma expressão
autenticamente negra. Destacaram-se ao longo do tempo
nomes importantes como Jelly Roll, Sidney Bechet e Louis
Armstrong.
Rap- conhecido pela tradução da sigla “ritmo & poesia”, o rap aparece nas ruas do bairro do
Bronx por volta de 1975, através das popularizações do projeto do dj Grand “Master” Flash: o
grupo de rap The Furious Five. Embora o rap faça parte da cultura hip-hop, e, atualmente,
tenha adquirido a aceitação e participação das demais raças, ele ainda carrega em seu DNA a
predominância legitima da raça negra em suas características, vindo o quanto expressão
musical compor, dentro da modernidade, sua colocação junto à árvore da black music.
Personalidades como Grand “Master” Flash & The Furious Five, Afrika Bambaataa & The Soul
Sonic Force e Run DMC alavancaram o gênero para mundo, tornando-o uma indústria
poderosa de 1 bilhão de dólares.
Rhytm and Blues- gênero de música popular negra norte-americana surgida em torno de 1940
através da fusão entre o blues, o jazz e o gospel, indissociável à dança, na qual o rock-and-roll
se inspirou profundamente. Do r&b, se destacaram e se destacam até hoje grandes nomes:
Chaka Khan, Teddy Pendergrass, Mary J. Blige...
Rock-and-Roll- estilo musical com predominância vocal, nascido
nos EUA, do encontro da música popular negra (blues e r&b) com
elementos tomados do folk dos brancos (música hillbilly, country
and western). Caracterizado por um ritmo 4/4 fortemente apoiado
no segundo e quarto tempo, o r&r utiliza uma instrumentação
onde predominam as guitarras elétricas e a bateria. Por ser um
gênero adotado por dois pais, um branco e outro negro, o rock
gera na década de 50 dois paralelos: o negro, originário do blues,
mais agitado, revelou nomes como Little Richard, Bo Didley e
Chuck Berry; enquanto que o branco, sob a conotação de
rockabilly, com influências sulistas, trouxe nomes como Elvis
Presley, Buddy Holly, Eddie Cochran, Ricky Nelson, Gene
Vincent, Carl Parkins e Jerry Lee Lewis. De todo o modo, tal
ancestralidade pode ser atribuída à raça negra, que, diante da
raça branca, não possuía a mídia em seu favor para divulgar sua
mais nova descoberta sonora...
Soul- nome adotado na década de 60, a um tipo de música popular negra derivada do r&b, do
qual muitos movimentos negros da época se inspiraram politicamente para conotar através das
trilhas sonoras suas reivindicações. Se destacaram deste gênero nomes importantes como
Aretha Franklin, Wilson Pickett, Al Green, Stivie Wonder, Smokey Robinson, Marvin Gaye e
James Brown.
Para que se entenda de forma prática, “black music” é todo e qualquer gênero musical, negro,
de procedência afro-americana. No Brasil, muitos artistas, afro-brasileiros, conseguiram
reproduções dignas de nosso apreço e respeito: Simoninha, Cláudio Zoli, Ed Motta, Jair
Oliveira, Racionais MCs, Pregador Luo, Max de Castro, Paula Lima, Motirô, Hannah Lima,
Daddy Kall, Seu Jorge, Marcelo D2, Silveira, B. Negão, Pedro Mariano, Luciana Melo e Robson
Nascimento, são apenas uma pequena mostra de uma safra que, graças à magia da diáspora,
adicionou temperos nacionais em ritmos internacionais, tornando-os ainda mais nosso...
Após este breve estudo, esperemos que haja alguma mudança dentro do hip-hop nacional em
se tratando de sentimento de inclusão a outros ritmos, pelos quais, muitas vezes, julgamos não
ter uma relação mais direta para a formação do nosso rap. Isto também vale para os ditos
entendedores de black music, conhecidos como “charmeiros”, que, em sua minoria,
pateticamente a tratam como que se fosse simplesmente um resumo entre o r&b e o soul. Ao
contrário do que está preestabelecido, é necessário que não apenas gostemos do ritmo, mas
também entendamos ou estejamos abertos as informações relacionadas àquilo que
apreciamos.

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Prot. 682 16 pl declara a música gospel como patrimônio cultural imaterial ...
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Você sabe como surgiram as letras de músicas gospel ?

  • 1. ATIVIDAES DO PROJETO FUNNY SHOW 2011 VISITE O BLOG: epcruz.blogspot.com.br e leia-o na íntegra ATIVIDADE: LEIA O TEXTO ABAIXO E DEPOIS RESPONDA ÀS QUESTÕES: Você sabe como surgiram as letras de músicas Gospel? A música gospel é considerado além de um gênero musical, uma forma de música religiosa americana. De acordo com a sua história, a música gospel surgiu durante o século XVIII, durante a escravização de negros americanos. Os negros então foram proibidos de tantas coisas. Eles não podiam adorar mesmo sozinho, pois eles tinham de fazê-lo com seus mestres. Eles organizavam reuniões secretas, e juntos eles criaram a sua própria adoração com hinos. A música gospel, como a conhecemos hoje, começou desta maneira. O objetivo sempre foi agradar a deus mediante louvores mas devido a proibição, os escravos ocultavam a adoração a Deus e mostrava a música como sendo uma adoração ao senhor- escravo. Foi a forma encontrada para acabar com a proibição. Se você tiver a oportunidade de ler profundamente as letras de música gospel compostas naquela época, você vai perceber que contêm principalmente as desgraças dos escravos e a fé em Deus diante daquela situação. Os escravos costumavam cantar as músicas durante as longas horas de trabalho nas plantações de seu mestre. Os historiadores dizem que os escravos criaram a música gospel para restaurar a fé entre si, uma vez que eles tinham a confiança de que um dia se seus sofrimentos acabariam e que eles seriam entregues a partir de suas misérias. A análise cuidadosa das letras de músicas gospel vão ensinar-lhe os sentimentos e júbilo dos escravos, bem como expô-lo a suas emoções e suas experiências durante esse tempo. Além disso, além de compartilhar e afirmar a fé entre as pessoas que se reúnem para ouvi-la, a música gospel e suas letras servem como uma demonstração de respeito aos caminhos de Deus e um estímulo para prosseguir o seu caminho justo. Música Gospel sempre teve como objetivo tocar o coração de todos, estimulando-os a ter uma forte fé em Deus e seguir o seu caminho mesmo que estejam à beira da miséria. Geralmente, as letras de músicas gospel levam as pessoas a um entusiasmo e motivação espiritual, apesar dos tempos difíceis e de angústia. Elas dizem que as pessoas sempre têm uma forte fé em Deus e sua vontade. Hoje em dia, letras de músicas gospel estão sendo usados em igrejas evangélicas no mundo inteiro. Se você quiser saber mais sobre letras de músicas gospel, existem sites que oferecem tais informações. Livros e outros materiais impressos também estão disponíveis. Há também sites que oferecem diferentes letras de música gospel e tablatura, caso você seja daqueles que costumam tocar em igrejas. A música gospel (do inglês “gospel”, ou seja, “evangelho”) é um gênero musical de origem afro-americana, nascido nas fazendas de escravos no sul dos Estados Unidos. Os escravos cantavam músicas religiosas com mensagens escondidas em suas letras. As mensagens poderiam conter informações sobre terrenos, quais estradas e rios evitar e números de homens patrulhando tais estradas e rios. Essas canções eram cantadas pelos escravos presos, durante a noite, quando se sabia que havia escravos em fuga a fim de orientá-los rumo ao norte livre. Esse costume continuou quando os escravos foram libertados invadindo igrejas e templos afro- americanos por todo os Estados Unidos. O gospel em sua forma original era geralmente interpretada por um solista, acompanhado de um coro e um pequeno conjunto instrumental. Grandes intérpretes da música norte-americana
  • 2. começaram assim, como cantores de gospel nas igrejas. É o caso de Mahalia Jackson, Bessie Smith e Aretha Franklin, além de Ray Charles. O gospel ajudou a moldar toda a música negra dos Estados Unidos neste século: ragtime, blues e jazz. E foi também influenciado por ela, assumindo formas às vezes surpreendentes em se tratando de música religiosa. É o caso dos quartetos gospel, surgidos após a Segunda Guerra Mundial, com suas música gritada, sua dança cheia de sacolejos e roupas extravagantes. Nesta fonte foi “beber” o rock dos anos 50, desde Bill Haley e seus cometas passando por Jerry Lee Lewis e principalmente Elvis Presley. Atualmente nos Estados Unidos e em outros países, o Gospel está incluído como uma categoria tradicional de música cristã. Comercialmente e na forma que tem atualmente, a música cristã estourou nos Estados Unidos a partir dos anos 70. O rock, em mais uma volta da história, passa a ser o carro chefe da música cristã. Todavia, outros ritmos como o funk e o reggae também são por ela adotados. O que a define não é o gênero musical, mas a mensagem: justiça social, Cristo, ecologia, repúdio às drogas, harmonia entre os homens. Bandas como Stryper (heavy metal), de Los Angeles, tocam música cristã, ou Gospel. Grandes espetáculos se organizam por todo o país e cada vez mais emissoras de rádio criam programações gospel. Hoje o prêmio Grammy, considerado o Oscar da música, inclui a categoria gospel, além da música cristã premiar seus talentos com o Prêmio Dove Awards. Na música cristã internacional destacam-se atualmente Michael W. Smith, os grupos Vineyard, Hillsong Music Australia, Kirk Franklin; e nos anos 90, os ministérios Hosanna!, Maranatha; as bandas Petra, Guardian, Bride; as cantoras Amy Grant, Crystal Lewis, entre outros. Ainda na vertente metal, surguram bandas como: Tourniquet e Mortification que elevaram o “metal gospel” à categoria, segundo seus fãs, de grande qualidade. O cenário do “rock cristão” teve como grande nome e destaque a banda Petra, dos Estados Unidos, umas das pioneiras do estilo em todo o mundo. Para ver o artigo completo: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gospel A música gospel (do inglês “gospel”, ou seja, “evangelho”) é um gênero musical de origem afro-americana, nascido nas fazendas de escravos no sul dos Estados Unidos. Os escravos cantavam músicas religiosas com mensagens escondidas em suas letras. As mensagens poderiam conter informações sobre terrenos, quais estradas e rios evitar e números de homens patrulhando tais estradas e rios. Essas canções eram cantadas pelos escravos presos, durante a noite, quando se sabia que havia escravos em fuga a fim de orientá-los rumo ao norte livre. Esse costume continuou quando os escravos foram libertados invadindo igrejas e templos afro- americanos por todo os Estados Unidos. O gospel em sua forma original era geralmente interpretada por um solista, acompanhado de um coro e um pequeno conjunto instrumental. Grandes intérpretes da música norte-americana começaram assim, como cantores de gospel nas igrejas. É o caso de Mahalia Jackson, Bessie Smith e Aretha Franklin, além de Ray Charles. O gospel ajudou a moldar toda a música negra dos Estados Unidos neste século: ragtime, blues e jazz. E foi também influenciado por ela, assumindo formas às vezes surpreendentes em se tratando de música religiosa. É o caso dos quartetos gospel, surgidos após a Segunda Guerra Mundial, com suas música gritada, sua dança cheia de sacolejos e roupas extravagantes. Nesta fonte foi “beber” o rock dos anos 50, desde Bill Haley e seus cometas passando por Jerry Lee Lewis e principalmente Elvis Presley. Atualmente nos Estados Unidos e em outros países, o Gospel está incluído como uma categoria tradicional de música cristã.
  • 3. Comercialmente e na forma que tem atualmente, a música cristã estourou nos Estados Unidos a partir dos anos 70. O rock, em mais uma volta da história, passa a ser o carro chefe da música cristã. Todavia, outros ritmos como o funk e o reggae também são por ela adotados. O que a define não é o gênero musical, mas a mensagem: justiça social, Cristo, ecologia, repúdio às drogas, harmonia entre os homens. Bandas como Stryper (heavy metal), de Los Angeles, tocam música cristã, ou Gospel. Grandes espetáculos se organizam por todo o país e cada vez mais emissoras de rádio criam programações gospel. Hoje o prêmio Grammy, considerado o Oscar da música, inclui a categoria gospel, além da música cristã premiar seus talentos com o Prêmio Dove Awards. Na música cristã internacional destacam-se atualmente Michael W. Smith, os grupos Vineyard, Hillsong Music Australia, Kirk Franklin; e nos anos 90, os ministérios Hosanna!, Maranatha; as bandas Petra, Guardian, Bride; as cantoras Amy Grant, Crystal Lewis, entre outros. Ainda na vertente metal, surguram bandas como: Tourniquet e Mortification que elevaram o “metal gospel” à categoria, segundo seus fãs, de grande qualidade. O cenário do “rock cristão” teve como grande nome e destaque a banda Petra, dos Estados Unidos, umas das pioneiras do estilo em todo o mundo. Para ver o artigo completo: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gospel Por Paula Perin dos Santos A palavra “Gospel” é uma aglutinação da expressão “God Spell” do inglês antigo, que traduzindo ao pé da letra seria “Deus soletra”, mas que associando ao contexto, significa “Boas Novas”, fazendo uma referência direta à função do Evangelho bíblico, que trata da vinda do Messias (Cristo) ao mundo. Esse tipo de música teve sua origem na música cristã dos negros americanos, o “Negro Spirituals”, no início do século XX. Tratava-se de uma música harmoniosa diversificada em várias vozes (coral), um solista, piano, órgão, guitarra, bateria, baixo, formando um pequeno conjunto musical. Pretendiam, desta forma, manter uma união perfeita entre os fiéis e Deus, união essa considerada desgastada devido os louvores serem entoados através dos hinos tradicionais. Com sua popularidade, a Música Gospel ultrapassou os limites da igreja Afro- americana e alçou vôos, movimentando um mercado de milhões de dólares. Inicialmente, esse estilo musical era formado por, de um coral. Com o tempo, a Música Gospel foi sofrendo transformações, mas algumas comunidades cristãs ainda preferem manter sua forma original. Os quartetos Gospel, por exemplo, evoluíram de tal maneira que adotaram uma “música gritante”, danças exageradas e “roupas extravagantes”. Foi nessa evolução que se inspirou o rock dos anos 50, com grandes nomes como Bill Halley, Chuck Berry, Jerry Lee Lewis. Um grande divulgador deste gênero foi Elvis Presley, inclusive chegou a ganhar o GRAMMYs três vezes. Ele amava esse tipo de música, assim como o rock” n” roll, o blues e o country. Dentre suas produções, destacam-se quatro álbuns gospel:”Peace in The Valley” (1957), “His Hand in Mine” (1960), “How great Thou Art” (1967) e “He Touched Me” (1972). Ele é considerado por muitos como um dos maiores representantes da Música Gospel Estadunidense. Dentre tantos grandes nomes desse estilo, Thomas A. Dorsey, falecido em 1993 aos 96 anos de idade, destaca-se nesse cenário como o Pai da Música Gospel. Foi ele quem “brigou”, juntamente com as cantoras Sallie Martin (falecida aos 92 anos – 1988) e Willie Mae Ford Smith (falecida aos 90 anos – 1994), para a consolidação do estilo Gospel nas igrejas. Ele teve
  • 4. a oportunidade de presenciar suas músicas sendo cantadas nas mesmas igrejas onde foram, um dia, rejeitadas. Após essa abertura, outros nomes se destacaram, como Mahalia Jackson, que protagonizou o funeral de Martin Luther King com a música de Dorsey, “Take My Hand, Precious Lord” (Segure minha mão, Precioso Pai); Clara Ward, Edwin Hawkings Singers, cantor do tão famoso e conhecido “Happy Day”, e James Cleveland, reconhecido por muitos como o “Rei do Gospel, não por ter uma voz melodiosa, mas por seu carisma e grande audiência. Ele foi o responsável por fundar a maior convenção Gospel do Mundo, a Gospel Music Workshop of America, que possui mais de 185 representações nos Estados Unidos. No Brasil, a Música Gospel chegou através de missionários batistas e presbiterianos americanos. Algumas igrejas aqui adotaram o estilo tradicional deste gênero e traduziram os hinários para a língua portuguesa, como o Cantor Cristão e a Harpa Cristã. Contudo, o estilo só veio se concretizar mesmo na década de 80, mas com um sentido bem diferente do tradicional. Música Gospel aqui passou a designar “rock Cristão”, “rock para crente”, algo desse gênero. Destacamos aqui alguns artistas da Música Gospel Brasileira: Aline Barros, Cícero Nogueira, Oficina G3, Cassiane, Raiz Coral, Arautos do Rei, Ludmila Ferber, Cristina Mel, Renascer Praise, Fernanda Brum, dentre outros. Fontes HORNESS, Joe. Adoração Contemporânea. IN: Adoração ou show? Críticas e defesas de seis estilos de culto. BASDEN, Paul (ed). São Paulo: Vida, 2001, p. 102-122. Afinal, O Quê é Black Music? É lamentável ouvir nos dias de hoje, opiniões precipitadas por parte de algumas pessoas da nova escola do hip-hop a respeito da black music. Frases como: aquilo é festa que só rola black... Black music é o c..., o negócio é hip-hop!, ilustram o estado de consciência daqueles que se intitulam os membros de um movimento entendido como hip-hop. Infelizmente percebesse-se, que, muito pouco ou realmente nada se sabe a cerca daquilo que estes julgam defender... Neste caso, cabe ressaltar que o rap, o quanto música, é um elemento, e também o último a compor as galhas da gigantesca árvore da black music; e, para que talvez este preconceito passe a não existir mais em nosso meio, resolvi desenvolver um resumo que pudesse servir de guia explicativo para romper as dúvidas naturais sobre este assunto:
  • 5. Blues- estilo musical afro-americano, caracterizado por expressivas modulações (blue notes), qualidades tonais únicas e fraseado original, com temas tristes, de desilusão amorosa sob a ótica da condição negra, influenciado pela matriz africana no padrão de “chamados e respostas” dos refrões, e na imitação de frases vocais através dos instrumentos, em especial a guitarra.. O blues nasce no sul dos EUA, no delta do Mississipi, no fim do séc. XIX, tendo como referência básica os bluesmen WC Handy e Charlie Patton. Atingindo sua maturidade no norte (Chicago), o blues passa a influenciar todos os estilos de jazz, consagrando durante os anos 20 Bessie Smith fazendo dela sua intérprete clássica (Mama’s Got the Blues); enquanto que Louis Armistrong, com suas inovações, faz com que o blues e o jazz ocupem notavelmente a categoria de expressão artística. Billie Holiday, também pode ser lembrada como a cantora das décadas de 30 e 40. Nos anos 40, surge a modalidade do be-bop, popularizada por Charlie Parker e Dizzy Gillespie, trazendo desta forma, uma nova concepção harmônica, dando inclusive, influência na música contemporânea e no rock. Funk- estilo de rock negro surgido nos EUA por volta de 1970, marcado por personalidades de artistas como James Brown, Sly Stone e Stevie Wonder. Gospel- cântico religioso dos negros no sul dos EUA durante a escravidão. Pode-se afirmar que do gospel originaram-se ritmos como o jazz, rock e funk, fazendo dele o ponto de partida para o conceito da black music. Deste gênero, destacaram-se nomes como Mahalia Jackson, Aretha Franklin, Al Green e Kirk Franklin. Jazz- música afro-americana criada no início do século (1890-1910) pelas comunidades negras do sul dos EUA, baseada principalmente na improvisação, no tratamento original da matéria sonora e em uma valorização específica do ritmo (swing). Neste período, ocorre em Nova Orleans a fusão de três estilos musicais até então paralelos: a música popular dos negros (música religiosa, cantos de trabalho e em especial o blues), o ragtime e a versão “branca”, europeizada, da popular afro-americana (música de vaudeville). Esta síntese passa a ser possível graças à harmonia criada entre as diversas etnias negras existentes na época, cujo uma delas, por ser de expressão francesa, consegue a apreciação do código legislativo da Louisiana que passa a considerá-lo como uma expressão autenticamente negra. Destacaram-se ao longo do tempo nomes importantes como Jelly Roll, Sidney Bechet e Louis Armstrong. Rap- conhecido pela tradução da sigla “ritmo & poesia”, o rap aparece nas ruas do bairro do Bronx por volta de 1975, através das popularizações do projeto do dj Grand “Master” Flash: o grupo de rap The Furious Five. Embora o rap faça parte da cultura hip-hop, e, atualmente, tenha adquirido a aceitação e participação das demais raças, ele ainda carrega em seu DNA a predominância legitima da raça negra em suas características, vindo o quanto expressão
  • 6. musical compor, dentro da modernidade, sua colocação junto à árvore da black music. Personalidades como Grand “Master” Flash & The Furious Five, Afrika Bambaataa & The Soul Sonic Force e Run DMC alavancaram o gênero para mundo, tornando-o uma indústria poderosa de 1 bilhão de dólares. Rhytm and Blues- gênero de música popular negra norte-americana surgida em torno de 1940 através da fusão entre o blues, o jazz e o gospel, indissociável à dança, na qual o rock-and-roll se inspirou profundamente. Do r&b, se destacaram e se destacam até hoje grandes nomes: Chaka Khan, Teddy Pendergrass, Mary J. Blige... Rock-and-Roll- estilo musical com predominância vocal, nascido nos EUA, do encontro da música popular negra (blues e r&b) com elementos tomados do folk dos brancos (música hillbilly, country and western). Caracterizado por um ritmo 4/4 fortemente apoiado no segundo e quarto tempo, o r&r utiliza uma instrumentação onde predominam as guitarras elétricas e a bateria. Por ser um gênero adotado por dois pais, um branco e outro negro, o rock gera na década de 50 dois paralelos: o negro, originário do blues, mais agitado, revelou nomes como Little Richard, Bo Didley e Chuck Berry; enquanto que o branco, sob a conotação de rockabilly, com influências sulistas, trouxe nomes como Elvis Presley, Buddy Holly, Eddie Cochran, Ricky Nelson, Gene Vincent, Carl Parkins e Jerry Lee Lewis. De todo o modo, tal ancestralidade pode ser atribuída à raça negra, que, diante da raça branca, não possuía a mídia em seu favor para divulgar sua mais nova descoberta sonora... Soul- nome adotado na década de 60, a um tipo de música popular negra derivada do r&b, do qual muitos movimentos negros da época se inspiraram politicamente para conotar através das trilhas sonoras suas reivindicações. Se destacaram deste gênero nomes importantes como Aretha Franklin, Wilson Pickett, Al Green, Stivie Wonder, Smokey Robinson, Marvin Gaye e James Brown. Para que se entenda de forma prática, “black music” é todo e qualquer gênero musical, negro, de procedência afro-americana. No Brasil, muitos artistas, afro-brasileiros, conseguiram reproduções dignas de nosso apreço e respeito: Simoninha, Cláudio Zoli, Ed Motta, Jair Oliveira, Racionais MCs, Pregador Luo, Max de Castro, Paula Lima, Motirô, Hannah Lima, Daddy Kall, Seu Jorge, Marcelo D2, Silveira, B. Negão, Pedro Mariano, Luciana Melo e Robson Nascimento, são apenas uma pequena mostra de uma safra que, graças à magia da diáspora, adicionou temperos nacionais em ritmos internacionais, tornando-os ainda mais nosso... Após este breve estudo, esperemos que haja alguma mudança dentro do hip-hop nacional em se tratando de sentimento de inclusão a outros ritmos, pelos quais, muitas vezes, julgamos não ter uma relação mais direta para a formação do nosso rap. Isto também vale para os ditos entendedores de black music, conhecidos como “charmeiros”, que, em sua minoria, pateticamente a tratam como que se fosse simplesmente um resumo entre o r&b e o soul. Ao contrário do que está preestabelecido, é necessário que não apenas gostemos do ritmo, mas também entendamos ou estejamos abertos as informações relacionadas àquilo que apreciamos.
  • 7. A black music agradece e o hip-hop também! “Quem fala que só curte jungle e que não gosta de mais nada é hipócrita. Se eu entrar na casa dele, vou achar discos dos Bee Gees e Diana Ross. A mesma coisa vale pra quem disse que só ouve house, se eu for pra dele vou achar discos de rock e funk. E o mesmo vale pro cara que fala que só ouve hip-hop, vou achar estilos diferentes na casa dele também. As pessoas gostam de todos os estilos musicais. Elas se amarram num estilo e agem como se fosse delas. Música é música”. ATIVIDADE: LEIA O TEXTO ABAIXO E RESPONDA ÀS QUESTÕES: 1-Vamos pesquisar em equipe sobre música gospel para depois fazermos um lindo mural sobre a música Gospel com textos, curiosidades, fotos e informação, conforme vão dão as respostas para as perguntas devem ilustrar no mural, para ser apresentado no dia da culminância do Projeto. Primeiro vamos discutir: 1- O que é musica Gospel? 2- Como surgiram as letras de música Gospel? 3- A palavra “Gospel” é uma aglutinação de duas expressões, quais são elas? E qual o seu significado, traduzindo ao pé da letra? E qual o seu significado associando ao contexto? 4- Grandes intérpretes da música norte-americana começaram assim, como cantores de gospel nas igrejas. Quem foram eles? 5- Qual a importância da música gospel para a música negra americana? 6- Como é a música Gospel nos estados Unidos e em outros países? 7- Quais os músicos internacionais da música gospel que se destacam atualmente? 8- No cenário do “rock cristão” , qual a banda pioneira no mundo inteiro? 9- Qual a influencia da música gospel para o rock dos anos 50? 10-Quem foi o grande divulgador da música gospel nos anos 50 e ganhou o GRAMMYs três vezes? 11- Quem é considerado o pai da música Gospel? 12-Quando e como chegou a música gospel no Brasil e quando se concretizou? 13-Cite alguns artistas da música gospel brasileira: 14- O que é Black Music? 2- Vamos colocar as palavras no lugar certo de acordo com a sua família de palavras: Seven - beautiful – blue – Sky - twenty – yellow - bible- Jesus – one – bad – three –
  • 8. God - tall – black – strong – four – short - God bless you – pink – ten - Lord – brown - Kingdom of Heaven – fat – two – thin – angel - Colors Numbers Gospel Adjectives