SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 33
Baixar para ler offline
Níveis de
Organização do
Corpo Humano
 No corpo humano existem vários grupos de células
semelhantes entre si.

Cada grupo constitui um TECIDO

 Semelhança de forma: todas destinam-se a uma
função específica.
Assim, em um tecido, a semelhança entre as células
não é somente quanto à forma, mas também quanto à
função.
O corpo humano é formado por vários tecidos, que
podem ser classificados em 4 tipos:

TIPO DE TECIDO

FUNÇÃO

Tecido epitelial

revestimento e secreção

Tecido conjuntivo

preenchimento, sustentação,
transporte e defesa

Tecido nervoso

Tecido muscular

recepção e condução de
estímulos nervosos
movimentação
Essa divisão de trabalho é conseqüência da
DIFERENCIAÇÃO CELULAR

 processo que permite a formação de células especializadas
na execução de determinada função do organismo

Todas as células diplóides do corpo humano têm os mesmos
cromossomos e genes. No processo de diferenciação
determinados genes ativados num tipo de célula ficam
desativados em outro tipo, e vice-versa
O corpo humano é formado por trilhões de células

Cada célula representa o nível básico de organização
do nosso corpo

 A partir das células formam outros níveis mais
complexos de organização:
 tecido flexível, formado por células justapostas, com pouca
substância entre si;
 reveste e protege o organismo: cobre toda a superfície e forra
a cavidade dos órgãos (estômago, coração,...)
 funciona como uma barreira contra agentes estranhos (vírus,
bactérias, fungos,...)

 As células do tecido podem ser de 3 formas:
 De acordo com a localização, o tecido epitelial pode ser de 3
tipos:
• Epiderme: camada mais externa da pele;
• Mucosas: membranas que revestem o interior de órgãos
ocos. Ex: mucosa gástrica (estômago), mucosa intestinal,
mucosa bucal e mucosa nasal;
• Serosas: membranas que revestem externamente alguns
órgãos. Elas são poucas, recebendo nomes especiais:
- Pleura: envolve os pulmões
- Peritônio: envolve órgãos abdominais (estômago)
- Pericárdio: envolve o coração
 EPIDERME: parte superficial da pele, formada por
várias camadas de tecido epitelial. A parte profunda da
pele, chamada derme, é formada de tecido conjuntivo.
Características:
 A epiderme impede que o corpo perca um volume excessivo
de água, evitando a desidratação;
 Células epiteliais da camada mais externa
produzem uma substância impermeável: queratina. O
cabelo, os pêlos e as unhas possuem esse composto.
 Na pele encontramos glândulas sudoríparas (suor) e sebáceas
(substâncias que lubrificam pele e pêlos)
Formadas por
um tipo de tecido
epitelial

 suas células se especializaram em produzir substâncias
importantes para o corpo, as secreções (ex: mamárias, lacrimais,
salivares...)
 As células mortas da superfície da epiderme estão sempre se
descamando e são continuamente renovadas por outras células
que se multiplicam na camada basal da epiderme

 Algumas células da epiderme produzem uma substância
escura chamada melanina.

Ela protege tecidos internos do corpo
contra a ação dos raios ultravioleta
emitidos pelo sol
Tem como função o preenchimento e sustentação. Existem vários tipos de
tecido conjuntivo, sendo ele o mais abundante no corpo. Alguns deles são:

Tipo de tecido conjuntivo
Tecido conjuntivo propriamente dito
Tecido adiposo

Tecido ósseo
Tecido cartilaginoso

Função
preenchimento
preenchimento e armazenamento
de reservas

sustentação
sustentação
Em todos os tecido as células apresentam espaço entre elas

Substância intercelular

 composição varia de acordo com o tipo de tecido, ex:
• derme: há uma substância gelatinosa que dão
resistência e elasticidade à pele;
• tecido ósseo: substância é dura e resistente
 essa substância intercelular é constituída de água e de fibras
de proteínas, que podem ser de vários tipos:

• fibras colágenas: formadas por colágeno; são
resistentes e esbranquiçadas. O colágeno é a proteína
mais abundante, principalmente em ossos, cartilagens,
tendões e ligamentos;
• fibras elásticas: formadas por elastina; são delicadas e
menores, tem grande elasticidade e são amareladas.
São abundantes na pele, pulmões, etc.
Tecido conjuntivo

Propriamente dito

 tecido de preenchimento, distribuído por todo o corpo,
preenchendo espaços, revestindo estruturas e ligando os
diversos órgãos entre si.
 Substância intercelular é rica em fibras
Tecido conjuntivo

Cartilaginoso

É a cartilagem e está presente em várias partes do corpo:
nariz, orelha, traquéia, entre as vértebras e costelas, entre os
ossos contribuindo para o deslizamento, etc...

 É um tecido de sustentação, mas menos rígido e mais
flexível que o ósseo;
 É rico em substância intercelular
Células do
tecido
cartilaginoso
Tecido conjuntivo

Adiposo

Apresenta grande número de células de gordura;
 Além de preencher espaços, sua função é armazenar material
nutritivo, principalmente gordura (fonte de energia), que serve
também como isolante térmico (evita perda de calor para o
ambiente externo);
 Outra função é sustentar e proteger alguns órgãos, como os
rins, e amortecer choques mecânicos (suavizar o impacto dos
pés com o solo durante uma corrida)
Tecido conjuntivo

Ósseo

É um dos tecidos que formam o esqueleto de nosso corpo,
tendo como função a sustentação.

 substância intercelular sólida, dura e resistente.
 Contém muitas fibras colágenas e sais de cálcio e fósforo,
que proporcionam rigidez e resistência aos ossos.
Tecido conjuntivo

Sanguíneo

Substância intercelular é líquida e constitui o plasma sanguíneo,
formado principalmente de água (+ 90%)

 O sangue possui diferentes tipos de células:
Glóbulos vermelhos: possuem hemoglobina, uma
substância vermelha que se combina com o oxigênio e o
transporta às células do corpo.
Glóbulos brancos: estão associados com a defesa do
organismo. Produzem anticorpos, substâncias que defendem
o organismo contra a ação de antígenos (substâncias
estranhas ao organismo)

Plaquetas: fragmentos de células que participam da
coagulação do sangue
Formado por células longas, chamadas fibras musculares.
Essas fibras tem a capacidade de se contrair e distender,
permitindo a movimentação.

Existem 3 tipos de tecido muscular:

 Não-estriado ou liso: tem contração lenta e involuntária.
Fibras apenas com um núcleo. Não possui estrias transversais.
Encontrado nas paredes do estômago, intestinos, esôfago, etc.
 estriado esquelético: tem contração vigorosa e voluntária.
Fibras possuem vários núcleos e estrias longitudinais e
transversais. Constitui os músculos que se prendem ao
esqueleto, permitindo os movimentos.Ex: músculos peitoral,
bíceps e tríceps

 estriado cardíaco: tem contração vigorosa e involuntária.
Fibras possuem apenas um núcleo e possuem estrias
longitudinais e transversais. Esse tecido constitui o miocárdio,
o músculo do coração
É formado por células denominadas neurônios

Possuem forma estrelada, compostas por um
corpo celular e dois tipos de prolongamentos:
axônio e dendritos
 axônio:prolongamento geralmente extenso que se ramifica apenas na
extremidade;
 dendritos: prolongamentos que se ramificam a partir do corpo celular
 ele participa da constituição dos órgãos que formam o sistema
nervoso: medula espinhal e cérebro

 os neurônios são sensíveis a estímulos ambientais externos ou
do próprio corpo.
 conduzem e interpretam impulsos nervosos
Exemplo de comunicação por tecidos nervosos
cérebro

Medula
espinhal

Quando uma pessoa decide segurar um objeto, o cérebro envia “mensagens” para
os músculos que irão se mover. Essas mensagens são os impulsos nervosos,
transmitidos pelos nervos.
ÓRGÃOS: São agrupamentos de tecidos
 Por quê a pele não é um tecido e sim um órgão?

Derme (tecido conjuntivo)e epiderme (tecido epitelial)

Outro Exemplo:
Estômago = possui tecido epitelial+ tecido muscular +
tecido conjuntivo + tecido nervoso
 Um órgão não funciona isoladamente dos outros: ele
necessita de outras estruturas e órgãos do corpo para realizar
seu trabalho.....

.....esses órgãos, em conjunto, também realizam funções
específicas no nosso corpo

Um conjunto de órgãos que desempenham função
semelhante é denominado SISTEMA
Exemplo:
Quando um jogador de futebol vai chutar a
gol,

seus

olhos

enviam

ao

cérebro

informações sobre a posição do gol e do
goleiro. Essas informações são transmitidas
por meio de impulsos nervosos, que se
propagam pelos nervos até chegar ao cérebro,
onde são interpretadas.
Em resposta, o cérebro envia, também por
meio dos impulsos nervosos, informações

para determinados músculos se mexerem e
chutar a bola de modo desejado

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (19)

Tipos de Tecido
Tipos de TecidoTipos de Tecido
Tipos de Tecido
 
Os Tecidos do Corpo Humano
Os Tecidos do Corpo HumanoOs Tecidos do Corpo Humano
Os Tecidos do Corpo Humano
 
8 ano principais tipos de tecidos
8 ano principais tipos de tecidos8 ano principais tipos de tecidos
8 ano principais tipos de tecidos
 
8 ano: Tecidos do corpo humano
8 ano: Tecidos do corpo humano8 ano: Tecidos do corpo humano
8 ano: Tecidos do corpo humano
 
Resumo histologia 2
Resumo   histologia 2Resumo   histologia 2
Resumo histologia 2
 
Tecidos do corpo humano - 8 ano
Tecidos do corpo humano  - 8 anoTecidos do corpo humano  - 8 ano
Tecidos do corpo humano - 8 ano
 
Resumo histologia
Resumo   histologiaResumo   histologia
Resumo histologia
 
7ª série- Histologia
7ª série- Histologia7ª série- Histologia
7ª série- Histologia
 
Tecidos do corpo humano
Tecidos do corpo humanoTecidos do corpo humano
Tecidos do corpo humano
 
8 ano principais tipos de tecidos
8 ano principais tipos de tecidos8 ano principais tipos de tecidos
8 ano principais tipos de tecidos
 
Tecidos
TecidosTecidos
Tecidos
 
Tecidos animais
Tecidos animais Tecidos animais
Tecidos animais
 
Tecidos animais fim[1]
Tecidos animais fim[1]Tecidos animais fim[1]
Tecidos animais fim[1]
 
Histologia humana
Histologia humanaHistologia humana
Histologia humana
 
Células e Tecidos
Células e TecidosCélulas e Tecidos
Células e Tecidos
 
-efeitos_fisiol._da_endermot._combinados_a_massagem_modeladora_no_tto_de_gord...
-efeitos_fisiol._da_endermot._combinados_a_massagem_modeladora_no_tto_de_gord...-efeitos_fisiol._da_endermot._combinados_a_massagem_modeladora_no_tto_de_gord...
-efeitos_fisiol._da_endermot._combinados_a_massagem_modeladora_no_tto_de_gord...
 
Tecidos do corpo humano
Tecidos do corpo humanoTecidos do corpo humano
Tecidos do corpo humano
 
Histologia animal biologia - 2011
Histologia animal   biologia - 2011Histologia animal   biologia - 2011
Histologia animal biologia - 2011
 
Histologia animal biologia - 2011
Histologia animal   biologia - 2011Histologia animal   biologia - 2011
Histologia animal biologia - 2011
 

Destaque

célula- tecido- órgãos e sistemas
célula- tecido- órgãos e sistemascélula- tecido- órgãos e sistemas
célula- tecido- órgãos e sistemasRegina E Franck
 
Introdução ao estudo da biologia
Introdução ao estudo da biologiaIntrodução ao estudo da biologia
Introdução ao estudo da biologiaPaulo França
 
Apresentação das caracteristicas gerais dos seres vivos
Apresentação das caracteristicas gerais dos seres vivosApresentação das caracteristicas gerais dos seres vivos
Apresentação das caracteristicas gerais dos seres vivosSitioEscola
 
Aula 02 conceito e caracterização das células, tecidos, órgãos e sistemas
Aula 02   conceito e caracterização das células, tecidos, órgãos e sistemasAula 02   conceito e caracterização das células, tecidos, órgãos e sistemas
Aula 02 conceito e caracterização das células, tecidos, órgãos e sistemasHamilton Nobrega
 
Características dos seres vivos
Características dos seres vivosCaracterísticas dos seres vivos
Características dos seres vivosletyap
 
Organização do Organismo
Organização do OrganismoOrganização do Organismo
Organização do OrganismoClécio Bubela
 
Seres vivos e os elementos não vivos
Seres vivos e os elementos não vivosSeres vivos e os elementos não vivos
Seres vivos e os elementos não vivoscama2015
 
Níveis de organização dos seres vivos
Níveis de organização dos seres vivosNíveis de organização dos seres vivos
Níveis de organização dos seres vivosFatima Comiotto
 
Níveis de organização dos seres vivos
Níveis de organização dos seres vivosNíveis de organização dos seres vivos
Níveis de organização dos seres vivosFatima Comiotto
 
Os seres vivos e seres não vivos
Os seres vivos e seres não vivosOs seres vivos e seres não vivos
Os seres vivos e seres não vivosjmabp4
 
Seres vivos; características gerais
Seres vivos; características geraisSeres vivos; características gerais
Seres vivos; características geraisAndré Garrido
 
II. 1 As células
II. 1 As célulasII. 1 As células
II. 1 As célulasRebeca Vale
 
Caracteristicas gerais dos seres vivos
Caracteristicas gerais dos seres vivosCaracteristicas gerais dos seres vivos
Caracteristicas gerais dos seres vivosCésar Milani
 
I.2 características dos seres vivos
I.2 características dos seres vivosI.2 características dos seres vivos
I.2 características dos seres vivosRebeca Vale
 
I.1 Os seres vivos e o ambiente
I.1 Os seres vivos e o ambienteI.1 Os seres vivos e o ambiente
I.1 Os seres vivos e o ambienteRebeca Vale
 
A célula - unidade básica da vida
A célula - unidade básica da vidaA célula - unidade básica da vida
A célula - unidade básica da vidaLeonardo Alves
 
A Célula - Unidade básica da vida
A Célula - Unidade básica da vidaA Célula - Unidade básica da vida
A Célula - Unidade básica da vidaCatir
 
Classificação dos Seres Vivos
Classificação dos Seres VivosClassificação dos Seres Vivos
Classificação dos Seres Vivosshaleny
 

Destaque (20)

célula- tecido- órgãos e sistemas
célula- tecido- órgãos e sistemascélula- tecido- órgãos e sistemas
célula- tecido- órgãos e sistemas
 
Introdução ao estudo da biologia
Introdução ao estudo da biologiaIntrodução ao estudo da biologia
Introdução ao estudo da biologia
 
Apresentação das caracteristicas gerais dos seres vivos
Apresentação das caracteristicas gerais dos seres vivosApresentação das caracteristicas gerais dos seres vivos
Apresentação das caracteristicas gerais dos seres vivos
 
Aula 02 conceito e caracterização das células, tecidos, órgãos e sistemas
Aula 02   conceito e caracterização das células, tecidos, órgãos e sistemasAula 02   conceito e caracterização das células, tecidos, órgãos e sistemas
Aula 02 conceito e caracterização das células, tecidos, órgãos e sistemas
 
Características dos seres vivos
Características dos seres vivosCaracterísticas dos seres vivos
Características dos seres vivos
 
Organização do Organismo
Organização do OrganismoOrganização do Organismo
Organização do Organismo
 
Seres vivos e os elementos não vivos
Seres vivos e os elementos não vivosSeres vivos e os elementos não vivos
Seres vivos e os elementos não vivos
 
Níveis de organização dos seres vivos
Níveis de organização dos seres vivosNíveis de organização dos seres vivos
Níveis de organização dos seres vivos
 
Níveis de organização dos seres vivos
Níveis de organização dos seres vivosNíveis de organização dos seres vivos
Níveis de organização dos seres vivos
 
Os seres vivos e seres não vivos
Os seres vivos e seres não vivosOs seres vivos e seres não vivos
Os seres vivos e seres não vivos
 
Seres vivos; características gerais
Seres vivos; características geraisSeres vivos; características gerais
Seres vivos; características gerais
 
Células
CélulasCélulas
Células
 
II. 1 As células
II. 1 As célulasII. 1 As células
II. 1 As células
 
Caracteristicas gerais dos seres vivos
Caracteristicas gerais dos seres vivosCaracteristicas gerais dos seres vivos
Caracteristicas gerais dos seres vivos
 
Aula sobre células
Aula sobre célulasAula sobre células
Aula sobre células
 
I.2 características dos seres vivos
I.2 características dos seres vivosI.2 características dos seres vivos
I.2 características dos seres vivos
 
I.1 Os seres vivos e o ambiente
I.1 Os seres vivos e o ambienteI.1 Os seres vivos e o ambiente
I.1 Os seres vivos e o ambiente
 
A célula - unidade básica da vida
A célula - unidade básica da vidaA célula - unidade básica da vida
A célula - unidade básica da vida
 
A Célula - Unidade básica da vida
A Célula - Unidade básica da vidaA Célula - Unidade básica da vida
A Célula - Unidade básica da vida
 
Classificação dos Seres Vivos
Classificação dos Seres VivosClassificação dos Seres Vivos
Classificação dos Seres Vivos
 

Semelhante a Níveis de Organização do Corpo Humano

Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02
Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02
Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02Marcia Moreira
 
Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02
Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02
Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02Marcia Moreira
 
Biologia - Histologia Animal
Biologia - Histologia AnimalBiologia - Histologia Animal
Biologia - Histologia AnimalCarson Souza
 
Corpohumanofinal 110318120206-phpapp02
Corpohumanofinal 110318120206-phpapp02Corpohumanofinal 110318120206-phpapp02
Corpohumanofinal 110318120206-phpapp02Isabel Ribeiro
 
Capítulo 01 o corpo humano
Capítulo 01   o corpo humanoCapítulo 01   o corpo humano
Capítulo 01 o corpo humanoIgor Brant
 
Organização dos organismos- Tecidos, órgãos e sistemas
Organização dos organismos- Tecidos, órgãos e sistemasOrganização dos organismos- Tecidos, órgãos e sistemas
Organização dos organismos- Tecidos, órgãos e sistemasCarlos Priante
 
Aula 8º ano - Tecidos do corpo humano
Aula 8º ano - Tecidos do corpo humanoAula 8º ano - Tecidos do corpo humano
Aula 8º ano - Tecidos do corpo humanoLeonardo Kaplan
 
Histologia Tecido Tegumentar.
Histologia Tecido Tegumentar.Histologia Tecido Tegumentar.
Histologia Tecido Tegumentar.Zeca Ribeiro
 
Esquema de Histologia animal
Esquema de Histologia animalEsquema de Histologia animal
Esquema de Histologia animalGustavo Pessoa
 
Níveis de organização em biologia
Níveis de organização em biologiaNíveis de organização em biologia
Níveis de organização em biologiaANA LUCIA FARIAS
 

Semelhante a Níveis de Organização do Corpo Humano (20)

Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02
Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02
Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02
 
Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02
Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02
Aulatecidos simplificado1-110208154726-phpapp02
 
Aula tecidos simplificado
Aula tecidos   simplificadoAula tecidos   simplificado
Aula tecidos simplificado
 
Tecidos
TecidosTecidos
Tecidos
 
Tecidos
TecidosTecidos
Tecidos
 
Histologia Animal
Histologia AnimalHistologia Animal
Histologia Animal
 
Histologia Geral
Histologia GeralHistologia Geral
Histologia Geral
 
Biologia - Histologia Animal
Biologia - Histologia AnimalBiologia - Histologia Animal
Biologia - Histologia Animal
 
Tecidos
TecidosTecidos
Tecidos
 
Corpohumanofinal 110318120206-phpapp02
Corpohumanofinal 110318120206-phpapp02Corpohumanofinal 110318120206-phpapp02
Corpohumanofinal 110318120206-phpapp02
 
Capítulo 01 o corpo humano
Capítulo 01   o corpo humanoCapítulo 01   o corpo humano
Capítulo 01 o corpo humano
 
Tecido Conjuntivo
Tecido ConjuntivoTecido Conjuntivo
Tecido Conjuntivo
 
Histologia ruan
Histologia ruanHistologia ruan
Histologia ruan
 
Organização dos organismos- Tecidos, órgãos e sistemas
Organização dos organismos- Tecidos, órgãos e sistemasOrganização dos organismos- Tecidos, órgãos e sistemas
Organização dos organismos- Tecidos, órgãos e sistemas
 
Aula 8º ano - Tecidos do corpo humano
Aula 8º ano - Tecidos do corpo humanoAula 8º ano - Tecidos do corpo humano
Aula 8º ano - Tecidos do corpo humano
 
Histologia Tecido Tegumentar.
Histologia Tecido Tegumentar.Histologia Tecido Tegumentar.
Histologia Tecido Tegumentar.
 
Esquema de Histologia animal
Esquema de Histologia animalEsquema de Histologia animal
Esquema de Histologia animal
 
Níveis de organização em biologia
Níveis de organização em biologiaNíveis de organização em biologia
Níveis de organização em biologia
 
Histologia
HistologiaHistologia
Histologia
 
Histologia
HistologiaHistologia
Histologia
 

Mais de Simone Costa

Seminário sobre Répteis
Seminário sobre RépteisSeminário sobre Répteis
Seminário sobre RépteisSimone Costa
 
Seminário sobre Os Anelídeos
Seminário sobre Os Anelídeos Seminário sobre Os Anelídeos
Seminário sobre Os Anelídeos Simone Costa
 
A5 introdução citológica.célula
A5 introdução citológica.célulaA5 introdução citológica.célula
A5 introdução citológica.célulaSimone Costa
 
A4 bioquímica celular.citoquimica
A4 bioquímica celular.citoquimicaA4 bioquímica celular.citoquimica
A4 bioquímica celular.citoquimicaSimone Costa
 
A4.1 comp.quimica da célula
A4.1 comp.quimica da célulaA4.1 comp.quimica da célula
A4.1 comp.quimica da célulaSimone Costa
 
A3 origem evolução celular
A3 origem evolução celularA3 origem evolução celular
A3 origem evolução celularSimone Costa
 
A1 origem-organização-celular
A1 origem-organização-celularA1 origem-organização-celular
A1 origem-organização-celularSimone Costa
 
Apresentação de Libras
Apresentação de LibrasApresentação de Libras
Apresentação de LibrasSimone Costa
 

Mais de Simone Costa (10)

Seminário sobre Répteis
Seminário sobre RépteisSeminário sobre Répteis
Seminário sobre Répteis
 
Seminário sobre Os Anelídeos
Seminário sobre Os Anelídeos Seminário sobre Os Anelídeos
Seminário sobre Os Anelídeos
 
A5 introdução citológica.célula
A5 introdução citológica.célulaA5 introdução citológica.célula
A5 introdução citológica.célula
 
A4 bioquímica celular.citoquimica
A4 bioquímica celular.citoquimicaA4 bioquímica celular.citoquimica
A4 bioquímica celular.citoquimica
 
A4.1 comp.quimica da célula
A4.1 comp.quimica da célulaA4.1 comp.quimica da célula
A4.1 comp.quimica da célula
 
A3 origem evolução celular
A3 origem evolução celularA3 origem evolução celular
A3 origem evolução celular
 
A1 origem-organização-celular
A1 origem-organização-celularA1 origem-organização-celular
A1 origem-organização-celular
 
Apresentação de Libras
Apresentação de LibrasApresentação de Libras
Apresentação de Libras
 
Músculo do Dorso
Músculo do DorsoMúsculo do Dorso
Músculo do Dorso
 
Energia eletrica
Energia eletricaEnergia eletrica
Energia eletrica
 

Último

ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
parte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
parte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzparte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
parte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzAlexandrePereira818171
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxAntonioVieira539017
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREIVONETETAVARESRAMOS
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxJMTCS
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxacaciocarmo1
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...Martin M Flynn
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira partecoletivoddois
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdfProfGleide
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas BrasileirosMary Alvarenga
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLaseVasconcelos1
 
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimJunto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimWashingtonSampaio5
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoCelianeOliveira8
 
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAEdioFnaf
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxJMTCS
 
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdfO guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdfErasmo Portavoz
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
parte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
parte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzparte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
parte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
 
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimJunto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
 
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
 
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdfO guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 

Níveis de Organização do Corpo Humano

  • 2.
  • 3.  No corpo humano existem vários grupos de células semelhantes entre si. Cada grupo constitui um TECIDO  Semelhança de forma: todas destinam-se a uma função específica. Assim, em um tecido, a semelhança entre as células não é somente quanto à forma, mas também quanto à função.
  • 4. O corpo humano é formado por vários tecidos, que podem ser classificados em 4 tipos: TIPO DE TECIDO FUNÇÃO Tecido epitelial revestimento e secreção Tecido conjuntivo preenchimento, sustentação, transporte e defesa Tecido nervoso Tecido muscular recepção e condução de estímulos nervosos movimentação
  • 5. Essa divisão de trabalho é conseqüência da DIFERENCIAÇÃO CELULAR  processo que permite a formação de células especializadas na execução de determinada função do organismo Todas as células diplóides do corpo humano têm os mesmos cromossomos e genes. No processo de diferenciação determinados genes ativados num tipo de célula ficam desativados em outro tipo, e vice-versa
  • 6. O corpo humano é formado por trilhões de células Cada célula representa o nível básico de organização do nosso corpo  A partir das células formam outros níveis mais complexos de organização:
  • 7.  tecido flexível, formado por células justapostas, com pouca substância entre si;  reveste e protege o organismo: cobre toda a superfície e forra a cavidade dos órgãos (estômago, coração,...)  funciona como uma barreira contra agentes estranhos (vírus, bactérias, fungos,...)  As células do tecido podem ser de 3 formas:
  • 8.
  • 9.  De acordo com a localização, o tecido epitelial pode ser de 3 tipos: • Epiderme: camada mais externa da pele; • Mucosas: membranas que revestem o interior de órgãos ocos. Ex: mucosa gástrica (estômago), mucosa intestinal, mucosa bucal e mucosa nasal; • Serosas: membranas que revestem externamente alguns órgãos. Elas são poucas, recebendo nomes especiais: - Pleura: envolve os pulmões - Peritônio: envolve órgãos abdominais (estômago) - Pericárdio: envolve o coração
  • 10.  EPIDERME: parte superficial da pele, formada por várias camadas de tecido epitelial. A parte profunda da pele, chamada derme, é formada de tecido conjuntivo.
  • 11. Características:  A epiderme impede que o corpo perca um volume excessivo de água, evitando a desidratação;  Células epiteliais da camada mais externa produzem uma substância impermeável: queratina. O cabelo, os pêlos e as unhas possuem esse composto.  Na pele encontramos glândulas sudoríparas (suor) e sebáceas (substâncias que lubrificam pele e pêlos) Formadas por um tipo de tecido epitelial  suas células se especializaram em produzir substâncias importantes para o corpo, as secreções (ex: mamárias, lacrimais, salivares...)
  • 12.  As células mortas da superfície da epiderme estão sempre se descamando e são continuamente renovadas por outras células que se multiplicam na camada basal da epiderme  Algumas células da epiderme produzem uma substância escura chamada melanina. Ela protege tecidos internos do corpo contra a ação dos raios ultravioleta emitidos pelo sol
  • 13. Tem como função o preenchimento e sustentação. Existem vários tipos de tecido conjuntivo, sendo ele o mais abundante no corpo. Alguns deles são: Tipo de tecido conjuntivo Tecido conjuntivo propriamente dito Tecido adiposo Tecido ósseo Tecido cartilaginoso Função preenchimento preenchimento e armazenamento de reservas sustentação sustentação
  • 14. Em todos os tecido as células apresentam espaço entre elas Substância intercelular  composição varia de acordo com o tipo de tecido, ex: • derme: há uma substância gelatinosa que dão resistência e elasticidade à pele; • tecido ósseo: substância é dura e resistente
  • 15.  essa substância intercelular é constituída de água e de fibras de proteínas, que podem ser de vários tipos: • fibras colágenas: formadas por colágeno; são resistentes e esbranquiçadas. O colágeno é a proteína mais abundante, principalmente em ossos, cartilagens, tendões e ligamentos; • fibras elásticas: formadas por elastina; são delicadas e menores, tem grande elasticidade e são amareladas. São abundantes na pele, pulmões, etc.
  • 16. Tecido conjuntivo Propriamente dito  tecido de preenchimento, distribuído por todo o corpo, preenchendo espaços, revestindo estruturas e ligando os diversos órgãos entre si.  Substância intercelular é rica em fibras
  • 17. Tecido conjuntivo Cartilaginoso É a cartilagem e está presente em várias partes do corpo: nariz, orelha, traquéia, entre as vértebras e costelas, entre os ossos contribuindo para o deslizamento, etc...  É um tecido de sustentação, mas menos rígido e mais flexível que o ósseo;  É rico em substância intercelular
  • 19. Tecido conjuntivo Adiposo Apresenta grande número de células de gordura;  Além de preencher espaços, sua função é armazenar material nutritivo, principalmente gordura (fonte de energia), que serve também como isolante térmico (evita perda de calor para o ambiente externo);  Outra função é sustentar e proteger alguns órgãos, como os rins, e amortecer choques mecânicos (suavizar o impacto dos pés com o solo durante uma corrida)
  • 20.
  • 21. Tecido conjuntivo Ósseo É um dos tecidos que formam o esqueleto de nosso corpo, tendo como função a sustentação.  substância intercelular sólida, dura e resistente.  Contém muitas fibras colágenas e sais de cálcio e fósforo, que proporcionam rigidez e resistência aos ossos.
  • 22. Tecido conjuntivo Sanguíneo Substância intercelular é líquida e constitui o plasma sanguíneo, formado principalmente de água (+ 90%)  O sangue possui diferentes tipos de células: Glóbulos vermelhos: possuem hemoglobina, uma substância vermelha que se combina com o oxigênio e o transporta às células do corpo.
  • 23. Glóbulos brancos: estão associados com a defesa do organismo. Produzem anticorpos, substâncias que defendem o organismo contra a ação de antígenos (substâncias estranhas ao organismo) Plaquetas: fragmentos de células que participam da coagulação do sangue
  • 24. Formado por células longas, chamadas fibras musculares. Essas fibras tem a capacidade de se contrair e distender, permitindo a movimentação. Existem 3 tipos de tecido muscular:  Não-estriado ou liso: tem contração lenta e involuntária. Fibras apenas com um núcleo. Não possui estrias transversais. Encontrado nas paredes do estômago, intestinos, esôfago, etc.
  • 25.  estriado esquelético: tem contração vigorosa e voluntária. Fibras possuem vários núcleos e estrias longitudinais e transversais. Constitui os músculos que se prendem ao esqueleto, permitindo os movimentos.Ex: músculos peitoral, bíceps e tríceps  estriado cardíaco: tem contração vigorosa e involuntária. Fibras possuem apenas um núcleo e possuem estrias longitudinais e transversais. Esse tecido constitui o miocárdio, o músculo do coração
  • 26. É formado por células denominadas neurônios Possuem forma estrelada, compostas por um corpo celular e dois tipos de prolongamentos: axônio e dendritos
  • 27.  axônio:prolongamento geralmente extenso que se ramifica apenas na extremidade;  dendritos: prolongamentos que se ramificam a partir do corpo celular
  • 28.  ele participa da constituição dos órgãos que formam o sistema nervoso: medula espinhal e cérebro  os neurônios são sensíveis a estímulos ambientais externos ou do próprio corpo.  conduzem e interpretam impulsos nervosos
  • 29. Exemplo de comunicação por tecidos nervosos cérebro Medula espinhal Quando uma pessoa decide segurar um objeto, o cérebro envia “mensagens” para os músculos que irão se mover. Essas mensagens são os impulsos nervosos, transmitidos pelos nervos.
  • 30.
  • 31. ÓRGÃOS: São agrupamentos de tecidos  Por quê a pele não é um tecido e sim um órgão? Derme (tecido conjuntivo)e epiderme (tecido epitelial) Outro Exemplo: Estômago = possui tecido epitelial+ tecido muscular + tecido conjuntivo + tecido nervoso
  • 32.  Um órgão não funciona isoladamente dos outros: ele necessita de outras estruturas e órgãos do corpo para realizar seu trabalho..... .....esses órgãos, em conjunto, também realizam funções específicas no nosso corpo Um conjunto de órgãos que desempenham função semelhante é denominado SISTEMA
  • 33. Exemplo: Quando um jogador de futebol vai chutar a gol, seus olhos enviam ao cérebro informações sobre a posição do gol e do goleiro. Essas informações são transmitidas por meio de impulsos nervosos, que se propagam pelos nervos até chegar ao cérebro, onde são interpretadas. Em resposta, o cérebro envia, também por meio dos impulsos nervosos, informações para determinados músculos se mexerem e chutar a bola de modo desejado