Infra-estrutura viária e aeroportos
Sistema Rodoviário <ul><li>Articulações em vários níveis; </li></ul><ul><li>Possui 4 importantes vetores: BR-116 (1961), B...
Sistema Ferroviário <ul><li>O sistema possui importantes vias férreas, que faz parte da malha sul, privatizada em 1997, a ...
<ul><li>A mesorregião é atravessada também pelo tronco principal sul, que se inicia em Itararé(SP) e vai até Vacaria(RS), ...
Sistema Portuário <ul><li>A mesorregião conta com dois portos, Paranaguá e Antonina; </li></ul><ul><li>Paranaguá: Passa de...
<ul><li>O porto de Antonina teve sua principal dinâmica associada aos ciclos paranaenses da madeira, erva-mate e café; </l...
Sistema de Aeroportos <ul><li>Quatro aeroportos públicos e quatro aeródromos privados; </li></ul><ul><li>O aeroporto inter...
A Região Metropolitana de Curitiba
Institucionalização, Atribuições e Composição <ul><li>Integrante da 1ª etapa de institucionalizações, a RMC possui um órgã...
Composição da Região Metropolitana São José dos Pinhais Itaperuçu Rio Branco do Sul Quatro Barras Pinhais Piraguara Fazend...
Gestão Metropolitana <ul><li>Anos 70: Atuação da COMEC baseou-se nas orientações da CNDU e FNDU; </li></ul><ul><li>CNDU: C...
<ul><li>Anos 80: Os órgãos metropolitanos passaram por uma fase de refluxo de suas atividades, resultando na extinção de a...
A Gestão das Funções Públicas de Interesse Comum <ul><li>“A lei federal, ao dispor sobre a faculdade de instituições de un...
<ul><li>No Plano de Desenvolvimento Integrado da RMC pode ser apontado alguns referenciais quanto às funções públicas: (i)...
Conclusão <ul><li>“Os extremos de concentração de riquezas e carências, as desigualdades socioespaciais, as pressões de oc...
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  1. 1. Infra-estrutura viária e aeroportos
  2. 2. Sistema Rodoviário <ul><li>Articulações em vários níveis; </li></ul><ul><li>Possui 4 importantes vetores: BR-116 (1961), BR-277 (1969), BR-376 (1984) e a BR-476; </li></ul><ul><li>PR-090 (Estrada do Cerne) – Ligar o Norte ao Porto de Paranaguá; </li></ul><ul><li>No âmbito das relações intramesorregionais o sistema viário da mesorregião metropolitana de Curitiba é único. </li></ul>
  3. 3. Sistema Ferroviário <ul><li>O sistema possui importantes vias férreas, que faz parte da malha sul, privatizada em 1997, a administração foi repassada a ALL em 01/03; </li></ul><ul><li>Recebe ramais do Norte Central e Ourinhos(SP), que se unem em Apucarana e passam por Ponta Grossa, Curitiba e Paranaguá, importante de escoamento da soja; </li></ul><ul><li>De Araucária é feito o escoamento de derivados do petróleo para Guarapuava, Maringá, Londrina e Ourinhos(SP); </li></ul>
  4. 4. <ul><li>A mesorregião é atravessada também pelo tronco principal sul, que se inicia em Itararé(SP) e vai até Vacaria(RS), permite a ligação ao porto de São Francisco do Sul; </li></ul><ul><li>O trecho Curitiba-Morretes-Paranaguá foi construído em menos de 5 anos, e inaugurada em 1880, contribuiu muito para o desenvolvimento do sul do Brasil; </li></ul><ul><li>O trecho é considerado o mais importante trecho turístico do Brasil. </li></ul>
  5. 5. Sistema Portuário <ul><li>A mesorregião conta com dois portos, Paranaguá e Antonina; </li></ul><ul><li>Paranaguá: Passa de ancoradouro a porto em 1872, atualmente é o segundo em movimentação de mercadorias no país, detendo uma posição estratégica no escoamento de grãos do Sul e Centro-Oeste do Brasil; </li></ul><ul><li>Em 2003 o terminal movimentou 33,5 milhões de toneladas, com maior destaque para soja. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>O porto de Antonina teve sua principal dinâmica associada aos ciclos paranaenses da madeira, erva-mate e café; </li></ul><ul><li>Em 1920 foi o quarto porto exportador brasileiro; </li></ul><ul><li>No final da década de 90 o porto foi revitalizado e hoje movimenta fertilizantes, sal e trigo. </li></ul>
  7. 7. Sistema de Aeroportos <ul><li>Quatro aeroportos públicos e quatro aeródromos privados; </li></ul><ul><li>O aeroporto internacional Afonso Pena oferece um apoio logístico com elevado grau de modernização; </li></ul><ul><li>O aeroporto do Bacacheri está equipado apenas para controlar o movimento de aeronaves de pequeno porte. </li></ul>
  8. 8. A Região Metropolitana de Curitiba
  9. 9. Institucionalização, Atribuições e Composição <ul><li>Integrante da 1ª etapa de institucionalizações, a RMC possui um órgão de suporte a COMEC criada pela Lei estadual nº 6517/74; </li></ul><ul><li>O conselho deliberativo da COMEC é composto pelo Governo do Estado, na presidência, e por mais 5 membros, sendo um indicado pelo prefeito da capital e um pelos demais. Entre, outras funções, a principal é a de promover a elaboração e aprovar o plano de desenvolvimento integrado da região; </li></ul>
  10. 10. Composição da Região Metropolitana São José dos Pinhais Itaperuçu Rio Branco do Sul Quatro Barras Pinhais Piraguara Fazenda Rio Grande Mandirituba Curitiba Contenda Tijucas do Sul (1994) Colombo Quitandinha (1994) Campo Largo Lapa (2002) Campina Grande do Sul Doutor Ulysses (1994) Tunas do Paraná Bocaiúva do Sul Cerro Azul (1994) Balsa Nova Agudos do Sul (1998) Araucária Adrianópolis (1995) Campo Magro Almirante Tamandaré Inclusão por Legislações Estatuais Municípios Desmembrados Instituição Original (1973)
  11. 11. Gestão Metropolitana <ul><li>Anos 70: Atuação da COMEC baseou-se nas orientações da CNDU e FNDU; </li></ul><ul><li>CNDU: Conselho Nacional de Desenvolvimento Urbano (diretrizes gerais); </li></ul><ul><li>FNDU: Fundo Nacional de Desenvolvimento Urbano (Recursos Financeiros); </li></ul><ul><li>Principal Atuação: Infra-estrutura urbanas e metropolitanas (saneamento básico, sistema de transporte público, equipamentos urbanos e sistema viário metropolitano); </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Anos 80: Os órgãos metropolitanos passaram por uma fase de refluxo de suas atividades, resultando na extinção de alguns. A COMEC ficou enfraquecida; </li></ul><ul><li>Anos 90: A COMEC ganha força e passa ser vista como órgão de apoio ao executivo estadual para resolução de problemas metropolitanos; </li></ul><ul><li>Quarta fase da COMEC é marcada com a aprovação da lei estadual nº12248/98, que gerou um processo de regulamentação do uso de solo nas áreas de mananciais. </li></ul>
  13. 13. A Gestão das Funções Públicas de Interesse Comum <ul><li>“A lei federal, ao dispor sobre a faculdade de instituições de unidades regionais com a finalidade de integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum, reforça a necessidade de atuação conjunta e amplia o significado dessa atuação”. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>No Plano de Desenvolvimento Integrado da RMC pode ser apontado alguns referenciais quanto às funções públicas: (i) a gestão estratégica da RMC, (ii) a gestão de serviços de interesse público no âmbito da RMC, e (iii) suporte à gestão estratégica e à gestão de serviços de interesse público; </li></ul><ul><li>Gestão Estratégica: compreende as atividades necessárias à efetivação do planejamento e implementação do desenvolvimento integrado da RMC; </li></ul><ul><li>Serviços de Interesse Público da RMC: compreende as ações necessárias à elaboração, implantação e fiscalização de planos, programas e projetos; </li></ul><ul><li>Suporte: atividades necessária a mobilização e integração institucional dos entes públicos. </li></ul>
  15. 15. Conclusão <ul><li>“Os extremos de concentração de riquezas e carências, as desigualdades socioespaciais, as pressões de ocupação e usos sobre o ambiente natural, e a inserção de conjuntos de municípios em dinâmicas comuns enfatizam o desafio que se coloca à gestão desse espaço para a conquista do desenvolvimento regional”. </li></ul>

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