Desing de interação 004

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Quarto conteúdo da disciplina de Design de Interação da Pós-Graduação em Mídias Digitais da Estácio de Campo Grande.

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Desing de interação 004

  1. 1. SOCIEDADEADE CONSUMO CONVERGENCIA DHGETAL A terminologia sociedade de consumo é utilizada para caracterizar a época do consumo contemporâneo massificado, onde a oferta de bens e serviços excede geralmente a procura, os produtos são padronizados e os protótipos de consumo estão nas massas. ' . s- ? J
  2. 2. SOCIEDADEPE CONSUMO CONVERGENCIA DIGWAL O excesso de oferta, aliado a uma enorme profusão de bens colocados no mercado, levou ao aumento de estratégias de publicidade de formas ativas e sedutoras, juntamente com às facilidades de crédito quer das empresas industriais e de distribuição, quer do sistema financeiro para o consumidor final.
  3. 3. 4 u- E¡ e ' I O. ONSUMO VÉRGÊNCIA DIGITAL Esse consumo moderno é um artefato histórico através de resultados de profundas mudanças sociais, econômicas e culturais. Isso porque o Ocidente passou além da revolução industrial, pela revolução de consumo com mudança nos gostos, preferências, hábitos de compra e, sobretudo, rotinas culturais, modificando espaço, sociedade, indivíduo, família e estado.
  4. 4. l I- l w A r A 1,7 l l ' l r l ^ Rc: ?taum-lc el: qoimvlncm 'um Im ? aula : ¡_a: :ire›-q¡ui; -; :: líbkuu ni: :(= '.$ílol: ¡c! :'. ~.. : gun¡ naum: :ui unêisntusaiaxuxñlíhx, Nim: 41min, Igvmumn¡ : ni-mma 91(sVls1*: :L: ziílum¡ em; r. ' Ilzlàlntfflflnwaílliaillln ; nm vivia 'vlw s: animam um; . .ela *Ii= llk1UlIlll. his í, f. : : Uneb : t ; m ç nuãuxücbiel: :M: ¡llaílnmvn am: lllfJllllz" --l 55H: : ' lala. :iai: mu: “n, 4 n iwnrfí' 5 É
  5. 5. SOCIEDADEPE CONSUMO coleeetemcigleirm. Dos estabelecimentos de fast-food, às câmaras fotográficas descartáveis, do norte do continente americano, Europa , Austrália, África do Sul, Brasil, entre tantas outras sociedades em desenvolvimento socioeconômico, grande parte das sociedades globalizadas estão Hoje entrando na era do consumismo.
  6. 6. SOCIEDADE _DE CONSUMQME, CONVERGENCIIA DWGÍÍÀA* Nesse cenário, um dos maiores impactos das trocas “ globais na atualidade dizem respeito às mudanças _g ¡ nos hábitos de consumo. Nunca tantos tiveram acesso a tantas informações e por tantos ' W l veículos, de forma tão rápida. s ' &j; 3"' h 's j”, , x , _rg-a “' , ' “ íj_; A ' É- l *N
  7. 7. SOCIEDADEPE CONSUMO CONVERGENCIA DIGMAL O consumidor deixa de ser nacional e torn mundial. Trata-se de um surgimento de uma nova c ra global.
  8. 8. ] °r í“Í? Ís*i*s a ~ O A WÍsSQÇJEDADEpE CONSUMO ; r corwEmEmciA DlGlTAl. E paraessa nova cultura, cabe à reflexão do quanto ela i_ . .. A . .lv . - " está' relacionada à era digital, onde as relações entre as * * , a pessoas, as informações, as compras e os desejos se l ~ ” 7 A j , ,encürtam e se pgopagam. , «z - . a ; ç _ . * n . Ç ' x x Ri* . j. j 4 ' É 1 y l 'n' ' v "f , r « A T s* i j , ,of y _ . r . 3 . ' . . ! aí í ' _' . » i 15-74; 4-] j** | ' Fjfãíúí I A 1 ' _ã Pl : l a* U o o. .. . _ _ l N
  9. 9. . xi ÍÍIEÉl : E IF ? Irati llslliíj ituiizigtriagiêisrír: l: í il~; :1tic: ii'3' , = (vmwljno-isíàaj (exílio n'olo, -í=1=lhivltc1nr= ~=i "lãseLillspÚí-"i ~ 'V ' a»: Lxvzunioivnjnqiuiígiiãfffãi iroinuro, -axi'rã~lnmainei: ,zi ' ' ' ” ¡HWIQIÍOLÇRÊPARníoriliâldhlúüslêãlilêlótl ÍÇVÍLXIiQllEÍ-l, r _U lilíiiã x 'F , e g ; ll t' _ . nal . L v-r; ~r. :¡› JLTÍYIQÃ' l err; Q I _E ¡vjm u. ,
  10. 10. SOCIEDADEADE- CONSUMO CONVERGÃNCIA o¡ A_ esiiiç/ nigcvgir l. ) lzirriislriiiui r* (i lliiUlrKdii E*llÍll*lE'.1<i'u*¡ llllllll"lítl*~l inuirjwiiu, suiissvzlivuiscis ÚÍUlIIl-llÍUH (iv iiiiilipi ou vlll turnos pHllI( us Cie lllt-“lQS UC- (Ollllllllttlfzçlü. Asa Bi iggas e Peter Burke afirmam que "ola facilitou O acesso a informaçao, entretoiiiirioiito, educação e içzer, ao mesmo tempo em que inteiferii¡ (m questoes económica 8005745, iitiiiiegrJaiwdo adisparidad entre as mais 'vúl ; adas classes sociais".
  11. 11. SOCIEDADE_DE CONSUMO CONVERGENCIA DIGITAL O principal exemplo de convergência e dessa transformação cultura bal é o telefone celular. s” “$- (b) o» e 0117013" Light . õumm
  12. 12. - variedade de informações e SOCIEDADEÀDE CONSUMO CONVERGENCIA DIGITAL* Com ele é possivel fazer ligações, . “ acessar a internet, ler e-mail, enviar mensagens de texto, lx A 4 . , . 2 'à produzir videos e fotografias, . í t ¡ _ ver televisão e etc, ou seja, a 'l j, ' V partir de um único aparelho, Q, portátil, é possível obter uma entretenimento, facilitando a vida das pessoas e ao mesmo tempo as « tornando cada vez mais dependentes destas tecnologias, ou mais vulneráveis na medida que mais expostos. 0--
  13. 13. *SOCIEDADE DE CONSUMO CÚNVERGÊNCNA DEGWAL Em 2013, foi promulgado o Decreto 7962 sobre a contratação no comércio eletrônico. E atualmente, em 2014 está para aprovação do legislativo o Marco Civil da Internet, enfrentando temas como neutralidade da rede, privacidade, retenção de dados, a função social que a rede precisará cumprir, especialmente garantir a liberdade de expressão e a transmissão de conhecimento, além de impor obrigações de responsabilidade civil aos usuários e provedores.
  14. 14. SOCIEDADEADE CONSUMO COMVERGENBHA @METAL A privacidade clássica, como foi contemplada antes, por meio das garantias e direitos fundamentais, tratava-se de um direito individual, subjetivo. A privacidade atual, que faz parte da era digital, é diferente, pois há uma fragmentação do direito e uma necessidade de adaptação à tecnologia.
  15. 15. SOCIEDADEADE CONSUMO GWSWERGENCIIÀ DIGITAL Isso porque é extremamente complexo separar o público ° , f e o privado em tempos de Redes Sociais como Facebook, à Twitter, Insiagram e outms, em que o próprio indivíduo 4- "abre mão"da sua privacidade quando a divulga, mesmo que com toda a tecnologia de ñltros e permissões de visualização por número restrito de pessoas.
  16. 16. SOCIEDADE^DE CONSUMO CONVERGENCIA DIGITAL Sem Clúvida é um paradoxo entre a garantia do / isolamento e privacidade com O Clireito participativo em interagir' Com Outras pessoas ou mesmo com a simples vontade de se expor.
  17. 17. SOCIEDADE DE CONSUMO mNvEeeÊNciA pieitrri. E as questões de intermináveis cadastros online, pois sem essa obrigação não ~ é possivel ver conteúdo, abrir e-mails, ver vídeos, ñlmes, realizar compras e etc. Quem vigia desses dados? b' Onde eles ñcam armazenados? Qual a opção das pessoas que não , f querem realizaros cadastrose . _ , ,. .i 'I r- fomecer seus dados? Questões difI'ce¡s de serem respondidas. 'N
  18. 18. SOCIEDADE^DE CONSUMO . - * CONVERGENCIA DIGITAL 9 « ' * s . Ao que parece a deñnição de que a privacidade é exclusiva do individuo, não _ existe na era digital, ou não nos Conceitos que se conheciam. Para Stefano Rodotà, C ' , ar H "na sociedade da informação a privacidade é o direito de mantero controle, ° 'rj' a_ de geriras próprias informações? ' ii '
  19. 19. S" “s ! x 5» ʧCIEDADEADE CONSUMO, s, NVERGENCIA DIGITAI. '5 - ~ Então, como proteger a privacidade que deixou de ser individual e passou a ser da sociedadegie massa, frente as convergências tecnológicas e a globalização? _ j ç Ora, há uma nítida mudança de formato e necessidades. Logo, os conceitos _ . - " c L , . juntamente com as legislações devem acompa nharessa tendência. . n, - _
  20. 20. SOCIEDADEADE CONSUMO ÚONWRGÉNCÉÁ @METAL Deve haver esforços consideráveis da sociedade civil, governos, organizações nacionais e mundiais, consumidores e fornecedores, para os entendimentos das problemáticas e debates inteligentes a fim de alinharem conceitos e consenümentos, pois ao que parece, a sociedade da informação tende sempre a evoluire não voltará atrás, não podendo, porta nto, ter conceitos emprestados ou adaptados de outros retrógrados existentes.
  21. 21. li l l: l li . A “A W i 'ri ~t . Nf «PI 1 i ii r ll : l rip , . nl Ji l 't pa' Ji 'r SOCIEDADEADE CONSUMO_ CoNveGeNCrA eieiw; E necessário rever esses conceitos frente a essas novas necessidades, bem como a existência de uma regulamentação global diante da globalização tecnológica e dos povos, com condutas ou padrões morais que possam ser aplicados à todas as culturas de forma genérica, além de legislações nacionais em cada Pais, de forma mais específica, considerando os costumes de cada povo, mas com o norte de proteger esse novo modelo de sociedade global da informação e de massa. r¡ WP¡ I r' . . __. -. .. -_ , . l; w _ r v¡ : int . __
  22. 22. à* Q l ““““““§ NHD ~--| . - n _IRL HUUÊQNÀÊNR~ - . N r - . rn tm¡ . a. b, . SOCIEDADEADE C CONVERGCIA Vanessa ñlarino Louzada
  23. 23. i li jr_ ; a I: lí í ¡N! i INI i ivlvlariaãvi w 'Iziínlunianltz-rrozaújféu[Lxmauuaruiuiu "ironllalllian IIlQIIIIIIHLf-lisõivtln* 31910 . ulsto-: ir-. unni-Iiio-nnci: i-llli i Ilíiuíillhtglllnllklwwe-quims: Imaizri» me oImmlIhIIn-¡ran-: inu : s: E ' qmlbvcioinInhI-it- r: En»- t g M-, à- , 4:7- _ 41-44 V ç_ n_ E u "D _J í' _à ~ -. LX __ q* s J_ . d. _A V* c _m-; Ê n
  24. 24. SOCIEDADEADE CONSUMO OONVERGENCEA @METAL É incrivel imaginar que o primeiro computadorfoi criado em 1946 pelos cientistas norte-america nos John Eckert e John Nlauchly, da Electronic Control Company, e somente 38 anos depois foi criado o CD-Rom (Philips e Sony lançaram o CD-Rom em 1984) um verdadeiro , abismo detiempo para as novas geiaçõesjá nascidas em uma época de mudanças tão constantes.
  25. 25. i r» l~ IIíÍ' ; Ari Ii* i IE fiviirtl= ilçllirilii iulvlnriqãui Ii* ; Ijqçiçyiri aarntvráw “cr-Interna . 'miauai¡rnlnirmulueíunnñkupzdlo ? mentais . .za : IIiuolua: :nvroilvratunliillcnro lI; g.“: JllI2-"l(| '›' : iirzuncili: =liam-SI¡¡mu! !Ibi¡Fl! llâllllênüillllllihlltçlñlalãültihtíââf- tarirircimgnqáiqpaLstin¡imuxàiirdardlzndilàuiualtwilln _ÚÍIIGPL
  26. 26. _LSÓCIEDADEADE CONSUMO as 'O CONVERGENCIA DIGITAL Chegamos ao ponto de, nos conectannos com pessoas de todas as partes do mundo, simultaneamente, através de redes sociais, telefones fixos ou móveis, além de acessara internet através de celulares e televisores, ou computadores cada dia menores e mais velozes e com métodos de armazenamento de informações incriveis, como cartões de memória e pen drives ou com conceitos ainda mais arrojados como o de armazenamento na "N UVEM" ou servidores remotos.
  27. 27. SOCIEDADEADE CONSUMO WNVERGEMCM @IGUAL Entretanto, as tecnologias colocadas ao nosso alcance não podem ñcar limitadas apenas ao acesso de redes sociais, bate papos, mensagens instantâneas e entretenimento, quesão os atrativos e ferramentas mais comum e popularmente utilizadas. A RevoluçãoTecnológica atual nos proporciona muito mais do que isso e precisamos aproveitar. rx_ . c_ r Hr_
  28. 28. 7 ¡Ar j; j. A j-, f l : uq ip i v» : ii * * Íniz' Elali-Must: nr ílnirllnnlihi I. - lIi. i› . u Í : gtlktfâouoxmli alivia): ,gfoipiuihicnnzantuuíllh j : I'maInroxupiroigioirrtor i . r _ . =I, IJÍ= NI›'f-. IIIIOLY= LIJIOXV' , ç f” ' E
  29. 29. SOCIEDADEADE CONSUMO CONVERGENCIA DIGITAL É possível nos dias atuais economizarmos o nosso tempo com qualidade e confiabilidade, como por exemplo, com as compras de produtos e contratação de serviços via intemet, cursos on-line, faculdades virtuais, dentre outras inúmeras opções que a modernidade coloca à . i _ - M' nossa disposição. ' Nlas não podemos parar poraí.
  30. 30. SOCEDADEDECONSU CÚNMEI E possivel nos dias a com qualidade e co as compras de prod intemet, cursos on-I inúmeras opções qI nossa disposição. Nlas não podemos i r¡ 9;¡ h MO : :Estate
  31. 31. SOCIEDADE^DE CONSUMO s. _,_ a , -- , à _ m_ l = l 7 ¡ÉlÍ : Í J iii". .. li tliçl_ A população de modo geral não utiliza a plenitude das opções que as novas tecnologias oferecem, como enviar correspondências com garantias de rastreamento e recebimento (a velha prática de correspondência com AR - aviso de recebimento) por intermédio de E-rnails certificados, ou assinar documentos com autenticidade legal através de uma assinatura digital, que toda pessoa capaz, seja ela física ou jurídica já pode ter, e até mesmo emitir certidões por meio dos cartórios virtuais que antes eram possíveis apenas nos cartórios físicos, ou ainda fazer reclamações online para o Órgão de Defesa do Consumidor, bem como Boletins de Ocorrência, transações bancárias, etc. rgn§5NrrrrrrrrmtTTT*1TU"1›. “ 7 . ._ . ~›
  32. 32. "T r s. .. SOCIEDADEAD , Nsugígig OONVERGEN l'l'AL Novos conceitos tomam conta do mercado, seja através de um micro empreendedor que vende seus produtos pela internet ou das grandes multinacionais que possuem setores que atuam unicamente no mundo digital, monitorando redes sociais, sites de reclamaçõesacompanhando e respondendo dúvidas de clientes, ou realizando grandes transações financeiras e tudo isso podendo ser feito de qualquer lugar e em qualquer horário, bastando, apenas, um ponto de acesso à intemet e uma interface, como notebooks, tablets ou celulares. 3
  33. 33. SOCIEDADEADE CONSUMO @ÚMJERGENCÊA WHEN; Em suma, as possibilidades das tecnologias digitais são inúmeras e os limites inimagináveis, cabendo a cada pessoa tornartais avanços grandes aliados em seu dia a dia, seja para as empresas, customimndo procedimentos e amplia ndo sua clientela, seja para as pessoas lisias, com o grande desaño de fazer da rede mundial de computadores muito mais do que as úteis e versáteis redes sociais, transformando-a em uma ferramenta de crescimento e desenvolvimento.
  34. 34. UMO EITAL r são inúmeras : ornartais , as empresas, entela, seja : erda rede iteis e versáteis de | | 4;) ÍZ/ Nll o : a a 1:¡ : j
  35. 35. DIFERENTES FORMAS DE ENFERAGÊR Os atletas do Manchester United e do Manchester Gty, importantes dubes ingleses, estão proibidos de fazer parte de qualquer rede social na internet. O motivo alegado pelos dirigentes é que diversos perfis falsos dos jogadores foram encontrados na web recentemente. De fora dos sites de reladonamento, essesjogadores ingleses deixam de fazer parte de um universo de pelo menos 260 milhões de pessoas que frequentem ambientes virtuais de sociabilidade ao redor do mundo somente no Brasil as redes sociais alcançam 29 milhões de usuários , u r: ,-<, tr«“Í
  36. 36. DIFERENTES FORMAS DE INTETÉÀGTR As novidades e os fenômenos relacionados a essa nova forma de interação social começaram a ganhar as páginas das revistas em 2004. Naquele ano, chamava a tenção a crescente popularidade do Orkut que, muito à frente de seus concorrentes, contava com 2 milhões de usuários ao redor do planeta. Na época, programas que reuniam amigos ou pessoas com interesses comuns não eram propriamente uma novidade.
  37. 37. DIFERENTES FORMAS DE lNTERAGlR A inovação promovida pelo Orkut era possibilitar a cada usuário montar uma página com seu perñl. O padrão acabou servindo de modelo à maioria das redes sociais que surgiram posteriormente e fez do Orkut o pioneiro de uma nova geração de serviços de comunicação interpessoal. . _ l. v: Ã 1 r I v . l i É' el L M
  38. 38. DIFERENTES FORMAS DE , HNTE - Um ano e meio depois do surgimento do Orkut, os sites de relacionamentos já eram tão presentes na vida de seus usuários que promoveram uma verdadeira mudança em seu comportamento. As redes sociais virtuais haviam criado novos paradigmas. Hoje, na vida conjugal, porexernplo, há quem veja na internet uma nova maneira de ser infiel. Já na educação, as redes se tornam ferramentas de interação entre aluno, professores e pais. . ..s-
  39. 39. DIFERENTES FORMAS DE * _ . s ¡ñfq í l ' . A4 . :ul , . f As novidades, porém, não pararam por aí. As possibilidades oferecidas pelo Orkutjá não pareciam suficientes aos olhos dos americanos Tom Anderson e Chris DeWo| f. A dupla de programadores reinventou os sites de relacionamentos ao oferecer r aos usuários novos recursos, como a criação de blogs, a veiculação de canções e a divulgação de vídeos caseiros.
  40. 40. DIFERENTES FORMAS DE * _. _ ¡Tfq í . A4 . nl, O sucesso do MySpace era sem antecedentes: t em um ano, havia quadruplicado seu número " de visitantes e contava, em fevereiro de 2006, com 68 milhões de frliadosA preferência dos " brasileiros, porém, ainda era pelo Orkut. r Para esses usuários, a má notícia era o novo mecanismo que identiñcava as cinco últimas pessoas a circularem cada página.
  41. 41. ll: A' 'i d** ' "I lÍ*: ›'Á'AI 1 _, a p n _lol , FIIEIJ dali' iVrhLuru-Lxíiiasuíiumdtux-rorcicrimn: umumrrihivnrunrtgrnrnm¡Rank-Ei--vr-rnuuouanrnrnrdr-uranr, orvzuqornroilljiam Ill-*iíouíiàll-Lgiov-: Lílià-dturáhltilclnmnidnliolmsruilallílnlllIIlurdellllilo : nnrçikrrnrannprrorimrdlonnrouporlrnréto-rniilml
  42. 42. x * DIFERENTES F INTERAGIR O . Criado 'em 2002, mas desperto de prol gada hibemação só em 2005, o programa deu a ' " ' _ _ . muitos a oportunidade de viver uma versão __ _. fui' ' idrlica da própria vida. Reportagem deVEJA de abril de 2007 contava a experiênciade ' Tatiana Lacerda eWctor Sa| |es, 'que criaram _; seus avatares bonequinhos que são_ a ' --= encarnação virtual dos usuários e, nos fins de semana, em casa, cada um com seu 1 computador, passavam até doze horas no Second Life: ela na pele da curvilinea Tatjana -e ele, do marombadowktor.
  43. 43. DIFERENTES FORMAS DE INTERAGIR Recentemente, a excessiva exposição a que estão sujeitos os usuários em sites como o Orkut mostrou-se nem sempre benquista. O Facebook, lançado em 2004 por Mark Zuckerberg, então aluno da Universidade , _ Harvard, deve grande parte de seu sucesso ao ñm l dessa exibição desvairada. Oferecendo mais _ ¡ _. _ _J ' e* privacidade aos usuários, o Facebook conquistou , ç _s anônimos e famosos, como o presidente americano __ _ l › ; gr Barack Obama, que usou as redes sociais como cabo ' *ü* ( e eleitoral nas eleições americanas de 2008. ' _ ' 53": . ~ na: : n** r Q ¡ É' ' b_
  44. 44. DIFERENTES FORMAS DE Display Centríc world

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