002 Criação em Propaganda

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002 Criação em Propaganda

  1. 1. CRIAÇÃO EM PROPAGANDA Atualmente, a sociedade testemunha uma série de transformações que certamente ocupará lugar de destaque na história da humanidade. O mundo passa, nessa virada de século, por mudanças equiparáveis a invenção da imprensa e pouco se sabe sobre os resultados dessa nova onda chamada globalizaáo.
  2. 2. CRIAÇÃO EM PROPAGANDA Entretanto, alguns resultados começam a aparecer e, acerca destes, é possivel verificar os impactos de certas condutas de pessoas e empresas na vida de cada um de nós. f . - t- . .ja _- g; ;yãv-g ' NI. @a
  3. 3. CRIAÇÃO EM PROPAGANDA Este trabalho tem como Objetivo elucidar, sem grandes pretensões, como funciona o processo de criação em propaganda, desde o inicio até o impacto no consumidor final, e discutir alguns aspectos relacionados a este tema que, devido a este novo cenário, movimenta cada vez mais a indústria da propaganda. rn' a il) r i¡ . .ai-V lr ~ [ij-i o nã: ll'
  4. 4. CRIAÇÃO EM PROPAGANDA O MARKEflNG E A PROPAGANDA Dificilmente se aborda o tema propaganda sem relacioná-la com o marketing. Logo, é importante estabelecer um vínculo, quase sempre existente, entre um e outro.
  5. 5. CRIAÇÃO EM PROPAGANDA A VISÃO DO MARKETING SOBRE PROPAGANDA A propaganda é uma das ferramentas mais comuns que as empresas usam para dirigir comunicações persuasivas aos compradores e públicos-alvo. -. "- ' m' ' › Os anunciantes não são apenas empresas comerciais* _- a"" à ' ' ” mas museus, profissionais liberais e órgãos *3 ~ _ , governamentais que divulgam ' I . r n _g ›. _E suas causas a vanos publicos-alvos.
  6. 6. CRIAÇÃO EM PROPAGANDA A VISÃO DO MARKETING SOBRE PROPAGANDA Anúncios são formas eficazes em termos de custo-benefício para disseminar mensagens, seja para desenvolver preferência de marca pela Coca-Cola, seja para educar os cidadãos a evitar o consumo de droga. -. "- '
  7. 7. CRIAÇÃO EM PROPAGANDA A VISÃO DO MARKETING SOBRE PROPAGANDA As organizações tratam a propaganda de diferentes maneiras. Nas pequenas empresas, ela é atribuição de alguém de vendas ou do departamento de marketing, que trabalha com uma agência de propaganda. Uma grande empresa possui departamento de propaganda próprio, cujo gerente está subordinado ao diretor Ou vice-presidente de marketing. r ü , . o _ _V ri jI, rII, I~__r. llillIl. 77 I A (Ur. :: FIIÍÍ * v_! _:: ("~' A r- t* lÍ n' r' à V ÍpUIIIYIXMV
  8. 8. CRIAÇÃO EM PROPAGANDA A VISÃO DO MARKETING SOBRE PROPAGANDA A tarefa do departamento de propaganda é preparar seu orçamento, ajudar a desenvolver a estratégia de propaganda, aprovar os anúncios e as campanhas das agências, além de cuidar da propaganda de mala direta, dos displays encaminhados a revendedores e outras formas de _- g' propaganda que normalmente não são desenvolvidas pela agência. a - 7 7' A maioria das empresas usa uma agência de _ v . _ _ V III! 'A /1 propaganda externa para ajudá-Ias a criar I_I _i lr II L' I ¡ _ Íi_ r campanhas de propaganda e a selecionar j! j , I r I / i e comprar mídia. I' _vg É_ f_ à 7 'QHIÍR i; ~I~ii r. ) w
  9. 9. CRIAÇÃO EM PRO PAXGAÂ'. DA AFINAL, O QUE É A PROPAGANDA? A propaganda esteve sempre esteve ligada à atividade política, ainda que, até A recentemente, não constituísse um meio Organizado de ação. Na história antiga, medieval e moderna, antes da Segunda metade do séc XIX, a propaganda se dirigia A . a setores especificos da formação social, embora programasse conteúdo com "'”í$›y» universalidade dos temas. Não se dispunha de meios técnicos de ampla divulgação, f) e a propaganda não se exercia como prática sistematizada e constante. g3., ^"4 A
  10. 10. CRIAÇÃO EM PROPAGAN DÊ AFINAL, O QUE É A PROPAGANDA? Traçando-se um breve desenho de sua . ' . , f i. evolução histórica temos que a propaganda, ' na Grécia, era exercida nas grandes festas religiosas e esportivas, empreendimentos "J, r ¡ estatais e populares como as panatenéias ' e as olimpíadas, bem como no ensejo das representações das tragédias. Na democracia grega, a propaganda _. ' _ política caracterizou-se por - apoiar-se no orador e na retórica. 1 t - l «a
  11. 11. _'41 f, , , Lg c_ v @Inri _FI Saara JAÇYAIPIP/ AÍ" : Élàl Ji( th. . 1.1.5125 ; III . ii ai? ? (Q- LOIHIIHÍÍÀQIÍÊ-ÍohãnliíiülllhssíaltilllltomiliVíãlille' “sairia 910)! ,QIQIIIRKOL*and! )li-ííii! lliálllriraiiofilav 'Âiílrinrc-L-, Éii-: Iiliialáior ' . , _Ç ¡I-. nré--íiax-rçrr-. rnrn: iorque : r n91(áidigçuínlplámlnñlíhllà; .iai ; -iiarr-, Isnrra-rmipnri¡ r"oíicn. 'or= _r'›z(onlnr_orâitm romrzlnm Plllrlriianlslal Itílohoílzi . '-. ' largilliílñs¡ : iolilckiortl¡rlolulàlliigluflê ¡Ior-nmrnqríxilnrigaro¡Iarirrorsft-= :Invr-Iitohad¡nnaiialiiokwdiuguoi 7 ; ngIIIÍoIltcIT-Ilzr-íiçuoílcr-IIEnI-i-? Iíàiáiiaw-J. àrcmliiioxvoílafâçnzltq:
  12. 12. m' ' . ' A I . J' I r_ . A A un _, «r TN¡ w ' à r 1*' . L mama; ru: f 33H( WWCTWÚIÍx/ 'Í' 1mm . uuuqnnto-druiramnlqlu : rlphliãvíuilllrllll: 3!: ?mam : ialltgJt-Lt¡ Numa, =›: :«1-rJkL-or= u:(= 'aío¡¡¡un»zuguqgzegciunnuinkvxà Isumnlíxvnskl-íl: ir: yyrojpngcnukncfhxqnnníírac. g[IX: gÊp.1:: IIÍ1rVn. .ah lu ; m, HM1435111- dhunaLal' lÍludloníãlllKuKVll, 0-9 or: : -: .u| u:1~e_n, au= ;g: .: : *ugzlníính ; IaIll. .Inlolwilzuglrejgmgçlnlifz¡ um . uma, _mL axamL-: z . *vom ¡urL-. IÍLV.
  13. 13. R¡ CRIAÇAO EM PRO PA. AN DA AFINAL, O QUE É A PROPAGANDA? A partir da Revolução Francesa (1789), há como que um corte na história da propaganda. A energia de fatores sociais novos e de novas técnicas constituiu o solo desse corte. Até o século XIX, a propaganda quase sempre encontra no meio social que procura atingir uma rece@o fria. Ésempre externa e se exerce sobre sujeitos passivos. Com a Revoluão Francesa, a propaganda não é mais extema ao processo revolucionário, ela é por ele exigida e se faz a partir da demanda popular. _____. -
  14. 14. CRIAÇÃD EIVI PROPA_ AN DA AFINAL, O QUE É A PROPAGANDA? Em 1789 está presente um elemento doutrinário que exige da propaganda globalidade e profundidade. As idéias de soberania e nacionalidade dão nova feição à propaganda. A partir da Revolução Francesa, a propaganda passa a ser uma atividade contínua do poder para com o povo, quando são criados organismos diretamente encarregados da propaganda. A assembléia nacional vota verba para a propaganda, e instituem-se comissários e representantes da propaganda. A propaganda da revoluéo é organizada e persistente, racional e associada à ação. _____. -
  15. 15. CRIAÇÃD EIVI PROPA. AN DA AFINAL, O QUE É A PROPAGANDA? É uma propaganda de massa, que produz novos mitos-soberania popular; o homem, o direito, a pátria, a liberdade, a igualdade e a fratemidade. Por usa vez, Napoleão introduz, com toda a sua força, o componente carismático na prática da propaganda, que já não está concentrada nas idéias, doutrinas ou instituições, mas num homem, visando a unir o chefe à massa. _____. .-
  16. 16. :winrar -I u: í arunvuemnrcrev : mu: :sua: ílâltél, ..llli1lclhlln›eianlnclrlllíllÉàxítl-lhll*= "í5IllIIIQ= I›'i!1!l= ¡UlIIihlIllàlllitlnnn9m]grêlaôlnliknlltldlaunl Llurrñiioli"Ílllldhllllãlikliphlhr 0-emnliizrsllnlrà: lionil: :plmpnlsclalqhl: :mdb-Inn' íornu-: ravrailureãto-oil: ;E11 ¡Etmrprunnmgr-. Ihngim-rmrqzudtunmmgrmgnrearnrdlcnprciliir-: :r . ur-i: hmIí-xânaugrorr-*anrzr iqrnroikranrqnrkL-ñonksxílnqer Cí. r ; IMI UK». “Ífxrgéyaín-'I
  17. 17. CRIAÇÃO EM PROPAGANDA AFINAL, O QUE É A PROPAGANDA? Com Hitler, a propaganda passa a ter sem pre objetivos imediatos. Suas formas visam a envolver as massas e situa-las onde se espera que estejam. A convicção e os apelos são temas e formas irracionalistas, critério que, se por um lado significou a deterioração moral da propaganda política, significou por outro a exacerbação no uso dos meios através dos quais a propaganda se efetiva.
  18. 18. 1,312.- . CRIAÇÃO EM 'A PROPAGANDA AFINAL, O QUE ÉA PROPAGANDA? Tanto Hitler quanto Mussolini conheciam o ' poder da propaganda e a instabilidade da - opinião pública. Toda manifestaão hitlerista constitui um espetáculo, já medido em seus ' efeitos pelos materiais mobilizados: rufar de r. tambores, luzes, estandartes, gestos, etc.

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