007 Redação Publicitária

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Novo conteúdo da disciplina de Redação Publicitária em Mídias Gráficas do curso de Publicidade e Propaganda da Estácio de Campo Grande.

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007 Redação Publicitária

  1. 1. ~ . . - - , _- su** ' 4 . ,, -. . , _ r __ - a. .. _n_ _ a. _ . . . . . ..ot hj. -. 7 . - ___ í __ _ _ ú . u. ; g o' * " '“ ~' > An_ -K . ..- rh- . .. x » _ _. - 4-_, _ , »A __ __ -. .r - e - - . _ _ 'ç _ ~ - › * < . n -o- at. Íí-í-a __ ;7:_ _ _ _ 7 7_ r I_ Í: _ . ..í * . . _ _ «~- , . : ,*_'”“ T'; ._: ____. > “.44 5* “Ah -A . q arma. . . er. N. ¡_-~I^ 's ; qan4._: ~4__. ^'__¡, «_ _Lj cóiaisfeirçixõ* A língua culta e a coloquial compõem o mesmo sistema, mas com características particulares. Conhecer isso é extremamente importante no momento da adequação linguística. _ 72:. .. 4* su¡ K¡ p
  2. 2. @›a~' “n-*¡'uv ' a -ss r'¡"-v , ¡'r~- r ' p" a N J A linguagem e a capacidade que o homem possui de interagir com o seu semelhante, utilizando-se da palavra, oral ou escrita (linguagem verbal), de gestos, expressões fisionômicas, imagens, notas musicais (linguagem não verbal) etc. O uso da linguagem sempre objetivará a produção de sentido, ou seja, entendimento entre os interlocutores (parceiros no processo comunicativo). Para isso, o processo de adequação linguistica é fundamental. _ i 'rf/ k g '33 ~ 1;. . I É É, à Í, - 1'* W» 5°* f' “f r o-Í i Í A' - . free-L. ; , - J v ' - ^ - › z _ # , Y____¡_. ~. r"%_= x-F' - '“
  3. 3. CUFF RIC. BllLlJPlAV à miiEv iiiii LJ &e- CRAIBDAVI *c CYNDILAUP &u; DANIEL seu¡ lGFIEI d: : DANN iiiiiosuiz 'J nim KNESS 55 CHRI 'llllAAG LERA DEM ILUV ATI] : TI CONSTRUÇÃO TEXT UAL A linguagem não pode ser utilizada sempre da mesma forma, já que o contexto, m"" m" . oHLEE bi. . BHÍTÍ SFH-l $ASHI"'TlsD BRUI HUBA ATO¡ m- BRY¡ UÃMS tum_ b_ BRYl EHRY w Lan( BUS TED I-Yl lAMll CE| .|| .. JIUN &WHUHEQ "ÀRLUW ' "Humor" ABB¡ 2515 AERI ALAi ! ill ALE) ALE) IÀLICIA Auc. ALL AC DL BASE EEEF A-Hl llTH cima MURI CENT BAN( GAS mam KEY ! ZEE BACh. .JA CU SAINTS os interlocutores e o objetivo da mensagem são alguns dos fatores que influenciam em sua variação. No entanto, ela não deve ser classificada como certa ou errada, mas como adequada ou inadequada.
  4. 4. CONSTRUÇÃO TEXTUAL No processo de adequação da linguagem, além dos fatoresjá mencionados, diferenciar e caracterizar a lingua culta e coloquial é imprescindível, pois a confusão entre elas causa prejuízos tanto para a produão textual quanto para a comunicaáo de forma geral. Acompanhe as características da língua coloquial e culta:
  5. 5. CONSTRUÇÃO TEXTUAL Língua coloquial: Varia nte espontânea; Utilizada em relações informais; Sem preocupações com as regras rígidas da gramática normativa; Presença de coloquiallsmos (expressões próprias da fala), tais como: pega leve, se toca, tá rolando etc ~ »x Uso de gírias; ' Uso de formas reduzidas ou contraídas , ¡. l (pra, cê, peraí, etc. ) Uso de "a gente" no lugar de nós; Uso frequente de palavras para articular ideias (tipo assim, ai, então, etc. ); s,
  6. 6. CONSTRUÇÃO TEXTUAL Lingua culta: Usada em situações formais e em documentos Oficiais; Maior preocupação com a pronúncia das palavras; Uso da norma culta; / . Ausência do uso de gírias; l ' Variante prestigiada. l I . 1 A língua coloquial, por ser descontraída, /r/ f r f n relaciona-se à fala (língua Oral), enquanto a culta, à escrita. l , i
  7. 7. I“Í _, ^ V¡ 1; "Í , Â Í tl! lllãllt-n! Magma: ln-GAVHQÊIUÉEHI? ollllblibi nnninicnlgdlc. ollmáb. , qiuiwiupiruozainipizunnnn: :consumia-dm: iii-QUI: -llllluonglllüimãi -azininitoi. _pioi QZGHILOHU, ,0líIlilIlñwÍll§ll! ”¡l= l-'› I'll¡¡IñwihliñllrãllñlüSNRJÍÁXÊÍQÀIEHOFI oi-. iizni ¡IFÍLKJUZUIIÍÍÍO-onzízll' (azqtahnuirpiiaiaini-ílu.
  8. 8. I“Í , ^ V¡ 1; "Í , Â líloiakrihuoliinmlllanõlík. =' Ãlâlâllllsfvnuihiplotâldk uamudlculitunilnin-: incuazinii . pI-Ihxta-: Inieioiniini ! (0)III¡tal! llfíllltfi: nInhàíiplíãñmâlñlltliiimllhb olrrnllol nmlk¡m¡Tuic-: uannplllílllúibliia íuinLs-êTo-, oioiãílm
  9. 9. nl i r . n Í . O. É, ... .Im ; A . n a mr. .az . ñ wn . A . ..m . .um . a [um I . ..m L Inn¡ 'na um . mm Drazctonglllblflklikíílo)
  10. 10. FUNÇÃO METALINGUÍSTICA Esta função refere-se à metalinguagem, ~, “ , que Ocorre quando o emissor explica um l i" código usando O próprio código. É a poesia que fala da poesia, da sua função e do poeta, Um texto que comenta outro texto. As gramaticas e Os dicionários são exemplos de metalinguagem.
  11. 11. c: icL; Li. i~ci« _; ;clI: *a~e « , lYl_ÍÊÍÍ3«; i_, lifl IÍ: *di* 'l: :mainIniallêuiàiraainm iii-IF? '4nllâll(Haili¡(01!lllãlllíliilñlmhãlílíi. j «ilãlíllllgãÍo-olrínlñ; lkfzlllllít-IIIIF lana. , É - ¡
  12. 12. É": lui( , Tx _; ,*Ã'V°'[ . .A ^, iíuuigíjcIñnatnplioivnngjllr(lille-Inu einmiuioliiti finimit? (ainm-izurailavhíoi “izinnirr cu-'s'OllllUI. lÍl^'. Lg: .'(e, 2IÍ3~Il: =L'4lÍ: D-0›2 : mil: Ãollllqlllãlllicjll' . e alqñlk.
  13. 13. FUNÇÃO FÁTICA A comunicação oral é um dos meios mais eficientes de interação social. Desde a primeira infância, mesmo que ainda em processo de aquisição da linguagem, somos impelidos a elaborar estratégias verbais para chamar a atenção de nossos interlocutores. Somos seres sociais, e a fala, embora não seja o único elemento possível, é um dos mais importantes elementos da comunicação. / z
  14. 14. FUiVlÇI-¡AO FÁIITFCLA_ Ao elaborarmos uma mensagem, inserimos nela nossas intenções, enfatizando assim um dos fatores essenciais à comunicação. Para nos ajudar nessa tarefa, existem seis funções da linguagem, e cada uma delas está centrada em um dos elementos da comunicação. Observe o modelo de comunicação proposto pelo Iinguista russo ? Oman Jackobson: *F
  15. 15. contexto função referencial mensagem remetente função poética destinatário função emotiva < --------------------------------- --› função conativa contato função fática código função metalínguística
  16. 16. FUNÇÃO FÁTICA Todas as funções desempenham um papel especifico na comunicação. A função fática da linguagem é responsável por conferir o funcionamento adequado do canal de comunicaào. Em alguns casos, a principal preocupação do emissor é manter oontato com o destinatário e, para isso, testa o canal Oom II ll frases do tipo: "entende , você está aí", "veja bem", "olha", etc. Se você se lembrou das conversas ao telefone e até mesmo das conversas em ambientes virtuais, saiba que acertou, pois esse tipo de interação verbal é um dos melhores exemplos da ocorrência da função fática:
  17. 17. A função fatica (esta o funcionamento ao lÍnVtÕÍC. A: (cn-reinar, ao telefone ; às ctimcsc--emplcs : essa íuncàc da linguagem
  18. 18. FUNÇÃO FÁTICA Além da preocupação em verificar a eficiência da comunicação, a função fática também cria uma especie de vínculo solidário entre os falantes. lsso acontece quando você estabelece um diálogo com alguém para deixar o ambiente mais agradável, ainda que você não conheça seu interlocutor. Ao utilizar a função fática, você está mantendo contato com um interlocutor em potencial, além de estar participando dos costumes verbais que integram as pessoas:
  19. 19. Somos seres sociais, por isso elaboramos estrategias comunicativas para participar dos costumes verbais que integiam as pessoas
  20. 20. | will Survive Fuisiçíxoi FõricA Nenhum ato de fala - até mesmo aqueles aparentemente banais - está desprovido de intenão e funcionalidade. Até mesmo as famosas i i "conversas de elevador" servem para ilustrar a importância da comunicação, ainda que ela esteja recheada de recursos fáticos que denotem carência de informado e até mesmo certa carência vocabular.
  21. 21. | will Survive Fuisiçíxoi Fárric/ i_ Mesmo as mensagens destituídas de carga semântica podem ter uma fundo, provando assim que todo ato comunioacional tem i l sua relevância!

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