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EDITORIAL“Queria parabenizar pela nova edição de A Pátria paraCristo. Ficou muito massa a edição e obrigado pelo lin-do Ca...
4Adquirido, templo agora passa por reformasParceriaevita que templovolte a ser barGENTE QUE FAZ MISSÕES
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6Tivemos uma experiência incríveltambém nesse tempo. Uma adoles-cente que iria ganhar do seu pai umafesta para comemorar s...
TESTEMUNHO7aí acabou a minha vida. Iniciou operíodo de destruição, pois fiqueidependente. Trabalhava e não viaa hora de sa...
cal e que me enviaria para o Rio deJaneiro. Graças a Deus, hoje estouaqui. Minha família está uma bên-ção, pois minha mãe ...
1-Pelo Congresso Nacional, paraque aprove leis justas. Pelos deputa-dos evangélicos, e outros servidoresdo legislativo, pa...
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Radicais comissionados paraCristolândia ESMomento de oração pela primeira turmaEm clima de muita alegria e com a presença ...
Impacto Evangelístico em PedralvaPalavra de Deus foi compartilhada nas ruasGraças à visita de um grupo da Primeira Igreja ...
ESPECIAL23As trêsOndas daEvangelizaçãoIndígenaNo dia 19 de abril comemoramoso Dia do Índio. Conforme relatode Henrique Dia...
24A primeira onda missionária échamada de “Onda Estrangeira”.Artigo do pastor Rinaldo de Mattosdestaca as duas tentativas ...
Grupo do mestradoem missiologia26HISTÓRIA DE MISSÕESObreiros sempreaprovadosVisando manter padrão de qualidade,missionário...
27ção de Igreja, bem como em treina-mento e seminários. A partir dessaturma, a JMN terá seu arcabouço delíderes formadores...
no caminho em que devem andar,com a aceitação de Deus em todosos momentos. O pastor David Go-mes, executivo de Missões Nac...
Irmã Cleusa Piragine foiresponsável pela montagemde nossa Sala de Oração, quefuncionou por mais de 100horas ininterruptas,...
O que achou da experiência dasala de oração funcionando por100 horas ininterruptas?Foi um privilégio. Criar um espa-ço par...
A GRANDE COMISSÃOCRISTOLÂNDIAUM NOVOALVORECERManoel de Jesus ThePastorO bairro onde surgiu a Missão já foium dos mais acla...
De 1960 a 1970 o mundo expe-rimentou a mudança da Moderni-dade para a Pós-modernidade. Osmovimentos que apregoavam a li-be...
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  1. 1. Seja luz no amor ao próximo;Seja luz no testemunho pessoal;Seja luz na vida de oração;Seja luz nos relacionamentos pessoais;Seja luz no namoro;Seja luz no casamento;Seja luz na família;Seja luz com seus amigos;Seja luz no trabalho;Seja luz nos negócios;Seja luz no exercício da profissão;Seja luz nos contratos;Seja luz no falar;Seja luz na ética;Seja luz no seu ministério;Seja luz no trânsito;Seja luz no colégio;Seja luz na faculdade;Seja luz no cumprimento dos deveres de cidadão;Seja luz nas negociações;Seja luz no testemunho do evangelho;Seja luz na vida de oração;Seja luz em missões;Seja luz para o Brasil;Seja luz nesta geração;Seja luz nos próximos 100 dias que impactarão o Brasil;Seja luz...Pr. Fernando BrandãoDiretor ExecutivoPALAVRA DO DIRETOR1SEJA LUZ
  2. 2. Uma publicação da Juntade Missões Nacionais daConvenção Batista BrasileiraAno LXVII nº 256Tiragem: 30.000Abril/2012Direção ExecutivaPr. Fernando BrandãoGerência Executiva deSoluções EstratégicasPr. Jeremias NunesRedaçãoJornalista ResponsávelMarize Gomes Garcia – DRT25.994/RJAna Luiza MenezesTiago Pinheiro MonteiroRevisãoAdalberto Alves de SousaArteOliverartelucasNossa Missão:Conquistar a Pátria para Cristo.Nossa Visão:Ser uma agência missionáriadinâmica e criativa, comexcelência na gestãomissionária, voltada paraservir às igrejas da CBB nocumprimento da sua missão.Endereço da Sede:Rua Gonzaga Bastos, 300Vila Isabel - 20541-015Rio de Janeiro – RJTelefax: (21) 2107-1818Cartas e e-mails............................................................. 3Gente que faz MissõesParceria evita que templo volte a ser bar .................................. 4TestemunhoRecuperado por Cristo para dar frutos...................................... 7Sempre OrandoAgenda de oração de Abril de 2012 ...................................... 10Clubinho Missionário100 dias que impactarão o Brasil ............................................ 12Mobilização100 dias para mobilizar sua igreja ........................................... 14Matéria de CapaA luz que traz unidade............................................................. 15Panorama MissionárioNotícias do campo.................................................................. 20EspecialAs três Ondas da Evangelização Indígena ............................... 23História de MissõesObreiros sempre aprovados ................................................... 26EntrevistaCada igreja um farol de oração ............................................... 29A Grande ComissãoCristolândia um novo alvorecer ............................................... 312ÍNDICE
  3. 3. EDITORIAL“Queria parabenizar pela nova edição de A Pátria paraCristo. Ficou muito massa a edição e obrigado pelo lin-do Calendário. Cada produção que vocês fazem sem-pre se superam.”Italo Kael SouzaPor e-mail“Meus parabéns à Junta de Missões Nacionais. Deusabençoe a cada um que olha para esse projeto comolhar missionário.”Francisco, sobre um dos vídeos daCampanha Seja Luz – no Youtube“É isso aí! Vamos entrar juntos nessa batalha, interce-dendo pelo nosso Brasil.”Liliane Silva Vitorino, sobre os irmãos jámobilizados para a MEGATRANS – no Facebook“A Cristolândia não me tirou da cracolândia, mas podeter impedido que eu entrasse!Não vim do crack, mas sabe lá o que poderia ter meacontecido, no momento que eu estava afastado detudo e de todos, rua, desempregado, sem família, to-talmente depressivo e desorientado. Foi quando Deuscolocou na minha vida a Cristolândia e restituiu mulher,filhos, irmãos, família, dignidade, trabalho e hoje poronde passo falo o que Jesus fez e faz na minha vida.Sou membro da IB S. Bernardo (Campinas) e agrade-ço a Deus por ter colocado os batistas na minha vida eagradeço aos que colaboram tanto com Missões Nacio-nais e Mundiais. Peço que não deixe de colaborar comas Juntas, tem muita gente pedindo socorro como euum dia pedi e graças ao bom Deus e às Missões hoje es-tou livre do álcool, do cigarro, da depressão que pode-ria ter me levado para outro caminho, tipo cracolândia.Obrigado e Deus abençoe.Edu DiasPor E-mail“Gosto muito desse projeto e oro sempre por ele.”Italo Cael Souza Ramos, sobre o aniversário de 46 anos do LarBatista David Gomes – no Facebook“Glória a Deus! Que venham cada vez mais Cristolândias.”Leila Teixeira, sobre comissionamento de radicais para aCristolândia Vila Rubim, em Vitória (ES) – no FacebookNeste espaço, publicamos opiniões, sugestões ecomentários deixados em nossas redes sociais ourecebidos por cartas ou e-mails.Participe você também, enviando sua colaboração.CARTAS E E-MAILSESTÁ CHEGANDO A HORANo próximo dia 22 cada igreja fará,no culto noturno, o lançamentodesta grande campanha de oração eevangelização denominada 100 Diasque Impactarão o Brasil. Uma campa-nha que deseja ver nosso país trans-formado pelo poder, graça e miseri-córdia de Deus. Na matéria de capa(página 15) você ainda terá informa-ções sobre os 100 dias e também conhecerá a expectativade líderes e de membros de diferentes idades de nossasigrejas. Se você ainda não está envolvido, ainda há tempo,mas não deixe a oportunidade de refletir a luz de Cristoonde vive e de se prostrar na presença do Pai para interce-der por nossa nação.Também nesta edição você pode conferir a entrevistacom a irmã Cleusa Piragine, responsável por nossa Sala deOração que funcionou durante mais de 100 horas ininter-ruptas durante a 92ª Assembleia da CBB, em Foz do Igua-çu, que conclama cada igreja para ser um farol de oração.Em Gente que Faz Missões (página 04), acompanhe aatuação do Espírito Santo de Deus no campo missionário,diante da ameaça de ter seu local de culto voltando a fun-cionar como um bar ou até mesmo como prostíbulo, e en-tre os membros de uma igreja que abraçaram o desafio deimpedir que isto acontecesse. No Amapá, poucos recursos,muita fé e oração, em Vitória o desprendimento e amor pe-las almas de pessoas que abriram mão de bens para aben-çoar o reino de Deus. Esta pode ser uma pequena mostrado que Deus pode fazer quando seu povo se reúne e co-loca diante d’Ele aquilo que é impossível a homens fazer.Em homenagem aos indígenas, pastor Valdir Soares, ge-rente nacional para evangelização dos povos indígenas daJMN, faz um retrospecto sobre esta etnia, que desde o des-cobrimento já teve sua população reduzida em 92% (consi-derando os aldeados), sobre os esforços missionários, seusdesafios e conquistas das três ondas missionárias.Você, nosso leitor, é também um promotor, por isso oconvocamos para que nos auxilie nesta tarefa de envolversua igreja e todos os seus membros com os 100 Dias queImpactarão o Brasil e com a MEGATRANS de julho. Há mui-tas dicas das quais você pode lançar mão.Caso tenha dúvidas ou ideias para compartilhar, façacontato conosco por meio dos canais ao lado. Queremosestreitar nosso relacionamento com nossos leitores, poisesta comunicação é fundamental para que possamos me-lhorar a cada dia esta revista, que é dedicada aos irmãos.Comente as matérias, apresente sugestões de pauta... esta-mos aqui para servi-los.Até a próxima!Marize Gomes GarciaGerente de Jornalismo Institucional da JMN
  4. 4. 4Adquirido, templo agora passa por reformasParceriaevita que templovolte a ser barGENTE QUE FAZ MISSÕES
  5. 5. 5Como noticiamos na edição ante-rior, o templo da Missão BatistaBeira-Rio, em Laranjal do Jari, quepassou a funcionar em um antigo bar(após a conversão de seu proprietá-rio), no fim de 2011 se viu ameaçadaa voltar a ser um bar ou, até mesmo,um prostíbulo. Mas os missionáriosAlexandre e Carla Andréa Fernan-des, responsáveis pelo trabalho na-quela cidade enfrentaram o desafiopela fé e foram socorridos por meiode parceiros do projeto.“A liderança, com o apoio da igre-ja, decidiu, pela fé, aceitar o desafiode comprar o imóvel, cujo valor erade R$ 35.000,00. Detalhe: não tínha-mos nenhum centavo, mas tínhamosa fé. No mês de dezembro começa-mos a orar, crendo que Deus tinhaalgum propósito para ser executadonessa situação. As irmãs começarama se mobilizar com cantinas, algumasfamílias estipularam alvos pessoais erecrutamos nossos parceiros parajuntarem-se a nós nesse clamor”,compartilhou pastor Alexandre.Foi nesse momento que a Primei-ra Igreja Batista de Jardim Cambu-ri, de Vitória (ES), entrou em ação.O casal Aederson e Daniela Barros,parceiros do projeto em Laranjal doJari, em 2010 dedicou parte de suasférias para conhecer de perto a reali-dade de seus missionários. Ao voltarda viagem, compartilhou com a Igre-ja sua experiência e a partir daquelemomento a igreja passou a mantercontato com o projeto. Ao ser acio-nado para interceder, Aederson reu-niu-se com os pastores de sua igrejae ouviu deles: “Não vamos deixaresse lugar voltar a ser um bar ou umprostíbulo”. Assim levaram à igreja“um desafio de amor pelo povo deLaranjal do Jari, um povo que precisaconhecer Jesus e viver em novidadede vida”, afirmou Ariadna Brito, co-ordenadora de comunicação da PIBJardim Camburi, que fala mais comofoi esta experiência para a igreja.Em uma época em que as famíliascostumam ter muitos gastos comas festas de fim de ano e o início donovo ano, com pagamento de im-postos e outras obrigações, Deusmoveu o coração de seus filhos efez além do que se podia imaginar,conforme compartilha Ariadna. Lan-çamos o desafio para a igreja no dia18 de dezembro e nos movemoscomo igreja já crendo e visualizandoo montante financeiro levantado ea igreja abraçou o desafio e foi umaexperiência incrível. Naqueles diasfalamos para o nosso povo: “... va-mos gastar menos neste fim de anoem ceia de Natal, menos em presen-tes... e vamos comprar aquele imóvele não deixar a igreja de Cristo fecharnaquele lugar...”.Lemos a carta que o pastor Ale-xandre enviara para o Aedersone no fim lançamos o desafio de fépara a igreja e tivemos ainda na-quele culto um retorno muito em-polgante. Tínhamos somente trêsdomingos para levantar, no míni-mo, R$ 25.000,00 para dar a en-trada no imóvel em Laranjal doJari. Esse era o nosso alvo. Emtodos os cultos seguintes falá-vamos sobre o desafio e já agra-decíamos pelo o alvo alcançado.Para nossa alegria e festa no dia31/12 no fim do culto da “virada”foi informado que tínhamos con-seguido levantar aproximada-mente os R$ 25.000,00... foi umagrande festa, creio que nossa fes-ta se juntou à festa no céu e foium momento muito edificante.Como nosso Deus é surpreendentee em sua Palavra diz: “E agora, quea glória seja dada a Deus, o qual, pormeio do seu poder que age em nós,pode fazer muito mais do que nóspedimos ou até pensamos” (Efésios3.20), no primeiro culto de janei-ro tivemos mais R$ 10.000,00 emofertas para Laranjal do Jari, e comisso fechamos o valor total de R$35.000,00, que era o valor exato dacompra do imóvel.Toda essa experiência impac-tou e muito nosso povo, pois sem-pre estamos voltados para mis-sões e buscamos sempre priorizarisso como igreja, pois é a vontadedo nosso Deus, mas essa experi-ência em particular trouxe cresci-mento para nós. Entendemos queo Senhor deseja fazer mais, muitomais por intermédio das nossas vi-das e recursos para que o mundoconheça seu filho amado, Jesus.Para nós, ligar para o pastor Alexan-dre em Laranjal do Jari e dar essanotícia que conseguimos o valortotal foi uma alegria muito especiale creio que isso trouxe crescimen-to para todos aqui e lá também nocampo missionário. Cremos de todoo nosso coração que Deus desejafazer muito mais. Ele só “precisa” dehomens, mulheres, jovens, adoles-centes e crianças com seus coraçõesdisponíveis e cheios de fé. Isso nãoestá ligado ao tamanho da igreja econdições financeiras. Deus multi-plica o pouco para alimentar multi-dões. Lembra o que Jesus fez comcinco pães e dois peixes? Só preci-samos colocar em suas mãos, a mul-tiplicação é com Ele.essa experiência emparticular trouxe crescimentopara nós. Entendemos que oSenhor deseja fazer mais, muitomais por intermédio das nossasvidas e recursos
  6. 6. 6Tivemos uma experiência incríveltambém nesse tempo. Uma adoles-cente que iria ganhar do seu pai umafesta para comemorar seus 15 anos,chegou para o pai depois de ouvir odesafio de comprarmos o imóvel emLaranjal e disse que todo o dinheiroque ele iria gastar em sua festa de 15anos era para ser ofertado na obramissionária. Nesse mesmo períodotivemos outra solicitação de outraigreja aqui em nossa região e lança-mos junto com o desafio de Laranjaldo Jari e foi tremendo. Alcançamostambém o objetivo de ajudar essaoutra igreja. Tivemos irmãos quetrouxeram moto, teclado, guitarra,notebook, etc. para ofertar para essedesafio. Foi muito especial.Enquanto isso, o relato do pastorAlexandre nos mostra como foramaqueles dias em Laranjal do Jari. “Oano então chegou ao fim e janeirose revelou para nós como o mêsda decisão, mas não deixamos issonos abater. Lembrei-me da primeiraoferta destinada para essa compra(R$ 50,00 vindos das mãos de umirmão bem simples). Na ocasião dis-semos: ‘estão aqui os cinco pães...agora só faltam os dois peixinhospara o milagre acontecer’, e conti-nuarmos alimentando aquele povocom o pão da vida, que é Jesus. Odia 31 chegou, e havíamos alcança-do R$ 1.290,00. Realizamos um cultode fim de ano como se tivéssemosultrapassado o alvo. Nossa alegriaera por termos acertado o alvo, oalvo maior da igreja: vidas rendidasaos pés do Senhor. Oito vidas foramlevadas ao batismo e uma delas erafruto do trabalho do antigo bar, ago-ra igreja. Nossos olhos não puderamconter a emoção de vermos vidasque valem mais que toda a riquezado mundo, declarando em públicopertencerem tão somente a Jesus.“O primeiro dia do ano iniciou comuma reunião com a diretoria da igre-ja onde eu explicava para os irmãosque não poderíamos, em hipótesealguma, assumir prestações paracompra do imóvel, pois isso gerariadificuldades financeiras para a igreja.Entendemos que se fosse propósitode Deus, nós conseguiríamos levan-tar o recurso para pagamento à vista.Então oramos e fomos para casa deum de nossos irmãos da igreja, paraum pequeno almoço de confraterni-zação. Num dado momento chegouuma mensagem em meu celular.Quando abri encontrei a seguintemensagem: “Meu irmão! Consegui-mos superar nosso alvo de ofertapara Laranjal do Jari. Glória a Deus!Deus é bom e Fiel! Faremos a trans-ferência de no mínimo R$22.000,00para a compra do imóvel! Aleluia!. Pr.Igreja que enviouoferta à Laranjal do JariAndrielly”. Quando li, meu coraçãodisparou de alegria, e então reuni-mos todos e fizemos o comunicadonaquele mesmo instante, e todoscomeçaram a glorificar o nome doSenhor. Um lindo coro de vozes ca-lejadas e embargadas pela emoçãocantavam: ‘Te Agradeço, meu Se-nhor... Te agradeço, meu Senhor...’. Océu desceu até nós e vimos a glóriado Senhor. Os dois peixes chegarame o Senhor estava entre nós, enten-demos que o milagre iria acontecer.No dia 2 de janeiro o telefone tocanovamente e o pastor Andrielly dizda sua alegria em ver a igreja sendoinstrumento de bênção para Laranjaldo Jari. Ele então me contou comofoi que a igreja se mobilizou e abra-çou o desafio. Só achei um poucoestranho quando ele me disse: ‘Deusfez um milagre...’ e repetiu: ‘Deusfez um milagre...’ e completou: ‘Nodia 31, nosso alvo era R$ 20.000,00para Laranjal e R$ 10.000,00 parao telhado de outra congregação, eDeus nos deu R$ 35.000,00; só queno culto do dia 1, os irmãos, impac-tados com o que havia aconteci-do no sábado, levantaram mais R$10.000,00 para Laranjal do Jari. Fi-cando R$ 10.000,00 para congrega-ção e R$ 35.000,00 para o temploem Laranjal do Jari. Glorificado sejao nome do Senhor!’”
  7. 7. TESTEMUNHO7aí acabou a minha vida. Iniciou operíodo de destruição, pois fiqueidependente. Trabalhava e não viaa hora de sair do serviço para po-der ir até a “boca”. Quando eu re-cebia o meu salário, gastava tudoem uma noite ou em um fim de se-mana. Não tinha mais controle.Eu me afastei da minha famíliae muitas vezes tinha vergonha depedir ajuda. Não cheguei a morarnas ruas, continuei na casa da mi-nha mãe, mas era rebelde. Eu batiaa porta da cara dela e muitas vezesa xingava. Depois que meu pai fi-cou sabendo que eu estava usandodrogas, ele voltou de Pernambucoe tentou me tirar dessa vida, maseu o ameacei de morte e, no diaseguinte, ele foi embora de novo enunca mais o vi. Perdi meu empregopor causa das drogas e me jogueino tráfico para sustentar o vício. Euvendia drogas e era o famoso “va-por”: ficava vendendo e correndoda polícia o dia todo dentro da fave-la. Arriscando minha vida, arriscan-do ser preso. Quando eu chegavaem casa tinha sempre briga, entãoeu evitava ficar lá. Mas um dia, emcasa, tive uma overdose após terconsumido drogas por vários dias.Eu pedi ajuda, mas não tinha nin-guém para me ajudar, então passouuma retrospectiva na minha cabeça,Após ter passadoseis anos comodependentequímico, ele teveum encontro comDeus e, desde então,tem experimentadoos milagres datransformação emsua vida. Saiba dosdetalhes da trajetóriade um dos radicais daCristolândia Centraldo Brasil – RJRecuperado por CristoQuando eu estava com 14 anosde idade, meus pais se sepa-raram. Depois que meu pai saiu decasa, parece que tirou um pedaçode mim. Quando eu era pequeno,fui algumas vezes à igreja que fi-cava ao lado da casa de minhatia, mas nunca tinha conhecido deverdade a Palavra de Deus. Come-cei a ter curiosidade de conheceras coisas do mundo, quis ter liber-dade e comecei a trabalhar desdecedo. Eu tinha posto na cabeçaque acabou o tempo de minha mãecuidar de mim e queria me virarsozinho para ter as minhas coisas,porque tinha visto muitos amigostrabalhando, comprando roupasbonitas, tênis e saindo. Eu acabeiindo pelo mesmo rumo e comeceia usar drogas por curiosidade etambém pelas afrontas, já que euera chamado de “playboyzinho”da favela porque não me envol-via com nada, apenas estudava etrabalhava. Tudo isso foi deixandouma pressão em cima de mim eacabei me envolvendo com maco-nha, depois com a bebida. Passeia ser influenciado por tudo aquiloe depois que a maconha não faziamais efeito, comecei a praticar fur-tos, ir para baladas, bailes funk eboates, onde conheci o ecstasy eo lança-perfume. Após uma saídacom amigos, conheci a cocaína epara dar frutosCom um aplicativo QRcode previamenteinstalado no seu celular, aponte a câmera doaparelho para o código. Para baixar o leitorde QRcode, acesse http://www.i-nigma.com
  8. 8. cal e que me enviaria para o Rio deJaneiro. Graças a Deus, hoje estouaqui. Minha família está uma bên-ção, pois minha mãe está indo àigreja e minha irmã aceitou a Jesus.Minha vontade agora é ir pedir per-dão ao meu pai e mostrar quem eusou hoje, o que Jesus Cristo fez emminha vida.Hoje, eu tenho amor no coração.Eu abraço, dou banho, alimentos,roupas e tudo o que puder paraajudar alguém. Como Onésimo, queantes era um escravo, mas se fezútil para a obra de Deus, assim foicomigo. Minha vida agora é muitodiferente. Não falta nada para mim,tirei minha carteira de motorista eestou estudando de novo para ter-minar meus estudos. O que eu peçoa Deus é que onde eu estiver queroser luz, pregar a Palavra e nunca es-quecer esse amor de Jesus. Querosempre colocá-lo em primeiro lugarem tudo o que faço. Jesus Cristo meescolheu e não vou recuar porqueEle me levantou quando eu estavajogado, triste, angustiado, sofren-do. Ele me levantou e também estegrande exército, que é a Cristolân-dia, que está crescendo no Brasiltodo. Quero seguir minha vida sem-pre com Jesus.Gilvan da Cunha Silva – 21 anosFoto oficial dequando entrou noprograma de Radicais8Gilvan em ação naCristolândia RJum filme da minha vida. Pensei quefosse morrer e, em pensamento,falei com Deus e pedi uma chance.Então, levantei do sofá e olhei parao espelho, percebendo a situaçãoem que estava: magro, com 45kg,nariz sangrando. Naquele momen-to, eu decidi que ia mudar de vidae, assim que minha mãe chegou,pedi ajuda. Já tinha um tempo queela não falava comigo, mas pergun-tou o que estava acontecendo e eupedi perdão. Minha mãe preparouuma comida para mim, pois eu es-tava havia dias sem me alimentardireito. Eu falei que queria me tra-tar, então, ela ligou para o patrãodela, que é ex-usuário de drogas, eele conseguiu uma vaga para mimna casa de recuperação Valentes deDavi, em São Miguel Paulista. Lá euconheci a Palavra de Deus e come-çaram as maravilhas na minha vida.Onde abundou o pecado, supera-bundou a graça de Deus. Foi co-meçando a transformação de vida,com bênçãos e milagres na minhavida. Comecei a batalhar, orar, lera Bíblia e buscar a Deus. Me torneiobreiro da casa de recuperaçãoe tive um encontro com o pastorHumberto Machado, que tinha idodar uma palestra sobre a Cristolân-dia. Pastor Sílvio Pinheiro, fundadorda casa de recuperação, me indicoupara a Cristolândia, no Centro deSão Paulo, porque eu já estava firmena presença do Senhor, e eu falei:“Eis-me aqui”. A família do pastorHumberto e missionária Soraia meajudou muito e ali eu fui crescendo.Cheguei a perguntar a Deus o queeu estava fazendo ali e como ia metratar em meio àquela loucura toda.Mas o pastor Humberto me colocoucomo líder para cuidar das pessoasnas ruas e passávamos a madruga-da cuidando, dando sopa, e percebique aquelas pessoas precisavam demim. Foi crescendo meu amor pe-las almas, por evangelizar e, graçasa Deus, fui sendo instrumento deDeus naquele lugar, sendo bênçãopor intermédio da Palavra de Deus.Eu conheci os radicais, que tam-bém me ajudaram muito, e pergun-tei como eles conseguiram largartudo (emprego, faculdade). Eles mefalaram que tinham amor no cora-ção. Um dia, o pastor Humberto medisse que eu faria o curso de Radi-
  9. 9. 1-Pelo Congresso Nacional, paraque aprove leis justas. Pelos deputa-dos evangélicos, e outros servidoresdo legislativo, para que sirvam emsantidade e bom testemunho.2-Por verdadeira Justiça, prudênciae idoneidade de ministros, desembar-gadores, juízes, promotores e outrosservidores. Pelas Forças Armadas eAuxiliares (Polícia, Bombeiros, Etc.).3-Por turismo sadio e pelos gran-des eventos esportivos atraídos parao Brasil, especialmente pela Copa de2014. Pela Coalizão de MinistériosEsportivos e pelo projeto “JogueLimpo” na Copa 2014. Ore por umagrande colheita.4-Pelas Forças Armadas e Auxilia-res (Polícia, Bombeiros, Etc.). Pelossoldados brasileiros em missão depaz, especialmente as tropas no Hai-ti. Pelas Forças Armadas que patru-lham nossas fronteiras.5-Pelo contingente evangélico nasForças Armadas, que mantenha asantidade e seja luz. Pelo SistemaJudiciário e pelos presídios (onde hácerca de 500.000 presidiários). Pelosucesso do trabalho policial contra ocrime organizado.6-Pelos dependentes químicos –cerca de 18.000.000 dependentesdo álcool; e cracolândias presentesem todo o Brasil. Por soluções ver-dadeiras que diminuam a injustiçasocial.7-Por ética, o fim do abuso de po-der e da imoralidade tão divulgadanos meios de comunicação. Pelasleis e ações governamentais quepretendem limitar a liberdade de or-ganização e expressão da igreja e daevangelização.8-Pelo fim do descaso e da máqualidade do serviço público de saú-“Se o meu povo, que se chama pelo meunome, se humilhar, e orar, e buscar a minhaface e se converter dos seus maus cami-nhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoareios seus pecados, e sararei a sua terra.”(2 Crônicas 7.14)SEJALUZatravés daIntercessãoMissionáriaSEMPRE ORANDO - ABRILSonhamos que um dia o Brasil será transformado numa Pátria que ame, adore, obedeça, sirva eproclame o nome do Senhor Jesus Cristo. Mas não basta apenas sonhar. É preciso ter fé e agir, pois afé sem ação é morta. Seja LUZ num Brasil em trevas! Interceda durante os 100 DIAS DE ORAÇÃO paraque vejamos a manifestação da glória de Deus sobre a nossa Nação!INTERCEDENDO10“Se o meu povo, que se chama pelo meunome, se humilhar, e orar, e buscar a minhaface e se converter dos seus maus cami-nhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoareios seus pecados, e sararei a sua terra.”SEJALUZatravés daIntercessãoMissionáriaSonhamos que um dia o Brasil será transformado numa Pátria que ame, adore, obedeça, sirva eproclame o nome do Senhor Jesus Cristo. Mas não basta apenas sonhar. É preciso ter fé e agir, pois afé sem ação é morta. Seja LUZ num Brasil em trevas! Interceda durante os 100 DIAS DE ORAÇÃO paraque vejamos a manifestação da glória de Deus sobre a nossa Nação!
  10. 10. de em todo o país. Pelos enfermosque dependem do serviço públicode saúde.9-Pela melhoria na qualidade daeducação pública em todos os ní-veis. Pelos professores em todo opaís. Pelas iniciativas evangélicas naárea do ensino e pelos professoresevangélicos. Pela santificação daigreja evangélica Brasileira.10-Pelos policiais e servidores dasegurança pública. Pelos policiaisevangélicos em todas as polícias;que eles façam diferença e sejambênção para seus colegas.11-Pela democracia e pela manu-tenção da liberdade religiosa. Orepela influência da igreja de Cristo nasociedade de forma a causar dife-rença. Por uma evangelização fun-damentada nas Escrituras.12-Pelas crianças que vivem emvulnerabilidade social. Pelas criançasabandonadas e pelas crianças sub-metidas ao trabalho escravo e prosti-tuição infantil; por políticas e progra-mas que exterminem estas práticas.13-Pelos moradores de rua que vi-vem nas cidades, por projetos queos façam sentirem-se cidadãos e re-tornem para suas famílias.14-Pelo fim da violência domésti-ca nos lares do Brasil. Pela aberturade novas frentes de trabalho para opovo brasileiro. Pelos jovens e ado-lescentes de nossas igrejas a fim deque se tornem profissionais relevan-tes para a sociedade.15-Pela liberdade religiosa – Louveao Senhor e clame para que conti-nuemos com liberdade proclaman-do o evangelho. Para que a igrejaassuma seu papel de agente trans-formador da sociedade.16-Pelos que vivem no sistema pe-nitenciário – Por políticas de inclu-são social, pela ação missionária daigreja, pelo encontro da verdadeiraliberdade em Cristo e pelas igrejasevangélicas dentro dos presídios.17-Pelo fim da agressão contra amulher no seio da família – Lei Mariada Penha. Pela igreja evangélica bra-sileira no cenário político nacional,para que seja uma igreja relevantepara a sociedade.18-Pelos familiares dos usuários eex-usuários de drogas atendidos emnossos projetos pelo Brasil. Ore pelofim da violência nas escolas. Pelascrianças e adolescentes que vivemem vulnerabilidade social, nas ruasde nossas cidades.19-Pelo fim da prostituição infan-til e para que as famílias brasileirastenham condição financeira paranão precisarem vender seus filhos efilhas, como acontece em algumasregiões do nosso país.20-Pelos deputados e senadoreseleitos para que façam leis que aten-dam as necessidades do Brasil semferir os princípios do cristianismo eda ética.21-Pelas famílias brasileiras que sãobombardeadas todos os dias porvalores não cristãos, levando ao seuesfacelamento. Ore pela libertaçãodo nosso povo da idolatria e práticascontrárias à Palavra de Deus.22-Pelas famílias cristãs, para quepossam impactar a sociedade bra-sileira com os valores cristãos. Pelosuniversitários evangélicos, para per-manecerem firmes na fé. Pelo fim docrime organizado: comandos do trá-fico, milícias ilegais e redes do “cola-rinho branco”.23- Por um derramamento do Es-pírito Santo sobre os batistas bra-sileiros. Deus nos dê fome e sededa sua Palavra; paixão pelas almasperdidas; compaixão pelos carentes,necessitados e marginalizados; quesejamos instrumentos de Deus paraa transformação do Brasil.24-Que cada um de nós seja fielaos princípios da Palavra de Deus;oremos pelos pregadores e profes-sores da Palavra de Deus; para quetodo o brasileiro seja alcançado pelaPalavra de Deus; para que haja maiscrentes dedicados ao ensino da Pa-lavra de Deus; pelas bases e equipesda Trans em Alagoas.25-Pela salvação das crianças bra-sileiras; para que as igrejas assumam,de fato, essa visão e grande desafio;para que as crianças crentes tam-bém ganhem os seus colegas e ami-gos para Jesus; para que invistamostempo em oração pela salvação dascrianças; pelas bases e equipes daTrans em São Paulo.26-Para que sejamos cheios do po-der do Espírito Santo para testemu-nhar; por consagração, santificaçãoe fé; por estratégias bem efetivas epráticas; pela visão multiplicadorade todos os crentes; por 100 MIL vo-luntários para a Trans 2012.27-Para que haja paz nas cidadesbrasileiras ; pela saúde, segurança ea educação. Que as igrejas se unampara a conquista das cidades paraCristo; que haja um homem de Deusem cada cidade; que proclamemosa paz de Cristo em todas as cidadesdo Brasil.28-Pela conscientização do com-promisso cristão; mais fé e disposi-ção para participar da evangeliza-ção; mais disponibilidade que leve àação; por vocacionados para evan-gelizar no Vale do Amanhecer; pelosCoordenadores das Bases Operacio-nais da TRANS 2012.29-Permitamos que Jesus seja oSenhor de nossas vidas; que o nossotestemunho conduza outros a Jesus;que Jesus Cristo possa viver a Suavida por intermédio de nossas vidas;que sejamos homens e mulheres deoração e de estudo da Palavra deDeus; pelas bases e equipes da Transno Amazonas.30-Pela libertação das drogas pormeio do evangelho; pelo desperta-mento das igrejas para trabalharemnessa realidade; para que o tráfico dedrogas chegue ao fim em nosso País;pelas Comunidades Terapêuticas daJunta de Missões Nacionais; pelos lí-deres das equipes das Trans 2012.PARTIIPANDO DOS 100 DIAS11
  11. 11. Para a realização dos 100 Diasque Impactarão o Brasil, prepa-ramos uma série de produtos eações de divulgação para quevocê e sua igreja se engajem nes-sa proposta de mobilização emfavor da oração e evangelização.Algumas dessas estratégias des-tacamos abaixo. Aproveite as di-cas e tenha uma ótima campanha.livRo 100 diaS QueimpactaRão o bRaSilO livro elaborado por MissõesNacionais é resultado de um esfor-ço conjunto de vários líderes deno-minacionais. Suas páginas refletempensamentos de pas-tores e pessoas quelidam diretamentecom os assuntos porelas discutidos. Por-tanto, serve comoguia nesses diasquando estaremosfocados em alçarpedidos de oração.Entre os temasabordados, vocêencontrará refle-xões sobre voca-ção pessoal, aviva-mento missionário,ética, crianças emsituação de vulne-rabilidade social,cracolândias, etc.São 100 diferen-tes e ricas abor-dagens. Atre-lado a cadatema, es-tão sen-do di-vul-gados desafios de oração, compedidos sobre as necessidades denosso povo. Além disso, há tambémindicação de leitura bíblica para cadadia.Mais que um livro, este materialfoi produzido para ser uma agendapessoal de oração. Um instrumentovalioso nas mãos de um intercessorcomprometido com sua pátria. Ad-quira quantos exemplares desejar naloja de Missões Nacionais.luz naS RedeS SociaiSOs 100 Dias que Impactarão oBrasil é uma campanha totalmenteligada às redes sociais. No site www.sejaluz.com há páginas de compar-tilhamento via Facebook e Twitter,permitindo assim que seu conteúdopossa ser encaminhado a outras pes-soas facilmente. Além disso, cadaparticipante da campanha poderáse corresponder conosco via You-Tube, deixando depoimentos sobreo andamento dos 100 Dias que Im-pactarão o Brasil em sua igreja. Oslinks dos vídeos gravados podem serencaminhados para o e-mail reda-cao@missoesnacionais.org.br paratambém serem exibidos no hotsiteda Campanha.doWnloadSNo site www.sejaluz.com você teráacesso a diversas imagens, arqui-vos de áudio e vídeo que poderãoser baixados e compartilhados comseus amigos e irmãos em Cristo. Sãocartazes, papéis de parede para mo-nitores, teaser em vídeo e spots daMEGATRANS e 100 Dias que Impac-tarão o Brasil.100 dias paramobilizar sua igrejaPara a realização dos 100 Diasque Impactarão o Brasil, prepa-ramos uma série de produtos eações de divulgação para quevocê e sua igreja se engajem nes-sa proposta de mobilização emfavor da oração e evangelização.Algumas dessas estratégias des-tacamos abaixo. Aproveite as di-cas e tenha uma ótima campanha.livRo 100 diaS QueimpactaRão o bRaSilO livro elaborado por MissõesNacionais é resultado de um esfor-ço conjunto de vários líderes deno-minacionais. Suas páginas refletemmobilizar sua igrejapensamentos de pas-tores e pessoas quelidam diretamentecom os assuntos porelas discutidos. Por-tanto, serve comoguia nesses diasquando estaremosfocados em alçarpedidos de oração.Entre os temasabordados, vocêencontrará refle-xões sobre voca-ção pessoal, aviva-mento missionário,ética, crianças emsituação de vulne-rabilidade social,cracolândias, etc.São 100 diferen-tes e ricas abor-dagens. Atre-lado a cadatema, es-tão sen-do di-vul-pensamentos de pas-tores e pessoas quelidam diretamentecom os assuntos porelas discutidos. Por-tanto, serve comoguia nesses diasquando estaremosfocados em alçarMOBILIZAÇÃO14
  12. 12. A luzque trazunidadeCampanha100 Dias queImpactarãoo Brasil unebatistas emtorno daoração eevangelizaçãoMATÉRIA DE CAPAEstamos em abril, agora contando os dias para o início da grande cam-panha 100 Dias que Impactarão o Brasil, que começa no dia 22. Atéaqui foi impressionante ver o envolvimento de líderes e suas igrejas, ge-rando uma mobilização para os movimentos de oração e evangelizaçãodos próximos dias. No meio batista, a ideia, que antes começava a ganharterreno a partir de um burburinho, hoje é uma avalanche de expectativas,uma sensação de unidade que já não se via há muito tempo.O slogan da campanha, 100 Dias que Impactarão o Brasil – Seja Luz,marcou o coração dos batistas com uma convocação missionária. Diferentede muitas ações já realizadas pela denominação, essa tem ênfase importantena oração. A ideia é que este clamor contribua para a abertura de portas naárea da evangelização. Pelo menos cinco ações de intercessão acontecerãoneste período. Cada uma delas alcançará um público específico, partindo decompromissos individuais de oração, passando pelas famílias, ampliando-see convergindo para as igrejas, onde serão realizadas vigílias de seis horas.Na segunda fase da campanha, a MEGATRANS conduz os batistas detodos os estados brasileiros a uma ação sem precedentes. Serão realiza-dos movimentos evangelísticos simultâneos em que esperamos contarcom a participação de pelo menos 100 mil voluntários, membros de igre-jas dispostos a fazer a diferença neste tempo. Esse número garantirá oalcance de mais de 2,5 milhões de pessoas, segundo a estratégia adotadapor Missões Nacionais.15
  13. 13. Site Sejaluz.comA participação dos batistasnos 100 Dias que Impactarãoo Brasil está sendo garanti-da pelo hotsite www.sejaluz.com, que traz informaçõessobre as ações da campanha,material para download, pro-dutos Seja Luz – livro, pulseira,copo, pin, entre outros - e, éclaro, formulário de inscriçõespara os movimentos de ora-ção e a MEGATRANS. Alémde pessoa física, igrejas pode-rão se cadastrar nas Vigíliasde Oração, formando, jun-tamente com 400 igrejas jácadastradas, uma verdadeiramuralha espiritual que ajudaráa encher os céus com clamo-res de transformação de nos-sa Pátria.O Hotsite ainda está vincula-do às redes sociais, dando aosusuários a possibilidade decompartilhamentos de con-teúdo no Facebook e Twitter.Aproveitando essa ferramen-ta, você poderá motivar pa-rentes e amigos, convidando--os a fazer parte dos 100 Diasque Impactarão o Brasil.Todos juntos“É impressionante a respos-ta do povo de Deus”, disse odiretor executivo da Juntade Missões Nacionais, pastorFernando Brandão, fazendomenção aos contatos feitoscom pastores de vários es-tados, ao apoio que eles da-rão no período da campanha,tanto nos eventos de oraçãoquanto na MEGATRANS. “Deforma unânime os pastorestêm respondido ao desafiode orar pelo Brasil”, comple-tou. Estes líderes e outrosrepresentantes batistas dei-xaram palavras de incentivopara quem ainda tem dúvidasquanto à relevância dessemovimento.“Nosso grande objetivoé que durante 100 dias,1.432.000 batistas estejamao longo de todo o territórionacional dobrando seusjoelhos e clamando aoSenhor que Ele mande sobreesta terra uma bênção, queEle mande sobre esta terraum mover do seu Espíritopara a salvação de pessoas”.Pr. Paschoal Piragine Jr –presidente da ConvençãoBatista Brasileira.“Com tantas pessoas intercedendo pelo Brasil,acredito que Deus toque o coração de muitas almasque ainda não o conhecem. Embora ainda ache quedepende de cada um aceitar ou não a Cristo”.Sérgio Furquino, adolescente da IB Nova Jerusalém(Rio de Janeiro, RJ).“Se a gente orar comfé vai acontecer o quea gente pedir. Várias evárias pessoas vão seralcançadas”.Letícia Bastos Barbosa, 8anos (Laranjal do Jari, AP).16
  14. 14. “Por que participar de uma experiência missionária?Porque Jesus Transforma. E a oportunidade de ver Deustransformando vidas é singular. Quem observa o agir deDeus tem motivos para o louvor, aprende a orar, encontraamigos espirituais, se qualifica para a missão... Isso significaque Jesus transforma não só aqueles que são alcançadosnuma experiência missionária, mas o próprio jovem queparticipa do projeto. Você vai ser transformado e sua vidavai ser transformada. Há uma diferença significativa entreaqueles que já tiveram uma experiência de serviço nocampo missionário e aqueles que ainda não tiveram essasexperiências. Você ganha sentido de propósito, senso devocação, uma orientação para sua carreira profissional eaprofundamento de intimidade com Deus”.Pr. Ed René Kivitz – Igreja Batista de Água Branca(São Paulo, SP).“Queremos encorajar os batistas brasileirosa aderirem aos 100 dias de oração,concluindo também com as Trans, queserão um grande impacto de evangelizaçãopara todo o Brasil. Com certeza estaremosorando e trabalhando neste sentido, nessemomento tão importante de evangelização”.Matusalém Lopes – presidente daCoordenadoria de Educação da ConvençãoBatista de Pernambuco.“Cem dias de oração. Você, pastore igreja, não podem ficar de foradesse grandioso projeto. Minhaoração é que assim como as igrejasem MG, a sua igreja se envolva nessagrande campanha. Você está sendodesafiado, assim como eu fui, paraganharmos o nosso país para Jesus”.Pr. Vanoir Torres - PIB do Barreiro(Belo Horizonte, MG).“O Senhor Jesus nos disse que semEle nada poderíamos fazer e Eledisse que deveríamos buscá-lo.Devemos buscá-lo em oração. Essacampanha de 100 dias de oraçãonada mais é do que buscar de Deusa orientação dele. Isso é algo queeu farei, minha família fará e minhaigreja fará. Nosso Brasil é grande enossa ação deve ser grande tambémpara que possamos fazer aquilo queDeus quer para nós”.Pr. Luís Antônio Vieira -PIB em Piabetá (Magé, RJ).“Todas as igrejas, todo o povo batistadeve estar envolvido nisso. A Junta játem avançado, Cristo tem sido exaltadoe nós precisamos continuar levando essamensagem, que é redentora e necessáriapara qualquer lugar do Brasil. Vai serbênção... 100 dias de oração. Vamos orarpor 100 dias para a salvação de vidas”.Pr. Jônatas Farizel - IB Betel de Niterói (RJ).17
  15. 15. “Nós estamos trabalhando de uma forma muito unida,muito junta para que todos os discípulos de Jesus,esse povo chamado batista, estejam envolvidos nessemovimento de oração. A Palavra de Deus diz: ‘Se o meupovo, que se chama pelo meu nome... orar... eu sararei asua terra’. Esse é o nosso grande desafio. É a minha e suaresponsabilidade orar e pedir ao Senhor que sare nossopaís, que transforme nosso país. O Senhor só fará issopela minha atitude e pela sua atitude. Vamos juntos nos100 dias que impactarão o Brasil e esse país será outropara a glória de Jesus.”Pr. Sócrates de Oliveira – diretor executivo daConvenção Batista Brasileira.“Especialmente nessa campanha,queremos que todo o povo batistase envolva na oração, no clamor aoSenhor, para que esse Brasil quehoje está em trevas possa finalmenteencontrar a luz. Você que é líder epastor de uma igreja, o nosso desafioé que sua igreja participe para que agente possa ganhar mesmo boa partedo Brasil. Não fique de fora dessa”.Pr. Ricardo Lebedenco –PIB Curitiba (PR).“A partir do dia 22 de abril, o Brasil vairespirar um ar mais leve, vai viver momentosmais alegres e vai experimentar uma alegriaque nunca sentiu e não saberá explicarenquanto não entender o que Deus vai fazerem nosso país nesses 100 dias de oração. Aalegria do meu coração é grande porque,sem dúvida, a sustentação da Trans se daránesse período. Será uma oportunidadesingular. Vamos ver na MEGATRANS osresultados maravilhosos desse momentoprecioso que, como batistas, nuncavivemos”. Pr. Éber Silva - presidente daOrdem dos Pastores Batistas do Brasil.“Deus deu-me muito quando vi qual é esse plano delevar essa Trans para todo esse país tão necessitado.Graças a Deus tem pessoas comprometidas osuficiente para levar para frente esse grande diálogo,levar essa palavra para pessoas que precisam doSenhor Jesus. Glória a Deus pela Trans no Brasil!”.Dr. Russel Shedd.18
  16. 16. “Gostaria de reiterar o nosso apoio em nome dos diáconosbatistas do Brasil a essa grande campanha que Deus temmovido nos corações para que os brasileiros possamconhecer Jesus, a luz do mundo. Seja Luz é a campanhaque deve motivar todos os batistas, em todos os recantos,para que possamos avançar sendo luz”.Lyncoln Araújo - diretor executivo daAssociação de Diáconos Batistas do Brasil.“Oração é relacionamento, e a juventude gostade relacionar-se. Rodas de violão, cinema na casade amigos e muitas outras atividades são feitassimplesmente para a “galera” estar reunida. E com todaa certeza a juventude brasileira irá separar este tempode comunhão para clamar pelo Brasil. Quando penso nos100 dias que impactarão o Brasil vejo jovens de todosos estados de joelhos, exercitando a sua intimidadecom o Pai. Mais do que um dia após o outro, depoisdeste momento histórico em nossa denominação, oBrasil não será mais o mesmo. Somos uma juventude derelacionamento. Seremos um Brasil de oração”.Gilciane Abreu – diretora executiva daJuventude Batista Brasileira“ ‘Bora’ orar pra Jesus, porque é bom. É bomporque a gente quer o bem deles. Eu queroque todos vão pro céu, parem de brigar e‘chamar nome’ ” (falar palavrão).Beatriz Santos - 10 anos - Missão BatistaBeira Rio - Laranjal do Jari/AP19
  17. 17. comiSSionamento em poRto alegReMais três líderes formados de acordo com a visãoIgreja Multiplicadora foram comissionados na Mis-são Batista Bom Jesus, em Porto Alegre (RS), onde fi-caram à frente dos trabalhos, além de ajudar também naMissão Batista Intercap. “Os dois trabalhos são lideradosconjuntamente pelos três e estão sob a nossa supervi-são. Um fim de semana por mês nos reunimos para pres-tação de contas, mentoreamento e capacitação. Cremosque Bom Jesus é um celeiro de onde sairão outros obrei-ros apaixonados por missões”, disse o pastor UbirajaraMuller Alves.Durante o culto de comissionamento, que teve comopregador o pastor Daniel Eiras, gerente regional de Mis-sões Nacionais na região Sul, seis visitantes aceitaram aCristo. O momento também foi marcado pelo envio dosmissionários Ubirajara e Bárbara Alves, antigos líderesda Missão Bom Jesus, para Tramandaí, litoral norte doRio Grande do Sul, tendo em vista a plantação de maisigrejas na cidade.Apesar dos desafios que têm pela frente, os obreiroscontinuam animados e cheios de expectativa em rela-ção ao prosseguimento do trabalho antes liderado poreles: “Estamos felizes com as bênçãos que Deus temderramado sobre a Missão Batista Bom Jesus. Nos nos-sos dias, comissionar três irmãos para o ministério localé um verdadeiro milagre”, afirmaram. Eles contam comas orações do povo de Deus para que mais servos sejamenviados para esta seara, já que o objetivo é alcançaroutros cinco bairros próximos à missão em Porto Alegre.evangeliSmo de ciganoSMateriais escolares arrecadados para as crianças“O trabalho com o povo cigano tem surtido efeitos sur-preendentes”, comemoraram os missionários Gilmar eJádima Barbosa. Além do batismo de uma cigana queantes sofria por causa do consumo de crack, eles rece-beram uma doação de materiais escolares, que foramarrecadados pela equipe de missões da Igreja Batistade São Mateus (SP) e distribuídos para as crianças dosacampamentos de Itaquaquecetuba e Itaim Paulista.Para que o ministério continue apresentando avanço,os missionários ressaltam a importância das orações emfavor da obra e para que mais vocacionados se apresen-tem para esse tipo de trabalho. O fim do preconceito emrelação ao evangelismo dos ciganos também é um dosobjetivos dos obreiros, que, recentemente, ouviram otestemunho da irmã Vânia, da Igreja Batista em Cajamar(SP), sobre como foi tocada pelo Espírito Santo após terouvido o relato deles e por fim conseguiu evangelizaruma cigana que encontrou na rua. Com tantas confir-mações do cuidado de Deus, para Gilmar e Jádima, nãohá dúvidas de que vale a pena se dedicar e confiar noSenhor da obra.pRepaRação paRa a tRanS de julhoBatistas de Minas Gerais mobilizados para evangelizarAo todo, 140 pessoas estiveram presentes no encontroque visou treinar coordenadores, divulgar a Trans dejulho e mobilizar os irmãos para os 100 Dias de Oração.Desse grupo, 120 eram pastores, de várias cidades minei-ras, sendo um da Bahia. Todos se reuniram na Igreja Batis-ta do Barro Preto, em Belo Horizonte (MG). “Das 52 basesque havíamos projetado, confirmamos 48, contando coma Trans Chineses e a Cristolândia BH”, informou LizetePerruci, gerente regional de missões no estado.O fim do encontro, que durou um dia, foi marcadopelo culto de comissionamento, com pregação dopastor Alécio Franco, além de uma saudação do pas-tor Fernando Brandão, diretor executivo de MissõesNacionais, e uma palavra oficial do vice-presidente daConvenção Batista Mineira. Como resultados, os parti-cipantes saíram motivados e comprometidos com osdesafios de oração e evangelização do estado. “Aindatemos muito trabalho pela frente, mas confiamos queDeus nos sustentará e daremos o nosso melhor paraa realização desta tão grande obra. Deus será grande-mente glorificado em Minas Gerais e veremos a salva-ção de muita gente”, afirmou Lizete Perruci, gerenteregional de missões no estado.20PANORAMA MISSIONÁRIO
  18. 18. Radicais comissionados paraCristolândia ESMomento de oração pela primeira turmaEm clima de muita alegria e com a presença de fami-liares, pastores, amigos e irmãos em Cristo, a primeiraturma de radicais da Cristolândia Vila Rubim, em Vitória(ES), foi comissionada na Igreja Batista em Bento Ferrei-ra (ES). O culto celebrou a conclusão da primeira etapado projeto, quando o grupo esteve em São Paulo parauma prática de campo, durante quinze dias, dentro dacracolândia.“Foi um tempo de muitas experiências e crescimentopara o grupo. Cremos que eles serão instrumentos deDeus na Vila Rubim”, afirmou Fabiola Molulo, gerente re-gional de Missões Nacionais no Espírito Santo, que tam-bém agradeceu a cada parceiro do projeto. “Estamos aum passo de iniciarmos nossas atividades. Conclama-mos o povo batista para que juntos possamos investir naadaptação do prédio, para que logo possamos colocarem prática o que foi aprendido.Futuro das CriançasCarteira profissional nas mãos e empregos garantidosBuscando garantir qualidade de vida no futuro dascrianças do Lar Batista David Gomes, em Barreiras(BA), diversas medidas já foram tomadas para queelas tenham, a partir da idade adequada, acesso a cur-sos e ao mercado de trabalho. Segundo a missionáriaCirlene Azevedo, 80% dos meninos que estão sob suaresponsabilidade já estão empregados e continuamestudando. “Cuido de meninos de 13 a 18 anos. Umestá com 17 e trabalha na Xerox da universidade, ou-tro rapaz trabalha numa rede de supermercados gran-de da cidade, com proposta de crescer. Temos ummenino que está fazendo estágio de manutenção decomputadores e de impressoras”, graças ao Francisco,professor que deu curso por seis meses aos adoles-centes e que agora está capacitando em sua firma eremunerando esses meninos.Ainda de acordo com a missionária, a autoestimados meninos melhorou bastante e eles têm recebido aorientação de guardar 60% do salário em uma poupan-ça para que tenham como se manter quando saírem dolar. Uma jovem que fez curso de cabeleireiro também jáestá trabalhando e uma outra conseguiu emprego emuma loja de vestido de noivas, devido a sua habilidadecom trabalhos manuais, como o bordado. Diante dos re-sultados positivos, não há dúvidas que os adolescentesdo Lar que tiraram a Carteira de Trabalho tomaram adecisão certa. Com a orientação de cada missionário eajuda de cada parceiro, certamente eles terão um bomfuturo, principalmente, se continuarem entregando seuscaminhos a Deus.Trabalho com surdosFilha e mãe juntas nos estudos bíblicosDesde que chegaram ao campo, em 2009, os missio-nários surdos Josivaldo e Valdelina Beda, alcançaram amenina surda Sonara, que pediu que eles falassem deJesus para sua mãe, ouvinte. Como não tinham intérpre-te que pudesse auxiliá-los, realizaram visitas e orarampor três anos para que Deus enviasse alguém.Este ano, receberam o apoio de Maria José, que com-pletou o curso de formação de líderes para o ministé-rio com surdos em janeiro. Assim puderam comunicar oamor de Deus para a mãe de Sonara que, compreenden-do o que era aceitar a Cristo, entregou a vida em Suasmãos.21
  19. 19. Impacto Evangelístico em PedralvaPalavra de Deus foi compartilhada nas ruasGraças à visita de um grupo da Primeira Igreja Batistaem Brasilândia, de São Gonçalo (RJ), o ministério das mis-sionárias Eliane Ramos e Rosângela Rangel, em Pedralva(MG), colheu mais frutos durante o carnaval. Como resul-tado da caravana, 64 adultos e 41 crianças aceitaram aCristo. Também foram preenchidas 120 fichas de pessoasque aceitaram receber visitas.Diante da comprovação do impacto que as visitas de par-ceiros causam, a missionária Eliane Ramos comentou: “Soumuito abençoada, pois nesses 21 anos com a Junta, desdea Bahia até agora, tenho encontrado muitos parceiros queabraçam comigo os desafios. Glória a Deus por isso”.Trabalho apresenta resultados no SulPr. Vanger e o primeiro grupo de batizados do ministérioCinco pessoas, frutos do trabalho da Congregação Ba-tista em Nova Prata (RS), foram batizadas no municípiode Veranópolis (RS), como testemunho da fé que agorapossuem em Cristo Jesus. São os primeiros batismos dotrabalho e, segundo o missionário Vagner da Luz Rhodes,que lidera a obra em Nova Prata, o local foi escolhido emuma cidade vizinha porque foi onde encontraram melho-res condições para a realização.Junto com sua esposa, Jéssica, o missionário tem inves-tido em estudos bíblicos, aulas de violão e aconselhamen-to para os moradores de Nova Prata. “Com a graça doSenhor e muita dedicação, o trabalho tem dado frutos”,celebrou o pastor Vagner. Ainda de acordo com ele, oprocesso de aceitação de membros segue as normas daigreja-mãe de seu ministério, que defende que além dobatismo é preciso outro curso de discipulado antes quealguém entre para a membresia. Por isso, só após termi-narem a segunda etapa os novos irmãos serão efetiva-dos como membros, mas continuam congregando firmescom os demais membros nos dias de cultos.Batismos em cidade potiguarOnze irmãos passaram pelas águasComo prova do poder de Deus, onze pessoas foram ba-tizadas na obra liderada pelo missionário Gidnei de Souza,em Jardim do Seridó (RN). Os batismos foram realizadospelo pastor Luís Carlos de França, coordenador de missõesda Convenção Batista Norte-rio-grandense e, em seguida,o pastor Eude Cabral Figueiredo, diretor executivo da Con-venção Batista Norte-rio-grandense, celebrou a ceia.“Todos estávamos rejubilando e gratos por estar cum-prindo a ordem do Senhor Jesus”, contou missionárioGidnei. Ele também relatou que no culto da noite uma jo-vem aceitou a Cristo. Diante das bênçãos até aqui alcan-çadas não há como duvidar que Deus continuará dandocrescimento para esta obra, mediante a continuidade doempenho de cada um dos envolvidos com ela.Consciência cristã entre os indígenasOs missionários Mario e Sueli Moura, que atuam entreos xerentes da aldeia Lajeado (TO), têm testemunha-do o crescimento espiritual dos membros da obra lidera-da por eles. Recentemente, o indígena Adaílton se des-tacou ao mostrar que já compreendeu a postura de umcristão no que diz respeito ao que deve vir em primeirolugar em sua vida.“Louvamos a Deus porque os irmãos xerentes estão,mesmo com pouco conhecimento ainda da Palavra deDeus, aprendendo a ter discernimento sobre prioridades.E com certeza é um bom exemplo pra nós”, relatou o pas-tor Mário que louva a Deus pelo surgimento espontâneode novas igrejas em várias aldeias xerentes, bem comopelas conversões e reconciliações que têm presenciado.22
  20. 20. ESPECIAL23As trêsOndas daEvangelizaçãoIndígenaNo dia 19 de abril comemoramoso Dia do Índio. Conforme relatode Henrique Dias Terena, presiden-te do Conselho Nacional de Pasto-res e Líderes Evangélicos Indígenas(CONPLEI), temos as seguintes in-formações: “no ano de 1500 quandoos portugueses chegaram ao Brasil,mais de cinco milhões de índios vi-viam aqui. Porém, segundo os últi-mos dados oficiais, a população hojechega somente a 360 mil pessoas(população de indígenas aldeados).Devido a esta péssima situação, fo-mos despertados para a consciênciade que era preciso preservar estariqueza étnica do nosso país. Tam-bém segundo dados oficiais, a popu-lação indígena apresenta uma taxade crescimento anual de 3,5%, que ébem maior do que a média nacional.Também sabemos que os indígenasbrasileiros falam cerca de 185 línguasdiferentes. Na época do descobri-mento, eram 900 etnias falando mile trezentos idiomas”. Diante destesdados acima citados, iremos traba-lhar uma narrativa histórica denomi-nada “As três Ondas da Evangeliza-ção Indígena em nosso Brasil”.No livro “De Todas as Tribos”, es-crito por Isaac de Souza, no capítulosobre “As três Ondas” da evangeli-zação indígena em nosso Brasil, elenarra a ação divina no Projeto deEvangelização dos Povos Indígenas.Pr. Guenther, umobreiro da segundaonda missionária
  21. 21. 24A primeira onda missionária échamada de “Onda Estrangeira”.Artigo do pastor Rinaldo de Mattosdestaca as duas tentativas de evan-gelização aos povos indígenas: oprimeiro culto evangélico em terrabrasileira deu-se a 10 de março de1557, no Rio de Janeiro, como re-sultado da vinda dos huguenotesfranceses para o Brasil. O segundoesforço evangelístico deu-se pormeio dos holandeses no Nordeste,de 1630 a 1654, quando acabaramexpulsos pelos portugueses.Com as ações de organizaçõesmissionárias estrangeiras no Brasil,muitos obreiros vieram ao país comsuas famílias para dedicarem-setotalmente à causa da evangeliza-ção indígena. Os resultados forammaravilhosos. O que não houveradado certo nos anos 1630 a 1654, naevangelização dos indígenas, agora,em 1912, os resultados foram positi-vos, especialmente ao povo Terena.Neste ano, inclusive, comemoramos100 anos da chegada do evangelhoa essa etnia.Isaac relata que a Segunda OndaMissionária, a “Onda Nacional”aconteceu nos anos de 1925 e 1926,quando o missionário da Junta deMissões Nacionais da CBB, ZacariasCampelo, iniciou os trabalhos nacomunidade Krahô, desenvolvendotambém atividades entre os Xeren-tes, no atual Tocantins. Zacarias foipioneiro, desbravador e visionárioentre os krahôs, contribuiu por seruma grande inspiração para o traba-lho indígena. Missões Nacionais nãoTerceira Onda -xerente dirige cultona aldeia Saltoparou com o envio de missionáriospara o trabalho indígena. Enviou ocasal de missionários Pr. GuentherCarlos e Wanda Krieger, Pr. Rinaldoe Gudrun de Mattos para trabalharcom os xerentes. Casais que aindahoje continuam no campo, reali-zando maravilhoso trabalho. Novosmissionários foram enviados paraauxiliar e expandir o trabalho entreos xerentes. Uma conquista do tra-balho entre esta etnia, sem dúvida,foi a preservação da língua e a publi-cação do Novo Testamento Xerenteno ano de 2008. Apenas no ano de2011, 48 batismos foram realizadosem diversas aldeias xerentes. Muitosoutros missionários têm sido envia-dos para anunciar o evangelho aosindígenas. Missões Nacionais, quecomeçou esta segunda onda, tematualmente 30 missionários em 12projetos e a consciência de que te-mos que avançar muito na evange-lização das 147 etnias sem presençaevangélica.A Terceira Onda Missionária, a“Onda Indígena”, tem se caracteri-zado pela ação das lideranças indí-genas. Lideranças que foram treina-das por missionários das duas ondasanteriores. Assim, louvamos a Deuspelo grande avanço que os nossosirmãos indígenas têm representadoneste movimento. Mesmo com mui-tas limitações eles têm procuradoatender a outros povos indígenas,graças a algumas igrejas indígenas eparceiros atuantes.Nesta terceira onda o CONPLEI sefortalece e assume o papel de co-ordenação do trabalho indígena emnossa Pátria. Amplia também a suaparceria com as igrejas brasileiras eagências missionárias da primeira esegunda ondas. Os Congressos doCONPLEI foram ampliados desdeuma perspectiva regional até umaperspectiva nacional, proporcio-nando um grande ajuntamento dasdiversas etnias indígenas do país.O próximo grande congresso doCONPLEI acontecerá no próximomês de julho, dos dias 18 a 21 naChapada dos Guimarães, MT.Missões Nacionais também estáinserida nesta terceira onda com ocasal de missionários indígenas, Elie Anita Ticuna, que trabalham comseu povo na região de Tabatinga,Amazonas. Eles também exercem afunção de coordenação das diver-sas aldeias ticunas com treinamen-to e pastoreio. Em janeiro deste ano104 líderes indígenas foram capa-citados na aldeia Felicidade. Creioque este é mais um marco do agirde Deus para que a palavra do Se-nhor alcance os corações dos indí-genas Ticuna sem Cristo.As três ondas juntas formam umTsunami espiritual em prol da evan-gelização indígena. Creio que este éo objetivo do nosso Deus para res-gatar os indígenas que estão viven-do no império das trevas e conduzi--los para o reino do seu amor.Os batistas brasileiros, por inter-médio de Missões Nacionais, con-tinua “na brecha” para pregar oevangelho entre os povos indígenasde uma forma integral. Estamos fo-cados na região norte com povosde acesso viável e também com ospovos de difícil acesso.Conclamamos todos a se uniremneste esforço de evangelizarmose discipularmos cada indígena emsolo brasileiro.Pr.Valdir Soares da Silva e AnaMaria Pereira da SilvaGerencia Nacional paraEvangelização dos PovosIndígenas da JMN
  22. 22. Grupo do mestradoem missiologia26HISTÓRIA DE MISSÕESObreiros sempreaprovadosVisando manter padrão de qualidade,missionários têm participado de cursos quepromovem capacitação
  23. 23. 27ção de Igreja, bem como em treina-mento e seminários. A partir dessaturma, a JMN terá seu arcabouço delíderes formadores de opinião, queinfluenciarão a partir dos ensina-mentos apreendidos”, disse pastorCléber, que é gerente regional demissões no Rio de Janeiro. Ainda deacordo com ele, este curso auxiliaráigrejas, missionários e líderes de for-ma geral a crescerem e a serem mul-tiplicadores e facilitadores.Para Marília Moraes Manhães, líderdo Ministério com Surdos de MissõesNacionais, a motivação para partici-par é ter um melhor preparo paraservir ao Senhor. “Ajuda no ministé-rio devido ao aperfeiçoamento queestou recebendo, tendo uma visãoampliada do reino de Deus. Eu vejoum grande investimento que a JMNestá fazendo, formando missiólogosem várias áreas de abrangência. So-mos uma agência missionária e cadamissionário que gerencia ou coorde-na uma determinada área precisa serbem preparado”, afirmou.Outro missionário que reconheceos benefícios do mestrado é o pas-tor Éber Mesquita, gerente regionalde Missões em Salvador (BA). Eledisse que o curso está aprimorandosua capacitação para que consiga li-dar melhor com as demandas do sé-culo 21. “Acredito que uma boa equi-pe é fundamental e a nossa tem setornado mais preparada a cada dia,graças ao investimento que estamosrecebendo da JMN. Vamos muitomais longe”.Concordando com a visão de in-vestimento no preparo ministerial, amissionária há mais tempo no campode Missões Nacionais, Margarida Le-mos Gonçalves, afirmou que quantomais bem preparado o obreiro, maisele pode fazer pela causa missio-nária. Com anos de experiência, elasabe o que diz. “Lembro-me quandoBilly Graham, num encontro com es-tudantes no Acampamento Batistade Ridgecrest, na Carolina do Norte,EUA, em 1961, de que eu participei,disse-nos: ‘Se eu soubesse que teriaapenas dois anos de vida, gastariaum deles voltando a um seminário,preparando-me melhor para as úl-timas atividades’. Ficamos impres-sionados e pensamos: ‘Não seriainteressante ir para o campo, com oconhecimento que temos logo pararealizar a obra?’. Aprendi, porémo que ele enfatizou: o tempo serámais bem aproveitado se você sabecomo deve realizar a obra”. Essa foia lição que Margarida aprendeu noperíodo de dois anos (1960 e 1961)em que ficou fora do campo parase aprimorar no Southwestern Bap-tist Theological Seminary, em For-th Worth, no Texas, auxiliada pelamissionária norte-americana, PeggyPemble, e contando com a parceriade Martha Hairston, que a introduziuno seminário para o curso de bacha-relado em Educação Religiosa.“Voltei para o campo missionáriocom uma visão muito mais aberta nosentido de criar, trabalhar em todasas direções, realizando missões en-quanto é tempo. Alargou-se a ma-neira de instruir a criança e o jovemSer comissionado por Deus é oquesito principal para um missio-nário. Porém estar preparado paraassumir tal tarefa é também de ex-trema importância. Os obreiros deMissões Nacionais sempre foramconhecidos pela seriedade, com-promisso e capacidade de cumprircom excelência o chamado em seuscampos missionários. Pensandonisso, o investimento na capacita-ção dos obreiros vem aumentando.Recentemente, vários missionáriosparticiparam das primeiras aulas docurso de Mestrado em Missiologia,que está sendo promovido em par-ceria entre o Southeastern BaptistTheological Seminary, dos EstadosUnidos, e as Juntas missionárias,com apoio da Convenção BatistaBrasileira. O objetivo é formar líderesbatistas em Missiologia e a duraçãodo curso, que é online, é de quatroanos. O primeiro encontro do gru-po de 51 alunos, com duração de 10dias, foi realizado no Seminário Te-ológico Batista do Sul do Brasil, noRio de Janeiro, e o próximo encontroestá previsto para agosto deste ano,já que a cada seis meses a turma sereúne com os professores.Os alunos já cursaram duas disci-plinas: Tópicos em Missões e Históriada Igreja, ministradas pelos profes-sores Dr. David Bledsoe e Dr. MarkEllis, respectivamente. Segundo opastor Alexandre Fernandes Barbo-sa (missionário em Laranjal do Jari,AP), o curso abre novos horizontespara a visão ministerial: “Saio desteprimeiro módulo desafiado a cons-truir uma missiologia que forneçarespostas bíblicas à cosmovisãodo povo brasileiro. Dado o grandeavanço que vivemos na obra mis-sionária dos batistas brasileiros, essainiciativa prepara o futuro dos novoscrentes e líderes batistas no Brasil”,afirmou, ciente da importância docurso para seu ministério.“Há algum tempo, eu buscava umaoportunidade para realizar um Mes-trado em Missiologia. Entendo serum presente do Senhor para mim esou grato a Ele por isso. Agregarámuito para ajudarmos os novos mis-sionários, no que se refere à planta-“Acredito que uma boa equipeé fundamental e a nossa tem setornado mais preparada a cadadia, graças ao investimento queestamos recebendo da JMN.Vamos muito mais longe”.
  24. 24. no caminho em que devem andar,com a aceitação de Deus em todosos momentos. O pastor David Go-mes, executivo de Missões Nacionaisna época, me animou e me deixouno quadro de obreiros até a minhavolta. Ele sabia quão importante erapara o nosso trabalho, se eu esti-vesse mais bem preparada”, contouMargarida que, quando retornou aoBrasil, continuou como missioná-ria. Por toda a sua experiência, elaacredita ser bastante oportuno levarcada obreiro a obter mais conheci-mento: “O importante mesmo é queas Juntas Missionárias devem conti-nuar, sim, investindo no melhor pre-paro de seus obreiros”.Como responsável pela Comuni-dade Terapêutica Águas de Meribá,o missionário e pastor Sérgio Grycukacredita que o curso do mestradoé uma forma de poder multiplicar oconhecimento adquirido, repassan-do-o dentro da área em que atua,além de permitir aprofundamentonas raízes bíblicas. “Creio no apro-fundamento bíblico do conhecimen-to, ampliando nossa ótica em váriosassuntos que nos cercam, tais comocrenças de caráter animista, e mes-mo novas religiões que afetam o co-tidiano de nossa sociedade”.Além do mestrado em missiolo-gia, vários missionários de MissõesNacionais também participaram dotreinamento de Igreja Multiplicadora,no Centro de Formação Missionáriaem Teresópolis (RJ). Ao todo, 33plantadores de igreja, de várias regi-ões do país foram reunidos e tiveramexperiências valiosas para suas vidase ministérios. Foi analisado o livrode Atos para fundamentar os “Seisvalores da Visão IM e a ação do Es-pírito Santo”, o que deixou os alunosmotivados ao perceberem que emtodos os capítulos estão presentesestes valores. “Outro ponto em des-taque foi a participação de todos osmissionários na apresentação e dis-cussão dos assuntos, incluindo tam-bém suas experiências de campo, oque enriqueceu muito o treinamen-to, tendo um aproveitamento, con-forme a avaliação dos participantes,de 97% tanto no material oferecidoquanto no conteúdo apresentado”,relatou o pastor Cirino Refosco, ge-rente de Estratégias Missionárias deMissões Nacionais.Agora, esse grupo de multiplica-dores está com a grande responsa-bilidade de realizar clínicas em todoo Brasil, disseminando assim a visãobíblica de Igreja Multiplicadora, quedará um grande impulso na procla-mação do evangelho em territórionacional e no discipulado de cadapessoa que aceitar a Cristo comosalvador. Pastor Cirino explicou quea visão igreja multiplicadora, apreen-dida pelos alunos, poderá ser aplica-da na plantação de novas igrejas etambém no crescimento e fortaleci-mento de igrejas já estabelecidas. “Éimpossível não sentir a diferença nasigrejas que praticam esses valores”,afirmou.Para o missionário Francisco Wa-shington de Oliveira, coordenadorregional de Missões da JMN no Ce-ará, com o treinamento foi possívelcompreender os apelos para que se-jam cumpridas as diversas tarefas domundo pós-moderno: “Os valoresda Igreja Multiplicadora transmitemo equilíbrio dos princípios bíblicospara uma igreja saudável. Entre es-ses valores, eu destaco o ministériode oração e discipulado, que é tãoessencial, porém por muitas vezesnegligenciado”, afirmou o pastorWashington, cujo envolvimento complantação e fortalecimento de igre-jas foi estímulo para que participassedo curso.28Alunos dotreinamento de IgrejaMultiplicadora
  25. 25. Irmã Cleusa Piragine foiresponsável pela montagemde nossa Sala de Oração, quefuncionou por mais de 100horas ininterruptas, durantea 92ª Assembleia da CBB emFoz do Iguaçu. Mulher deoração, compartilhou que,quando foram conhecer a PIBCuritiba Deus lhes disse queo ministério seria de joelhose que assim têm caminhado,prostrados diante do Senhor(ela é a esposa do pastorPaschoal Piragine Jr., titulardaquela igreja e presidente daConvenção Batista Brasileira).Nesta entrevista ela fala sobrea experiência da Sala deOração e sobre a expectativaquanto aos 100 dias queimpactarão o Brasil.CadaigrejaumfaroldeoraçãoENTREVISTA29
  26. 26. O que achou da experiência dasala de oração funcionando por100 horas ininterruptas?Foi um privilégio. Criar um espa-ço para que as pessoas pudessemseparar uma parte do seu tempopara estar na presença de Deus foiabençoador.  Não nos preocupamosem contabilizar o tempo, mas sim,sermos sentinelas e intercessores de tudo o que estava acontecendodurante a Convenção. Decisões sãotomadas e é preciso ouvir de Deus oque Ele quer que façamos com cadaproposta apresentada para que anossa denominação SEJA LUZ.Como foi o retorno dosintercessores, que passarampela sala?Não podemos materializar o re-torno, ele vem de Deus, que ouve asorações. Pude observar que as pes-soas se prostraram diante de Deus,algumas delas saíram estimuladas apromover e organizar em suas igre-jas espaços adequados para ora-ção; ajudá-los a entender e promo-ver esse ministério é algo que façocom muito amor e carinho, porquetenho certeza que uma igreja seráforte quando estiver de joelhos nadependência total de Deus, buscan-do sabedoria para as suas ações.Houve algo que a irmã destacariaem especial?A presença constante de Deus. AConvenção foi uma bênção. Hou-ve unidade da diretoria e em cadareunião administrativa, a unção deDeus era sentida e os cultos umagrande celebração. Esse sentimen-to foi percebido em cada congres-sista. Com certeza Deus ouviu onosso clamor.Como vê esta mobilização natentativa de reunir os filhos deDeus em oração por 100 diasininterruptos?Uma bênção! Estaremos levan-do o povo de Deus a experimen-tar uma pitadinha do sabor e dopoder da oração. A mobilização éapenas uma ferramenta motiva-cional para que estejamos todosjuntos, para que haja um desper-tamento, um caminhar na mesmadireção para que o povo de Deusexperimente a «uniforme graça deDeus». Quando conseguirmos isso,as mudanças começarão dentroda nossa casa, na nossa família, nacomunidade em que vivemos e onosso país poderá sentir e receberas bênçãos do nosso Pai, porqueEle ouve e responde quando o seupovo clama.Crê que a igreja, em geral, temdescuidado da oração?Não posso dizer que tem descui-dado. Mas acredito que a igreja pre-cisa estar mais em comunhão e napresença de Deus, pois quando umaigreja ora, o sobrenatural aconte-ce! Precisamos nos revestir da gra-ça e do cuidado de Deus para queestejamos protegidos das arma-dilhas que encontramos no nossodia a dia e que possamos vencê-lascom a sabedoria de Deus. A igrejaprecisa ser o esteio da sociedade e,para que isso aconteça, a oração éa única arma.O que acredita que podeacontecer em consequênciadeste movimento de oração eevangelização?Com certeza um mover de Deus.Precisamos ter ousadia de fé.Deus ouvirá cada oração e todasserão atendidas. Precisamos cla-mar pelo nosso país, pelas pesso-as que estão governando. Quan-do cada igreja se tornar um farolde oração essa luz se refletirá eDeus fará muito mais abundante-mente além, isso é uma promessa.Eu creio nisso.30
  27. 27. A GRANDE COMISSÃOCRISTOLÂNDIAUM NOVOALVORECERManoel de Jesus ThePastorO bairro onde surgiu a Missão já foium dos mais aclamados de São Pau-lo. Mansões, casarios da época áureado café, igrejas, sedes de empresasfamosas, era o cenário que perduroude 1.850 a 1990. As famílias abasta-das que ali moraram viveram a mes-ma experiência das pequenas cida-des, que perdem seus jovens, quepartem em busca de novas oportu-nidades. A comunidade da fazendaPalma e Varpa, para onde foram osnossos irmãos da Letônia, tambémviveu a mesma experiência. Só nãofoi ocupada pelas mesmas criatu-ras infelizes. Tais lugares abrigamos idosos, e quando a morte os leva,ficam os imóveis como lembrançanostálgica dos movimentados diasdo passado.Não é possívelque algo como aMissão Batista Cristolândiatenha nascido numcoração humano.Somente no coraçãode Deus teria nascidoalgo tão glorioso.31
  28. 28. De 1960 a 1970 o mundo expe-rimentou a mudança da Moderni-dade para a Pós-modernidade. Osmovimentos que apregoavam a li-beralidade moral, que valorizavama experiência (e esta só pode serexperimentada pelo humano atra-vés do corpo), acima da qualquercoisa, deu origem ao consumo dasdrogas. Experiências que possibili-tem delírios, sensação de liberdade,um estado de poder acima do bemdo mal, viagens mentais que levamo indivíduo a navegar acima das nu-vens, começaram a ser buscadas pe-los jovens, eleitos pelos produtoresde tal ilusão, como consumidores desuas ofertas. Cartéis fornecedoresdas drogas provedoras desses esta-dos mentais assumiram o poder emtodos os segmentos da sociedadeorganizada que ocupava o bairro.Tudo foi contaminado. Os consu-midores precisavam de um lugar depequeno movimento para viveremseus delírios sem serem molestados.A região se oferecia como lugar ide-al para os consumidores. Isso preju-dicou a circulação dos moradores,das empresas, das lojas, e elas foramse retirando. Os consumidores dasdrogas foram chegando, a ponto dese tornarem multidões, que se aglo-meram nas vias públicas, a pontode impedir a circulação dos pedes-tres. À medida que os imóveis foramsendo abandonados pelos de con-duta adequada, os drogados foramocupando. A região transformou-senum mapa do inferno.Quais foram as medidas tomadaspelas autoridades? Os imóveis foramdesapropriados. Salas de eventos ar-tísticos e centros culturais foram ins-talados. Isso muda o cenário arqui-tetônico, mas não mudam as vítimasdo pecado.Anjos surgiram contrastando comos decaídos frequentadores. Lanche,banho, roupas limpas, são ofereci-dos. Oferecem também a única coi-sa que Deus nos deu. O céu. O restoDeus nos deu de empréstimo. Corpo,saúde, coração, alimento, Sol, chuva,família, e tantas outras bênçãos sãopassageiras. Aqui serão deixadas.Foram empréstimos. Dissemos an-jos, pois os missionários e voluntá-rios comportam-se como tais. Falambaixo, abraçam pessoas malcheiro-sas, sentam-se ao lado, convidampara a oração, ouvem, ouvem e ou-vem. É comovente vermos tal dedi-cação. Há algumas infiltrações. Umjovem assistiu durante uma semanaos cultos, ouviu as mensagens, apre-sentou-se como se fora um droga-do. No fim da semana, informandoque não precisava aderir à fé quetransformara seus colegas vítimasda droga, para usufruir do banho, daroupa limpa, e das refeições, ele res-pondeu: “Eu não sou um drogado,frequentei este local só para ver atéonde ia o vosso desprendimento eamor por esses infelizes. Sou um jor-nalista de conceituado jornal de SãoPaulo. Eu estou trabalhando numareportagem a respeito deste movi-mento. Não me converti, mas jamaisserei a mesma pessoa depois destasemana”.Amados irmãos leitores, consideroque Deus escolheu os batistas, e quetambém viu em nós, por intermédiode nossa Junta de Missões Nacio-nais, os únicos capazes de exerce-rem essa Missão. Não diria que foisomente uma escolha, foi tambémum privilégio. Não demorará muito,e os milhões de brasileiros, escanda-lizados pelo evangelicalismo opor-tunista e ganancioso por elevadasquantias, voltarão seus olhos para osbatistas, e distinguirão nossa atitudee mensagem como a única salvaçãodos desvios de conduta, responsá-veis pela miséria, tanto moral comosocial, que escraviza nossos irmãosde pátria. Fico imaginando a glóriaque a nós está reservada, quandoem todas as grandes cidades bra-sileiras houver uma Cristolândia im-plantada. Quer ser incluído em parti-cipar dessa glória? Inclua-se nos 100Dias que Impactarão o Brasil, paraque todo o Brasil venha a conhecerCristo, como única solução para sal-vação de nossa amada Pátria. Ore,sonhe e contribua.32

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