Arquitectura

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imagem, comunicacao e representacao

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Arquitectura

  1. 1. Imagem, Comunicação e Representação para arquitectura e urbanismo
  2. 2. 1. O que é? Definição, 2. Como é? Tipos 3. De onde vem? Percursores, evolução. 4. Para onde vai? Tendências, novas definições, novos meios e maneira. 5. Conclusão Estabelecer a relação com arquitectura 2
  3. 3. Introdução As imagens arquitectónicas, hoje, tecnicamente descodificadas, estimulam uma acessibilidade ímpar a um público vasto. Arquitectura tornou-se mais do que uma profissão tudo isto graças a imagem que esta por de trás dela. Tal como na 7 arte os arquitetos de hoje tem se tornado “estrelas”, alvos de grandes debates e criticas internacionais. 3
  4. 4. Introdução 4 Frank Gehry (born 2.28.1929): Frank Lloyd Wright (born 6.8.1867): Ieoh Ming Pei – I.M. Pei (born 4.26.1917) Zaha Hadid (born 10.31.1950) Philip Johnson (born 7.8.1906) Ludwig Mies van der Rohe (born 3.27.1886) Renzo Piano (born 9.14.1937) Jean Nouvel (born 8.12.1945) Greatest Modern Architects of Our Time
  5. 5. Imagem (do latim: imago) significa a representação visual de objecto ou ser. Em grego antigo corresponde ao termo eidos, raiz etimológica do termo idea ou eidea, cujo conceito foi desenvolvido por Platão. Definição 5Em arquitectura a imagem é o resultado final a que se chega através de condicionantes assumidas no projecto, através de valores de contexto e escolhas feitas pelo arquitecto, atendendo a um programa base.
  6. 6. 6 Do ponto de vista da Ótica, uma imagem é um conjunto de pontos que convergem num plano, mas se falarmos de forma abstrata uma imagem é um suporte para que realizemos trocas de informações.
  7. 7. 7 As Marcas Mais Poderosas Do Mundo
  8. 8. À teoria de Platão, o idealismo, (...) imagem, como sendo uma projeção da mente. Aristóteles, pelo contrário, considerava a imagem como sendo (...), a representação mental de um objeto real, fundando a teoria do realismo. Nas ciências exatas, como a matemática, o termo "imagem" é entendido como representação de um objeto especializado, que exige técnicas e ferramentas especiais. Evolução histórica 8
  9. 9. A expressão da ideia pode ser representada em vários domínios, quer na criação pela arte, simples Registro foto-mecânico, na pintura, no desenho, na gravura. Em Arquitectura a imagem é entendido como um meio de comunicação de mais alta expressão, em que o Arquitecto usa o desenho para comunicar a ideia e vender o projecto. Antigamente, o arquitecto usava a mão como a única forma de chegar ao resultado (imagem). Nos dias de hoje, a ferramentas informáticas vêem facilitar o processo, tornando-o mais rápido e mais comercial. Cont. 9
  10. 10. ConceitosdasPalavrasChaves Comunicação: processo que envolve a troca de informações, ideias ou mensagens. Representação: é uma arte, uma representação de algo da realidade. Ou simplesmente fictício Arquitectura: arte de projectar e construir edifícios. Urbanismo: é uma disciplina, de actividade técnica relacionadas com o estudo, regulamentação, controle e planeamento da cidade. A sua definição, varia de acordo com a época e lugar. Desenho: representação gráfica de objectos, pessoas ou quaisquer coisa que exista de fato ou que se já imagina.
  11. 11. Históriaeevoluçãodas técnicasde representação Assim, a representação gráfica assumiu, desde o alvorecer da humanidade, a nobre missão de constituir uma linguagem visual. Já na cultura grega encontramos a noção de abstração no conhecimento, tanto no pensamento filosófico de Pitágoras e de Platão quanto na arte. A geometria abstrata, por exemplo, é uma característica marcante da arte grega até o século V a.C., onde nem a figura humana nem a natureza tinham ainda conquistado definitivamente o seu lugar. Na figura 01, a ânfora protogeométrica de 1000 a.C. revela um amplo domínio da geometria através da simetria dos comprimentos de onda das faixas ornamentais, da divisão proporcional dos círculos concêntricos e dos padrões quadriculados, constituindo um bom exemplo de harmonia entre os pensamentos artístico e científico.
  12. 12. Históriaeevoluçãodas técnicasde representação Somente após o século V a.C., é que figuras humanas e de animais começam a se tornar freqüentes nas pinturas, embora a descontextualização persista como no vaso de figura negra de 530 a.C. (figura 02), onde a cena de Aquiles sacrificando Pentesiléia não mostra nenhuma preocupação com a representação cênica ou do espaço em torno.
  13. 13. Históriaeevoluçãodas técnicasde representação Para diversos autores como THUILLIER (1994), WERTHEIM (2001) e KOYRÉ (1982), a aplicação de métodos científicos na expressão gráfico-visual só começou próximo ao Renascimento, quando se fortaleceu a demanda por expressões realistas que, baseadas em métodos universais, agregassem credibilidade à representação. A partir da Antiguidade Clássica, entretanto, já se nota uma clara tensão entre a realidade e a sua representação, onde esta se mostra cada vez mais comprometida com a busca pela maior verossimilhança possível para com o real. Com isso, apesar da impossibilidade da representação atingir a expressão plena e absoluta da realidade, as bases da busca pelo aprimoramento e pela maior eficácia dos métodos de representação gráfica estavam lançadas.
  14. 14. Históriae evoluçãodastécnicasde representação O Proto renascimento Ao longo do século XIII emerge na Europa um interesse pelo funcionamento do mundo físico e uma mudança de postura em favor do realismo ao invés do simbolismo já se insinuava na pintura, embora na arquitectura a maioria das construções ainda não usasse sistematicamente o desenho como ferramenta de análise. Analisando desenhos de engenheiros e artistas do século XIII, verificamos que a representação gráfica de objectos ou construções ainda não oferecia credibilidade visual, pois a falta de integração entre os princípios da geometria e da percepção visual que fazia com que formato, proporções e dimensões dos objectos na tela não correspondessem à realidade.
  15. 15. Históriaeevoluçãodas técnicasde representação O Protorenascimento O desenho de Villard de Honnecourt para uma serra hidráulica (figura 05), oferece apenas uma pálida ideia do projecto e dificilmente serviria a terceiros que pretendessem usá-lo como recurso construtivo, pela ausência de dimensionamentos, proporções e hierarquia entre os elementos Para superar estas dificuldades a busca pela fidelidade na representação gráfica teria que passar por uma integração transdisciplinar entre arte, geometria e a óptica (THUILLIER,1994).
  16. 16. Históriaeevoluçãodas técnicasde representação O Protorenascimento Um desenho que, através de um tratamento geométrico, produzisse imagens confiáveis deu um enorme alento à difusão do conhecimento, num processo de feedback contemporâneo com a imprensa de Guttenberg. O desenho liberta-se do estigma de um aglomerado confuso de ideias passíveis de interpretação individual e torna-se uma forma de expressão precisa e definida, assegurada pela ciência contida no seu método de traçado. Noções que nos parecem evidentes, como a representação em escala dos objectos, foram de inestimável valor para o progresso tecnológico da civilização ocidental, num processo incrivelmente amplo que vai desde a produção de mapas confiáveis até o projecto de armas, embarcações e edificações.
  17. 17. Históriaeevoluçãodas técnicasde representação O nascimento da Perspectiva A perspectiva linear foi, no século XV, a primeira técnica de representação gráfica formatada cientificamente graças ao espírito investigativo de pintores e arquitectos como Filipo Brunelleschi (1377- 1446) e Albrecht Durer (1471-1528), que desenvolveram equipamentos e teorias associando experimentos visuais, óptica geométrica e traçados de geometria. THUILLIER (1994), WERTHEIM (2001) e KOYRÉ (1982), confirmam que foi a teorização da Perspectiva que trouxe base científica às técnicas de representação do espaço, entidade esta indispensável ao desenvolvimento da mecânica Newtoniana que se seguiria.
  18. 18. Históriaeevoluçãodas técnicasde representação A Geometria Descritiva Segundo Artz (1966, p.131), “A geometria prática do canteiro, o homem que faz a obra de cantaria e que tira da pedra algo que nela já existia, mas só ele antevê, parece ter dado origem à geometria descritiva”. Coube a Gaspard Monge (1746-1818) definir a G. D. como a ciência que permitia representar sobre um plano as formas do espaço, de modo a poder resolver, com o auxílio da geometria plana, os problemas em que se consideram as três dimensões (ULBRICHT, 1998, p.19). A G.D. se tornou a melhor forma para a resolução de problemas como a construção de vistas ou a obtenção das verdadeiras grandezas de um objecto, facilitando a sua construção.
  19. 19. Históriaeevoluçãodas técnicasde representação As origens do Desenho Técnico O Desenho Técnico somente foi formatado como disciplina científica a partir de meados do século XVIII, para servir de sustentáculo à industrialização da sociedade. Aliando o desenho geométrico (para fins de precisão e construção do traçado) com a geometria projectiva e a descritiva (para a exacta localização e correlação de pontos), compôs-se uma linguagem visual de carácter universal através da qual o idealizador fornece as informações que o fabricante necessita para a construção do objecto. Para isto, segue um complexo sistema de convenções que têm que ser respeitadas tanto pelo projectista, que o registara, como pelo fabricante, que o lê. Sua importância tornou-se tão grande para a expressão gráfica dos projectos que todos os países industrializados regularam, através de normas técnicas oficiais e não apenas acadêmicas, a sua elaboração.
  20. 20. Históriaeevoluçãodas técnicasde representação Limitação de desenho técnico Mas, apesar da sua importância, o desenho técnico – assim como outras disciplinas de representação gráfica -, apresenta limitações práticas quando usado para a representar formas complexas. Mesmo que seus métodos permitam representar estas formas, a árdua execução artesanal de diversas planificações e rebatimentos revela o esgotamento do seu potencial já a partir da década de 1950. Mesmo no projeto de conjuntos mecânicos simples (figura 07) a complexidade da representação e a alta especialização necessária para a sua elaboração e leitura reduzem a sua eficácia. Quando se trata então de expressar formas em relevo ou de geometria variável (figura 08), o seu uso fica muito mais limitado. Figura 7: Detalhamento técnico mecânico. Figura 8: Formas complexas.
  21. 21. Históriaeevoluçãodas técnicasde representação Na década de 1960 as grandes indústrias, como a automobilística e a aeronáutica, começaram a utilizar computadores para facilitar rotinas de traçado e resolver questões de geometria, iniciando uma evolução no desempenho dos equipamentos. Na década de 1980, com o advento dos computadores pessoais e com a popularização dos software, a Computação Gráfica conquista definitiva e avassaladoramente a sua posição sem que fossem consideradas as profundas implicações que esta mudança nos métodos de representação gráfica trazia – ou, mais especificamente falando, o significado da recém-concedida permissão de acesso a um espaço cibernético onde se podia praticar livremente a modelagem virtual em três dimensões. As origens da Computação Gráfica
  22. 22. Históriaeevoluçãodastécnicasderepresentação Em linhas gerais, a evolução das técnicas de representação gráfica obedece à cronologia explicitada a seguir:
  23. 23. Históriaeevoluçãodas técnicasde representação
  24. 24. Aexpressãográficaeseuprincipalinterlocutor: Odesenho Alguns autores alegam que provavelmente o homem primitivo registou imagens, que de alguma forma imitavam as coisas do mundo sensível, como uma forma ritual de “congelar” ideias e acontecimentos. No entanto, o ato de reproduzir e criar um mundo de representação foi fundamental para o desenvolvimento do pensamento. Ao exibirmos a forma do mundo sensível através de imagens, gráficos e diagramas, mesmo quando se tratam de recortes ou simplificações sintéticas do real, damos a estas representações gráficas vida própria. Segundo o autor Paul Laseau argumenta que, oferecendo-se de maneira clara e evidente à avaliação critica, estas representações abrem caminho para o inesperado, para o insólito, para a descoberta.
  25. 25. Aexpressãográficaeseuprincipalinterlocutor: Odesenho Antes de se iniciar um projecto ocorre uma fase preliminar em que se define um conjunto de demandas ou problemas. A partir daí a operação projectual em arquitectura ou no urbanismo, a sua representação gráfica, se estabeleceria então através de duas fases fundamentais: A formação da imagem da edificação e sua comunicação codificada visando uma correta execução da obra. Tradicionalmente, a formação da imagem da edificação se dá através de croquis e esboços e sua comunicação codificada se faz através de desenhos técnicos de precisão. O valor de um desenho de arquitectura é, evidentemente, independente do edifício que, eventualmente, poderá́ surgir dele. A qualidade gráfica de um desenho não implica na qualidade arquitectónica do edifício representado e vice-versa
  26. 26. Aexpressãográficaeseuprincipalinterlocutor: Odesenho • esboço ou croquis pode ser definido como um tipo de Registro gráfico que, nascendo de um processo rápido e espontâneo, acha-se pouco ligado a técnicas rígidas ou convenções. É talvez uma das primeira das formas de expressão racional do pensamento. É também o veiculo mais importante para o estudo e para formação da imagem dos edifícios. Os principais sistemas de representação bidimensional rigorosa de objectos tridimensionais são: • Perspectiva com fuga, perspectiva paralela (cavaleira, militar, axonométrica: isométrica, dimétrica, trimétrica) e as projecções ortogonais (planta, corte e elevação). Antes de ser desenho técnico só o desenho arquitectónico assumia, além da sua natureza construtiva, algum compromisso com algum rigor dimensional e com alguma qualidade pictórica. O desenho tinha uma natureza predominantemente utilitária sem nenhum rigor dimensional ou pictórico.
  27. 27. Aexpressãográficaeseuprincipalinterlocutor: Odesenho Com o avanço da fotografia e com a informática, entre outros recursos, a representação gráfica da arquitectura vem sofrendo transformações radicais. Os anos 90 assistem novos avanços que prometem simulações gráficas que poderiam ser apreendidas pelos sentidos com uma intensidade próxima à real. Mesmo assim, o esboço a mão livre não está com seus dias contados, ainda não existem computadores tão simples, portáteis e manejáveis como um bloco de notas e um lápis. Além de sua reconhecida utilidade como ferramenta para a criação arquitectónica, o esboço a mão livre assume papel não menos significativo quando utilizado para a representação de edificações existentes ou na analise e observação de sítios ou paisagens nas quais se pretende intervir. O exercício do desenho, como instrumento para estudar e representar o objecto, constitui-se cada vez mais na única relação concreta e real que o arquitecto mantem com a matéria física que deve criar: é a sua ultima “manualidade”.
  28. 28. Critériosda perspectivana históriada arquitectura eUrbanismo A importância da Perspectiva na Arquitectura A perspectiva semelhante a que nos referimos hoje em dia foi demonstrada a primeira vez em Florença, no inicio do século XV (1413), por Filippo Brunelleschi. Porém, o primeiro a fornecer uma descrição formal de um sistema de perspectiva foi Leon Battista Alberti (com o Construzione Legittima). A partir daí, vários artistas aprimoraram o estudo da perspectiva, como Leonardo da Vinci, que proporcionou os maiores avanços na área. No Renascimento, a Perspectiva foi utilizada não só como meio de representação do espaço, mas também como meio de criação do mesmo. “Brunelleschi criava seus edifícios a partir dos conceitos de perspectiva, os quais o auxiliavam no estudo sistemático das proporções entre as partes” (ORTEGA, 2OO6). O projectista, então, passou a dominar um conjunto de regras e proporções, de técnicas de representação, que deveria utilizar para reger a concepção do edifício.
  29. 29. Critériosda perspectivana históriada arquitectura eUrbanismo A importância da Perspectiva na Arquitectura e Urbanismo A arte renascentista confundiu-se com a de projectar cidades, fazendo com que as Leis de Perspectiva se tornassem as regras de construção de vias, praças e conjuntos urbanos, segundo princípios universais de simetria e proporção. Hans Vredeman de Vries (1527-1609) Prospettiva di una piazza (c.1470) Francesco di Giorgio (1439-1501)e Luciano Laurana (1420-79)
  30. 30. Critériosda perspectivana históriada arquitectura eUrbanismo A importância da Perspectiva na Arquitectura e Urbanismo
  31. 31. Critériosdaperspectivanahistóriadaarquitecturae urbanismo Elementos da projecção Seus elementos principais podem ser vistos na figura abaixo: A) A posição do observado, denominada centro da projecção; B) O objecto a ser observado; C) Os raios projectantes; D) O plano a ser representado; E) A projecção do objecto.
  32. 32. Critériosda perspectivana históriada arquitectura eurbanismo As representações gráficas em perspectiva podem ser divididas em duas categorias: perspectivas cilíndricas ou paralelas e perspectivas cónicas. Perspectiva Cilíndrica ou paralela: A diferença entre elas e as projecções ortogonais pode ser verificada pela introdução do terceiro eixo para a geração de uma visualização que simula a tridimensionalidade dentro de uma mesma projecção. O observador tem a posição infinita em relação ao objecto. Este tipo de perspectiva é usado frequentemente pelos profissionais, pela sua rapidez de execução, principalmente quando feitos em esboços a mão livre, nas etapas iniciais do projecto (Ibidem)
  33. 33. Critériosdaperspectivanahistóriadaarquitecturae Urbanismo A construção de perspectivas cónicas com um nível de acabamento elevado pode ser um processo demorado, entretanto, o treinamento e a habilidade do projectista na construção permitem o seu uso nas fases iniciais do processo do projecto através de sua elaboração a mão livre. Em forma de esboços rápidos, e que não necessitam do rigor gráfico para a sua marcação (Ibidem) As perspectivas cónicas Possuem um processo de construção diferente das axonometrias e permitem uma visualização mais realista do objecto estudado. Se origina a partir do posicionamento do observador próximo à edificação.
  34. 34. Osdiferentesmétodospráticosusadospara a comunicaçãona arquitectura eUrbanismo Formas de concepção do projecto A concepção do projecto inicia-se a partir das ideias iniciais do profissional, e para materializá-las, utiliza-se o desenho para serem visualizadas graficamente. Os croquis são exemplos da interacção entre representações e interpretações de um projecto. A ideia, o desenho e a visualização são processos interligados e dependentes entre si. Desenho ou representação: são desenhos de referencia usados durante a concepção dos projectos. Neste processo são utilizados volumes, formas, cores, texturas, transparência, e diversos meios para preparar a base do projecto. Visualização: é a tradução do projecto. O principal objectivo desta fase é apresentar o modelo gráfico ou virtual ao público alvo.
  35. 35. 6.Osdiferentesmétodospráticosusadosparaa comunicaçãonaarquitecturaeUrbanismo Formas de Representação do projecto a) Desenhos de referência São representados por anotações gráficas ou registos sobre objectos, edificações, ou paisagem já existentes. Tais desenhos são registos que auxiliam os arquitectos na construção do processo criativo. (esboços rápidos, executados à mão livre)
  36. 36. Osdiferentesmétodospráticosusadosparaacomunicação naarquitecturaeUrbanismo b) Diagramas São Utilizados para traduzir as informações do projectista de forma abstracta enquanto etapa inicial do processo de projectação. Há um nível de simplicidade abstracta utilizada para representar o objecto. Tipos de diagramas: 1. Diagramas esquemáticos ou sintéticos: desenhos simplificados de ideia e funcionam como elementos auxiliares para o projectista para estudar elementos específicos como ventilação, insolação, posicionamento de vistas, e outros. Formas de Representação do projecto
  37. 37. Osdiferentesmétodospráticosusadosparaacomunicação naarquitecturaeUrbanismo Tipos de diagramas: 2. Diagramas Operacionais: modelos conceituais que auxiliam os projectistas na tarefa de visualização de transformações ao longo do tempo. 3. Diagrama funcional ou diagrama de bolhas: são estudos preliminares para se conceber um projecto. Representados em planta baixa e caracterizada como uma forma embrionária do sistema de projecção. Formas de Representação do projecto
  38. 38. Osdiferentesmétodospráticosusadosparaa comunicaçãonaarquitecturaeUrbanismo Tipos de diagramas: 4. Diagrama de Fluxo: usados para estudo de fluxos, considerando suas direcções, intensidade, conflitos, entre outros. 5. Diagramas analíticos: são úteis para a visualização e identidade de condicionantes de projecto. Formas de Representação do projecto
  39. 39. Osdiferentesmétodospráticosusadosparaacomunicação naarquitecturaeUrbanismo Desenhos para projectação A função dessa forma de expressão é caracterizada como um meio de descoberta do partido arquitectónico. Desenhos para apresentação Estes desenhos são utilizados para a apresentação e visualização do projecto, onde o projectista avalia o resultado da proposta.
  40. 40. Osdiferentesmétodospráticosusadosparaa comunicaçãonaarquitecturaeUrbanismo Desenhos visionários São representados pelas maquetes electrónicas, esse tipo de desenho também poderia ser caracterizado como desenhos para apresentação e visualização das soluções de projecto. Sua principal característica está no facto de serem utilizados como uma forma diferenciada de representação em função das inovações tecnológicas.
  41. 41. Osdiferentesmétodospráticosusadosparaa comunicaçãonaarquitecturaeUrbanismo A escala: A escala, em cartografia, é a relação matemática entre as dimensões do objeto no real e a do desenho que o representa em um plano ou um mapa. Constitui-se em um dos elementos essenciais de um mapa, juntamente com a orientação, a legenda (convenções cartográficas) e a fonte
  42. 42. Conclusão Nestas técnicas, duas importantes rupturas paradigmáticas se destacam: a primeira, renascentista, com a caracterização científica do desenho, e a segunda, ao final do século XX, com o advento da Computação Gráfica que viabilizou o acesso à realidade virtual. “As ideias visualizadas pelos projectistas devem ser transportas de sua mente e registadas através de algum meio gráfico para posterior leitura, pelo próprio projectista ou por outras pessoas.” (Goldman – 1997 apud BORGES, 2001) O estudante de arquitectura é capacitado, dentre outros conhecimentos, a representar, através do desenho, as “imagens dos seus pensamentos, impossíveis de serem traduzidas em palavras” (ROZESTRATEN, 2006).
  43. 43. Hoje em dia as imagens são usadas em: • Anúcios publiciário • Cartazes; • Na própria arquitetura e engenharias; • Os utensílios domésticos e todas as ferramentas; As vestimentas; os veículos de transporte; as representações sagradas; todo material impresso e finalmente toda exibição em telas de cinema e de televisão. APLICAÇÃO DE IMAGENS 43
  44. 44. Actualmente as imagens impostas pela média, propagandas, ideias, comportamentos etc., tendem a passar-nos informação, assim sendo, podemos compreende-las melhor, despertando um olhar mais critico, uma atitude reflexiva, entendendo o que ela nos quer passar e o sentimento que nos traz, pois toda imagem tem seu significado e passa uma mensagem. ANÁLISE DE IMAGEM 44
  45. 45. 45
  46. 46. 46
  47. 47. "Saber ler imagens é uma exigência da sociedade contemporânea, tendo em vista a grande quantidade de informações que nos são transmitidas por meio dessa linguagem. Conhecer a "gramatica visual" nos tornaria capacitados para ler e interpretar imagens com consciência". 47 É importante ter em atenção a forma como se utiliza a imagem, por um lado temos o reforço positivo, mas a sua incorreta utilização poderá prejudicar.
  48. 48. 48
  49. 49. 49 Em planeamento urbano a imagem é o resultado de vivencias, cultura e fenómenos urbanos. O planeador físico pode tentar articular mas ele não e responsável e pode controlar a imagem de um bairro ou cidade pois ela resulta do lado humano e social
  50. 50. 50 Confronto entre forcas opostas
  51. 51. 51
  52. 52. 52
  53. 53. 53
  54. 54. 54 2. COMUNICAÇÃO
  55. 55. Também se entende a comunicação como o intercâmbio de informação entre sujeitos ou objetos. Deste ponto de vista, a comunicação inclui temas técnicos. A comunicação humana é um processo que envolve a troca de informações, as vezes, utiliza os sistemas simbólicos como suporte para este fim. COMUNICAÇÃO 55
  56. 56. O que é Comunicação: Comunicação é uma palavra derivada do termo latino "communicare", que significa "partilhar, participar algo, tornar comum". A comunicação começou desde a pré-história em que os primeiros seres humanos começaram por se comunicar através de pinturas rupestres e de gestos. 56
  57. 57. Desde o princípio dos tempos, a comunicação foi de importância vital, sendo uma ferramenta de integração, instrução, de troca mútua e desenvolvimento. O processo de comunicação consiste na transmissão de informação entre um emissor e um receptor que descodifica (interpreta) uma determinada mensagem. 57
  58. 58. Comunicar é a materialização do pensamento/sentimento em signos conhecidos pelas partes envolvidas. Estes símbolos são então transmitidos e reinterpretadas pelo receptor. 58
  59. 59. 59
  60. 60. DINAMISMO DA COMUNICAÇÃO Com o surgimento de novas tecnologias, além da sofisticação e aprimoramento de métodos de comunicação já existentes, afloram a cada dia novas alternativas tornando mais dinâmicas as possibilidades de comunicação. A comunicação está diretamente ligado aos sentidos humanos. 60
  61. 61. Buscar não só os meios de comunicação corretos mas também utilizarmos a linguagem correta para cada tipo de média. Buscar não só o universo correto desses meios de comunicação mas também saber dosar as inserções em cada um deles. 61
  62. 62. 62
  63. 63. TENDÊNCIAS 1. Comunicação em pequena escala 2. Comunicação em larga escala ou comunicação de "massa". Hoje a comunicação tende a não ser verbal, cada vez mais distante, pois, sustenta-se de meios mais rápidos... Email,whatssup, viber, skype, etc.... 63
  64. 64. 64
  65. 65. 65 3. REPRESENTAÇÃO
  66. 66. Em filosofia uma representação é uma entidade que está por outra entidade, isto é, uma coisa que está por outra coisa. TIPOS DE REPRESENTACAO Uma representação mental (ou representação cognitiva), na filosofia da mente, psicologia cognitiva, neurociência e ciência cognitiva, é um símbolo cognitivo interno hipotético que representa a realidade externa, ou então um processo mental que faz uso de um símbolo; REPRESENTAÇÃO 66
  67. 67. 67 A Arquitetura, ao expressar a intervenção do homem na natureza, converte-se em um produto da cultura universal. Quer como produto, quer como processo, é indiscutível o papel que a representação gráfica desempenha nestas analises. Por meio de contribuições varias civilizações, os registos gráficos da Arquitetura foram evoluindo gradativamente, sempre fazendo uso de projeções gráficas bidimensionais, representadas pelo que hoje conhecemos como plantas baixas, cortes, fachadas e perspectivas.
  68. 68. 68 Se comparadas com os sistemas de representação da arquitetura atuais, essas representações primitivas podem parecer precárias, restritas e mesmo simplórias. No entanto, significaram avanços expressivos em termos de raciocínio e representação abstratos, apresentando um aspecto que, em essência, pouco mudou desde então.
  69. 69. Uma representação (...)o ser humano cria na mente um modelo do mundo real ou um estado mental. Ela está relacionada com nossa experiência de vida e a relacção com nossa cultura. Sem representação mental não há memória. 69
  70. 70. 70
  71. 71. 71
  72. 72. 72
  73. 73. 73
  74. 74. 74
  75. 75. 75 Notas finais E a partir de vários casos e instrumentos de representação arquitectónica (maquetas, fotografias, modelos digitais), procura-se um sentido das imagens que reafirme o seu poder de substituição, mediatização, consagração ou estetização da Arquitectura.

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