Apresentação dosResultados Financeiros e Operacionais     Terceiro Trimestre de 2006         28 de Novembro de 2006       ...
Agenda    A Companhia e Questões Estratégicas Principais    Resultados Operacionais    Resultados Financeiros2
Agenda    A Companhia e Questões Estratégicas Principais    Resultados Operacionais    Resultados Financeiros3
Histórico Cemar e Equatorial    Adm. Estatal   Adm. PP&L (EUA)   Intervenção ANEEL   Adm. Equatorial   IPO Equatorial    A...
Composição Acionária                 Brasil Energia I(3)                                           Mercado                ...
Estratégia                            Aquisição de controle, compartilhado ou não      Consolidação de      distribuidoras...
Estratégia / Mercados Alvo                  O mercado alvo representa 22,5% da demanda de energia (2005), 34,2% da        ...
Diferenciais / Pontos Fortes    Potencial de crescimento                                  Solidez financeira e    signific...
Novas Regras de Revisão Tarifária: Principais Pontos    WACC     • Mudanças mínimas na metodologia e nos parâmetros    Bas...
A CEMAR no ambiente regulatório                                                              CEMAR opera bem abaixo       ...
Agenda     Questões Estratégicas Principais     Resultados Operacionais     Resultados Financeiros11
Base de Clientes                     Clientes (mil)                                                Composição             ...
Volume de Energia                                             Volume de Energia Faturada (MWh)                            ...
Balanço Energético e Perdas de Energia                                                                          Balanço En...
Tendência das Perdas de Energia em MWh                       Evolução em MWh (variação % em relação ao ano anterior)      ...
DEC e FEC     Evolução do DEC (média de horas por consumidor – últ. 12 meses)     60,5              57,2                  ...
Reajuste Tarifário     • Foi aprovado o reajuste médio das tarifas em 14,58% entre ago/06 a jul/07     •Considerando-se aj...
Agenda     Questões Estratégicas Principais     Resultados Operacionais     Resultados Financeiros18
Receita Líquida                                          Receita Líquida (R$ MM)                                       260...
Custos e Despesas Gerenciáveis     R$ MM                                                3T05        3T06       Var. %     ...
EBITDA e Margem EBITDA                              EBITDA (R$ MM) e Margem EBITDA (% da Receita Líquida)                 ...
Imposto de Renda e Contribuição Social     I.R / C.S.L.L. Co nso lida do (R$MM)                                           ...
Lucro Líquido                                           Lucro Líquido (R$ MM)                                             ...
Endividamento Bruto                                             Endividamento Bruto – 3T06                                ...
Dívida Líquida     Conciliação da Dívida Líquida – Consolidado (R$ MM)                         Conciliação da Dív. Líquida...
Investimentos                     Investimentos Próprios CEMAR                                               15,9%   80,8 ...
Programa Luz para Todos - PLPT     Investimento Direto PLPT (R$ MM)                                   Investimento Direto ...
Indicadores de Eficiência                         Ganhos contínuos de eficiência       PMSO* / Consumidor                 ...
Desempenho da Equatorial – EQTL11                          As UNITs da Equatorial Energia vêm mantendo desempenho consiste...
Contato                       Leonardo Dias     Diretor Financeiro e de Relações com Investidores                     Arna...
AVISO     As estimativas e declarações futuras constantes da presente apresentação têm por embasamento, em grande parte, a...
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  1. 1. Apresentação dosResultados Financeiros e Operacionais Terceiro Trimestre de 2006 28 de Novembro de 2006 APIMEC São Paulo
  2. 2. Agenda A Companhia e Questões Estratégicas Principais Resultados Operacionais Resultados Financeiros2
  3. 3. Agenda A Companhia e Questões Estratégicas Principais Resultados Operacionais Resultados Financeiros3
  4. 4. Histórico Cemar e Equatorial Adm. Estatal Adm. PP&L (EUA) Intervenção ANEEL Adm. Equatorial IPO Equatorial Até Jul/00 Ago/00 – Ago/02 Ago/02 – Mai/04 Mai/ 04– Mar/06 Após Mar/064
  5. 5. Composição Acionária Brasil Energia I(3) Mercado Total: 40,6% Total: 59,4% Votante: 62,1% Votante: 37,9% Total de Units: Eletrobras Outros 65,558,392 Total: 34,0% Total: 0,7% Total: 65,4% Novas Aquisições5
  6. 6. Estratégia Aquisição de controle, compartilhado ou não Consolidação de distribuidoras no Oportunidades de ganhos através de: sinergias operacionais, reestruturação operacional e financeira e redução de perdas de N / NE / CO energia Aumento de eficiência Continuação do programa de reestruturação da CEMAR, ampliando operacional e os ganhos de produtividade, buscando novas reduções de custos e de redução de perdas comerciais de energia diminuição de perdas Expressivos investimentos em geração serão necessários nos Avaliação seletiva de próximos anos no Brasil investimentos em Este cenário poderá gerar oportunidades de investimento atrativas geração que serão examinadas pela Equatorial6
  7. 7. Estratégia / Mercados Alvo O mercado alvo representa 22,5% da demanda de energia (2005), 34,2% da população (2005)e 20,4% do PIB (2003) Boa Vista Eletronorte Cea Estadual CER Estadual Cosern Neoenergia Ceam Saelpa Eletronorte Celpa Coelce Cemar Cataguazes Manaus Energia Grupo Rede Endesa Eletronorte Equatorial Cepisa Celpe Eletrobras Neoenergia Eletroacre Eletronorte Ceron Celtins Grupo Rede Ceal Eletrobras Eletrobras BA Cemat Grupo Rede Energipe Ceb Cataguazes Estadual Sulgipe Independent Celg Estadual MS7
  8. 8. Diferenciais / Pontos Fortes Potencial de crescimento Solidez financeira e significativo com administração profissional com perspectiva de experiência em reestruturação consolidação Cultura e modelo de Comprometimento com as gestão voltados para melhores práticas de resultados governança corporativa8
  9. 9. Novas Regras de Revisão Tarifária: Principais Pontos WACC • Mudanças mínimas na metodologia e nos parâmetros Base de Remuneração • Base de Remuneração auferida na Revisão Tarifária ajustada apenas pela inflação e deduzida da depreciação • Novos investimentos avaliados de acordo com uma média de preços da indústria e e ajustados pelos índices específicos do setor • Faixas de avaliação dos preços dos ativos elétricos variam entre 90% e 110% dos preços da base Empresa de Referência • Conceito de empresa modelo como benchmark mantido • Pequenas alterações na metodologia para estimar os custos operacionais da empresa modelo • Taxas de inadimplência determinadas individualmente para cada empresa Fator X • Fator Xc eliminado • Fator Xe calculado de acordo com premissas da distribuidora Perdas de Energia • Perdas comerciais determinadas individualmente para cada distribuidora • Deve refletir a especificidade de cada concessão e a relação custo-benefício associado à redução das perdas de energia • Reconhecida a influência das perdas técnicas na redução das perdas comerciais Depreciação sobre “Obrigações Especiais” (Investimentos financiados com subsídios) • Exclusão do cálculo tarifário9
  10. 10. A CEMAR no ambiente regulatório CEMAR opera bem abaixo da ER RR razoavelmente avaliada no primeiro ciclo ER – CEMAR aumentará significativamente em função mercado da CEMAR nvestimentos acima da do elevado nível de cresce acima da média QRR investimentos e do nacional crescimento de número de nvestimentos do PLPT consumidores té 2008 o PLPT ligará 249 mil clientes usto da dívida reduzido nclusão de custos associados as Perdas e Qualidade compensarão os ajustes propostos pela ANEEL Ganhos Remuneração Empresa de de Escala sobre o Capital Referência10
  11. 11. Agenda Questões Estratégicas Principais Resultados Operacionais Resultados Financeiros11
  12. 12. Base de Clientes Clientes (mil) Composição 1.327 1.307 Residencial 1.281 85,8% 1.254 1.219 1.202 Industrial 0,7% Comercial 7,5% Outros 6,0% 2T05 3T05 4T05 1T06 2T06 3T06 • Crescimento de 8,9% da base nos últimos 12 meses12
  13. 13. Volume de Energia Volume de Energia Faturada (MWh) En. Vendida (% por Classe)CLASSE DE CONSUMO (MWh) 3T05 3T06 Var.% 9M05 9M06 Var.% Outros 25,1%Residencial 283.102 300.342 6,1% 828.460 875.372 5,7%Industrial 108.861 103.575 -4,9% 315.988 276.751 -12,4% ComercialComercial 140.436 149.695 6,6% 404.706 430.359 6,3% 20,4%Outros (não inclui consumo próprio) 176.550 185.889 5,3% 487.089 524.308 7,6%TOTAL 708.949 739.500 4,3% 2.036.244 2.106.789 3,5% Carga: Brasil vs. Nordeste vs. CEMAR Ano 1T 2T 3T 9M Industrial Carg a Bra sil (GWh)* 2006 104.999 100.980 140.886 346.865 12,5% Residencial 2005 99.900 99.538 134.671 334.109 41,9% Va r. % 5,1% 1,4% 4,6% 3,8% • Crescimento de 4,3% no volume de energia Carg a No rdest e (GWh)* 2006 15.079 14.476 20.396 49.951 2005 14.512 14.323 19.777 48.612 faturada nos últimos doze meses Va r. % 3,9% 1,1% 3,1% 2,8% •Crescimento da classe residencial impactado pelo Carg a CE MAR (MWh) 2006 966.504 983.932 1.085.808 3.036.244 acréscimo de 6,4% da base de clientes em 12 meses 2005 926.615 966.722 1.024.914 2.918.251 Va r. % 4,3% 1,8% 5,9% 4,0% •Recuperação no nível de atividade industrial, Vendas CEMAR (MWh - 2006 669.484 697.806 739.500 2.106.789 reduzindo a queda no consumo para 4,9% no 3T06 sem co nsum o pró prio ) 2005 650.086 677.208 708.949 2.036.244 contra 17,6% no 2T06. Destaques: Va r. % 3,0% 3,0% 4,3% 3,5% •Na classe industrial, destaca-se o crescimento no * d ad o s r e f e r e n t e s ao Sis t e m a In t e g r ad o Nacio n al consumo das indústrias de ferro gusa, 14,7% acima F o n t e : ONS e CE MAR do 3T06 13
  14. 14. Balanço Energético e Perdas de Energia Balanço Energético Bal. E nerg ét ico (MWh) 3T05 3T06 Var. % 9M05 9M06 Va r. % E n e r g ia Req u er id a * 1.025.098 1.085.933 5,9% 2.918.825 3.036.609 4,0% E n e r g ia Ven d id a ** 710.355 741.243 4,3% 2.040.182 2.111.835 3,5% P er d as 314.743 344.690 9,5% 878.644 924.775 5,3% * in clu i g er ação p r ó p r ia ** in clu i v en d as às clas s es , co n s u m o p r ó p r io e f o r n e cim en t o à CE P ISA Evolução das Perdas de Energia (acumuladas nos últimos 12 meses) •Perdas (LTM) de 29,9% no 3T06, redução 30,4% 29,5% 29,8% 29,6% 29,9% 29,7% de 0,5 p.p. em relação ao 3T05, e aumento sobre o 2T06 de 0,3 p.p. •Excluindo o efeito do cliente Itapajé Celulose no 3T06, as perdas acumuladas dos últimos 12 meses seria 29,7% 3T05 4T05 1T06 2T06 3T06 3T06 Ex- Itapagé14
  15. 15. Tendência das Perdas de Energia em MWh Evolução em MWh (variação % em relação ao ano anterior) 19,7% 13,9% 9,0% 7,8% 7,2% 5,9% 5,3% 5,3% 2,9% 4,0% 5,7% 3,5% 2003 2004 2005 9M06 Energia Requerida * Energia Vendida ** Perdas •Até Set/06, a taxa de variação das perdas foi inferior ao observado em 2005 em 0,4 p.p, mas foi superior à variação da energia requerida e a da energia vendida * inclui geração própria ** inclui venda às classes, consumo próprio e fornecimento à CEPISA15
  16. 16. DEC e FEC Evolução do DEC (média de horas por consumidor – últ. 12 meses) 60,5 57,2 55,9 54,6 54,1 52,8 49,9 CEMAR São Luis 38,6 35,8 36,4 35,4 29,9 28,1 26,6 1T05 2T05 3T05 4T05 1T06 2T06 3T06 Evolução do FEC (frequência média por consumidor – últ. 12 meses) 37,7 35,5 34,5 32,9 31,0 29,2 CEMAR 27,1 30,6 31,4 São Luis 29,3 30,1 25,0 22,2 19,8 1T05 2T05 3T05 4T05 1T06 2T06 3T0616
  17. 17. Reajuste Tarifário • Foi aprovado o reajuste médio das tarifas em 14,58% entre ago/06 a jul/07 •Considerando-se ajustes financeiros e recuperação de diferenças tarifárias de períodos passados, o reajuste tarifário médio efetivo nas faturas de energia elétrica foi de 10,68% •A ANEEL concedeu a compensação financeira pelos custos do programa de universalização, que corresponde a um valor de R$34,0 MM (sem PIS/COFINS) no resultado do trimestre CEMAR - Detalhamento do Reajuste Tarifário de 2006 2,98% Compra de Energia Encargos Setoriais e Repasse da Variação Parcela A 1,08% do Sistema de da Parcela A e Transmissão Ajuste Tarifário: Parcela B: 10,07% 5,84% RTD 14,58% Parcela B 0,17% Parcela B Variação nos 4,25% Universalização Componentes Componentes Outros Ajustes 0,26% Financeiros Financeiros: 4,51% Financeiros Item 2005 2006 Ajuste (%) Ajuste Anual R$726.415.379,06 R$799.593.865,83 10,07% Parcela A R$346.846.807,11 R$376.320.022,91 8,50% Parcela B R$379.568.571,94 R$423.273.842,92 11,51% Ajustes Financeiros - R$36.046.002,22 N/A17
  18. 18. Agenda Questões Estratégicas Principais Resultados Operacionais Resultados Financeiros18
  19. 19. Receita Líquida Receita Líquida (R$ MM) 260,5 634,8 52,7% 36,6% 464,6 170,6 3T05 3T06 9M05 9M06 • A Receita Líquida cresceu 52,7% e 36,6% no 3T06 e nos 9M06, respectivamente • Resultado devido principalmente aos impactos: a) da revisão tarifária de agosto de 2005 (15,95%) b) do reconhecimento do PLPT no reajuste tarifário de agosto de 2006 (R$34,0 MM) c) do crescimento do volume de energia vendida (4,3%)19
  20. 20. Custos e Despesas Gerenciáveis R$ MM 3T05 3T06 Var. % 9M05 9M06 Var. % Pessoal 13,4 10,8 -19,4% 36,8 32,8 -10,8% Material 0,8 1,1 29,3% 3,3 3,4 4,4% Serviço de Terceiros 13,8 16,8 22,1% 43,1 45,5 5,4% Outros 1,0 1,9 86,1% 7,0 7,6 9,4% PMSO 29,0 30,6 5,4% 90,2 89,4 -0,9% PMSO (% Rec. Liq) 17,0% 11,7% -5,3 p.p. 19,4% 14,1% -5,3 p.p. Provisões 5,3 8,9 67,9% 14,0 20,9 49,3% Reestruturação 1,1 1,8 67,7% 3,8 8,7 128,0% Outras Despesas Não Recorrentes 0,0 5,7 N/A 0,0 5,7 N/A CUSTOS E DESPESAS GERENCIÁVEIS 35,4 47,0 32,7% 108,0 124,7 15,4% CUSTOS E DESPESAS GERENCIÁVEIS (% Rec. Liq) 20,7% 18,0% -2,7 p.p. 23,2% 19,6% -3,6 p.p. • PMSO (excluindo provisões e reestruturação e outras despesas não recorrentes) atingiu 14,1% da Receita Líquida nos 9M06, uma queda de 5,3 p.p. em relação aos 9M05 • Pessoal: queda de 10,8% nos 9M06 em relação aos 9M05 • Despesas com reestruturação de R$8,7 MM nos 9M06: crescimento devido à intensificação da reestruturação no período • Outras despesas não recorrentes: impacto devido ao pagamento de multa à ANEEL pelo descumprimento parcial de um Termo de Ajustamento de Conduta20
  21. 21. EBITDA e Margem EBITDA EBITDA (R$ MM) e Margem EBITDA (% da Receita Líquida) 38,2% , 41.9% 109.2 , 242,5 , 27.9% 25,7% 103,2% 129,4% 119,3 , 47.6 3T05 3T06 9M05 9M06 EBITDA Margem EBITDA EBITDA Margem EBITDA • O EBITDA atingiu R$109,2 milhões no 3T06, maior nível já registrado na história da Companhia, 129,5% superior aos R$45,6 milhões do 3T05 • A margem EBITDA foi de 41,9% no 3T06, um aumento de 15,2 p.p. comparado ao 3T0521
  22. 22. Imposto de Renda e Contribuição Social I.R / C.S.L.L. Co nso lida do (R$MM) 1T06 2T06 3T06 9M06 Despesa I.R. / C.S.L.L. (1) 12,6 13,5 18,5 44,6 (+ Rev ersã o da P ro v isã o 2005 ) - 3,1 6,3 9,4 ( - ) At iv o F isca l Dif erido (3,8) (6,7) (11,6) (22,1) ( - ) Incent iv o ADE NE (3,0) (2,7) (5,7) (11,4) = Im po st o Ca ix a (2) 5,8 7,2 7,5 20,5 LAIR (3) 33,7 43,2 89,6 166,5 Ta x a Ef et iv a de I.R. / C.S.L.L. (%) - Co nceit o Eco nô m ico - (1)/ (3) 37,4% 31,3% 20,7% 26,8% Ta x a Ef et iv a de I.R. / C.S.L.L. (%) - Co nceit o Ca ix a - (2)/ (3) 17,2% 16,7% 8,4% 12,3% •O ativo fiscal diferido da CEMAR e benefícios fiscais da região Nordeste permitem que a Equatorial tenha desembolsos efetivos de IR/CSLL em níveis inferiores às taxas regulares de pagamentos destes tributos22
  23. 23. Lucro Líquido Lucro Líquido (R$ MM) 77,9 56,6% 80,0% 48,1 49,7 26,7 3T05 3T06 9M05 9M06 • Lucro Líquido 3T06: R$48,1 MM (R$0,73 / Unit), aumento de 80,0% contra o 3T05 • Lucro Líquido 9M06: R$77,9 MM (R$1,18/ Unit), um crescimento de 58,6% vs. 9M0523
  24. 24. Endividamento Bruto Endividamento Bruto – 3T06 Spread Médio Prazo Final Médio Vencimento R$ MM % do Total Indexador Part. (%) (ao ano) (mês/ano) Curto Prazo 36,5 6,4% Libor de 6 meses 0,8% nov-06 1,3% Longo Prazo 529,3 93,6% IGP-M (3 anos) 12,0% nov-09 15,1% IGP-M (9 anos) 12,7% nov-15 30,2% 2007 16,9 3,0% IGP-M (17 anos) 4,4% nov-23 22,0% 2008 55,5 9,8% TJLP 2,0% nov-13 0,2% 2009 69,3 12,2% Pré Fixado (R$) 11,9% nov-17 8,0% RGR 0,1% out-17 6,6% 2010 59,6 10,5% Pré Fixado (US$) 3,5% jun-17 1,5% Após 2010 328,0 58,0% FINEL 1,8% fev-08 10,2% Total 565,8 100,0% CDI 0,3% nov-15 5,0% •O aumento da dívida bruta é justificado pela liberação da segunda parcela no montante de R$22,2 milhões da linha de financiamento concedida pelo BNB para a CEMAR •Perfil da dívida: custo médio atrativo (12,2% a.a. nos últimos 12 meses ou 73,2% do CDI) e prazo médio de 10,2 anos24
  25. 25. Dívida Líquida Conciliação da Dívida Líquida – Consolidado (R$ MM) Conciliação da Dív. Líquida – Ajustado pela Participação (R$ MM) 109,3 71,5 167,4 109,5 565,8 369,9 184,1 184,1 179,8 105,1 4,9 55,3 CEMAR Bruta Disp. Dív. Líq. Dív. Líq. Líquido EQTL CEMAR Dív. Bruta Disp. Dív. Líq. Dív. Líq. Líquido EQTL Disp. Dív. Ativo Reg. Disp. 3T06 2T06 Ativo Reg. 3T06 2T06 Dívida Líquida (R$ MM) e Divida Líquida / EBITDA (últ. 12m) 3,0 x 2,4 x 1,6x 1,5 x 0,7 x 385,4 0,3 x 359,7 331,9 305,0 179,8 105,1 2T05 3T05 4T05 1T06 2T06 3T06 Div. Líquida Div. Líq. / EBITDA (LTM)25
  26. 26. Investimentos Investimentos Próprios CEMAR 15,9% 80,8 2,5 69,7 26,5% 31,5 1,3 12,5 0,2 5,7 24,9 4,5 0,8 26,1 Outros 1,4 36,0 Equipamentos e Sistemas 12,8 Expansão da Rede 12,7 Manutenção da Rede 39,7 14,0 26,7 10,0 3T05 3T06 9M05 9M06 • Esperamos para 2006 um volume de investimentos próprios, excluindo investimentos diretos do PLPT, da ordem de R$120 MM26
  27. 27. Programa Luz para Todos - PLPT Investimento Direto PLPT (R$ MM) Investimento Direto PLPT(R$ MM) 117,9 79,2% 58,1 54,4% 32,2 76,2 3T05 3T06 9M05 9M06 Ligações Acumuladas • Até o final de setembro, a 80.577 CEMAR realizou um total de 80,6 mil ligações no PLPT 62.443 50.824 40.136 25.711 3T05 4T05 1T06 2T06 3T0627
  28. 28. Indicadores de Eficiência Ganhos contínuos de eficiência PMSO* / Consumidor Consumidores por Colaborador -8,9% 187,9 75,3 69,2 28,2% 100,2 9M05 9M06 9M05 9M06 EBITDA (R$) por MWh EBITDA (R$) por Consumidor 187,9 325,3 96,4% 86,8% 100,2 173,3 9M05 9M06 9M05 9M0628
  29. 29. Desempenho da Equatorial – EQTL11 As UNITs da Equatorial Energia vêm mantendo desempenho consistente, com rentabilidade acumulada acima do IBOVESPA e do IEE – Índice de Energia Elétrica 130 Rentabilidade (31/03 a 24/11) 120 •EQTL11: 20,97% (R$17,54) •IBOVESPA: 10,03% (41.757)Evolução do Preço •IEE: 6,45% (12.825) 110 Volume negociado: 100 • Média Diária 60 dias: R$2,2 milhões/dia • Média Diária 30 dias: R$2,2 milhões/dia 90 80 31/3/06 16/4/06 24/4/06 10/5/06 18/5/06 26/5/06 11/6/06 19/6/06 27/6/06 13/7/06 21/7/06 29/7/06 14/8/06 22/8/06 30/8/06 15/9/06 23/9/06 8/4/06 2/5/06 3/6/06 5/7/06 6/8/06 7/9/06 1/10/06 9/10/06 2/11/06 17/10/06 25/10/06 10/11/06 18/11/06 24/11/06 EQTL11 IBOV IEE 29
  30. 30. Contato Leonardo Dias Diretor Financeiro e de Relações com Investidores Arnaldo Faissol Gerente de Relações com Investidores Telefone1: +0 XX (98) 3217-2245 Telefone2: +0 XX (98) 3217-2113 E-mail: ri@equatorialenergia.com.br Website: http://www.equatorialenergia.com.br/ri30
  31. 31. AVISO As estimativas e declarações futuras constantes da presente apresentação têm por embasamento, em grande parte, as expectativas atuais e estimativas sobre eventos futuros e tendências que afetam ou podem potencialmente vir a afetar os negócios, a situação financeira, os resultados operacionais e prospectivos da Companhia. Estas estimativas e declarações estão sujeitas a diversos riscos, incertezas e suposições e são feitas com base nas informações de que a Companhia atualmente dispõe. Esta apresentação também está disponível no site www.equatorialenergia.com.br/ri e no sistema IPE da CVM. Essas estimativas envolvem riscos e incertezas e não consistem em garantia de um desempenho futuro, sendo que os reais resultados ou desenvolvimentos podem ser substancialmente diferentes das expectativas descritas nas estimativas e declarações futuras. Tendo em vista os riscos e incertezas envolvidos, as estimativas e declarações acerca do futuro constantes desta apresentação podem não vir a ocorrer e, ainda, os resultados futuros e o desempenho da Companhia podem diferir substancialmente daqueles previstos nas estimativas da Companhia. Por conta dessas incertezas, o investidor não deve se basear nestas estimativas e declarações futuras para tomar uma decisão de investimento. As palavras “acredita”, “pode”, “poderá”, “estima”, “continua”, “antecipa”, “pretende”, “espera” e expressões similares têm por objetivo identificar estimativas. Tais estimativas referem-se apenas à data em que foram expressas, sendo que a Companhia não pode assegurar a atualização ou revisão de quaisquer dessas estimativas em razão da ocorrência de nova informação, de eventos futuros ou de quaisquer outros fatores. Esta apresentação não constitui oferta, convite ou solicitação de oferta de subscrição ou compra de quaisquer valores mobiliários. E, esta apresentação ou qualquer informação aqui contida não constituem a base de um contrato ou compromisso de qualquer espécie.31

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