Uma QuestãO De Escolha

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Uma QuestãO De Escolha

  1. 1. Uma questão de escolha
  2. 2. Por que eu fiz esse caderno criativo? <ul><li>A Universidade é uma instituição, logo ela possui regras, que podem ou não ser respeitadas., caso a ultima opção for escolhida, o individuo logicamente será excluído do grupo que compõe os alunos aprovados pelos professores. </li></ul><ul><li>Os professores também podem ou não respeitar as regras, caso a ultima opção for escolhida, logicamente serão excluídos do grupo de professores contratados e remunerados pela Universidade. </li></ul><ul><li>Assim temos então a angústia da escolha! Fazer o caderno criativo ou viajar, passear, namorar etc. ? </li></ul><ul><li>Considerei então alguns fatores que poderiam ajudar em minha escolha e cheguei a algumas conclusões. </li></ul><ul><li>O alto custo da mensalidade </li></ul><ul><li>A falta de tempo </li></ul><ul><li>O esforço da professora de filosofia para dar um “flan” no raciocino dos alunos </li></ul><ul><li>O projeto que fiz para minha vida </li></ul><ul><li>Conclui que desses fatores apenas o ultimo poderia me auxiliar. O alto custo da universidade está ligado ao meu projeto, pois eu poderia ter escolhido não fazer faculdade. Não existe falta de tempo, as coisas que não realizo é porque não são </li></ul><ul><li>minhas prioridades. Apesar de reconhecer o esforço da professora, não quero ser um ser para o outro e sim um ser em si. Portanto, priorizei meus estudos, a fim de concretizar o projeto que fiz para minha vida. </li></ul>
  3. 3. Kant <ul><li>Para Kant o homem não nasce homem, ele se transforma em homem. Por isso podemos dizer que ele é um filósofo esperançoso e idealista, acredita que existe um ponto máximo a ser alcançado pelos indivíduos. </li></ul><ul><li>Ele faz uma ligação entre a experiência e sensibilidade, particulares e a razão universal, categorizando-as em juízos. </li></ul><ul><li>O juízo à priori se insere no Imperativo Categórico, que consiste no dever universal (“tu deves”).Esse é considerado por ele o guia das ações humanas, que deve iluminar a moral e o Imperativo Hipotético. </li></ul><ul><li>O juízo sintético a posteriori é quando o ser humano tende a universalizar o particular através das próprias experiências.Já o sintético a priori parte da amplitude do universal para buscar características em comum das particularidades formando assim paradigmas.Eles se inserem no Imperativo Hipotético </li></ul><ul><li>Há também o juízo estético que depende da experiência e da interpretação. </li></ul><ul><li>Quando algum famoso divulga que doou alimentos aos necessitados será que ele está mesmo preocupado com o dever universal de conservar o direito à vida de todo ser humano e ajudá-lo a sobreviver? Se essa for realmente sua intenção ele estará agindo de acordo com o Imperativo Categórico. No entanto se ele estiver agindo somente para forjar solidariedade e se promover visando seu benefício, ele estará aplicando o Imperativo Hipotético. </li></ul>
  4. 4. Nietzsche <ul><li>Para Nietzsche a ética é igual a moral pois não existem regras a priori, o homem é o próprio dono de seus princípios e atitudes e nada pode ajudá-lo a não ser ele próprio. </li></ul><ul><li>Essa é uma visão individualista pois se não existem parâmetros, nem mesmo a sociedade poderá interferir na formação e vida do indivíduo. Ele deve se afastar dela para se encontrar e reconhecer seus próprios valores sem influências externas. </li></ul><ul><li>Alma e corpo para esse filósofo não são distintos e o ideal é o homem forte fisicamente e capaz de pensar criticamente assumindo total responsabilidade pelos seus atos. </li></ul><ul><li>Sempre que estou no palco procuro separar a razão da emoção, para não criar um desequilíbrio entre mim e o personagem como ocorre na catarse, e também evitar transtornos no espetáculo, que pode ser exemplificado quando algum ator se descontrola e machuca o outro em cena levado pela emoção. </li></ul><ul><li>Podemos fazer uma comparação desse equilíbrio entre a emoção e a razão com os dois pólos utilizados como referencia por Nietzsche: Apolíneo e Dionisíaco. O primeiro simboliza a razão e o segundo o instinto, a paixão. Neste caso o super-homem idealizado pelo filósofo seria uma ponte entre os dois extremos que deve estar em equilíbrio. </li></ul>
  5. 5. Sartre <ul><li>Para esse filósofo a existência precede a essência, ou seja, nós primeiro existimos para depois escolhermos quem queremos ser </li></ul><ul><li>Quando expliquei por que resolvi fazer este caderno criativo, deixei bem claro que foi uma escolha minha e que eu poderia ter optado por não fazê-lo desde que assumisse as conseqüências. Fiz por mim, pelo meu crescimento intelectual. </li></ul><ul><li>Porém eu poderia ter agido de má fé e dito que eu o havia feito pois fui obrigada pela professora. Essa seria uma atitude nada autentica de minha parte. Mas a verdade é que tudo se torna mais fácil quando transferimos as nossas escolhas para o outro. </li></ul><ul><li>Você já parou para pensar por que quando as mães dizem: “Faz o que você quiser, não vou falar mais nada”, tudo perde a graça e não temos mais vontade de fazer? </li></ul><ul><li>Isso acontece pois nos vemos obrigados a decidirmos sozinhos e sentimos o peso da responsabilidade sobre nós. </li></ul><ul><li>Apesar dessa solidão assustar, eu adorei a filosofia de Sartre e não a acho pessimista, passei a encarar os fatos de outra forma. Porém há algo em seu pensamento que eu ainda não consigo interiorizar totalmente, que é a falta de um bem á priori, não existem parâmetros, podemos optar por qualquer coisa, que por ser escolhida,já será o melhor para nós. Apesar de achar essa concepção o ideal para se viver ainda me encontro por certas vezes buscando regras para me guiar. </li></ul><ul><li>. </li></ul>
  6. 6. O sistema

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