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Primeira Parte Introdução Orientação

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ESTUDO DAS OBRAS DE PIETRO UBALDI Arte da Imagem, Arte de Música e Arte do Pensamento OBRA:  PENSAMENTOS PRIMEIRA PARTE - COMO ORIENTAR A PRÓPRIA VIDA  INTRODUÇÃO - ORIENTAÇÃO IMAGENS:  Flores do Cactus; simbolizam a  própria vida – flores em meio a espinhos  MÚSICA: Richard Clayderman
INTRODUÇÃO – ORIENTAÇÃO A finalidade deste livro é oferecer, sobretudo aos jovens, um modo de orientar-se na vida, autodirigindo-se depois de ter entendido seu funcionamento. Procuramos estabelecer um diálogo baseado na inteligência, sinceridade e boa vontade. Usamos este método, aconselhando-o ao leitor, por que é de seu interesse usá-lo. Cremos seja vantajoso para todos eliminar o velho, fatigante e contraproducente sistema dos atritos entre contrários.  Não nos fazemos de preceptor que exige obediência, nem de distribuidor de sabedoria para menores ignorantes que nada sabem fazer, senão aceitar as sugestões. Aqui não existe autoridade imposta e por isso nada a contestar. Aqui procura-se apenas explicar, a quem interessa compreender, como realmente funciona a vida, a fim de que cada um, se o quiser, comporte-se de um modo mais racional, portanto mais vantajoso, menos ilógico e de menor dano.
A vida é uma série de problemas a serem resolvidos. Como resolvê-los? Antigamente vigorava o método do comando, adaptado à fase infantil da humanidade. Devia-se obedecer cegamente.
Por que? Porque assim tinha Deus falado. Aqui a mente humana estacava, porque era incapaz de avançar sozinha. Hoje ela sabe andar um pouca mais à frente e pergunta: mas por que falou Deus assim?
É pueril pensar que o crer ou não crer em nossas filosofias ou religiões possa modificar tal realidade. Ora, esse funcio-namento contínuo, concreto, experimentalmente controlável, mostra-nos de forma racional a presença de conceitos e dire-tivas sem os quais o fato não pode se realizar.
Eis que cada um pode verificar essa presença de principios e que eles são antepostos à manutenção de uma ordem. Quem ama, crê, verá neles Deus; quem é ateu, deverá admitir a presença deles, ainda que negando Deus.

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Primeira Parte Introdução Orientação

  • 1. ESTUDO DAS OBRAS DE PIETRO UBALDI Arte da Imagem, Arte de Música e Arte do Pensamento OBRA: PENSAMENTOS PRIMEIRA PARTE - COMO ORIENTAR A PRÓPRIA VIDA INTRODUÇÃO - ORIENTAÇÃO IMAGENS: Flores do Cactus; simbolizam a própria vida – flores em meio a espinhos MÚSICA: Richard Clayderman
  • 2. INTRODUÇÃO – ORIENTAÇÃO A finalidade deste livro é oferecer, sobretudo aos jovens, um modo de orientar-se na vida, autodirigindo-se depois de ter entendido seu funcionamento. Procuramos estabelecer um diálogo baseado na inteligência, sinceridade e boa vontade. Usamos este método, aconselhando-o ao leitor, por que é de seu interesse usá-lo. Cremos seja vantajoso para todos eliminar o velho, fatigante e contraproducente sistema dos atritos entre contrários. Não nos fazemos de preceptor que exige obediência, nem de distribuidor de sabedoria para menores ignorantes que nada sabem fazer, senão aceitar as sugestões. Aqui não existe autoridade imposta e por isso nada a contestar. Aqui procura-se apenas explicar, a quem interessa compreender, como realmente funciona a vida, a fim de que cada um, se o quiser, comporte-se de um modo mais racional, portanto mais vantajoso, menos ilógico e de menor dano.
  • 3. A vida é uma série de problemas a serem resolvidos. Como resolvê-los? Antigamente vigorava o método do comando, adaptado à fase infantil da humanidade. Devia-se obedecer cegamente.
  • 4. Por que? Porque assim tinha Deus falado. Aqui a mente humana estacava, porque era incapaz de avançar sozinha. Hoje ela sabe andar um pouca mais à frente e pergunta: mas por que falou Deus assim?
  • 5. É pueril pensar que o crer ou não crer em nossas filosofias ou religiões possa modificar tal realidade. Ora, esse funcio-namento contínuo, concreto, experimentalmente controlável, mostra-nos de forma racional a presença de conceitos e dire-tivas sem os quais o fato não pode se realizar.
  • 6. Eis que cada um pode verificar essa presença de principios e que eles são antepostos à manutenção de uma ordem. Quem ama, crê, verá neles Deus; quem é ateu, deverá admitir a presença deles, ainda que negando Deus.
  • 7. De nossa forma mental e estrutura da personalidade, de nossa escolha e conduta depende o modo pelo qual cada um constrói a própria vida e o seu própria destino.
  • 8. Primeiro semeamos e depois colhemos. A relação causa-efeito é evidente. A vida é um laboratório onde encontra-mos os mais variados instrumentos e ingredientes. Nós os escolhemos e depois os manipulamos, como melhor nos parece, cada um a seu modo.
  • 9. Mesmo se, aparentemente, parece que dominam a nossa liberdade e o caos individualista, em substância, além destas aparências, todos os nossos movimentos perma-necem regulados por leis cuja função é reconstruir o equilíbrio e sanar o mal que fazemos.
  • 10. Grande parte deste trabalho é preestabelecido e automático: o nascimento, o desenvolvimento físico, a velhice, a morte, a reprodução, o funcionamento orgânico, os impulsos dos instintos e a formação de outros novos, pela assimilação no subconsciente das experiências vividas.
  • 11. Sem a presença dessa força íntima reguladora, o nosso mundo, abandonado a si mesma, desmoronaria dentro em pouco, enquanto, pelo contrário, vemos que ele se está construindo, porque evolui sempre para o alto.
  • 12. A vida é um impulso de crescimento, é um anseio em direção à perfeição e à felicidade. A grande aspiração é subir, mesmo se cada um o faz a seu nível.
  • 13. A primeira coisa que é necessário compreender, sobretudo os jovens construtores da vida, é que este é um trabalho de construção de si mesmo através de provas variadas, cada um sujeito àquelas mais adaptadas ao seu desenvolvimento.
  • 14. A vida é uma coisa séria, a ser percorrida com cons-ciência e responsabilidade, sabendo a que dores podem levar-nos aos nossas erros. É necessário então saber como é construída a Lei, para evitar tais erros e as dores que se seguem.
  • 15. É necessário ter compreendido que o homem se move dentro dessa Lei como um peixe no mar. A finalidade de nossos movimentos é a experimentação, e a finalidade da vida é aprender. Estamos cheios de desejos, sobretudo os jovens, e de impulsos que nos lançam a provar o que serve para construir-nos.
  • 16. Os efeitos desse trabalho ficam registrados e são acres-centados à nossa personalidade, que se enriquece de conhecimento, constituindo a nassa própria evolução.
  • 17. Isso, independentemente de todos os triunfos, conquistas e bens terrenos, que só valem como miragens que nos induzem a fazer a trabalho de experimentação e de aquisição de qualidades.
  • 18. Trata-se de um novo modo de conceber a vida, em função de outras pontos de referência, para conquistar outros valores. Antigamente relegava-se isso ao plano espiritual em bases emotivas de fé e sentimento.
  • 19. Os instrumentos de experimentação que encontramos no seu laboratório e que devemos adotar para aprender, fazem-se sempre mais complexos e de difícil uso. Para nossos ancestrais bastava uma ética elementar para resolver os seus problemas.
  • 20. A nossa sociedade atual não possui escolas que eduquem a fundo, ensinando a viver. A velha moral era exterior, baseada muito nas aparências, em velhos enganos, nos quais hoje não mais se crê. Antigamente bastava não dar escândalo e que o pecado não fosse visto.
  • 21. Ora, quem entendeu tem o dever de mostrar como tudo funciona àqueles que podem e querem compreender. Com estes apontamentos buscamos preencher a vácuo de conhecimento que se verifica nas diretivas fundamentais de nossa vida, em nosso pensamento e nossos atos.
  • 22. Aquilo que buscamos adquirir neste livro, é a consci-ência de nós mesmos, o conhecimento do significado, valor e conseqüências de cada ato nosso, de modo que tudo se desenvolva beneficamente, de maneira satis-fatória para o indivíduo. Desejamos ensiná-lo a ser forte, resistente, positivo, construtivo.
  • 23. Tal conhecimento e o fato de saber viver de tal modo, com a consciência de encontrar-se dentro da Lei, em harmonia com ela, devem dar a esse homem resistência na adversidade, que só pode possuir quem sabe encon-trar-se de acordo com a Lei, portanto em posição de justo equilíbrio na seio da ordem universal.
  • 24. Neste trabalho não apresentamos produtos emocionais ou fideísticos. Através da observação e da experimentação chegamos à conclusão que existem no campo moral e espiritual leis inderrogáveis como as existentes no campo da matéria e da energia.
  • 25. Todos os fenômenos, de cada tipo, são regidos por leis exatas que não são senão ramificações de uma lei central que contém os princípios que regulam o funcionamento de todo o universo.
  • 26. Com estes esclarecimentos, fechamos estas notas preliminares de orientação geral, com as quais qui-semos definir o presente trabalho e suas bases.
  • 27. PRÓXIMO ENCONTRO: Capítulo I O PRINCÍPÍO DE RETIDÃO FORMATAÇÃO: J. Meirelles – [email_address]