1.Fluxo real e monetárioOs fluxos são relações que se estabelecem entre todos os intervenientes na atividadeeconómica. Ass...
4. Ópticas de cálculo do valor do produto As ópticas para determinar o valor de produção de um país são a óptica do produt...
9.Interpretar saldo das balançasOs saldos em si não permitem tirar conclusões seguras. Uma economia próspera,pode ter uma ...
13. Órgãos de soberania do estadoOs órgãos de soberania do estado são: o presidente da república( eleito de 5 em 5anos, de...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Economia

842 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
842
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
18
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Economia

  1. 1. 1.Fluxo real e monetárioOs fluxos são relações que se estabelecem entre todos os intervenientes na atividadeeconómica. Assim o fluxo real é o conjunto dos fluxos correspondentes a trocas reais efísicas entre os agentes económicos, exemplo disso é – as famílias oferecem trabalhoás empresas, estas por sua vez, entregam bens e serviços ás famílias. Os fluxosmonetários é o conjunto de fluxos correspondentes a trocas avaliadas em termosmonetários. Existe a possibilidade de fazer uma comparação no circuito pois os doisfluxos estão expressos na mesma medida (moeda) logo, as famílias pagam as suasdespesas de consumo ás empresas, estas por sua vez pagam os valores dos fatoresde produção, ou seja os salários.2. O circuito económicoO circuito económico representa a atividade económica e a forma como seestabelecem as relações entre os cinco agentes económicos, é também umarepresentação esquemática dos fluxos que se estabelecem entre os agenteseconómicos.-Relação entre famílias e as empresas não financeiras : as famílias recebem saláriosdas empresas não financeiras pelo trabalho prestado; rendas devido a cedência deprédios; lucros resultantes de investimentos; em contra partida as famílias entregamás empresas as despesas do consumo; -Relação famílias e instituições financeiras :Depósitos nas instituições bancárias; prémios de seguro e juros dos empréstimos;ordenados pela prestação de serviços e empréstimos pedidos; -Famílias e estado: asfamílias recebem vencimentos ( funcionários públicos )e subsídios, como pensões,abonos de família; mas as famílias pagam ao estado impostos e contribuições para asegurança social; - Empresas não financeiras e instituições financeiras: Estasempresas recebem fluxos monetários recetivos a investimentos, juros de depósitos,empréstimos e indeminizações pelos valores segurados; valores de amortização deempréstimos contraídos, lucros e prémios; - Instituições não financeiras e estado: asempresas não financeiras recebem valores monetários de comprasefetuadas(consumo) e subsídios á produção de bens e serviços consideradosessenciais; - Instituições financeiras e estado: há entrada nas instituições de depósitosfeitos pelo estado, juros, amortizações; - Resto do mundo e empresas não financeiras:Dá entrada nas empresas não financeiras fluxos monetários correspondentes ao valordas exportações feitas, e dá saída o valor correspondente a importações realizadas; -Resto do mundo e inst. Financeiras: Existe apenas um fluxo monetário que poderávariar de sentido, designando-se o fluxo de compensação.3. Contabilidade NacionalA contabilidade nacional é o conjunto de operações que se executam no sentido deapurar o valor de certas grandezas económicas e sociais, cujo conhecimento éindispensável para avaliar a situação do país e proceder á redefinição das politicas degestão nacionais. Os principais objetivos da contabilidade nacional são: 1. Avaliar asituação presente; 2.aferir o percurso seguido;3. Planificar odesenvolvimento;4.assegurar a justiça social.Apareceu pela vontade de medir a força económica, dada também á grande criseamericana, que deu impulsos às estatísticas, e a entrada de Portugal na u.europeia,implicou a adoção do sistema de contas europeu.
  2. 2. 4. Ópticas de cálculo do valor do produto As ópticas para determinar o valor de produção de um país são a óptica do produto,do rendimento, e da despesa. Na óptica do produto, os produtos são contabilizadossegundo o ramo de atividade económica que lhes dá origem; Na óptica do rendimentoatende-se ao modo como o rendimento é repartido, rendimento esse resultante daprodução ; Na óptica da despesa determina-se o valor do produto tendo em conta oseu destino e utilização( consumo, investimento, exportação), a partir das despesasefetuadas.5. Métodos do cálculo do valor de produtoNeste caso, e porque os produtos são contabilizados segundo a atividade económicacontam-se três especificidades distintas. Assim o problema da múltipla contagem é umdos principais obstáculos á determinação do valor do produto de um país. Traduz adificuldade que existe em que o valor seja registado mais que uma vez. O método dosprodutos finais consiste em determinar o valor do produto através da venda de bens ede serviços de consumo final.O método dos valores acrescentados constitui a superação á dificuldade anterior ebaseia-se na determinação do valor acrescentado por casa unidade produtiva.6.Diferença entre produto bruto e líquidoO produto líquido é quando ao valor do produto é quando ao valor do produto de umpaís são deduzidas as amortizações ou consumo de capital fixo. O produto bruto é ovalor do mesmo sem lhe ser deduzido o valor das amortizações.Produto liquido = produto bruto – consumo de capital fixo7.Questão do produto interno e nacionalSe considerarmos o território económico, teremos um conceito de produto – produtointerno(PI), que é obtido pelas unidades produtivas, nacionais e estrangeiras, ematividade nesse território; se por outro lado considerarmos o produto que foi criadocom base em fatores produtivos,pertença de residentes quer tenha ocorrido fora ou noterritório económico temos o produto nacional (PN).Produto nacional = produto interno + saldo dos rendimentos com o resto domundo.8. Saber as balanças e o que constituemA necessidade de troca de bens, serviços e capital com o resto do mundo obrigou aoregisto destas operações, assim passaram-se a registar todos os fluxos monetários efinanceiros entre um país e o resto do mundo. Assim a balança de pagamentos – osvalores dos fluxos representados num quadro onde se registam ospagamentos(débitos), e os recebimentos(créditos). O saldo final = créditos –débitos.As balanças mais importantes são: A balança corrente que inclui fluxos monetáriosrelativos ás trocas de mercadorias, rendimentos de trabalho e de investimentos; Abalança de capital inclui os fluxos não correntes de capitais entre o país e o resto domundo; A balança financeira inclui os fluxos financeiros relativos a operações deinvestimentos.
  3. 3. 9.Interpretar saldo das balançasOs saldos em si não permitem tirar conclusões seguras. Uma economia próspera,pode ter uma balança de mercadorias com saldo negativo( causa subida do petróleo),desequilibrando o resto do mundo; da mesma forma uma economia pode ter a balançacorrente com saldo positivo devido ás remessas dos emigrantes, o que não é um bomindicador de desenvolvimento; ou ainda ter um saldo negativo na balança financeira oque significa a capacidade de investimento no estrangeiro. Os saldos das balançasserem positivos ou negativos não dá informação segura sobre o desenvolvimento deuma economia. É necessário recorrer a uma análise da natureza e dos diferentesfluxos registados.10. Taxa de coberturaÉ necessário que o país tenha conhecimento da capacidade que tem de pagar asimportações a partir das receitas provenientes das exportações. A taxa de coberturarepresenta em percentagem, o valor das importações que podemos considerar pagocom o valor das exportações efectuadas para o exterior.Taxa de cobertura = valor das exportações / valor das importaçõesSe a taxa de cobertura ultrapassar os 100%, cobre as importações e ainda sobramdivisas.11.Os instrumentos protecionistasO protecionismo é uma politica do comércio externo que preconiza a proteção daeconomia nacional através dos diversos instrumentos, como as barreiras alfandegáriasque são entraves ás importações; os direitos aduneiros impostos sobre os bensimportados podem ser fixados contratualmente sobre o bem importado( barreirastarifárias ); A contingentação é uma forma mais radical de defender os produtosnacionais impedindo que se importe mais que um certo volume e quantidade de bens,a forma extrema é o embargo comercial que proíbe a entrada de um bem ( barreiranão tarifária).12.Funções do estadoPodemos definir o estado como uma sociedade politicamente organizada, emdeterminado território, que lhe é privado e tendo como características a soberania e aindependência. O exercício do poder do estado implica a definição de uma ordemjurídica e constitucional que estabeleça um conjunto de competências para o estado.Dando origem ás funções jurídicas e não jurídicas.As jurídicas são a função executiva ( concretiza leis, e executa as resoluções daAdm.pública); Função judicial( administração da justiça de acordo com a lei); Funçãolegislativa ( construção de uma ordem jurídica com leis institucionais.As não jurídicas são: Função politica( garante a satisfação dos interesses gerais dacomunidade); Função social ( criação de condições necessárias ao bem estar dacomunidade); Função económica ( favorecem o desenvolvimento económico, apoio áciência e á tecnologia).
  4. 4. 13. Órgãos de soberania do estadoOs órgãos de soberania do estado são: o presidente da república( eleito de 5 em 5anos, detém varias competências que vem definidas na republica portuguesa); Aassembleia da república( representa todos os cidadãos portugueses e discute os seusinteresses); O governo ( é o órgão de condução da politica do país); Os tribunais( sãoo órgão de soberania competente para administrar a justiça em nome do povo eassegurar a defesa de qualquer cidadão).14. Ano em que Portugal entrou na União EuropeiaA entrada de Portugal, em 1 de Janeiro de 1986, na então Comunidade EconómicaEuropeia gerou grandes expectativas em relação à aproximação aos níveis dedesenvolvimento dos países mais ricos da Europa. A integração de Portugal na UniãoEuropeia marcou de facto o início de um período de profundas transformações na suaeconomia.Contribuir para a análise destas transformações da economia portuguesa, as suascausas e possíveis consequências futuras, quando se aproximam os 25 anos deintegração europeia, é o que motiva a colaboração de quatro centros de investigaçãono projecto “1986-2010: a Economia Portuguesa na União Europeia”.15.Ano em que Portugal entrou no euroO Euro – A moeda única europeia: O Euro é a moeda de 16 países da UniãoEuropeia que se vão do Mediterrâneo ao círculo polar árctico (Alemanha, Áustria,Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Irlanda,Itália, Luxemburgo, Malta, Países Baixos e Portugal).O Euro (€) tornou-se uma realidade palpável no dia 1 de Janeiro de 2002. E a Europafestejou o nascimento físico da nova moeda com muito entusiasmo. Nessa data aEuropa viveu um momento ímpar da sua história, feito do sentimento do devercumprido e de esperança. As notas e moedas em Euros entraram em circulaçãosuavemente, sem contratempos, originando uma curiosidade em toda a zona daeurolândia – e perante o olhar atento do mundo inteiro –, em clima de euforia e comuma eficácia e fluidez superior às expectativas.A entrada em circulação do Euro no conjunto dos doze países implicados (Alemanha,Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Itália, Luxemburgo,Países Baixos e Portugal) foi um verdadeiro êxito, em termos técnicos .A entrada emcirculação do Euro, celebrada no início desse ano, constitui a concretização doprojecto de unidade europeia destinado a garantir a paz e a prosperidade docontinente.O Euro é um fator de aglutinação, de identidade comum aos diversos povos europeuse tornou-se no símbolo mais visível da cidadania europeia.

×