Globalização e divisão sexual do trabalho slides[1].ppt-

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Globalização e divisão sexual do trabalho slides[1].ppt-

  1. 1. GLOBALIZAÇÃO E DIVISÃO SEXUAL DO TRABALHO ( HELENA HIRATA)
  2. 2. Hirata: Quem é ela? <ul><li>Trajetória Socióloga, Brasileira nascida no Japão em 1946 e radicada na França desde 1971, é diretora de pesquisas do Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS), em Paris, co-diretora de estudos de gênero e relacionamentos sociais e professora da Universidade Paris VIII </li></ul><ul><li>Livros recentes Uma Nova Divisão do Trabalho (2002) e As Novas Fronteiras da Desigualdade - Homens e Mulheres no Mercado de Trabalho (2003) </li></ul>
  3. 3. O texto aborda três questões importantes: <ul><li>As consequências da globalização sobre a divisão sexual do trabalho; </li></ul><ul><li>As novas características do emprego feminino na crise; </li></ul><ul><li>O debate francês sobre as alternativas institucionais e jurídicas a esta crise do emprego e do desenvolvimento do trabalho flexível e precário. </li></ul>
  4. 4. Para Fançois Chesnais (diretor de um dos maiores grupos europeus) <ul><li>A globalização é “ a liberdade para o seu grupo de se implantar onde ele quiser, o tempo que ele quiser, para produzir o que ele quiser, comprando e vendendo onde ele quiser, e tendo que suportar o menor número de obrigações possíveis em matéria de direito do trabalho e de convenções sociais ”. </li></ul>
  5. 5. O processo da globalização se firma através de três questões: <ul><li>Da política neoliberal e suas conseqüências (privatização, sub-contratação, externalização da produção); </li></ul><ul><li>Do desenvolvimento acelerado das tecnologias de informação e comunicação e a expansão das redes, tornando possível a circulação imediata das informações e dados de toda ordem e a financeirização da economia; </li></ul><ul><li>E o desempenho dos organismos internacionais, regulando outros Estados-nação e nem sempre estando em harmonia com a regulação destes. </li></ul>
  6. 6. Precarização do trabalho, a partir de1990 <ul><li>No caso dos homens, o emprego regrediu ou se estagnou. No caso das mulheres, houve um aumento do emprego e do trabalho remunerado ao nível mundial. Isso se dá pelo fato de que as mulheres são menos protegidas pela legislação do trabalho e organizações sociais . </li></ul>
  7. 7. Tendências da evolução do trabalho feminino: <ul><li>Trabalhadoras ditas de “baixa qualificação”, com baixos salários e sem reconhecimento nem valorização social + mulheres em “profissões executivas e intelectuais” (10% do trabalho feminino) [1] ; </li></ul><ul><li>Desenvolvimento do setor de serviços + novas profissões polarizadas em termos de gênero, classe e etnia (serviços pessoais, saúde e educação), que passou de 24% em 1982 para 34% em 1998 na França </li></ul><ul><li>[1] “ Uma das questões controversas é o fato de que um dos grupos usa o serviço do outro para ascender na escala profissional e ter uma carreira”. Hirata . </li></ul>
  8. 8. Conforme Hirata (2001 ) <ul><li>“ Se o forte desenvolvimento de tecnologias domésticas tendeu a facilitar essas tarefas, a divisão sexual do trabalho doméstico e a atribuição deste último às mulheres, em realidade, continuou intacta”. </li></ul>
  9. 9. Para fazer frente à flexibilidade do capital, Supiot destaca como fundamental: <ul><li>Estratégias de resistência : Defesa dos sindicatos e juristas para que haja um status salarial estável e em prol de um contrato por tempo indeterminado; </li></ul><ul><li>Estratégias de adaptação: “Procuram preservar o status salarial estável, mas tentam assegurar o mínimo de proteção social para fazer face à flexibilidade”; </li></ul><ul><li>Estratégias de adaptação ativa : Fixação de novas regras e de um espace de negociação dessas regras, perante um novo modelo de relações de trabalho (flexibilizado). </li></ul>
  10. 10. Debate sobre o emprego desejável/conveniente: <ul><li>Para a organização Internacional do trabalho (OIT) -> contra as formas degradadas e precárias do trabalho; </li></ul><ul><li>Análises sobre o futuro do trabalho -> “fim da organização dominante do trabalho sob a forma do emprego assalariado” </li></ul><ul><li>Alternativas sobre o tipo de trabalho: movimentos sociais -> lutam por emprego de qualidade, pleno emprego, emprego de valor. </li></ul>
  11. 11. Dentre os movimentos sociais: <ul><li>Marcha Mundial das Mulheres e outros movimentos anti-globalização -> alternativas para a crise, a precariedade e a flexibilidade crescente do trabalho. </li></ul><ul><li>Collectif National dês Droits des Femmes (CNDF) – Coletivo Nacional dos Direitos das mulheres – na França -> Contra o emprego em tempo parcial, trabalho precário e violência contra as mulheres. </li></ul>
  12. 13. Bibliografia consultada <ul><li>HIRATA, Helena – globalização e divisão sexual do trabalho In. Cadernos pagu (17/18) 2001/2: pp.139-156 </li></ul><ul><li>http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT635911-1666,00.html </li></ul>
  13. 14. Grupo de pesquisa trabalho e maternidade no cotidiano de professoras do ensino superior <ul><li>Professora Virginia Coelho </li></ul><ul><li>Alunas pesquisadoras: </li></ul><ul><li>Lillyana </li></ul><ul><li>Camila Alvarenga </li></ul><ul><li>Christiane </li></ul><ul><li>Débora Bahia </li></ul><ul><li>Lillyanna </li></ul><ul><li>Rebecca Oliveira </li></ul><ul><li>Junho, 2011 </li></ul>

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