Segundo o documento, a divisão sexual do trabalho é um organizador-chave da globalização neoliberal e se manifesta de cinco formas: 1) divisão do trabalho profissional e expansão do trabalho de cuidados; 2) precarização social e do trabalho; 3) divisão do trabalho, terciarização e terceirização; 4) divisão do trabalho doméstico; 5) globalização e migrações internacionais femininas. Além disso, a inserção da mulher no mercado de trabalho é vista como secundária, complementar e instável, perpetuando desigualdades.