Tssht mód sht- riscos-químicos formação

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  • Exemplo: Quando se afirma que a água poluída de um rio contém 5 ppm em massa de  mercúrio significa que 1 g da água deste rio contém 5 µg de mercúrio. Se considerarmos a densidade das soluções aquosas = 1,00 g/mL (ou aproximado) pode usar-se as seguintes relações: Por exemplo, ao dizer que em uma solução há 75 ppm de KI, Iodeto de potássio, é o mesmo que dizer que em uma solução qualquer de 1kg em massa há 75mg de KI diluída nela Exemplo: O  ar  (solução  gasosa ) contém 8 ppm de gás  hélio . Isso significa que em cada 1  m 3  do ar atmosférico existe 8 mL de hélio.
  • Tssht mód sht- riscos-químicos formação

    1. 1. Agentes Químicos Formadora: Filipa Andrade 1
    2. 2. Substâncias Perigosas• As substâncias perigosas representam, para a saúde dos trabalhadores, um risco potencial, em todos os setores da atividade.• O seu efeito traduz-se em doenças profissionais tais como: asma, dermatites, cancro, danos em fetos ou futuras gerações e uma quantidade de outros efeitos negativos para a saúde e bem- estar dos trabalhadores. 2
    3. 3. Substâncias PerigosasTodos os agentes químicos são potencialmente perigosos, podendo originar acidentes de trabalho com danos graves para a saúde humana (projeções, queimaduras, intoxicações, asfixias,......) ou doenças profissionais (saturnismo – chumbo, asbestose – amianto, silicose – pó das minas, ....). 3
    4. 4. Substâncias Perigosas• A utilização dos agentes químicos numa empresa, obriga ao conhecimento dos riscos por parte de : - empregador; - técnico e/ou técnico superior de segurança; - médico do trabalho; - trabalhadores; - ..............• Logo a prevenção dos riscos da exposição aos agentes químicos perigosos, deve, assim, constituir um objeto de TODOS numa empresa. 4
    5. 5. Substâncias PerigosasAGENTE QUÍMICO – Qualquer elemento ou composto químico, isolado ou em mistura, que se apresenta no estado natural ou seja produzido, utilizado ou libertado em consequência de uma atividade laboral, inclusivamente sob a forma de resíduos, seja ou não intencionalmente produzido ou comercializado. 5
    6. 6. Substâncias ElementaresSUBSTÂNCIAS ELEMENTARESSão constituídas por átomos de um só elemento, ou moléculas com um só tipo de elemento ex; Molécula de O2 6
    7. 7. Substâncias CompostasSUBSTÂNCIAS COMPOSTASSão todas as substâncias constituídas por dois ou mais átomos de elementos diferentes, ex: Molécula de H20 Molécula de C02 7
    8. 8. Mistura de SubstânciasSão constituídas pela mistura de substâncias diferentes, ex: 8
    9. 9. Substâncias PerigosasAGENTE QUÍMICO PERIGOSO* – Qualquer elemento ou composto químico, isolado ou em mistura, que se apresente no estado natural ou seja produzido, utilizado ou libertado em consequência de uma atividade laboral, e possa ser considerado como substância ou preparação explosiva, comburente extremamente inflamável, ou facilmente inflamável .* Portaria n.º 732A/96 de 11de dezembro 9
    10. 10. Substâncias Perigosas Rotulagem Tóxica (T) Muito Tóxica (T+) Nociva (Xn)Se a gravidade do efeito Estes produtos penetramsobre a saúde se manifestar no organismo por inalação,com quantidades muito por ingestão ou através dapequenas, o produto é pele.assinalado pelo símbolotóxico 10
    11. 11. Substâncias PerigosasRotulagemFacilmente inflamável (F)Extremamente inflamável (F+) (F) – Os produtos facilmente inflamáveis incendeiam-se em presença de uma chama, de uma fonte de calor (superfície quente) ou de uma fagulha. (F+) – Os produtos extremamente inflamáveis incendeiam-se sob a ação de uma fonte de energia (chama, fagulha, etc.) mesmo abaixo de 0°C. 11
    12. 12. Substâncias PerigosasRotulagemComburente (O)Oxidante A combustão tem necessidade de substância combustível, de oxigénio e de uma fonte de inflamação ou é consideravelmente acelerada em presença de um produto comburente (substância rica em oxigénio) originando uma reação fortemente exotérmica. 12
    13. 13. Substâncias PerigosasRotulagemCorrosiva (C) As substâncias corrosivas danificam gravemente os tecidos da pele e atacam igualmente outras matérias. A reação pode ser devida à presença de água ou de humidade. 13
    14. 14. Substâncias PerigosasRotulagemIrritante (XI) O contacto repetido com os produtos irritantes provoca reações inflamatórias da pele e das mucosas. 14
    15. 15. Substâncias PerigosasRotulagemExplosiva (E) A explosão é uma combustão extremamente rápida, depende das características do produto, da temperatura (fonte de calor), do contacto com os outros produtos (reações), dos choques, das frições, etc. 15
    16. 16. Substâncias Perigosas RotulagemPerigoso para o Ambiente (N) A libertação dessa substância no meio ambiente pode provocar danos ao ecossistema a curto ou longo prazo. 16
    17. 17. Substâncias PerigosasRotulagem(Diretiva 67/548/CEE e Portaria N.º 732-A/96, de 11 Dezembro) validade Nome Fórmula Massa relativa Capacidade da embalagem (volume/peso) Temperatura de armazenagem (ºC) 17
    18. 18. Substâncias PerigosasRotulagem (De acordo com a Directiva 67/548/CEEe Portaria N.º 732-A/96 de 11 Dezembro) 18
    19. 19. Substâncias PerigosasRotulagem de acordo com o GHS (GloballyHarmonised System of Classification and Labelling-ONU) 19
    20. 20. S.P. – Classificação dos AgentesQuímicos Quanto à SuaPerigosidadeOs agentes químicos perigosos suscetíveis de causar efeitos adversos (doenças profissionais), na sequência das suas propriedades toxicológicas, podem ser:• Muito tóxicos – os que, por inalação ingestão ou por via cutânea, podem ocasionar intoxicações extremamente graves, agudas ou crónicas, ou mesmo a morte; 20
    21. 21. S.P. – Classificação dos AgentesQuímicos Quanto à Sua Perigosidade Tóxicos – os que por inalação, ingestão ou por via cutânea, podem ocasionar intoxicações graves, agudas ou crónicas, ou mesmo a morte; Nocivos – os que, por inalação, ingestão ou por via cutânea, podem ocasionar efeitos de gravidade limitada; 21
    22. 22. S.P. – Classificação dos AgentesQuímicos Quanto à SuaPerigosidade Corrosivos – os que, em contacto com tecidos vivos, podem exercer sobre eles uma ação destrutiva; Irritantes – os que, por contacto imediato, prolongado ou repetido, com a pele ou mucosa, podem provocar uma reação inflamatória; 22
    23. 23. S.P. – Classificação dos AgentesQuímicos Quanto à SuaPerigosidade• Carcinogénicos – os que, por inalação, ingestão ou por via cutânea, podem originar cancro, ou aumentar a sua frequência;• Tóxicos para a reprodução – os que, por inalação, ingestão ou por via cutânea, podem produzir ou induzir desvios funcionais, ou anomalias não hereditárias no desenvolvimento de embriões, fetos ou animais; 23
    24. 24. S.P. – Classificação dos AgentesQuímicos Quanto à SuaPerigosidadeMutagénicos – os que, por inalação, ingestão ou por via cutânea, podem induzir alterações no material genético quer nos tecidos somáticos, quer nos tecidos germinais. 24
    25. 25. Substâncias Perigosas PERIGO QUÍMICO É a propriedade intrínseca de um agente químico com potencial para provocar danos. 25
    26. 26. Substâncias PerigosasRISCO QUÍMICO É o risco inerente a um agente químico, traduzido na possibilidade de que esse perigo potencial se concretize, nas condições de utilização e/ou exposição. 26
    27. 27. Toxicologia IndustrialNoções gerais/fundamentais:1. Toxicidade;2. Intoxicações agudas;3. Intoxicações crónicas;4. Riscos de exposição;5. Dose;6. Vias de entrada no organismo. 27
    28. 28. Toxicologia IndustrialSubstância perigosa Qualquer substância capaz de reagir quimicamente com algum dos constituintes do organismo humano, produzindo novas moléculas que o organismo não tolera, causando alterações ao seu funcionamento normal.Substância tóxica Qualquer substância que possa afetar os tecidos, órgãos ou interferir nos processos biológicos do ser humano. 28
    29. 29. Toxicologia Industrial1. Toxicidade De uma substância perigosa é a propriedade que tem de provocar efeitos nocivos em algum mecanismo biológico ou, mais precisamente, é a sua capacidade de provocar um efeito nocivo quando o agente químico ativo alcança uma concentração suficiente em determinado local do corpo (órgão). 29
    30. 30. Toxicologia Industrial2. Toxicidade Aguda Local A exposição ocorre numa zona localizada do organismo, durante um curto período de tempo.3. Toxicidade Crónica Local A exposição ocorre numa zona localizada do organismo, durante um longo período de tempo. 30
    31. 31. Toxicologia IndustrialToxicidade Aguda e CrónicaEfeitos fisiológicos da toxicidade Condicionados pela capacidade das substâncias penetrarem no organismo, entrarem no sistema circulatório ou linfático, ultrapassarem a membrana celular e interferirem com o metabolismo celular. 31
    32. 32. Substâncias Perigosas6. Local do organismo Humano sujeito a exposição Principais vias de entrada ou de penetração, dos tóxicos no organismo humano: Respiratória -------------------------------- por inalação Cutânea --------------- por absorção através da pele Digestiva ------------------------------------ por ingestão Parentérica --------- através da corrente sanguínea 32
    33. 33. Toxicologia IndustrialVias de entrada Via de entrada respiratória Processa-se através das vias respiratórias: nariz, garganta, traqueia, brônquios e alvéolos pulmonares Retenção de partículas: ◦ Partículas de dimensão acima de 5µ (10 a 15µ), cerca de 80%, são retidas no tracto respiratório superior; ◦ Partículas de dimensões inferiores a 1µ são retidas nos brônquios. 33
    34. 34. Toxicologia IndustrialVias de entradaVia de entrada respiratória A quantidade total de um contaminante químico que é absorvida pela via respiratória, depende:da sua concentração no ar;do tempo de exposição;da ventilação pulmonar;da dimensão. 34
    35. 35. Toxicologia IndustrialVias de entradaVia de entrada cutâneaContacto de uma substância perigosa com a pele.Penetra através da epiderme devido à sua permeabilidade.Ocorre por absorção. 35
    36. 36. Toxicologia IndustrialVias de entradaVia de entrada cutânea Do contacto de uma substância perigosa com a pele podem resultar quatro efeito possíveis:a pele constitui uma barreira efetiva à substância;a substância provoca sensibilização da pele;a substância reage com a pele e provoca localmente uma irritação primária;a substância penetra nos vasos sanguíneos (que existem sob a pele) e entra na corrente sanguínea. 36
    37. 37. Toxicologia IndustrialVias de entradaVia de entrada cutâneaLesões na superfície de contacto - remoção da camada de lípidos (solventes e detergentes alcalinos) - desidratação (ácidos e bases fracos) - precipitação de proteínas (metais pesados) - oxidação (óxidos, peróxidos) - destruição (ácidos e bases fortes) 37
    38. 38. Toxicologia IndustrialVias de entradaVia de entrada digestivaIngestão de substâncias perigosas através do trato gastrointestinal, absorção e passagem para a corrente sanguínea.Processa-se da boca, esófago, estômago e intestinoAs substâncias que irritam a pele afetam o aparelho gastrointestinal quando deglutidas (irritação, deformação e hemorragias), 38
    39. 39. Toxicologia IndustrialVias de entradaVia de entrada parentéricaA substância perigosa pode entrar diretamente no organismo através do sistema circulatório.Situação maioritariamente acidental e/ou ocasional. ◦ Ex: existência de feridas na pele manuseamento de agulhas (área da saúde) 39
    40. 40. Toxicologia IndustrialVias de entradaCondicionantes da exposição de um indivíduoConcentraçãoQuantidadeExposiçãoLocal do organismo sujeito à exposição 40
    41. 41. Toxicologia IndustrialVias de entradaCondicionantes da interação com o organismoCaracterísticas físico-químicas da substância (fatores intrínsecos)Estado do organismo, idade, género, suscetibilidadeForma de exposição (respiratória, cutânea ou digestiva)Tempo de exposiçãoCondições de trabalho 41
    42. 42. Toxicologia Industrial Vias de entradaConcentração Quantidade de uma substância perigosa expressa em unidades de volume.A severidade da ação depende do agente tóxico e, depende da concentração da substância no órgão sensível ao agente.Unidade: % (peso ou volume), peso por unidade de volume, normalidade, etc. 42
    43. 43. Toxicologia IndustrialVias de entradappm (massa por volume) ppm (massa por massa)ppm (volume por volume) 43
    44. 44. Toxicologia IndustrialVias de entradaConcentração/quantidade (relação)Ex: A ingestão de ácido fosfórico concentrado (100%) mesmo em pequenas quantidades, causa queimaduras no sistema gastrointestinal. No entanto, esta substância existe na composição de diversas bebidas em concentração de cerca de 5%, que mesmo quando ingeridas em grandes quantidades, não geram efeitos adversos notórios e de imediato. 44
    45. 45. Toxicologia IndustrialVias de entradaExposição Depende da quantidade presente de um agente químico no ar ou no ambiente de um local de trabalho.Frequência de exposiçãoEX: A inalação de pó de cimento durante um ou dois dias pode criar dificuldades respiratórias. A inalação durante um longo período de tempo provoca lesões respiratórias graves. 45
    46. 46. Toxicologia IndustrialVias de entradaTempo de exposição Exposição de um trabalhador para um determinado período de tempo.Exposição aguda Exposição a dose elevada num período de tempo curto.Exposição crónica Exposição a pequenas doses em períodos de tempo longos.Ex: a exposição de curta duração a CO produz tonturas, mas a exposição prolongada pode conduzir à morte. 46
    47. 47. Toxicologia Industrial4. Risco de exposiçãoÉ a possibilidade que a exposição a uma substância perigosa tem de provocar danos à saúde.É a possibilidade que existe de, nas condições efetivas da exposição, poder ser alcançada a concentração suficiente num determinado local do organismo (órgão) 47
    48. 48. Toxicologia Industrial5. Dose É a quantidade de substância absorvida por unidade de peso, num órgão ou por indivíduo.Dose Letal (LD) Dose mortal para os animais ensaiados. 48
    49. 49. Toxicologia IndustrialDoseLD/DL Lo – Dose Letal Inferior É a menor dose (dose mais baixa) de uma substância perigosa que causa morte nos animais testados.LD 50 / LC 50 Dose administrada, de uma determinada substância, que num período de tempo produz a morte a 50% dos animais testados. 49
    50. 50. Toxicologia Industrial Dose Potência tóxica de um agente químico nocivo É a relação entra a dose e o efeito/resposta que é induzida num sistema biológico. Dose Efeito/Agente Tóxico Resposta (quantidade) 50
    51. 51. Toxicologia IndustrialDose 51
    52. 52. Avaliação de Riscos CONTAMINANTE QUÍMICO 52
    53. 53. Avaliação de Riscos FIBRAS POEIRASSÓLIDO PARTÍCULAS COMBUSTÃO FUMOS AEROSSÓIS SOLDADURA NEBLINASLÍQUIDO NEVOEIROS GASESGASOSO VAPORES 53
    54. 54. Avaliação de Riscos Classificação da contaminação de químicos quanto à FORMASÓLIDO FIBRAS Partículas aciculares alongadas de natureza animal, vegetal, mineral ou química, provenientes da desagregação mecânica e cuja relação comprimento/largura é superior a 5:1. 54
    55. 55. Avaliação de Riscos Classificação da contaminação de químicos quanto à FORMA SÓLIDO PARTÍCULAS POEIRAS Partículas sólidas suspensas no ar, de pequenas dimensões (Ø>0,1<25µ), resultantes de processos físicos de degradação (por esmagamento, por moagem, por impacto rápido) geradas por manipulação.Sedimentares >50µ Visíveis >40µInaláveis <10µ/15µ Respiráveis <5µ 55
    56. 56. Avaliação de RiscosClassificação da contaminação de químicos quanto à FORMASÓLIDO PARTÍCULAS FUMOS Partículas sólidas suspensas no ar, de pequenas dimensões (Ø<1 a 0,1µ), facilmente inaláveis, procedentes de uma combustão incompleta (soldadura, “smoke”) ou resultantes da sublimação de vapores de metais fundidos. 56
    57. 57. Avaliação de Riscos Classificação da contaminação de químicos quanto à FORMA SÓLIDO AEROSSÓIS LÍQUIDO Partículas esféricas (sólidas ou líquidas), de dimensão não visível, (Ø<100µ)provenientes da dispersão mecânica delíquidos/sólidos no ar. 57
    58. 58. Avaliação de Riscos Classificação da contaminação de químicos quanto à FORMALÍQUIDO NEBLINAS NEVOEIROS Pequenas gotas de líquido suspensas no ar, geradas por condensação (vaporização) ou por dispersão mecânica de líquidos (atomização) (Ø de 0,01 a 10µ). 58
    59. 59. Avaliação de Riscos Classificação da contaminação de químicos quanto à FORMA GASOSO GASES São substâncias que nas condições normais de pressão e temperatura se apresentam na forma gasosa. As partículas são de dimensão molecular. Fluídos amorfos que ocupam o espaço que os contém e podem mudar de estado físico, somente por variação de pressão e temperatura. Podem mover-se por transferência de massa ou por difusão. 59
    60. 60. Avaliação de RiscosClassificação da contaminação de químicos quanto à FORMA GASOSO VAPORESSão substâncias sólidas ou líquidas (nas condições normais de pressão e temperatura), que se apresentam na forma gasosa noutras condições.As partículas são de dimensão molecular. 60
    61. 61. Avaliação de Riscos Classificação dos contaminantes químicos quanto ao EFEITOIrritantes Substâncias que produzem uma inflamação da pele e/ou vias aéreas, devido à ação física ou química. 61
    62. 62. Avaliação de Riscos Classificação dos contaminantes químicos quanto ao EFEITOTóxicos sistémicos Substâncias que se distribuem por todo o organismo, produzindo efeitos diversos.Anestésicos e narcóticos Substâncias que atuam como depressivos sobre o sistema nervoso central. 62
    63. 63. Avaliação de RiscosClassificação dos contaminantes químicos quanto ao EFEITOCancerígenos Substâncias que podem gerar ou potenciar o desenvolvimento/crescimento desordenado das células.Alérgicos Substâncias que requerem uma predisposição fisiológica, não afetando a generalidade dos indivíduos, e que apenas se manifestam em indivíduos previamente sensibilizados ou que desenvolvem alergia durante a exposição. 63
    64. 64. Avaliação de RiscosClassificação dos contaminantes químicos quanto ao EFEITOAsfixiantes Substâncias capazes de impedir a chegada de oxigénio aos tecidos.Produtores de dermatoses Substâncias que dão origem a alterações na pele. 64
    65. 65. Avaliação de Riscos Contaminantes químicos inalados que afetam a saúde.Poeiras, fibras e fumos Por decomposição no aparelho respiratório, principalmente nos pulmões, produzem alterações imediatas ou a médio/longo prazo, dando origem ao aparecimento de doenças. 65
    66. 66. Avaliação de RiscosContaminantes químicos inalados que afectam a saúdeGases e vapores tóxicos ◦ Produzem reações adversas no aparelho respiratório (principalmente nos pulmões). ◦ Alguns não afetam localmente os pulmões mas, passam para o sangue, sendo transportados para outros órgãos. Têm efeitos adversos sistémicos: 1. na capacidade de transporte de oxigénio pelo sangue para as células; ou 2. podem ser potencialmente cancerígenos. 66
    67. 67. Avaliação de RiscosMedição/Determinação de RiscosNível de intervenção a estabelecer: 1. Controlar os postos de trabalho que apresentem maior exposição ao risco; 2. O mesmo que referido para 1., acrescido de um maior n.º de amostras e/ou mais tempo de amostragem; 3. Plano de controlo onde se efetua o acompanhamento do 2., com comparação dos valores das diferentes determinações e verificações da sua representatividade. 67
    68. 68. Medição/Determinação daExposiçãoA avaliação da exposição dos trabalhadores a produtos químicos (S.P. nocivas) é feita com base na concentração desses produtos, no ar por eles inalado.Campo de aplicação – todos os locais de trabalho onde se verifique a libertação de S.P. nocivas, resultantes dos processos de trabalho. 68
    69. 69. Medição/Determinação daExposiçãoOs níveis de concentração de S.P. nocivas existentes no ar atmosférico dos locais de trabalho, não devem ultrapassar os definidos em legislação específica.Os VLE profissional e os Valores Limite Biológicos, deverão ser afixados com base na relação existente entre os efeitos dos A.Q. perigosos para a saúde, o nível de exposição profissional e o respetivo tempo de exposição. 69
    70. 70. Medição/Determinação daExposiçãoValor Limite de exposição profissional Limite da concentração média ponderada, em função do tempo de um A.Q. presente na atmosfera do local de trabalho, na zona de respiração de um trabalhador, em relação a um período de referência específico.Valor Limite Biológico Limite de concentração no meio biológico adequado do agente em causa, dos seus metabolitos ou de um indicador de efeito. 70
    71. 71. Medição/Determinação daExposiçãoMonitorização BiológicaPara além do controlo ambiental (análise das S.P. nocivas presentes no ar ambiente dos locais de trabalho), o estudo dos efeitos biológicos , que determinadas S.P. nocivas possuem sobre o organismo, permite contribuir para a prevenção de algumas doenças profissionais. 71
    72. 72. Medição/Determinação daExposiçãoGuiaspara Exposição de Contaminantes Químicos no ar ◦ Listas de substâncias perigosas tóxicas; ◦ Valores limites de concentração admissíveis.Organismos/Organizações ◦ OSHA (Occupational Health and Safety Advisory Services); ◦ NIOSH (National Institute For Ocuppacional Safety and Health); ◦ ACGIH (Industrial Hygiene, Environmental, Occupational Health). 72
    73. 73. Medição/Determinação daExposição A Norma portuguesa (NP-1796:1988) estabelece os VLE para S.P. nocivas existentes no ar ambiente dos locais de trabalho, e baseia-se na transposição dos valores limite propostos pela ACGIH Nota: A ACGIH publica anualmente a lista de valores limites admissíveis. Em termos legislativos, apenas se encontram regulamentados os VLE para o chumbo metálico e respectivos compostos iónicos, para o cloreto de vinilo monómero e para o amianto. 73
    74. 74. Medição/Determinação daExposiçãoA metodologia utilizada para a determinação dos VLE das S:P: nocivas, baseia-se em: ◦ Estudos epidemiológicos; ◦ Analogia química; ◦ Experimentação em animais; ◦ Experimentação humana. 74
    75. 75. Medição/Determinação daExposiçãoO conhecimento e o manuseamento correto dos VLE como “ferramenta” importante que é em higiene do trabalho, permite uma avaliação (medição/determinação) quantitativa correta, dos riscos químicos e da sua maior ou menor gravidade para a saúde dos trabalhadores expostos. 75
    76. 76. Medição/Determinação daExposição NomenclaturasPortugal – VLE (Valor Limite de Exposição)Inglaterra – MEL (Maximum Exposition Limit)França - VME (Valeur Moyennes de Exposition)E.U.A. – TLV (Threshold Limit Value) 76
    77. 77. Medição/Determinação daExposição VLE para as S.P. nocivas no ar ambiente dos locais de trabalhoVLE – Valor Limite de Exposição Concentrações de S.P. nocivas que representam condições às quais se julga (não é um valor estático) que a quase totalidade dos trabalhadores possa estar exposta, dia após dia, sem efeitos prejudiciais para a saúde. 77
    78. 78. Medição/Determinação daExposição Três categorias de VLE são consideradas1. VLE-MP: Valor Limite de Exposição – Média Ponderada Valor limite expresso em concentração média diária, para um dia de trabalho de 8h e uma semana de 40h, ponderada em função do tempo de exposição. 78
    79. 79. Medição/Determinação daExposição2. VLE-CD: Valor Limite de Exposição – Curta Duração Valor limite expresso em concentração à qual se considera que praticamente todos os trabalhadores possam estar repetidamente expostos por curtos períodos de tempo, desde que o VLE-MP não seja excedido e sem que ocorram efeitos adversos. 79
    80. 80. Medição/Determinação daExposição3. VLE-CM: Valor Limite de Exposição – Concentração Máxima Valor limite expresso por uma concentração que nunca de ser excedida. Refere-se a substâncias de ação rápida sobre o organismo (ex: ácido cianídrico, cloro, fumos de óxido de cádmio, ….). 80
    81. 81. Medição/Determinação daExposiçãoTLV-STEL (Threshold Limit Value-Short Term Exposure Level)Concentração para a qual se julga que os trabalhadores possam estar expostos continuamente para períodos de curta duração sem afeitos adversos. 81
    82. 82. Medição/Determinação daExposiçãoIDLH (Immediately Dangerous Limit to Health)Concentração imediatamente perigosa para a vida ou saúde do trabalhador, da qual poderá sair sem sintomas graves (intoxicação) nem efeitos irreversíveis para a saúde. 82
    83. 83. Medição/Determinação daExposiçãoToxicidade percutânea (P) – SKINContribuição potencial, na exposição global, da absorção por via cutânea (incluindo as membranas mucosas e os olhos) de uma substância, quer esta se encontre presente no ar quer através do contato direto. 83
    84. 84. Medição/Determinação daExposição Expressão dos VLEAs concentrações das partículas são expressas por volume de ar (mg/m³). No caso do amianto, é expresso em n.º de fibras/cm³.As concentrações dos gases dos vapores são expressas em massa por volume de ar (mg/m³) e em volume por volume de ar (ppm). 84
    85. 85. Medição/Determinação da Exposição Expressão dos VLEA correspondência entre os valores expressos nas duas unidades de medida, é dada, a 25°C e a 760mmHg (condições de referência), pelas seguintes expressões: Valor em X ppm=(Y mg/m3)*(24,45)/PMr (Y mg/m³)= (X ppm)*(PMr)/24,45X,Y- Concentração do composto ; PM-Massa molecular relativa do composto; 24,45 (Volume molar do ar nas condições PTN, em dm3) 85
    86. 86. Medição/Determinação daExposição VLE para Substância Substância – elementos químicos e seus compostos no seu estado natural ou tal como obtidos por qualquer processo de produção, que assegure a sua estabilidade, sem alterar a sua composição.Ex: acetona, chumbo, mercúrio, etc. 86
    87. 87. Medição/Determinação daExposição VLE para substâncias C VLEC – Concentração atmosférica (medida)VLE – Valor limite de exposição (correspondente) 87
    88. 88. Medição/Determinação daExposição VLE para preparaçõesPreparações – As misturas ou soluções compostas por duas ou mais substâncias.EX: tintas, vernizes, etc. 88
    89. 89. Medição/Determinação daExposição VLE para preparaçõesQuando duas ou mais substâncias agem simultaneamente, a um mesmo nível do organismo humano, deve ser estudado o seu efeito combinado e não o efeito de cada um, tomado separadamente.C1 + C2 + … + Cn C – Conc. atmosf. medidaVLE1 VLE2 VLEn VLE – VLE (correspondente) 89
    90. 90. Medição/Determinação da Exposição VLE (NP 1796:1988) Substância ppm mg/m³ Acetato de etilo 400 1400 Acetona 750 1780 Éter etílico 1000 1900 Amoníaco 25 18 Formaldeído 1 1,5 Cloro 1 3 Cloro hexavalente ---- 0,05 Etilenoglicol 50 125 Tolueno 100 375 90
    91. 91. Métodos de Identificação,Amostragem e Quantificação Equipamentos de MediçãoLeitura direta Colheita e análises é feita pelo aparelhoLeitura indireta Análise é feita posteriormente em laboratório 91
    92. 92. Métodos de Identificação,Amostragem e Quantificação Equipamentos de Leitura Direta Monitorização Contínua e DescontínuaFuncionamento contínuo e descontínuoMedem a concentração traduzindo este valor num sinal analógico ou digitalMétodos cromatográficos, espectrofotometria, fotoionizaçãoCalibração prévia antes da sua utilização Ex.: explosímetros, analisadores CO, CO₂ 92
    93. 93. Métodos de Identificação,Amostragem e Quantificação Equipamentos de Leitura Directa Tubos ColorímetrosResposta qualitativa e quantitativaSeletivos para o contaminante a medirAspiração do ar manual ou automática 93
    94. 94. Métodos de Identificação,Amostragem e Quantificação Tubos Colorímetros - Curta Duração (absorção mais rápida)Medição de concentrações em momentos bem determinados (picos de concentração)Medição da exposição de pessoas em locais de trabalhoDeteção de fugasAnálise do ar ambiente em espaços confinados 94
    95. 95. Métodos de Identificação,Amostragem e QuantificaçãoTubos Colorímetros – Longa Duração (absorção mais lenta)Medição em contínuoDeterminações de concentrações médias de gasesDeteção de fugasRecurso a uma bomba para amostragem em contínuo 95
    96. 96. Métodos de Identificação,Amostragem e Quantificação Equipamentos de Leitura Direta Suportes IndividuaisSão fixos no trabalhador (ex.: vestuário)Podem ser contínuos ou descontínuosA mudança de cor indica-nos o valor da exposição 96
    97. 97. Métodos de Identificação,Amostragem e QuantificaçãoEquipamentos de Leitura Indireta ou por Colheita – AmostragemBomba (mecânica ou manual)Coletor da amostra 97
    98. 98. Métodos de Identificação,Amostragem e QuantificaçãoEquipamentos de Leitura Indireta ou por colheita – Coletores de amostrasSuportes sólidosSuportes líquidosFiltros 98
    99. 99. Métodos de Identificação,Amostragem e QuantificaçãoEquipamentos de Leitura Indireta ou por Colheita – Suportes sólidos/líquidosRetêm as substâncias por absorçãoSistemas ativos ou passivos 99
    100. 100. Métodos de Identificação,Amostragem e Quantificação Sistemas AtivosAr + contaminante Aspiração Substância adsorvente (carvão activado, sílica gel) 100
    101. 101. Métodos de Identificação,Amostragem e Quantificação Sistemas PassivosAdsorção do contaminante numa soluçãoPosterior análise 101
    102. 102. Métodos de Identificação,Amostragem e Quantificação FiltrosRetêm contaminantes sólidosConstituídos por materiais porososEx.: fibra de vidro ou celulose 102
    103. 103. Métodos de Identificação,Amostragem e Quantificação Análises LaboratoriaisMétodos e estratégias de amostragemLimite da aplicação do métodoEstabilidade das substâncias a dosearEfeito da humidadeLimites de deteção e quantificaçãoExatidão do método 103
    104. 104. Métodos de Identificação,Amostragem e Quantificação Análises LaboratoriaisRequisitos de amostragemRepresentatividadeLocal da colheitaMomento em que é efetuadaDuraçãoEficiência do sistema de colheita (coletor, caudal de ar). 104
    105. 105. Métodos de Identificação,Amostragem e Quantificação Requisitos da AmostragemLocal da colheitaJunto das vias respiratóriasÉ conveniente realizar colheitas no ambiente geral, a cerca de 1,5m do chão, assim como junto às possíveis fontes emissoras. 105
    106. 106. Métodos de Identificação,Amostragem e Quantificação Requisitos da AmostragemMomento da colheitaDe acordo com o tempo de execução da tarefa a analisarO sistema coletor deve ser adequado à situação que se pretende analisarPrever situações de interferência e encontrar formas de as eliminar 106
    107. 107. Métodos de Identificação,Amostragem e QuantificaçãoCalibração de Equipamentos Conjunto de operações que estabelecem, em condições específicas, a relação entre os valores indicados por um instrumento de medição, ou os valores representados por um material de referência, e os correspondentes valores conhecidos da grandeza a medir. 107
    108. 108. Prevenção e Proteção deRiscosConjunto das disposições ou medidas tomadas ou previstas em todas as fases da atividade da empresa, tendo em vista evitar ou diminuir os riscos profissionais.A prevenção dos riscos profissionais deve ser desenvolvida segundo princípios, normas e programas que visem nomeadamente: ◦ A determinação das substâncias, dos agentes ou processos que devam ser proibidos, limitados ou sujeitos a autorização, ou a controlo da autoridade competente , bem como a definição dos VLE dos trabalhadores a agentes químicos e das Normas técnicas para a amostragem, medição e avaliação dos resultados. 108
    109. 109. Prevenção e Proteção de Riscos Produto tóxico no ambienteIdentificação das Identificaçãomedidas coletivas Medição Critérios Avaliação de avaliação Controlo periódico Situação Situação segura perigosa 109
    110. 110. Prevenção e Proteção deRiscos É da responsabilidade dos empregadores eliminar ao mínimo os riscos, mediante:Prevenção técnica;Prevenção médica;Formação e informação dos trabalhadores. 110
    111. 111. Prevenção e Proteção deRiscosPrevenção técnicaConceção e organização dos métodos de trabalho e de controlos técnicos e equipamentos adequados, para evitar ou reduzir ao mínimo o risco de exposição aos agentes químicos perigosos.A utilização de processos de manutenção que garantam a proteção da saúde dos trabalhadores 111
    112. 112. Prevenção e Protecção deRiscosPrevenção técnicaA redução ao mínimo do número de trabalha dores expostos ou susceptíveis de estarem expostos.A redução ao mínimo do grau de exposição.A adoção de medidas de higiene adequadas.A redução da quantidade de agentes químicos presentes, ao mínimo necessário à execução do trabalho em 112
    113. 113. Prevenção e Proteção deRiscosPrevenção técnicaA utilização de processos de trabalho adequados, nomeadamente, disposições que assegurem a segurança durante o manuseamento, a armazenagem e o transporte dos agentes químicos perigosos e dos resíduos que os contenham.A adoção de medidas de proteção individual, se não for possível evitar a exposição por outros meios. 113
    114. 114. Prevenção e Proteção deRiscos Prevenção e Proteção de Riscos A investigação para a prevenção dos riscos químicos, baseia-se em 4 dimensões: Medições no posto e ambiente deAvaliação trabalho (concentrações ambientais e contaminantes)daexposição Avaliações no próprio trabalhador (indicadores biológicos de exposição – ex: pesquisa na urina de metabolitos dos produtos a que se está exposto) 114
    115. 115. Prevenção e Proteção de Riscos Prevenção e Proteção de RiscosAvaliação Determina o potencial tóxico das substâncias – estudos de toxicologia experimental – referidos nado perigo ficha de segurança e ficha toxicológica do(s) produto(s).Avaliação Elaboração de metodologias de melhoria –do risco medidas técnicas de redução da exposição (ex: sistemas de ventilação, horários reduzidos, EPI, etc.). 115
    116. 116. Prevenção e Proteção deRiscosPrevenção e Proteção de Riscos Elaboração de metodologias de melhoria – medidasGestão técnicas de redução da exposição (ex: sistemas de ventilação, horários reduzidos, EPI, etc.).de risco 116
    117. 117. Prevenção e Proteção deRiscos Rotulagem e Fichas de SegurançaPortaria n.º 732-A/96 e Portaria n.º 1151/97Identificação do produto e do responsável pela sua colocação no mercadoComposição do produtoIdentificação de perigos e respectivos símbolosFrases de risco (R)Frases de segurança (S)Quantidade nominal (massa ou volume) do conteúdo, para as preparações vendidas ao público em geral. 117
    118. 118. Prevenção e Proteção deRiscosRotulagem e Fichas de Dados de SegurançaObrigatoriedade de fornecimento aos utilizadores profissionaisPara o público em geral não é necessário, mas a informação existente no rótulo tem que ser suficiente e clara. 118
    119. 119. Prevenção e Proteção de RiscosRotulagem e Fichas de Dados de Segurança-Conteúdo dasfichas de segurança Identificação do produto e da entidade responsável; Composição/Indicação dos componentes, Identificação dos perigos inerentes à utilização do produto; Indicação das medidas de primeiros socorros e assistência médica; Indicação das medidas de combate a incêndios; Indicação de medidas de proteção para fugas acidentais individuais e para ambiente e método de limpeza recomendado; Informação sobre a estabilidade/reatividade; Informação sobre os limites de exposição e EPI´s 119
    120. 120. Prevenção e Proteção de RiscosRotulagem e Fichas de Dados de Segurança – conteúdodas fichas de segurança  Informação toxicológica;  Informação ecológica;  Informação das condições para eliminação do produto;  Informação relativa às condições de transporte e sua classificação;  Informação relativa ao seu armazenamento e manuseamento;  Informação sobre as suas propriedades F.Q´s.  Informação sobre regulamentação específica;  Outras informações (No total devem conter 16 pontos). 120
    121. 121. CONTEÚDO DE INFORMAÇÃO DA FDS 1. Identificação do 16. Outras produto e da empresa informações 2. Composição e informação 15.Regulamentações sobre os ingredientes3. Identificação 14. Informaçõesde perigos sobre transporte 13. Considerações4. Medidas de sobre tratamento eprimeiros-socorros deposição5. Medidas de 12. Informaçõescombate a incêndio ecológicas6. Medidas de controlepara derramamento ou 11.Informaçõesvazamento toxicológicas 7. Manuseamento e 10.Estabilidade armazenamento e reatividade 8. Controle de 9. exposição e proteção Propriedades individual físico-químicas
    122. 122. Armazenagem Segura de Agentes Químicos Perigosos (AQP)(+) Podem ser armazenados juntos; (-) Não devem ser armazenados juntos; (0) Podem serarmazenados juntos se se adoptarem certas medidas específicas de prevenção. 122
    123. 123. Prevenção e Proteção deRiscos Vigilância da SaúdeExame de um trabalhador, com o objetivo de determinar o seu estado de saúde, relacionado com a exposição, no local de trabalho, a agentes químicos específicos. 123
    124. 124. Prevenção e Proteção de RiscosVigilância da SaúdeSempre que a “exposição do trabalhador a um agente químico perigoso for de modo a que uma doença identificável, ou efeito prejudicial para a saúde possa ser relacionado com a exposição, e seja verosímil que a doença ou efeito ocorra nas condições de trabalho particulares do trabalhador, e a técnica de investigação for de baixo risco para os trabalhadores”, deverá existir uma vigilância da saúde. 124
    125. 125. Prevenção e Proteção de Riscos Vigilância da Saúde Avaliação do estado de saúde do Admissão Admissão trabalhador e de algum tipo de sensibilidade alérgica. (Ficha de aptidão) Dependentes do agente, característicasExames de Saúde Periódico Periódico de exposição, actividade profissional e do próprio trabalhador. Na sequência do aparecimento de um Ocasional Ocasional problema de saúde do trabalhador. 125
    126. 126. Prevenção e Proteção de Riscos Vigilância da Saúde Registo da história clínica e profissional Avaliação individual do estado de saúdeProcedimentosindividuais de saúde Vigilância biológica Rastreio de efeitos precoces e reversíveis 126
    127. 127. Prevenção e Proteção de RiscosVigilância da Saúde Os registos relativos à vigilância da saúde dos trabalhadores, devem:Constar de registo individual de exposição, à qual o trabalhador deve ter acesso;Serem arquivados e mantidos actualizados;Serem entregues ao trabalhador a quando da cessação do contrato de trabalho;Serem enviados ao Centro Nacional de Proteção Contra, os Riscos Profissionais, caso a empresa cesse a actividade. 127
    128. 128. Prevenção e Proteção deRiscosVigilância da SaúdeExposição a S.P. Cancerígenas ou MutagénicasSubstâncias cancerígenas As que por inalação, ingestão ou por via cutânea, podem originar cancro, ou aumentar a sua frequência.Substâncias mutagénicas As que, por inalação, ingestão ou por via cutânea, podem induzir alterações no material genético, quer nos tecidos somáticos quer nos tecidos germinais. 128
    129. 129. Prevenção e Proteção de Riscos Vigilância da Saúde – exposição a S.P. cancerígenas ou mutagénicas EFEITO SUBSTÂNCIAS Asbesto Compostos de crómioCARCINOGÉNICO Sílica cristalina Benzeno Chumbo e os seus compostosMUTAGÉNICO Mercúrio e os seus compostos Orgânicos 129
    130. 130. Prevenção e Proteção de Riscos Vigilância da Saúde Riscos para à saúde associados à exposição a S.P. nocivas S.P. Inalação Cutânea Ocular Ingestão Destruição Reações Potencialmente de tecidos alérgicas cancerígeno das PodeFORMALDEÍDO Distúrbios mucosas e Destruição destruir do trato dos tecidos tecidos gastrointestinais respiratório superior 130
    131. 131. Prevenção e Proteção de Riscos Vigilância da Saúde Riscos para à saúde associados à exposição a S.P. nocivas S.P. Inalação Cutânea Ocular Ingestão Cefaleias, Irritação inconsciência (pode ser Irritação e coma. absorvido). Irritação do tratoTOLUENO digestivo Lesões do Dermatites fígado e rins de contato 131
    132. 132. Prevenção e Proteção de Riscos Vigilância da Saúde Riscos para à saúde associados à exposição a S.P. nocivas S.P. Inalação Cutânea Ocular Ingestão Irritação doACETATO trato Irritação Irritação Pode serDE ETILO respiratório Dermatites fatal superior 132
    133. 133. Prevenção e Proteção de Riscos Vigilância da Saúde Riscos para à saúde associados à exposição a S.P. nocivas S.P. Inalação Cutânea Ocular Ingestão IrritaçãoCRÓMIO VI perigosa se Irritação. Cancerígeno absorvido Cancerígeno pela pele. Reações Reações alérgicas alérgicas 133
    134. 134. Prevenção e Proteção deRiscosVigilância da Saúde MINISTÉRIO DA SAÚDE CENTRO DE INFORMAÇÃO ANTIVENENOS (CIAV) R. Infante D. Pedro, n.º 8 1790-075 Lisboa Tel: 21 795 01 43 Fax: 21 793 71 24 134

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