Viveiro plant árt

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Viveiro plant árt

  1. 1. LISTA DE MUDAS DE ÁRVORES NATIVAS DA MATA ATLÂNTICA Viveiro Plant’Art # NOME POPULAR FAMÍLIA 1 NOME CIENTÍFICO GRUPO SUCESSIONAL 12 cambucá -- -- -- 23 canharana -- -- -- 29 aroeira Anacardiaceae Schinus terebinthifolius Raddi Pioneira 2 26 fruta do conde Annonaceae Annona spp. -- 4 perovana Annonaceae cf Duguetia lanceolata A.St.-Hil. Clímax 3 14 araticum Annonaceae Rolinia spp. -- 1 Circunscrição de famílias e gêneros de acordo com o APG III (2009) 2 Schorn (2005) 3 Schorn (2005)
  2. 2. # NOME POPULAR FAMÍLIA 1 NOME CIENTÍFICO GRUPO SUCESSIONAL 11 palmito juçara Arecaceae Euterpe edulis Mart. Clímax 4 37 jerivá Arecaceae Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman Secundária 5 9 ipê roxo Bignoniaceae Handroanthus heptaphyllus (Vell.) Mattos Secundária tardia 6 8 ipê amarelo Bignoniaceae Handroanthus spp. -- 33 caroba Bignoniaceae Jacaranda puberula Cham. Secundária inicial 7 1 jacarandá do litoral Bignoniaceae Jacaranda spp. -- 3 olandi Callophylaceae Calophyllum brasiliense Cambess. Pioneira 8 ; secundária tardia 9 ; clímax tolerante a sombra 10 31 bacupari Clusiaceae Garcinia gardneriana (Planch. & Triana) Zappi Secundária tardia 11 28 tanheiro Euphorbiaceae Alchornea triplinervia (Spreng.) Müll.Arg. Secundária inicial 12 30 araribá Fabaceae Centrolobium microchaete (Mart. ex Benth.) H.C.Lima Secundária inicial 13 36 flamboyant Fabaceae Delonix regia Raf. Espécie exótica 7 ingá feijão Fabaceae Inga marginata Willd. Secundária tardia 14 15 cabreúva Fabaceae Myrocarpus frondosus Allemão Secundária inicial 15 ; secundária tardia 16 38 angelim Fabaceae Parapiptadenia rigida (Benth.) Brenan Pioneira 17 ; secundária inicial 18 18 pau jacaré Fabaceae Piptadenia gonoacantha (Mart.) J.F.Macbr. Pioneira 19 ; secundária inicial 20 19 loro Lauraceae Ocotea spp. -- 34 canelinha Lauraceae Ocotea spp. -- 16 baguaçu Magnoliaceae Magnolia ovata (A.St.-Hil.) Spreng. Secundária 21 4 Durigan & Nogueira (1990) 5 Schorn (2005) 6 IPEF (2013) 7 IPEF (2013) 8 Carvalho (1996) 9 Durigan & Nogueira (1990); Vilela et al. (1993) 10 Rondon Neto et al. (1999) 11 Lopes et al. (2008) 12 Vilela et al. (1993); Vaccaro et al. (1999) 13 Carvalho (2006) 14 Lopes et al. (2008) 15 Vaccaro et al. (1999) 16 Durigan & Nogueira (1990) 17 Klein (1965); Siqueira & Figliolia (1998) 18 Durigan & Nogueira (1990); Vaccaro et al. (1999) 19 Davide & Faria (1997); Nave et al. (1997); Rondon Neto et al. (1999) 20 Leite & Takaki (1994) 21 IPEF (2013)
  3. 3. # NOME POPULAR FAMÍLIA 1 NOME CIENTÍFICO GRUPO SUCESSIONAL 6 embiruçu Malvaceae Pseudobombax grandiflorum (Cav.) A.Robyns Pioneira a secundária inicial 22 35 jacatirão de joinville Melastomataceae Tibouchina pilosa Cogn. Pioneira a secundária inicial 23 27 cedro Meliaceae Cedrela fissilis Vell. Secundária inicial 24 ; secundária tardia 25 ; clímax exigente de luz 26 20 catiguá Meliaceae Guarea macrophylla Vahl Clímax 27 17 baga de morcego Meliaceae Trichilia spp. -- 5 grumixama Myrtaceae Eugenia brasiliensis Lam. Clímax 28 13 pitanga Myrtaceae Eugenia uniflora L. Secundária inicial 29 32 guamirim Myrtaceae Myrcia spp. -- 2 araçá vermelho Myrtaceae Psidium cattleianum Sabine Secundária tardia 30 22 licurana Phyllanthaceae Hieronyma alchorneoides Allemão Secundária inicial ou clímax exigente em luz 31 21 capororoca Primulaceae Myrsine coriacea (Sw.) R.Br. ex Roem. & Schult. Pioneira 32 25 camboatá Sapindaceae Cupania vernalis Cambess. Secundária tardia 33 10 tucaneiro Verbenaceae Citharexylum myrianthum Cham. Pioneira 34 , secundária inicial 35 REFERÊNCIAS APG III ‒ Angiosperm Phylogeny Group. An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG III. Botanical Journal of the Linnean Society 161: 105-121. 2009. CARVALHO, P.E.R. Araribá-Amarelo. Circular Técnica 124. EMBRAPA - Florestas. Colombo/PR. 2006. CARVALHO, P.E.R. Espécies arbóreas brasileiras. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica; Colombo: Embrapa Florestas, 2006. v. 2. CARVALHO, P.E.R. Espécies arbóreas brasileiras. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica; Colombo: Embrapa Florestas, 2008. v. 3. 22 Carvalho (2006) 23 Observações de campo (STCP, 2013) 24 Vaccaro et al. (1999) 25 Nave et al. (1997) 26 Motta et al. (1997); Pinto (1997) 27 Schorn (2005) 28 IPEF (2013) 29 Vaccaro et al. (1999) 30 IPEF (2013) 31 Carvalho (2008) 32 Schorn (2005) 33 Vaccaro et al. (1999) 34 Reitz et al. (1978) 35 Durigan & Nogueira (1990)
  4. 4. CARVALHO, P.E.R. Influência da intensidade luminosa e do substrato no crescimento, no conteúdo de clorofila e na fotossíntese de Cabralea canjerana (Vell.) Mart. subsp. canjerana, Calophyllum brasiliense Camb. e Centrolobium robustum (Vell.) Mart. ex Benth., na fase juvenil. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 1996. 157p. Tese Doutorado. DURIGAN, G. & DIAS, H.C. de S. Abundância e diversidade da regeneração natural sob mata ciliar implantada. In: Congresso Florestal Brasileiro, 6., 1990, Campos do Jordão. Anais. São Paulo: Sociedade Brasileira de Silvicultura, 1990. v.3, p.308-312. Publicado na Silvicultura, n.42, 1990. IPEF - Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais. (Disponível em http://www.ipef.br/sementes/. Acesso em 31/04/2013). LEITE, I.T. de A. & TAKAKI, M. Análise da germinação de sementes de Piptadenia gonoacantha (Mart.) Macbr. (Leguminosae - Mimosoideae). Arquivos de Biologia e Tecnologia, Curitiba, v.37, n.3, p.587-595, 1994. SIQUEIRA, A.C.M.F. & FIGLIOLIA, M.B. Conservação genética, produção e intercâmbio de sementes de espécies tropicais. In: GALVÃO, A.P.M., coord. Espécies não tradicionais para plantios com finalidades produtivas e ambientais. Colombo: EMBRAPA-CNPF, 1998. p.7-22. Não publicado. LOPES, G. de O., et al. Estrutura e grupos ecológicos em uma Floresta Estacional Semidecidual em Uberlândia/MG. In: II Simpósio Internacional de Savanas Tropicais. Brasília/DF. 2008. KLEIN, R.M. Sugestões e dados ecológicos de algumas árvores nativas próprias a serem empregadas no reflorestamento norte e oeste paranaense. In: Simpósio de Reflorestamento da Região da Araucária, 1., 1963, Curitiba. Anais. Curitiba: FIEP, 1965. p.157-174. MOTTA, M.L.; BENVENUTTI, R.D. & ANTUNES, E.C. Aplicação dos estudos fitossociológicos ao reflorestamento ciliar do Vale do Rio Turvo-GO. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS, 3., 1997, Ouro Preto. Do substrato ao solo: trabalhos voluntários. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 1997. p.558-571. NAVE, A.G.; RODRIGUES, R.R. & GANDOLFI, S. Planejamento e recuperação ambiental da Fazenda São Pedro da Mata Município de Riolândia – SP. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS, 3., 1997, Ouro Preto. Do substrato ao solo: trabalhos voluntários. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 1997. p.67-77. PINTO, J.R.R. Levantamento florístico, estrutura da comunidade arbóreo-arbustiva e suas correlações com variáveis ambientais em uma floresta de vale no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, Mato Grosso. Lavras: Universidade Federal de Lavras, 1997. 85p. Dissertação Mestrado. REITZ, R.; KLEIN, R.M. & REIS, A. Projeto madeira de Santa Catarina. Sellowia, Itajaí, n.28/30, p.3-320, 1978. RONDON NETO, R.M.; BOTELHO, S.A.; DAVIDE, A.C.; FONTES, M.A.L. & FARIA, J.M.R. Estudos básicos para propostas de tratamentos silviculturais para acelerar o processo de recomposição da vegetação de uma clareira de formação antrópica, em Lavras, MG - Brasil. In: CICLO DE ATUALIZAÇÃO FLORESTAL DO CONE-SUL, 1999, Santa Maria. Anais. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 1999. p.165-176. SCHORN, L. A. Estrutura e dinâmica de estágios sucessionais de uma Floresta Ombrófila Densa em Blumenau, Santa Catarina. Tese de Doutorado. Ciências Florestais. UFPR. Curitiba. 2005. VACCARO, S.; LONGHI, S.J. & BRENA, D.A. Aspectos da composição florística e categorias sucessionais do estrato arbóreo de três subseres de uma floresta estacional decidual, no Município de Santa Tereza - RS. Ciência Florestal, Santa Maria, v.9, n.1, p.1-18, 1999. VILELA, E. de A.; OLIVEIRA FILHO, A.T. de.; GAVILANES, M.L. & CARVALHO, D.A. de. Espécies de matas ciliares com potencial para estudos de revegetação no alto Rio Grande, sul de Minas. Revista Árvore, Viçosa, v.17, n.2, p.117-128, 1993.

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