Equpamentos Passivos Miguel Ferreira

1.345 visualizações

Publicada em

Trabalho de Equipamentos Passivos de Rede

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.345
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
8
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Equpamentos Passivos Miguel Ferreira

  1. 1. RepetidorHubSwitchBridge<br />
  2. 2. O que é um Repetidor<br /><ul><li>Em informática, repetidor é um equipamento utilizado para interligação de redes idênticas, pois eles amplificam e regeneram electricamente os sinais transmitidos no meio físico.
  3. 3. Os repetidores actuam na camada física (Modelo OSI), recebem todos os pacotes de cada uma das redes que ele interliga e os repete nas demais redes sem realizar qualquer tipo de tratamento sobre os mesmos.
  4. 4. Não se pode usar muitos destes dispositivos numa rede local, pois degeneram o sinal no domínio digital e causam problemas de sincronismo entre as interfaces de rede.
  5. 5. Repetidores são utilizados para estender a transmissão de ondas de rádio, por exemplo, redes wireless, wimax e telemoveis.</li></li></ul><li>Vantagens<br /><ul><li>Podem interligar diferentes tipos de meios físicos
  6. 6. Estendem o alcance geográfico da rede até o máximo permitido pelo protocolo de acesso ao meio utilizado pelas redes
  7. 7. São relativamente baratos e de fácil instalação</li></li></ul><li>Desvantagens<br /><ul><li>Diminui o desempenho em redes com topologia em anel
  8. 8. Em redes que utilizam protocolos baseados em contenção, poderá caber ao repetidor também a função de detecção de colisão num segmento
  9. 9. Os hubs que também actuam como repetidores não oferecem o recurso de isolamento de tráfego
  10. 10. Ao repetir todas as mensagens que recebe, um tráfego extra inútil é gerado pelo repetidor quando os pacotes repetidos não se destinam às redes que interligam</li></li></ul><li>
  11. 11. O que é um HUB<br /><ul><li>Os Hubs são dispositivos de centralização de ligação em redes de computadores.
  12. 12. O hub recebe dados vindos de um computador e os transmite às outras máquinas. No momento em que isso ocorre, nenhum outro computador consegue enviar sinal. Sua liberação acontece após o sinal anterior ter sido completamente distribuído.
  13. 13. Um hub é possível ter várias portas, ou seja, entradas para conectar o cabo de rede de cada computador. Geralmente, há aparelhos com 8, 16, 24 e 32 portas.
  14. 14. Caso o cabo de uma máquina seja desconectado ou apresente algum defeito, a rede não deixa de funcionar, pois é o hub que a "sustenta".
  15. 15. Um concentrador se encontra na primeira camada do modelo OSI, por não poder definir para qual computador se destina a informação, ele simplesmente a replica.</li></li></ul><li>HUB<br /><ul><li>Dispositivos da camada física: basicamente são repetidores operando ao nível de bit: repete os bits recebidos numa interface para as demais interfaces
  16. 16. Hubs podem ser dispostos numa hierarquia (ou projecto de múltiplos níveis), com um hub backbone na raiz</li></li></ul><li>HUB<br />
  17. 17. Vantagens<br /><ul><li>Dispositivos simples, baratos
  18. 18. Configuração em múltiplos níveis provê degradação suave: porções da rede local continuam a operar se um dos hubs parar de funcionar
  19. 19. Estende a distância máxima entre pares de nós (100m por Hub)</li></li></ul><li>Desvantagens<br /><ul><li>Não se pode misturar tipos diferentes de Ethernet (p.ex., 10BaseT and 100BaseT)
  20. 20. Não isolam domínios de colisão: um nó pode colidir com qualquer outro nó residindo em qualquer segmento da rede local</li></li></ul><li>Hubs Passivos<br /><ul><li>Passivos: Concentradores de cabos que não possuem qualquer tipo de alimentação eléctrica são chamados hubs passivos funcionando como um espelho, reflectindo os sinais recebidos para todas as estações a ele conectadas.
  21. 21. Como ele apenas distribui o sinal, sem fazer qualquer tipo de amplificação, o comprimento total das duas pontas do cabo entre um micro e outro, passando pelo hub, não pode exceder os 100 metros permitidos pelos cabos de par trançado.</li></li></ul><li>Hubs Activos<br /><ul><li>Activos: São hubs que regeneram os sinais que recebem de suas portas antes de enviá-los para todas as portas.
  22. 22. Funcionando como repetidores.
  23. 23. Na maioria das vezes, quando falamos somente “hub” estamos nos referindo a esse tipo de hub.
  24. 24. Usando um hub activo o sinal pode viajar por 100 metros até o hub, e após ser retransmitido por ele viajar mais 100 metros completos.</li></li></ul><li>Hubs Inteligentes<br /><ul><li>Inteligentes: São hubs que permitem qualquer tipo de monitorização.
  25. 25. Este tipo de monitorização, que é feito via software capaz de detectar e se preciso desconectar da rede estações com problemas que prejudiquem o tráfego ou mesmo derrube a rede inteira; detectar pontos de congestionamento na rede, fazendo o possível para normalizar o tráfego; detectar e impedir tentativas de invasão ou acesso não autorizado à rede entre outras funções, que variam de acordo com a fabricante e o modelo do Hub.</li></li></ul><li>O que é um Switch<br /><ul><li>Switches são dispositivos que filtram e encaminham pacotes entre segmentos de redes locais, operando na camada de enlace (camada 2) do modelo RM-OSI.
  26. 26. Um switch funciona como um nó central de uma rede em estrela.
  27. 27. Ele tem como função a comutação entre as estações que desejam se comunicar. </li></li></ul><li>Switch<br />
  28. 28. Funcionamento do Switch<br /><ul><li>A função de um switch é conectar segmentos de redes diferentes.
  29. 29. Um switch mapeia os endereços dos nós que residem em cada segmento da rede e permite apenas a passagem do tráfego necessário.
  30. 30. O switch aprende quais estações estão conectadas a cada um dos segmentos de suas portas.
  31. 31. Ele examina o tráfego de entrada, deduz endereços MAC de todas as estações conectadas a cada porta e usa esta informação para construir uma tabela de endereçamento local.
  32. 32. Assim, quando o switch recebe um pacote, ele determina qual o destino e a origem deste, encaminhando-o para a direcção correcta, bloqueando a passagem desse pacote para a outra rede caso a origem e o destino seja o mesmo segmento de rede.</li></li></ul><li>Tipos de Switch<br /><ul><li>Comutação por software - o quadro, depois de recebido através de uma das portas, é armazenado em uma memória compartilhada.
  33. 33. O endereço de destino é analisado e a porta destino obtida de uma tabela de endereços por um algoritmo usualmente executado em um processador RISC.
  34. 34. De seguida, o quadro é transferido para a porta de destino.</li></li></ul><li>Tipos de Switch<br /><ul><li>Comutação por hardware - assim que recebem e armazenam o cabeçalho dos quadros, eles processam o endereço de destino e estabelecem um circuito entre as portas de origem e de destino, enquanto durar a transmissão do quadro.
  35. 35. Normalmente esses switches são implementados com tecnologia ASIC (ApplicationSpecificIntegratedCircuit).</li></li></ul><li>Tipos de Switch<br /><ul><li>Os switches de balanceamento de carga são semelhantes aos switches Ethernet convencionais, porém apresentam uma funcionalidade adicional.
  36. 36. Comparados com os routers, esses dispositivos normalmente têm mais portas e maior poder de processamento, o que os permite enviar um volume maior de pacotes mais rapidamente pela rede.
  37. 37. Esse tipo de switch é mais adequado para redes maiores, de alto tráfego ou intranets, em que grande parte do tráfego vem em conexões de rede local de alta velocidade, em vez de Internet.</li></li></ul><li>Vantagens<br />
  38. 38. Desvantagens<br /><ul><li>Não é tão bom como um router para limitar transmissões
  39. 39.  Eles são normalmente mais caros que um hub.
  40. 40. Eles podem exigir alguma configuração dependendo de suas necessidades.
  41. 41. Tratamento de pacotes Multicast precisa um pouco de configuração e design apropriado.
  42. 42. Às vezes os switchesquando em modo promíscuo são uma abertura para ataques de segurança [endereço IP Spoofing ou capturar Ethernet usando Frames] ethereal</li></li></ul><li>Bridges<br /><ul><li>Dispositivo que conecta duas redes locais ou dois segmentos de rede
  43. 43. Objetivo: isolar o tráfego nos segmentos ou converter padrões de redes ex.: eth/tokenring
  44. 44. Também não fazem roteamento
  45. 45. São dispositivos que operam na camada de enlace de dados capazes de dividir uma rede em sub-redes</li></li></ul><li>Funções<br /><ul><li>Reduzir tráfegos
  46. 46. Compatibilizar diferentes padrões de LAN
  47. 47. Filtrar mensagem de forma que somente as mensagens endereçadas para ela sejam tratadas
  48. 48. Armazenar mensagens, quando o tráfego for muito grande
  49. 49. Funcionar como uma estação repetidora comum</li></li></ul><li>Funcionamento<br /><ul><li>Host da LAN origem envia pacote
  50. 50. Pacote desce para a subcamada LLC e adquire um cabeçalho LLC
  51. 51. Passa para a subcamada MAC e recebe um cabeçalho MAC
  52. 52. Passa para a subcamada MAC da ponte onde o cabeçalho é retirado
  53. 53. O pacote puro (com o cabeçalho LLC) é levado para a subcamada LLC da ponte
  54. 54. Passa para a subcamada MAC da ponte, onde recebe o cabeçalho específico da LAN destino</li></li></ul><li>Vantagens<br /><ul><li>Autonomia de seus proprietários
  55. 55. Dispersão geográfica
  56. 56. Evitar sobrecarga na taxa de transmissão
  57. 57. Distância entre estações muito grande
  58. 58. Confiabilidade
  59. 59. Segurança</li></li></ul><li>Desvantagens<br /><ul><li>Aumento do tempo de comunicação entre estações
  60. 60. Verificam a integridade da trama (FCS)
  61. 61. Bridging entre Macs diferentes
  62. 62. O conteudo das tramas tem que ser alterado
  63. 63. Formatação da nova trama e calculo de um novo FCS
  64. 64. Não existe controlo de fluxo
  65. 65. Uma bridge congestionada perde tramas</li></li></ul><li>

×