Equipamentos passivos luis - cópia

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Equipamentos passivos luis - cópia

  1. 1. Equipamentos Passivos<br />Elaborado por: Luís data: 21-07-10<br />
  2. 2. DEFINIÇÃO<br />Um Repetidor é um equipamento utilizado para interligação de redes idênticas,<br />Eles amplificam e regeneram electricamente os sinais transmitidos no meio físico.<br />Os repetidores geram os sinais novamente e os retemporizam, o que permite estender mais os cabos para que eles alcancem distâncias maiores. <br />Lidam com pacotes apenas no nível dos bits, portanto, são dispositivos da camada 1. <br />
  3. 3. Repetidor<br />
  4. 4. Repetidor<br />O funcionamento deste aparelho, consiste em pegar no sinal enfraquecido, limpar, amplificar e reenviar. <br />Um processo semelhante acontece quando mais dispositivos são conectados ao cabo. Cada dispositivo degrada ligeiramente o sinal. <br />
  5. 5. Esquema de um repetidor <br />
  6. 6. Repetidor<br />A desvantagem em usar repetidores é que eles não podem filtrar o tráfego da rede. Os dados (bits) que chegam à porta de um repetidor são enviados por todas as outras portas. Os dados são passados adiante para todos os outros segmentos da LAN de uma rede, não importa se eles precisam ou não ir para lá. <br />
  7. 7. HUB<br />A finalidade de um hub é gerar os sinais da rede novamente e os retemporizar. Isso é feito no nível de bit para um grande número de hosts (por exemplo, 4, 8 ou mesmo 24), usando um processo conhecido como concentração. <br />essa definição é muito similar a dos repetidores, e por essa razão um hub também é conhecido como repetidor multiportas. A diferença é o número de cabos que se conectam ao dispositivo. <br />
  8. 8. HUB<br />Dois motivos para se usar os hubs: criar um ponto de conexão central para os meios de cabeamento e aumentar a confiabilidade da rede. A confiabilidade da rede é aumentada permitindo-se que qualquer cabo falhe sem afectar toda a rede. <br />Os hubs são considerados dispositivos da camada 1 porque apenas regeneram o sinal e o transmitem por todas as suas portas (conexões da rede). <br />
  9. 9. HUB<br />
  10. 10. HUB<br />Os hubs são activos ou passivos. A maioria dos hubs modernos é activa. Eles obtêm energia de uma fonte de alimentação para gerar novamente os sinais da rede. <br />Alguns hubs são chamados dispositivos passivos porque simplesmente repartem o sinal entre vários. <br />Os hubs passivos não regeneram os bits, ou seja, não estendem o comprimento de um cabo, apenas permitem que dois ou mais hosts se conectem ao mesmo segmento de cabo.  <br />
  11. 11. SWITCH<br />switches tomam as decisões com base nos endereços MAC e os hubs não tomam nenhuma decisão. Devido às decisões que os switches tomam, eles tornam uma LAN muito mais eficiente. Eles fazem isso "comutando" os dados apenas pela porta à qual o host apropriado está conectado. Ao contrário, um hub enviará os dados por todas as portas para que todos os hosts tenham que ver e processar (aceitar ou rejeitar) todos os dados. <br />
  12. 12. SWITCH<br />A função é a concentração da conectividade (permitindo que muitos dispositivos sejam conectados a um ponto na rede).<br />Os switches têm muitas portas de conexão.<br />
  13. 13. SWITCH - esquema<br />
  14. 14. SWITCH<br />finalidade de um switch é concentrar a conectividade, ao mesmo tempo tornando a transmissão de dados mais eficiente. Por hora, pense no switch como algo capaz de combinar a conectividade de um hub com a regulamentação do tráfego de uma bridge em cada porta. Ele comuta os quadros das portas de entrada (interfaces) para as portas de saída, enquanto fornece a cada porta a largura de banda completa (a velocidade da transmissão de dados no backbone da rede).   <br />
  15. 15. SWITCH - esquema<br />
  16. 16. SWITCH<br /><ul><li>permite que vários usuários se comuniquem paralelamente através do uso de circuitos virtuais e de segmentos de rede dedicados em um ambiente livre de colisões. Isso maximiza a largura de banda disponível em um meio compartilhado. </li></ul>Outra vantagem é que mudar para um ambiente de LAN comutada é muito económico porque o cabeamento e o hardware existentes podem ser usados mais de uma vez. <br />Os administradores da rede têm grande flexibilidade em gerenciamento de rede através da eficácia do switch e do software para configurar a LAN.  <br />
  17. 17. SWITCH - vantagens<br />
  18. 18. BRIDGE<br />O termo bridge se refere a um dispositivo que tem apenas duas portas. Entretanto, você também verá referências a bridges com 3 portas ou mais. <br />O que realmente define uma bridge é a filtragem de quadros na camada 2 e como isso é realmente realizado. <br />
  19. 19. BRIDGE<br />
  20. 20. BRIDGE - funcionamento<br />Uma bridge conecta os segmentos da rede e deve tomar decisões inteligentes sobre passar ou não sinais para o próximo segmento. <br />Uma bridge pode melhorar o desempenho da rede, eliminando tráfego desnecessário e minimizando as chances de colisões. <br />A bridge divide o tráfego em segmentos e o filtra com base na estação ou no endereço MAC. <br />
  21. 21. BRIDGE<br />
  22. 22. BRIDGE - vantagens<br />Mais inteligente que um hub. Analisa pacotes que chegam e os encaminha ou ignora baseado em informações de endereçamento. <br />Colecta e repassa pacotes entre segmentos de rede <br />Mantém tabelas de endereços <br />Tipos diferentes de bridges: <br />Transparente <br />Rota desde a origem (usado principalmente em LANs Token Ring ) <br /> <br />
  23. 23. FIM<br />

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