Juliano Marcia

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EAD - O novo mundo da informação

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Juliano Marcia

  1. 1. Educação a Distância A nova era da educação Grupo: Juliano-Marcia Tecnologia da informação Turma: 126
  2. 2. CONCEITOS BÁSICOS <ul><li>Educação à distância (EaD, também chamada de teleducação) é a modalidade de ensino que permite que o aprendiz não esteja fisicamente presente em um ambiente formal de ensino-aprendizagem. Diz respeito também à separação temporal ou espacial entre o professor e o aprendiz. </li></ul>
  3. 3. O QUE É A EAD? <ul><li>A EaD deve ser vista como possibilidade de inserção social, propagação do conhecimento individual e coletivo. E como tal pode ajudar na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. É nesta direção que a Universidade vê a possibilidade de formar cidadão consciente de seu papel sócio político ainda que vivam em regiões onde a oportunidade de ensino de qualidade seja remota ou que a vida contemporânea reduza a disponibilidade para investir nos estudos. </li></ul>
  4. 4. HISTÓRICO DA EAD <ul><li>O desenvolvimento da EaD pode ser descrito basicamente em três gerações, conforme os avanços e recursos tecnológicos e de comunicação de cada época. </li></ul><ul><li>* Primeira geração : Ensino por correspondência, caracterizada pelo material impresso iniciado no século XIX. Nesta modalidade, por exemplo, o pioneiro no Brasil é o Instituto Monitor, que, em 1939, ofereceu o primeiro curso por correspondência, de Radiotécnico. Em seguida, temos o Instituto Universal Brasileiro atuando há mais de dezenas de anos nesta modalidade educativa, no país... </li></ul>
  5. 5. HISTÓRICO DA EAD <ul><li>* Segunda geração : Teleducação/Telecursos, com o recurso aos programas radiofônicos e televisivos, aulas expositivas, fitas de vídeo e material impresso. A comunicação síncrona predominou neste período. Nesta fase, por exemplo, destacaram-se a Telescola, em Portugal, e o Projeto Minerva, no Brasil; </li></ul>
  6. 6. HISTÓRICO DA EAD <ul><li>* Terceira geração : Ambientes interativos, com a eliminação do tempo fixo para o acesso à educação, a comunicação é assíncrona em tempos diferentes e as informações são armazenadas e acessadas em tempos diferentes sem perder a interatividade. As inovações da World Wide Web possibilitaram avanços na educação a distância nesta geração do século XXI. Hoje os meios disponíveis são: teleconferência, chat, fóruns de discussão, correio eletrônico, weblogs, espaços wiki, plataformas de ambientes virtuais que possibilitam interação multidirecional entre alunos e tutores. </li></ul>
  7. 7. EAD NO MUNDO <ul><li>A Suécia registrou sua primeira experiência em 1833, com um curso de Contabilidade. Na mesma época, fundou-se na Alemanha em 1856 o primeiro instituto de ensino de línguas por correspondência. O modelo de ensino foi iniciado na Inglaterra em 1840, e, em 1843 foi criada a Phonografic Corresponding Society. Fundada em 1962, a Universidade aberta mantém um sistema de consultoria, auxiliando outras nações a implementar uma educação a distância de qualidade. Também no século XIX, a EaD foi iniciada nos Estados Unidos da América na Illinois Weeleyan University. </li></ul>
  8. 8. EAD NO MUNDO <ul><li>Já no século XX, em 1974, a Universidade Aberta Allma Iqbal no Paquistão iniciou a formação de docentes via EaD. A partir de 1980, a Universidade Aberta de Sri Lanka passou a atender setores importantes para o desenvolvimento do país: profissões tecnológicas e formação docente. Na Tailândia, a Universidade Aberta Sukhothiai Thommathirat tem cerca de 400 mil estudantes em diferentes setores e modalidades. </li></ul><ul><li>Criada em 1984, a Universidade de Terbuka na Indonésia surgiu para atender forte demanda de estudos superiores, e prevê chegar a cinco milhões de estudantes. Já na Índia, criada em 1985, a Universidade Nacional Aberta Indira Gandhi tem objetivo de atender a demanda de ensino superior. </li></ul>
  9. 9. EAD NO MUNDO <ul><li>Austrália é um dos países que mais investe em EaD, mas não tem nenhuma universidade especializada nesta modalidade. Nas universidades de Queensland, New England, Macquary, Murdoch e Deakin, a proporção de estudantes a distância é maior ou igual à de estudantes presenciais. </li></ul><ul><li>Na América Latina programas existentes incluem o Programa Universidade Aberta, inserido na Universidade Autônoma do México (criada em 1972), a Universidade Estatal a Distância da Costa Rica (de 1977), a Universidade Nacional Aberta da Venezuela (também de 1977) e a Universidade Estatal Aberta e a Distância da Colômbia (criada em 1983). </li></ul>
  10. 10. EAD NO BRASIL <ul><li>No Brasil, desde a fundação do Instituto Rádio­ Técnico Monitor, em 1939, o hoje Instituto Monitor, depois do Instituto Universal Brasileiro, em 1941, e o Instituto Padre Reus em 1974, várias experiências de educação à distância foram iniciadas e levadas a termo com relativo sucesso. As experiências brasileiras, governamentais e privadas, foram muitas e representaram, nas últimas décadas, a mobilização de grandes contingentes de recursos. Os resultados do passado não foram suficientes para gerar um processo de aceitação governamental e social da modalidade de educação à distância no país. . Porém, a realidade brasileira já mudou e nosso governo criou leis e estabeleceu normas para a modalidade de educação a distância em nosso país. </li></ul>
  11. 11. NÚMERO DA EAD NO BRASIL E NO MUNDO <ul><li>Assim como toda grande novidade, a região Sudeste do Brasil foi a primeira a abraçar a EAD (Educação a Distância) e ramificá-la em suas diversas instituição de ensino. Seja pela grande quantidade de instituições de Ensino Superior e, também, pela enorme demanda de alunos presentes, a região dominou desde meados de 2001, quando houve seu primeiro &quot;boom&quot;, a expansão da EAD no Brasil. No ano de 2005, segundo dados do ABRAED (Anuário Brasileiro Estatístico de Educação a Distância) a região concentrava 50% dos alunos estudando a distância. </li></ul>
  12. 12. NÚMERO DA EAD NO BRASIL E NO MUNDO <ul><li>É interessante observar, porém, que a edição 2007 do anuário aponta uma mudança radical na capilarização da EAD no Brasil, colocando o Sul do país na primeira colocação entre as regiões que mais concentram alunos de EAD e, juntamente com a região Centro-Oeste, a que mais cresce em número de estudantes. Para se ter uma idéia, só no ano de 2006, do total de 778. 458 estudantes matriculados em cursos de Educação a Distância em instituições de ensino credenciadas, 258.623 estavam concentrados na região Sul, 243.114 na região Sudeste e 135.998 no Centro-Oeste. Em porcentagem, isso significa que, hoje, o Sul detém 33% dos alunos de EAD, contra 31% do Sudeste. Isso mostra ainda que, além de uma queda acentuada, o Sudeste também dividiu seus alunos com outras regiões, como a Centro-Oeste que, só nos últimos três anos, passou de 7,6% para 17,5% do total de alunos matriculados em instituições credenciadas oferecendo cursos de EAD no Brasil. </li></ul>
  13. 13. NÚMERO DA EAD NO BRASIL E NO MUNDO <ul><li>Atualmente, reflexo da ampla difusão da Educação a Distância no Brasil, o discurso de especialistas em relação à EAD vem a sobrepujar preconceitos como a dificuldade de organização do jovem que estuda sozinho e a falta de maturidade de um egresso do Ensino Médio para ser o &quot;senhor de seu conhecimento&quot;. &quot;Em conversas informais com diretores de RH de grandes empresas escuto muitos elogios sobre a postura dos estagiários e profissionais que vieram de um curso a distância&quot;, destaca Loyolla. Em geral, o especialista diz que o discurso positivo em relação à postura profissional destes jovens permeia pela disciplina e a excelência da busca e análise de informações. &quot;Demandas nem sempre cumpridas por profissionais formados no método tradicional de ensino&quot;, diz. </li></ul>
  14. 14. NÚMERO DA EAD NO BRASIL E NO MUNDO <ul><li>Estes fatores aliados a crescentes investimentos em produção tecnológica e a criação e consolidação da UAB (Universidade Aberta do Brasil) - grande aposta do governo federal para a expansão universitária e maior inserção de jovens no Ensino Superior - indicam que a Educação a Distância trará resultados importantes para a Educação Superior no país, ainda que especialistas tenham críticas fortes à atual legislação praticada pelo MEC a fim de regular o setor. </li></ul>
  15. 15. O ALUNO E O PROFESSOR EM EAD <ul><li>Ser organizado. Ter horários disponíveis, saber trabalhar em grupo e ter muito mais empenho e vontade de aprender, do que um aluno de uma escola regular com estudos diários ao lado de um professor são requisitos básicos para um aluno de EAD. </li></ul>
  16. 16. COMO É O ALUNO EM EAD <ul><li>Ser organizado. Ter horários disponíveis, saber trabalhar em grupo e ter muito mais empenho e vontade de aprender </li></ul>
  17. 17. CARACTERÍSTICAS DO BOM ALUNO EAD <ul><li>O bom aluno e o que participa, desafia investiga contribui com os diversos grupos, soma com o outros, critica e toma decisões. </li></ul>
  18. 18. PAPEL DO PROFESSOR EM EAD <ul><li>Nesse processo de aprendizagem, assim como no ensino regular o orientador ou o tutor da aprendizagem atua como &quot;mediador&quot;, isto é, aquele que estabelece uma rede de comunicação e aprendizagem multidirecional, através de diferentes meios e recursos da tecnologia da comunicação, não podendo assim, se desvincular do sistema educacional e deixar de cumprir funções pedagógicas no que se refere à construção da ambiência de aprendizagem. Esta mediação tem a tarefa adicional de vencer a distância física entre educador e o educando. O qual, deverá ser auto-disciplinado e auto-motivado, para que possa superar os desafios e as dificuldades que surgirem durante o processo de ensino-aprendizagem. Hoje, se tem uma educação diferenciada como: presencial, semipresencial e educação à distância </li></ul>
  19. 19. EAD VERSUS PRESENCIAL OU EAD E PRESENCIAL <ul><li>A principal diferença entre EAD e presencial, e o espaço físico, na EAD o educador e o educando não se encontram no mesmo espaço físico, o ensino e totalmente à distância, já na presencial são os cursos regulares onde professores e alunos se encontram sempre numa instituição de ensino. </li></ul>
  20. 20. E-LEARNING <ul><li>O termo e-Learning é fruto maduro de uma combinação ocorrida entre o ensino com auxílio da tecnologia e a educação à distância. Ambas as modalidades convergiram para a educação on-line e para o treinamento baseado em Web, que ao final resultou no e-Learning. </li></ul><ul><li>Sua chegada repentina adicionou novos significados para o treinamento e fez explodir as possibilidades para difusão do conhecimento e da informação para os estudantes e, em um compasso acelerado, abriu um novo mundo para a distribuição e o compartilhamento de conhecimento, tornando-se também uma forma de democratizar o saber para as camadas da população com acesso às novas tecnologias, propiciando a estas que o conhecimento esteja disponível a qualquer tempo e hora e em qualquer lugar. </li></ul>
  21. 21. LINKS <ul><li>ALAVA, Serafim (Org.). Ciberspaço e formações abertas: rumo a novas práticas educacionais?. Porto Alegre: Artmed, 2002. </li></ul><ul><li>AZEVÊDO, Wilson. Muito Além do Jardim de Infância: temas de Educação On-line. Rio: Armazém Digital, 2005. </li></ul><ul><li>BARBOSA, Rommel M. (Org.). Ambientes virtuais de aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2005. </li></ul><ul><li>ALMEIDA, Elizabeth Bianconcini de. Educação, projetos, tecnologia e conhecimento. São Paulo: PROEM, 2002. </li></ul><ul><li>GIUSTA, Agnela & FRANCO, Iara (Org.). Educação a Distância: uma articulação entre a teoria e a prática. Belo Horizonte:PUC Minas Virtual, 2003. </li></ul><ul><li>KENSKI, Vani. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas, SP: Papirus, 2007. </li></ul><ul><li>LEVY, Pierre. A Inteligência Coletiva. São Paulo: Editora Loyola, 1998. </li></ul><ul><li>MERCADO, Luis Paulo (Org.). Novas Tecnologias na Educação: Reflexões sobre a prática. Maceió: EDUFAL, 2002. </li></ul><ul><li>MORAN, José Manuel. A educação que desejamos: Novos desafios e como chegar lá. Campinas, SP: Papirus, 2007. </li></ul><ul><li>MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos, BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 12ª ed. São Paulo: Papirus, 2006. </li></ul>

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