Formação sobre Dízimo

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Esta é mais uma bela formação conduzida por Pe. Marcos Carolino.

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  • Esse timo é um grande idiota, vamos ler a palavra de Deus seu doido.. dizimo de produtos agropecuários... rsrs
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  • Que abestado ignorante!
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  • Os dízimos eclesiásticos voluntários foram inventados pela igreja católica no IV século... introduzidos como obrigatórios no VIII século... abolido no século XIX... eram cobrados só em produtos agropecuários... Confira: Entrevista sobre o pagamento de dízimos...
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  • A igreja católica inventou os dízimos eclesiástico, mas não usaram só para fazer o bem; os dízimos também foram usado para o mal; cruzadas foram patrocinadas pelos dízimos... a implacável inquisição... acesse e confira: Entrevista sobre o pagamento de dízimos...
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Formação sobre Dízimo

  1. 1. Pastoral do Dízimo “Todos os fiéis viviam unidos e tinham tudo em comum. Vendiam as suaspropriedades e os seus bens e dividiam-nos por todos, segundo a necessidade de cada um” (At 2,44-45)
  2. 2. Nossas Reais Motivações1. Com o Dízimo, aprendemos a AGRADECER a Deus e ao próximo.• Ao contribuir com o dízimo, saímos de nós mesmos e reconhecemos que pertencemos tanto à comunidade divina quanto à humana.
  3. 3. 2. Com o DÍZIMO aprendemos a DEVOLVER a DEUS um pouco do que dele recebemos.• Sem Ele nada seríamos, nem mesmo existiríamos. Dependemos dele porque, por Ele fomos feitos e para Ele retornaremos.• Ao contribuir com o Dízimo, expressamos a nossa convicção de que tudo pertence a Ele.
  4. 4. 3. Com o DÍZIMO aprendemos a CONTRIBUIR para com a comunidade da qual fazemos parte e pela qual somos co-responsáveis.• O Dízimo confirma e aprofunda o senso de pertença à Igreja, fazendo com que o dizimista sinta-se realmente “Igreja” e não um estranho ou convidado e desta forma contribui para que a Igreja cumpra com a missão que Jesus a ela confiou: a evangelização!
  5. 5. 4. Com o DÍZIMO aprendemos a CULTUAR a DEUS em comunidade, adquirindo e investindo em tudo o que nos leva à oração em comum e à evangelização.• Descobrimos que, como membros da Igreja, somos responsáveis juntos pela Igreja/construção, pelo material litúrgico, pelas diversas salas e salões. Ao contribuir com o dízimo nós assumimos, de fato, a Igreja como um todo, inclusive na parte material e participamos da missão de Jesus.
  6. 6. 5. Com o DÍZIMO aprendemos a PARTILHAR com o próximo, especialmente o empobrecido e o marginalizado, parte do que temos• Ao estender a mão a alguém, é a comunidade toda que o faz. A soma das diversas contribuições se misturam e igualmente participam do socorro aos necessitados, pela assistência e promoção aos necessitados e o dizimista, alegra-se ao partilhar, por meio da comunidade a sua oferta, com aqueles que são mais pobres do que ele.
  7. 7. 6. Com o DÍZIMO aprendemos a EVANGELIZAR em comunidade, tanto na própria como em outras, além das nossas fronteiras.• Porque somos discípulos missionários de Jesus, temos de vencer o comodismo e ir ao encontro do outro, repartindo com ele a alegria de ser cristão. Ao contribuir com o dízimo, estamos exercendo a nossa missionariedade, inclusive quando auxiliamos missionários que não conhecemos.
  8. 8. 7. Com o DÍZIMO aprendemos a INVESTIR na ação evangelizadora da Igreja por meio das dimensões religiosa, social e missionária.• Ao contribuir com o dízimo, o dizimista prova que acredita na Igreja e em sua missão e que assume com os demais irmãos e irmãs na fé a sustentação da obra de Deus.
  9. 9. 8. Com o DÍZIMO aprendemos a CONFRATERNIZAR tomando consciência de que todos, sem exceção, têm direito a uma vida digna.• Sendo a humanidade uma só família, e a Terra a nossa casa comum, é necessário que aprendamos a fazer do dízimo um meio privilegiado de catequizar a todos quanto à urgência de partilhar.• Ser dizimista é ter consciência de que a fé é caminho seguro para a construção de um mundo justo e humano.
  10. 10. 9. Com o DÍZIMO aprendemos a ENTESOURAR grandes riquezas diante de Deus. Com a morte, o que é do mundo fica no mundo.• Não levamos nada de material conosco. Ao chegarmos junto de Deus, teremos conosco, para entregar a Ele, o bem que tivermos praticado, e só! Ao usar os bens deste mundo, somos chamados a usá-los sempre para promover uma sociedade justa e fraterna.
  11. 11. 10. Com o DÍZIMO aprendemos a AMAR a DEUS e ao outro!.• A DEUS porque devolvemos a Ele um pouco do muito que Ele nos dá e ao outro porque partilhamos com a comunidade os bens que possuímos. Ao contribuir com o dízimo, descobrimos a alegria de servir !• O dizimista fiel, consciente e generoso é feliz porque aprendeu a amar de todo o coração, inclusive repartindo o que possui. Optar pelo dízimo, é entrar na escola do amor, a escola de JESUS!
  12. 12. Fundamentos• 1. O dízimo bíblico é apenas uma das formas de uma realidade que aparece de outras maneiras. O homem oferece à divindade parte dos bens de que dispõe.• Dízimo, Primícias, Tributos religiosos, Sacrifícios, Votos e promessas.• O que estas formas tem em comum é que o homem religioso se desfaz de algum bem seu para dá-lo à divindade.
  13. 13. • A atitude com que o homem pratica esse gesto, pode ser bastante diferente, conforme se trate dum homem mais primitivo ou mais evoluído religiosamente.• Amor, Temor, Esclarecida, Mágica, Supersticios a.• O homem religioso sempre deseja ter um intercâmbio com a divindade, e entre vários gestos com que exprime seu desejo temos também sempre este de oferecer à divindade algum bem material.
  14. 14. Expressões Bíblicas• O sentimento de que o homem depende materialmente de Deus está presente desde a primeira página da bíblia.• O homem é criado fora do paraíso e transportado para dentro dele por Deus, para o cultivar e guardar (1,8-15);• Podia usar de tudo, mas uma parte era reservada para Deus (1,16s; cf.3,5.22);• O homem cultiva e zela dos bens de Deus, porém, deve deixar uma parte desses bens reservada para Deus.
  15. 15. Novo Testamento• No NT, de modo geral podemos notar:a) Uma certa polêmica contra os exageros de praxe do dízimo mosaico como então concebido;b) Consciência de que todos os cristãos devem dar uma contribuição material.
  16. 16. • Jesus não desautoriza o dízimo da lei mosaica, em si; exige que se cumpram os postulados básicos: Justiça, Misericórdia, Amor.• Também do dízimo mosaico os cristãos estão desobrigados pois já não estão sob o regime disciplinar da Antiga Lei. De fato a Igreja primitiva não praticou antigo dízimo.• Mas temos no NT mais que suficientes testemunhos de atitudes de que o cristão deve dar a sua contribuição material para as necessidades da comunidade religiosa e do ministério da Igreja.
  17. 17. • Lc 10,7 – ao enviar os discípulos em atividade apostólica Jesus diz que eles têm o direito de serem sustentados por aqueles a quem anunciam o Reino;• At 5,1ss – retratam uma comunidade primitiva, vivendo em comunidade de bens, livremente;• 2Cor 8,1-9.15 – Paulo organiza uma grande coleta em favor da comunidade-mãe de Jerusalém;
  18. 18. • Gl 6,6 – o catecúmeno reparta todos os seus bens com aquele que o catequiza;• Fl 4,10-18 – dá pessoalmente luminoso exemplo mas, conforme as circunstâncias, aceita auxílios e sempre claramente afirma o princípio deixado pelo Senhor, de que viva do Evangelho quem se dedica ao mesmo.
  19. 19. Um pouco de História• No Brasil o Estado cobrava o dízimo como um imposto e repassava parte para a Igreja. Isso durou até a proclamação da República em 1889. Nessa ocasião a Igreja separou-se do Estado e o Padroado, ou seja, o regime de sustentação da Igreja e do clero pelo Estado através do dízimo cobrado como imposto, foi eliminado.
  20. 20. • Com o fim do Padroado, a Igreja improvisou logo uma maneira para sobreviver: cobrar taxas pelos serviços religiosos, que perdura até hoje. O que foi criado para resolver uma emergência já dura mais de 100 anos.• É tempo de voltarmos à prática do dízimo, como forma de fidelidade a Deus e à sua Igreja.• A opção pelo dízimo, deve ser a principal fonte de receita de cada paróquia
  21. 21. Diferença entre Dízimo e Ofertas• Dízimo é a contribuição voluntária, regular e proporcional aos ganhos de cada um com a qual o cristão participa das responsabilidades de manter as atividades de sua comunidade de Fé. Reflete no gesto concreto de partilha, o vínculo que o fiel tem com a sua comunidade.
  22. 22. Dimensões do Dízimo• Dimensão religiosa: despesas com o culto, com o sacerdote, com o templo;• Dimensão social: ajuda aos mais necessitados;• Dimensão missionária: despesas com a Evangelização fora dos limites da comunidade. Ajuda a outras paróquias e comunidades, obras missionárias.
  23. 23. Ofertas• São os donativos entregues durante o ofertório da missa. Está vinculado à liturgia. No ofertório apresentamos os dons do pão e do vinho que serão consagrados e tornados Corpo e Sangue do Senhor. Mesmo quando não temos nenhum valor para ofertar, ainda assim devíamos nos aproximar do altar e fazer a oferta da nossa vida a Deus.
  24. 24. Qual o tamanho da nossa generosidade?• Os Bispos do Brasil orientam para uma contribuição segundo a generosidade de cada pessoa. Ou seja, a pessoa é conscientizada e convidada a ser generosa. Não há um valor fixo. A quantia depende exclusivamente da opção de cada católico, de cada um. A opção é individual.• Nem é o muito que nos deixe pobres, nem é o pouco que nos torne mesquinhos.
  25. 25. A nota de 2 Reais• Lá estava a nota de 100 reais ao lado uma nota de 2 reais, em um cofre do Banco do Brasil.
  26. 26. • Enquanto estavam lá, a nota de 2 reais falou para a nota de 100 reais: - Ei! cara, por onde tu tens andado? Faz tempo que eu não te vejo A nota de 100 reais respondeu: - Cara, eu tenho aproveitado bastante! Viajei para países distantes, indo aos restaurantes mais finos, aos maiores e melhores cassinos, numerosas butiques, e em todos os grandes shoppings do país.
  27. 27. • Após descrever as suas andanças, a nota de 100 reais perguntou para a nota de 2 R$:- E quanto a você? Por onde tem andado? A nota de 2 reais respondeu:- Ah! Tu nem sabe, agora eu me converti; só vivo na Igreja.Espantada a nota de 100 reais perguntou:- E o que é uma Igreja?

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