Imagem, ambiente e visualidade

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Imagem, ambiente e visualidade

  1. 1. Imagem, ambiente e visualidade l A função das imagens midiáticas Jorge Barata Teorias da imagem – Mestrado em comunicação - CECA/UEL - 2013
  2. 2. l Era da imagem
  3. 3. “A dispersão visual...
  4. 4. ...em busca da captura do nosso olhar”
  5. 5. A escrita é lenta, Os media de audição pura estão sob proteção anti pirataria
  6. 6. Museus e acervos “... espaços destinados a abrigar o exótico outro da imagem midiática?”
  7. 7. Ambientes de imagem e iconomania Ambiente = Ambiens / ambientis l l l l l “Tudo que rodeia os seres vivos.” l Houassis
  8. 8. “Um ambiente comunicacional é uma atmosferagerada pela disponibilidade dos seres (pessoas e coisas) estabelecerem vínculos”.
  9. 9. “...Expressão como a geradora da imagem (...) a representação é o meio (…) o receptor a instância que acolhe”.
  10. 10. “O mais importante compreender o papel específico das imagens em cada era distinta”.
  11. 11. A aura de Walter Benjamin Valor de culto Valor de exposição
  12. 12. “O que diferencia de um termo do outro é o efeito da ambiência.”
  13. 13. “A passagem de uma ambiência para outra reflete a alteração de função e motivação do uso das imagens.”
  14. 14. Aura, proximidade, distância
  15. 15. “A produção de imagens desclocou-se do âmbito artisticopara o midiático...” A produção de imagens midiáticas assim como seus canais de escoamento são características do ambiente iconomaniáco que atravessamos.
  16. 16. Iconomania, a reprodução de si mesmo e sedação ● Com imagens o homem cria peças sobressalentes como forma de rejeição à morte. ● O processo reprodução dessas imagens converge para uma função de existência múltipla para fortalecer o desejo de não morrer. ● Toda imagem possui algum potencial causador de fobias, por evocar, recordar e trazer à tona o tempo passado. A estratégia contrafóbica seria a reprodução da própria imagem como forma de sedação.
  17. 17. Bibliografia BAITELO JÚNIOR; Norval. A serpente, a maçã e o holograma: esboço para uma teoria da mídia. São Paulo: Paulus, ?. CATALÀ DOMÈNECH; Josep M.. A forma do real: Introdução aos estudos visuais. São Paulo: Summus, 2011. WULF; Christoph. Homo pictor: Imaginação, ritual e aprendizado mimético no mundo globalizado. São Paulo: Hedra. 2013.
  18. 18. Imagem, ambiente e visualidade l A função das imagens midiáticas Jorge Barata Teorias da imagem – Mestrado em comunicação - CECA/UEL - 2013
  19. 19. l Era da imagem
  20. 20. “A dispersão visual...
  21. 21. ...em busca da captura do nosso olhar”
  22. 22. A escrita é lenta, Os media de audição pura estão sob proteção anti pirataria
  23. 23. Museus e acervos “... espaços destinados a abrigar o exótico outro da imagem midiática?”
  24. 24. Ambientes de imagem e iconomania Ambiente = Ambiens / ambientis l l l l l “Tudo que rodeia os seres vivos.” l Houassis
  25. 25. “Um ambiente comunicacional é uma atmosferagerada pela disponibilidade dos seres (pessoas e coisas) estabelecerem vínculos”.
  26. 26. “...Expressão como a geradora da imagem (...) a representação é o meio (…) o receptor a instância que acolhe”.
  27. 27. “O mais importante compreender o papel específico das imagens em cada era distinta”.
  28. 28. A aura de Walter Benjamin Valor de culto Valor de exposição
  29. 29. “O que diferencia de um termo do outro é o efeito da ambiência.”
  30. 30. “A passagem de uma ambiência para outra reflete a alteração de função e motivação do uso das imagens.”
  31. 31. Aura, proximidade, distância
  32. 32. “A produção de imagens desclocou-se do âmbito artisticopara o midiático...” A produção de imagens midiáticas assim como seus canais de escoamento são características do ambiente iconomaniáco que atravessamos.
  33. 33. Iconomania, a reprodução de si mesmo e sedação ● Com imagens o homem cria peças sobressalentes como forma de rejeição à morte. ● O processo reprodução dessas imagens converge para uma função de existência múltipla para fortalecer o desejo de não morrer. ● Toda imagem possui algum potencial causador de fobias, por evocar, recordar e trazer à tona o tempo passado. A estratégia contrafóbica seria a reprodução da própria imagem como forma de sedação.
  34. 34. Bibliografia BAITELO JÚNIOR; Norval. A serpente, a maçã e o holograma: esboço para uma teoria da mídia. São Paulo: Paulus, ?. CATALÀ DOMÈNECH; Josep M.. A forma do real: Introdução aos estudos visuais. São Paulo: Summus, 2011. WULF; Christoph. Homo pictor: Imaginação, ritual e aprendizado mimético no mundo globalizado. São Paulo: Hedra. 2013.

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