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CINEMA
Linguagem
Linguagem


Linguagem é qualquer e todo sistema de signos que
serve de meio de comunicação de idéias ou
sentimentos através de signos
convencionados, sonoros, gráficos, gestuais
etc., podendo ser percebida pelos diversos órgãos dos
sentidos, o que leva a distinguirem-se várias espécies
ou tipos: linguagem
visual, corporal, gestual, etc., ou, ainda, outras mais
complexas, constituídas, ao mesmo tempo, de
elementos diversos.[ Os elementos constitutivos da
linguagem são, pois, gestos, sinais, sons, símbolos ou
palavras, usados para representar conceitos de
comunicação, ideias, significados e pensamentos.
Embora os animais também se comuniquem, a
Cinema


Cinema é espetáculo. Ou seja, tudo o que
chama a atenção, atrai e prende o olhar. Se
não, não é cinema, na sua mais pura acepção.
O cinema criou os grandes planos e as
panorâmicas e, da mesma
forma, espetacularizou o ínfimo, o
detalhe, com tal nitidez e de uma forma
tal, que nenhuma outra linguagem é capaz de
criar.
homem


Em uma bela afirmação o teórico dos media
Herbert Marshall McLuhan pareceu sintetizar
a relação homem/ técnica. “Os homens criam
as ferramentas, as ferramentas recriam os
homens”.
McLuhan e Deleuze




Para ambos as ferramentas do audiovisual
ajudam a pensar, ajudam a criar. A mudança
na esfera da cultura que a dimensão técnica
traz parece-nos pautar os estudos sobre a
linguagem no contemporâneo.
Um filme é um recorte do imaginário que, para
ambos os autores, abre as portas da
imaginação e produz situações da realidade.
Cinema e linguagem




São as imagens e os sons que primeiro se
apresentam, mas a linguagem
audiovisual, movimento, cor, é composta de
muitos elementos e muitas
nuanças, sintetizados em uma narrativa.
Linguagem audiovisual atua em uma esfera
que conjuga espaço e tempo, locação e
deslocamento, o passado, presente e futuro
em permanente transformação.
Cinema e linguagem




Toda arte é, antes de tudo, uma maneira de
percepção. Quando expressa essa percepção por
meio da visão e da audição, traduz um conceito
artificial, um artifício, um artefato.
No caso do cinema, o artefato é uma película
sensibilizada pela luz, revelada e novamente
impressionada pela luz, no momento da projeção.
Das nostálgicas lanternas mágicas às modernas
técnicas de projeções digitais, cinema é, na
tela, luz e sombra. E é também a confluência de
muitos mistérios.
Cinema é arte




Cinema é arte contemporânea, síntese poética,
alegoria e realidade. Tempo e espaço. Portanto,
compreender cinema é também compreender o
tempo no seu transcorrer, na sua duração que,
muitas vezes, se desvincula do tempo físico da
projeção.
Talvez, por isso, o estranhamento que muitos
filmes causem a seus espectadores. Cada filme,
com o estilo cinematográfico que adota, cria um
tempo que lhe é peculiar, além do tempo que a
história pretende relatar.
O tempo na narrativa


O tempo na narrativa cinematográfica está na
ação que imprime o ritmo, assim como está no
verbo nas linguagens escritas. O tempo, no
filme, vai além das palavras ditas pelas
personagens, não se restringe ao descrito
pela ação da câmera. Está no que é falado
pelos personagens, mas está também na
paisagem, na arquitetura, nas roupas, nos
gestos, nos enfeites de corpo e de ambientes.
Ver e analisar


Ver filmes, analisá-los, é a vontade de
entender a nossa sociedade massificada,
praticamente analfabeta e que não tem uma
memória da escrita. Uma sociedade que se
educa por imagens e sons, principalmente da
televisão, quase uma população inteira [...]
que não tem contato com a escrita, a reflexão
com a escrita. E também a vontade de
entender o mundo pela produção artística do
cinema (Almeida, 1994, p. 12).
Análise


Hollywood comercializa produtos que
influenciam o desenvolvimento do
conhecimento, pois o que se nos mostra do
mundo e suas realidades influenciam
inevitavelmente nossa compreensão e nosso
nível de consciência. O cinema, como outros
media, age sobre nosso modo de pensar
(Guback, 1976, p. 4).
Análise


[...] o controle total da realidade criada pelas
imagens – tudo composto, cronometrado e
previsto. Ao mesmo tempo, tudo aponta para a
invisibilidade dos meios de produção desta
realidade. Em todos os níveis, a palavra de
ordem é “parecer verdadeiro”, montar um
sistema de representação que procura anular
a sua presença como trabalho de
representação (Xavier, 1984, p. 31).
Referência bibliográfica
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Cinema e linguagem

  • 2. Linguagem  Linguagem é qualquer e todo sistema de signos que serve de meio de comunicação de idéias ou sentimentos através de signos convencionados, sonoros, gráficos, gestuais etc., podendo ser percebida pelos diversos órgãos dos sentidos, o que leva a distinguirem-se várias espécies ou tipos: linguagem visual, corporal, gestual, etc., ou, ainda, outras mais complexas, constituídas, ao mesmo tempo, de elementos diversos.[ Os elementos constitutivos da linguagem são, pois, gestos, sinais, sons, símbolos ou palavras, usados para representar conceitos de comunicação, ideias, significados e pensamentos. Embora os animais também se comuniquem, a
  • 3. Cinema  Cinema é espetáculo. Ou seja, tudo o que chama a atenção, atrai e prende o olhar. Se não, não é cinema, na sua mais pura acepção. O cinema criou os grandes planos e as panorâmicas e, da mesma forma, espetacularizou o ínfimo, o detalhe, com tal nitidez e de uma forma tal, que nenhuma outra linguagem é capaz de criar.
  • 4. homem  Em uma bela afirmação o teórico dos media Herbert Marshall McLuhan pareceu sintetizar a relação homem/ técnica. “Os homens criam as ferramentas, as ferramentas recriam os homens”.
  • 5. McLuhan e Deleuze   Para ambos as ferramentas do audiovisual ajudam a pensar, ajudam a criar. A mudança na esfera da cultura que a dimensão técnica traz parece-nos pautar os estudos sobre a linguagem no contemporâneo. Um filme é um recorte do imaginário que, para ambos os autores, abre as portas da imaginação e produz situações da realidade.
  • 6. Cinema e linguagem   São as imagens e os sons que primeiro se apresentam, mas a linguagem audiovisual, movimento, cor, é composta de muitos elementos e muitas nuanças, sintetizados em uma narrativa. Linguagem audiovisual atua em uma esfera que conjuga espaço e tempo, locação e deslocamento, o passado, presente e futuro em permanente transformação.
  • 7. Cinema e linguagem   Toda arte é, antes de tudo, uma maneira de percepção. Quando expressa essa percepção por meio da visão e da audição, traduz um conceito artificial, um artifício, um artefato. No caso do cinema, o artefato é uma película sensibilizada pela luz, revelada e novamente impressionada pela luz, no momento da projeção. Das nostálgicas lanternas mágicas às modernas técnicas de projeções digitais, cinema é, na tela, luz e sombra. E é também a confluência de muitos mistérios.
  • 8. Cinema é arte   Cinema é arte contemporânea, síntese poética, alegoria e realidade. Tempo e espaço. Portanto, compreender cinema é também compreender o tempo no seu transcorrer, na sua duração que, muitas vezes, se desvincula do tempo físico da projeção. Talvez, por isso, o estranhamento que muitos filmes causem a seus espectadores. Cada filme, com o estilo cinematográfico que adota, cria um tempo que lhe é peculiar, além do tempo que a história pretende relatar.
  • 9. O tempo na narrativa  O tempo na narrativa cinematográfica está na ação que imprime o ritmo, assim como está no verbo nas linguagens escritas. O tempo, no filme, vai além das palavras ditas pelas personagens, não se restringe ao descrito pela ação da câmera. Está no que é falado pelos personagens, mas está também na paisagem, na arquitetura, nas roupas, nos gestos, nos enfeites de corpo e de ambientes.
  • 10. Ver e analisar  Ver filmes, analisá-los, é a vontade de entender a nossa sociedade massificada, praticamente analfabeta e que não tem uma memória da escrita. Uma sociedade que se educa por imagens e sons, principalmente da televisão, quase uma população inteira [...] que não tem contato com a escrita, a reflexão com a escrita. E também a vontade de entender o mundo pela produção artística do cinema (Almeida, 1994, p. 12).
  • 11. Análise  Hollywood comercializa produtos que influenciam o desenvolvimento do conhecimento, pois o que se nos mostra do mundo e suas realidades influenciam inevitavelmente nossa compreensão e nosso nível de consciência. O cinema, como outros media, age sobre nosso modo de pensar (Guback, 1976, p. 4).
  • 12. Análise  [...] o controle total da realidade criada pelas imagens – tudo composto, cronometrado e previsto. Ao mesmo tempo, tudo aponta para a invisibilidade dos meios de produção desta realidade. Em todos os níveis, a palavra de ordem é “parecer verdadeiro”, montar um sistema de representação que procura anular a sua presença como trabalho de representação (Xavier, 1984, p. 31).