O gigante e as três irmãs

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O gigante e as três irmãs

  1. 1. O GIGANTE E AS TRÊS IRMÃS Narrador - Era uma vez um construtor civil que tinha 3 filhas. Estava um dia a dirigir-se do trabalho para casa quando lhe apareceu um gigante.(Entra o gigante e o homem) Const. Civil - Por favor, deixe-me despedir das minhas filhas antes de morrer. Gigante - Não te vou matar. Mas só se amanhã me entregares o primeiro ser vivoque vires até chegares a casa. Const. Civil - Está bem, amanhã a esta hora aqui estarei. (Gigante e construtor civil saem de cena. Entram em cena as filhas) Filha mais velha - Ele saiu tão cedo e agora já é de noite. Vou à procura dele…(Aparece o construtor civil) Ainda bem que nada de mal te aconteceu, pai! Const. Civil - Aconteceu-me o pior dos males, foste o primeiro ser vivo que vi, tereide te entregar ao gigante. Narrador -E contou-lhe o que sucedera. (Saem todos e entram em cena o gigante e afilha mais velha) E, no dia seguinte, a filha mais velha seguiu no carro do gigante emdireção a uma mansão no alto de um monte. Gigante - Amanhã vou ao Pub. Poderás provar de todos os manjares, beber de todasas fontes do jardim, entrar em todas as salas… Mas ai de ti se ousares abrir a porta deferro junto ao terraço! Toma esta correntinha de ouro (o gigante dá-lhe a corrente) enunca a tires do pescoço. (gigante sai de cena) Narrador - Assim que o gigante desapareceu, a curiosidade encheu o coração damenina, ela subiu de elevador até ao terraço e abriu a porta de ferro. Mas apenasencontrou nuvens de pó e um vento gelado que parecia soprar de invisíveis abismos. Elaassustou-se e fechou a porta a tremer de medo. Filha mais velha - Ai, que estou desgraçada! A corrente de ouro transformou-se emferro. (Chega o gigante, que olha para a corrente.) Gigante - Ai de ti que me enganaste! Entraste na sala proibida e por isso seráscastigada, ficarás sem comer, sem beber e gelada! (Saem todos e entram em cena o gigante e o construtor civil) Const. Civil - Como está a minha filha mais velha? Gigante – Está bem, mas não para de chorar com saudades das irmãs. Se não aqueres morta de desgosto, amanhã de manhã estarás aqui com a tua filha do meio. Irácomigo para lhe fazer companhia. Narrador - E, no dia seguinte, a filha do meio seguia no carro do gigante em direçãoà sua mansão. Filha do meio - Onde está a minha irmã? Gigante - Está a tomar banho. Mas eu tenho de partir já. Poderás provar de todos osmanjares, beber de todas as fontes do jardim, entrar em todas as salas… Mas ai de ti se 1
  2. 2. ousares abrir a porta de ferro junto ao terraço! Toma esta correntinha de ouro (o gigantedá-lhe a corrente) e nunca a tires do pescoço. (gigante sai de cena) Narrador - A rapariga ficou curiosa, subiu de elevador até ao terraço e abriu a portade ferro. Mas lá dentro nem ouro, nem prata nem pedras preciosas. Apenas nuvens depó e um vento gelado que parecia soprar de invisíveis abismos. (Filha do meio treme) Filha mais velha - Estende as tuas mãos minha irmã do meio salva a minha vida não tenhas receio (Aparece o gigante, que olha para a correntinha) Gigante - Ai de ti, não és melhor do que a tua irmã! Entraste na sala proibida porisso serás castigada! (O gigante atira a filha do meio para o pé da filha mais velha e sai de cena. Entranovamente o gigante e o construtor civil) Const. Civil - Como estão as minhas filhas? Gigante – Estão bem, mas não param de chorar com saudades da irmã. Se não asqueres mortas de desgosto, amanhã de manhã estarás aqui com a tua filha mais nova.(Sai de cena o construtor civil com ar abatido e entra a filha mais nova) Narrador - E, no dia seguinte, a filha mais nova seguia no carro do gigante emdireção à mansão. Filha mais nova - Onde estão as minhas irmãs? Porque não estão à minha espera? Gigante - Não demoram. Mas eu tenho de partir já. Narrador - O gigante fez as mesmas recomendações que fez às irmãs e deu-lhetambém uma correntinha de ouro (gigante sai de cena). Assim que desapareceu, arapariga ficou curiosa, subiu de elevador até ao terraço, mas visto que a corrente lhepesava, tirou-a (a rapariga põe a corrente no bolso), e abriu a porta de ferro. Mas ládentro apenas estavam nuvens de pó e um vento gelado que parecia soprar de invisíveisabismos. Filhas mais velhas - Estende as tuas mãos nossa irmã mais nova tira-nos depressa desta fria cova. Filha mais nova - Não tenham medo, estou aqui para vos salvar! Narrador - Atirou a corrente para o fundo do poço e logo ela se transformou emgrossas cordas a que as duas irmãs se agarraram, conseguindo assim sair do poço. Filha mais nova - Agora vão esconder-se no meu vestiário. (As filhas mais velhas saem e aparece o gigante) Gigante - (olhando para a corrente) Vejo que cumpriste as minhas ordens. Por issovou satisfazer-te um desejo. 2
  3. 3. Filha mais nova - Para mim não quero nada, senhor. Mas ficaria muito feliz seamanhã passasses por casa do meu pai e lhe entregasses um plasma com sistema decinema em casa. (saem e entra a filha mais nova e a filha mais velha) Narrador - De manhã a menina ajudou a irmã mais velha a entrar para dentro deuma caixa, selou-a muito bem e entregou-a ao gigante. Depois subiu de elevador até àvaranda, e lá ficou a acenar-lhe com um lenço branco. (Entra o som das passadas e aparece o gigante) Gigante - (olhando para a corrente) Continuas a cumprir as minhas ordens. Por issovou satisfazer-te um segundo desejo. Diz-me o que pretendes: ouro? prata? pedraspreciosas? Filha mais nova - Para mim não quero nada, senhor. Mas ficaria muito feliz seamanhã passasses por casa do meu pai e lhe entregasses uma máquina de secar roupa. Narrador - De manhã a menina ajudou a irmã do meio a entrar para dentro de umacaixa, selou-a muito bem e entregou-a ao gigante. Depois subiu de elevador até àvaranda, e lá ficou a acenar-lhe com um lenço branco. Nessa tarde trouxe do jardim umvelho tronco de árvore do seu tamanho, e escondeu-o no vestiário. Quando o giganteregressou, ficou de novo satisfeito por ver a correntinha brilhar como sempre. Gigante - (olhando para a corrente) Vejo que as minhas ordens continuam a sercumpridas. Por isso decidi satisfazer-te um terceiro desejo. Filha mais nova - Para mim não quero nada, senhor. Mas ficaria muito feliz seamanhã passasses por casa do meu pai e lhe entregasses uma banheira dehidromassagem. Narrador - Nessa noite a menina foi buscar o velho tronco de árvore, colocou-lhe asua roupa por cima e, num dos ramos, prendeu o lenço. Depois meteu-se dentro de umacaixa ao pé da porta por onde o gigante saía. O gigante levou a caixa e, olhando para avaranda, lá viu, como sempre, o lenço a acenar. Quando regressou estranhou nãoencontrar a menina à sua espera. Gritou, mas ninguém lá estava. Subiu de elevador até àvaranda, mas só lá encontrou um velho tronco de árvore, com um lenço atado num dosramos. Gigante - Maldita, que desobedeceste às minhas ordens! Irás fazer companhia àstuas irmãs e todos os que me desobedeceram e se encontram nas profundezas do poçodo inferno! Narrador - Mas assim que a porta se abriu, uma nuvem de pó envolveu o gigante,cegando-o por completo, e uma rajada de vento gelado empurrou-o para o poço semfundo, donde nunca mais conseguiu sair. Beatriz Cajada - nº2 Carina Esteves - nº3 Joana Riquito - nº11 Margarida Monteiro - nº15 Rafael Santos - nº19 7º E 3

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